quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Biografia: André Luiz
Alguns espíritas, talvez mais levados pela curiosidade do que por fins práticos, já criaram algunas hipóteses sobre a identificação do médico carioca desencarnado, mas são apenas especulações sem maior solidez ou confirmação pelo próprio André Luiz. O primeiro livro de André Luiz é de 1943. Neste livro ele descreve sua chegada ao plano espiritual, iniciando pelo período de pertubação imediato após a morte, seguindo pelo seu restabelecimento e primeiras atividades, até o momento em que se torna "cidadão" de "Nosso Lar", colônia espiritual que dá nome ao livro.
Seguem-se outras obras que descrevem experiências e estudos do autor no plano espiritual, que ao longo da obra vão cada vez mais sendo direcionados a tarefa de esclarecimento dos encarnados sobre as realidades do plano espiritual, através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier (as datas são dos prefácios de Emmanuel):
26 de fevereiro de 1944 - Os Mensageiros, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
13 de maio de 1945 - Missionários da Luz, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
25 de março de 1946 - Obreiros da Vida Eterna, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
25 de março de 1947 - No Mundo Maior, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
18 de junho de 1947 - Agenda Cristã, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
22 de fevereiro de 1949 - Libertação, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
23 de janeiro de 1954 - Entre o Céu e a Terra, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
3 de outubro de 1954 - Nos Domínios da Mediunidade, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
1 de janeiro de 1957 - Ação e Reação, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
21 de julho de 1958 - Evolução em dois Mundos, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
6 de agosto de 1959 - Mecanismos da Mediunidade, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
17 de janeiro de 1960 - Conduta Espírita, médium Waldo Vieira, FEB
4 de julho de 1963 - Sexo e Destino, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
2 de janeiro de 1964 - Desobsessão, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
18 de abril de 1968 - E a Vida Continua, médium Francisco Cândido Xavier, FEB
21 de maior de 1975 - Respostas da Vida, Médium Francisco Cândido Xavier, IDEAL
Além destes livros, André Luiz, também participou de obras conjuntas com outros autores espirituais, principalmente Emmanuel. A relação abaixo, indica algumas destas obras (as datas são dos prefácios):
9 de outubro de 1961, O Espírito da Verdade, Autores Diversos, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
2 de julho de 1963, Opinião Espírita, Emmanuel e André Luiz, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
11 de fevereiro de 1965, Estude e Viva, Emmanuel e André Luiz, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
15 de maio de 1965, Entre Irmãos de Outras Terras, Autores Diversos, médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, FEB
3 de junho de 1972, Mãos Marcadas, Autores Diversos, médiun Francisco Cândido Xavier, IDE
3 de outubro de 1973, Astronautas do Além, Autores Diversos, médium Francisco Cândido Xavier, J. Herculano Pires, GEEM
15 de maio de 1983, Os Dois Maiores Amores, Autores Diversos, médium Francisco Cândido Xavier, GEEM
6 de agosto de 1987, Cura, Autores Diversos, médium Francisco Cândido Xavier, G.E.E.M
17 de janeiro de 1989, Doutrina e Aplicação, Autores Diversos, médium Francisco Cândido Xavier, CEU
A obra medíunica de André Luiz teve - e ainda tem - uma influência considerável sobre o movimento espírita. Suas descrições do plano espiritual - tornando mais preciso e detalhado nosso conhecimento do mesmo - estabeleceram novo patamar de compreensão da vida espiritual, também incentivaram a criação de instituições espíritas devotadas as atividades assistências e grupos de estudos inumeráveis. Por exemplo, temos as "Casas André Luiz" e o "Grupo Espírita Nosso Lar", que se dedicam ao atendimento de crianças deficientes; a "Casa Transitória Fabiano de Cristo", que se dedica ao atendimento de gestantes carentes; o grupo "Os Mensageiros" que se dedica a distribuição gratuita de mensagens espíritas; a própria Associação Médico-Espírita, que tem aprofundado o estudo das obras mediúnicas de André Luiz e suas relações com a prática médica.
É interessante observar que o primeiro livro de André Luiz causou grande impacto pela novidade de suas informações, alguns chegaram a contestar suas descrições de uma vida espiritual muito semelhante a que levamos na Terra, mas o acúmulo de evidências - deste mensagens descrevendo de modo fragmentário a vida espiritual, até obras completas de outros espíritos, por médiuns como Yvonne A. Pereira - provaram sua veracidade. O mais curioso é que descrições semelhantes já existiam desde os primeiros tempos do "Modern Spiritualism" - por exemplo, as que foram registradas por Andrew Jackson Davis (nasc. 1826 - desenc. 1910) - mas tinham caido no esquecimento.
Fonte: http://www.espiritismogi.com.br/
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Desculpa que usamos: Desculpe, foi sem querer.
Desculpe, foi sem querer. Hoje acordei diferente, o fato è que vi minha mãe na cozinha e não cantava como sempre... Sai um pouco do meu mundo todo meu e senti um aperto no coração!!! Lembrei da discussão que tive com ela no dia anterior... Puxa, quantas coisas falei para a minha mãe!!! Magoei ela legal!!! Mas ela sempre foi uma guerreira, tantas vezes discuti e discuto e nunca vi ela assim... Fui descendo as escadas devagarinho e observava seus movimentos precisos de uma mulher que sabe o que faz, de uma mulher que sabe o que diz, de uma mulher que cuida e faz crescer... de uma mulher que esteve sempre ao meu lado desde que nasci, de uma mulher maravilhosa que é minha mãe. Fui descendo devagarinho cada degrau, mas não disse a ela – Desculpa, foi sem querer; afinal é uma frase que uso sempre, aliàs, pensando bem, não uso somente para ela, sem dizer quando nem uso... O fato é que vi minha mãe que não cantava... e com ela vi um flash de quantas pessoas não cantam, inclusive eu. Me enchi de coragem e corri na sua direção, abracei-a, olhei bem dentro dos seus olhos, abracei-a novamente... um silêncio onde nos comunicamos mais que mil ofensas e desculpas, mas um silêncio "màgico", o silêncio da compreensão. | |||
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Notícia: "Profissão- Na hora de escolher a carreira, é bom se informar, planejar a longo prazo e não temer uma guinada no futuro."
Uma forma de diminuir a pressão é saber que essa escolha profissional não é necessariamente definitiva. Novos caminhos vão surgir durante a faculdade, o mercado de trabalho pode exigir adaptações ou uma grande guinada na carreira. "A faculdade deve ser encarada como a escolha de uma plataforma, um alicerce para a construção da vida profissional", afirma Rubens Gimael, especialista em desenvolvimento de carreira da NeoConsulting. É comum encontrar engenheiros trabalhando na área de finanças, arquitetos se dedicando à área comercial, economistas cuidando de marketing. A mudança não significa fracasso nem frustração, mas sim a aceitação de desafios que a vida vai trazendo. Escolher uma profissão representa esboçar um projeto de vida, questionar valores, as habilidades, o que se gosta de fazer, a qualidade de vida que se pretende ter. E esse momento de reflexão pode render bem mais quando é compartilhado com a família. Mas, por excesso de liberalismo, muitos pais se omitem com a desculpa de não querer interferir na vida dos filhos.
Um passo importante para o jovem indeciso é investigar, reunindo informações sobre as profissões e cursos oferecidos pelas faculdades. Há ainda a opção de buscar apoio em empresas de orientação vocacional. As transformações econômicas que atingiram o mundo de forma global impulsionaram novas e promissoras carreiras. São as profissões que envolvem inovações tecnológicas e áreas de inteligência e conhecimento. As carreiras tradicionais, como medicina, direito, engenharia, letras e administração, ainda são as mais procuradas nos vestibulares. Elas se renovaram e ganharam áreas de atuação que prometem sucesso e bons rendimentos, como o campo de biotecnologia para os advogados e o de meio ambiente para engenheiros. É bom também ficar antenado com o crescimento dos setores de serviços, lazer e entretenimento, meio ambiente e projetos sociais. Eles abriram oportunidades atraentes de trabalho para os profissionais com formação em biologia e educação física, que andavam em baixa, e valorizaram cursos que antes eram considerados de segunda linha, como relações internacionais, turismo e hotelaria...
Fonte e notícia completa, em: http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_064.html
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COMENTÁRIO
Tomar a responsabilidade de uma escolha é uma tarefa difícil que é preciso tornar um hábito, já que toda a vida é feita de escolhas e decisões. Aprimorar a capacidade de decidir, assumindo as responsabilidades dessa escolha e descobrir a razão da própria vontade, é um excelente exercício para a maturidade emocional.
Existem dúvidas sobre o que é necessário escolher? Óptimo! Isso significa que há ponderação e bom senso. A dúvida, logo que não paralise o indivíduo, saída do exercício de uma reflexão cuidada, é o ponto de partida para uma boa decisão. É mais cómodo, mas também mais sujeito a erros, não colocar em causa as convicções exibidas, do que aceitar a insegurança da incerteza.
A opção por um rumo profissional é normalmente a primeira grande decisão dos jovens. Finalmente eles poderão começar a responder na prática à pergunta que os acompanha desde a infância: “O que desejas ser quando fores grande?”
É normal e saudável que hajam indecisões, muitas dúvidas e que os pais e restantes familiares, procurem aconselhar e fazer passar aos jovens informações pertinentes, saídas da sua maior experiência de vida. Ouvir os mais velhos não é um sinal de respeito mas de bom senso. Contudo, é um erro o jovem procurar seguir o que os seus pais ou a sociedade estipulam como o adequado. Cada um de nós tem objectivos e finalidades de vida distintas e, por esse motivo, o jovem deverá chamar a si a responsabilidade da sua escolha, levando em conta todos os dados recebidos, mas não permitindo que alguém conduza os seus passos.
A Universidade tem uma tríplice função: Profissional (abre portas para uma carreira no mercado de trabalho); Cultural (através da difusão do conhecimento, das artes e da cultura); Científico (como um centro de desenvolvimento das ciências e pesquisa científica); A Universidade permite aos jovens desenvolverem-se nestes aspectos, formando, difundindo e desenvolvendo. É impossível esconder que os aspectos económicos são importantes na escolha de uma carreira, mas não deverão ser os únicos: A vocação pessoal e o interesse do jovem por determinada área de estudo, são preponderantes para que no futuro ele possa, não apenas ser um trabalhador activo no mercado de trabalho, mas sobretudo prosperar e ser um excelente profissional na área escolhida. O trabalho, para além de ser um suporte material do Homem, ajuda a desenvolver a sua capacidade intelectual e moral, e é um meio para a realização do objectivo final da Natureza, de contribuição para o progresso e evolução do sociedade e do mundo em geral. Nortear a escolha unicamente em variáveis economicistas e materialistas poderá trazer dissabores futuros, levando a uma frustração crescente quando as horas, os dias e os anos de trabalho forem desperdiçados em tarefas para as quais não existia uma grande apetência. Estudar, fazer e trabalhar naquilo que mais gostamos é sempre o mais desejável.
Isto não significa que ao haver escolhido um curso, se estará a determinar uma profissão para toda a vida. O mundo está em permanente transformação e todos temos ferramentas adequadas para a adaptação a essas mudanças e mesmo para a criação de novas mudanças. Ao escolher um curso, existe uma definição de um rumo no caminho, que posteriormente poderá ser corrigido, invertido ou modificado. Com os alucinantes desenvolvimentos e progressos da ciência e tecnologia, os métodos e as formas de trabalhar mudam a um ritmo surpreendente. As tarefas que se fazem hoje, certamente serão executadas de forma diferente dentro de poucos anos. O mais importante é haver uma preparação educativa segura e uma motivação forte para aprender constantemente e para se adaptar a diferentes desafios, funções, tarefas e ambientes.
Carlos Miguel Pereira é trabalhador do Centro Espírita Caridade por Amor (CECA), na cidade do Porto, e colaborador regular do Espiritismo.net
sábado, 15 de agosto de 2009
Desculpa que usamos: Isso ai? Ah! Eu já tentei várias vezes.

Isso ai? Ah! Eu já tentei várias vezes.
A lição de casa está difícil? vou desistir, já tentei várias vezes.
Paciência com as pessoas? Nem pensar, tentei tanto, que até cansei.
Fazer caridade, pra que? Ninguém percebe, desisto.
Cozinhar, lavar louça, ajudar nas tarefas de casa, isso nem me passa pela cabeça, tentei e nunca consegui fazer direito.
Muitas vezes, nos deparamos desistindo das situações difíceis. Ok, desistir é fácil, basta não prosseguir em novas tentativas. Mas será que você percebeu a sensação de impotência que isto lhe trouxe?
Inconscientemente as pessoas, em geral os jovens, têm na ponta da língua o jargão: - Isso ai? Ah! Eu já tentei várias vezes. Tentou sim, mas por que desistiu?
Amigos, tudo nesta vida deve ser conquistado com muito esforço, podemos analisar o exemplo de grandes vultos da história, como Thomas Edison que após inúmeras tentativas infrutíferas, persistiu e inventou a lâmpada, de Albert Ainstein, que mesmo desacreditado, descobriu a Teoria da Relatividade, há Santos Dumont, com a invenção do avião, várias foram as tentativas até o vôo planejado. Quem diria se Madre Tereza de Calcutá e irmã Dulce iriam ajudar tanto aos pobres se não tentassem , se não acreditassem em seu trabalho?
Ainda, há o mais evidente dos exemplos: Mestre Jesus, que jamais deixou de tentar levar as palavras de amor e a caridade a um povo tão sofrido. Sabemos o quão importante foram suas lições e que todo esse esforço não foi em vão.
Até quando vamos deixar a desculpa de não tentar fazer o bem ou o correto tomar conta das nossas decisões? De tentar defender a natureza, os animais, de tentar aprender os ensinamentos da Doutrina Espírita, de tentar amar a todos incondicionalmente, de perdoar, de ser bom, honesto e caridoso?
É preciso que busquemos as razões que nos levam ao medo e a desistência diante das dificuldades, pois com fé, disciplina e paciência, um dia diremos: Isso ai? Ah! Eu já tentei várias vezes, lutei e venci.
Bhethy
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Notícia: Vídeo de agressão divulgado no YouTube leva alunas a suspensão
Pais da garota assistiram ao vídeo; polícia investiga o caso.
Do G1, em São Paulo
Esse tipo de ação é identificado como bullying, um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adotados por um ou mais alunos contra outros colegas, sem motivação evidente. Nadia foi vítima de bullying escolar e, depois, de ciberbullying, pois as imagens em que ela aparece sendo humilhada foram divulgadas na internet.
'Tolerância zero'
Acredita-se que seis garotas da instituição de ensino Avonbourne School estejam envolvidas na agressão. "Temos uma política de tolerância zero contra o bullying. Simplesmente não toleramos essa prática", afirmou a professora Debbie Godfrey-Phaure ao "Daily Mail".
Os responsáveis pela jovem discordam. Eles afirmam que Nadia tornou-se vítima de outros alunos há três anos, mas a escola nunca tomou qualquer atitude. Apesar da revolta em ver as imagens, eles acreditam que essa história pode ter um lado positivo.
Christian Moran, padastro de Nadia, disse que a escola não poderá mais ignorar o problema. "É possível ver de forma bastante clara o rosto das garotas, então eles poderão fazer algo a respeito." Lindsay Dorrington, a mãe, disse que a filha vinha sendo "torturada" há anos e isso a fazia se sentir uma pessoa sem valor. "Ela pensa que é feia, gorda e fedida por conta do que ouve na escola", disse Lindsay.
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1107929-6174,00.html
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Comentário:
Muitos companheiros poderão dizer que estes jovens que agridem e são agredidos possuem um vínculo de outra vida, que os espíritos se reconheceram e por isso existe tanta agressividade, mas como dizem os Espíritos no O Livro dos Espíritos de Allan Kardec: "Há entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis. O magnetismo é a bússola dessa ciência, que mais tarde compreendereis melhor."
A doutrina espírita demonstra que não existe o acaso, mas que também não existe o determinismo. Tudo no universo possui uma causa, mas não é pelo fato de apanharmos nesta vida que batemos na vida anterior. Os Espíritos nos falam mais acerca desta antipatia que muitas vezes para nós, que possuímos uma visão e uma razão ainda bem materialista, eles dizem que a antipatia pode nascer tanto num mau espírito quanto num bom espírito, porém são categóricos em dizer que as causas e os efeitos serão diferentes em cada um:
" Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja, e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas, seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio, nem inveja; contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo."
Este pode ser um dos principais motivos pelo qual os agressores acabam publicando os vídeos e fotos na internet, eles buscam aprovação de um grupo ou de vários grupos, não importando muito se são bons ou não. Estes jovens não querem agredir, não querem machucar ninguém, não é este o objetivo que os move, mas tem tanto medo de serem desaprovados e afastados que acabam fazendo qualquer coisa para se sentirem integrantes de um meio social.
O que nos leva a levantar tal suposição é a necessidade pungente de exibir o feito ao mundo. Eles necessitam e querem ser vistos, tal qual um bebê que chora para ganhar o colo da mãe. É claro que falamos talvez de um princípio simples, porém estimulado por anos e talvez séculos este princípios toma proporções incalculáveis.
(Comentário por: Claudia Cardamone, psicóloga e espírita. É membro da Equipe Espiritismo.net, atuando nas áreas de atendimento fraterno e notícias.)
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Monte Castelo
Renato Russo
Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal.
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver.
É ferida que dói e não se sente.
É um contentamento descontente.
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer.
É solitário andar por entre a gente.
É um não contentar-se de contente.
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade.
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrario a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem todos dormem todos dormem.
Agora vejo em parte. Mas então veremos face a face.
É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Desculpa que usamos: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come...

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come... Desesperado conversava com um amigo: - Que situação, cara!!! Não sei mais o que fazer!!! Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come... Ai meu amigo me respondeu: - Jà que é assim, salte!!! Dê um pulo em direção a Deus, ore, você vai ver que ele te sustenterà em seus braços e te iluminarà ! Feche os olhos em prece e salte!!! | |||