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domingo, 4 de agosto de 2019
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
domingo, 21 de outubro de 2018
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domingo, 29 de abril de 2018
domingo, 25 de março de 2018
Reflexão... Desenvolva o tema á luz da Doutrina Espírita
"Somos nossa própria dor,
somos nossa própria felicidade,
somos nosso próprio remédio."
(Huseyn Raza)
sábado, 10 de março de 2018
Reflexão - Buscando a resposta - Desenvolva o tema à luz da Doutrina Espírita
"Cada
dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso
silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida. A luz
veio ao mundo e cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do
altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo. Portanto, a mais urgente
pergunta a ser feita nesta vida é: 'O que fiz hoje pelos outros?'"
Martin Luther King
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Reflexão - Qual sua opinião? - Trocando ideia
Desinformação, cegueira e idolatria no movimento espírita
https://blogabpe.org/2018/02/17/desinformacao-cegueira-e-idolatria-no-movimento-espirita/
Em 2007, a Associação Brasileira de Pedagogia Espírita lançou um número isolado do Jornal Mensagem, invocando a herança de Herculano Pires, para fazer uma crítica ao modismo então injetado no movimento espírita sobre as ditas crianças índigo e cristal. Demonstramos então que se tratava de um empreendimento comercial, de uma seita New Age, norte-americana, sem nenhuma base científica e que criava uma discriminação absurda entre as crianças, ao classificar algumas de índigo, outras de cristal e outras que seriam apenas normais. Nessa ocasião, Divaldo Franco estava lançando um livro sobre o tema – apoiando a moda. Nessa publicação, não mencionamos o nome de Divaldo e nem o seu livro sobre o assunto. Mas sofremos retaliações por causa do jornal, embora ninguém tenha apresentado um único argumento contra os vários que enumeramos.
Agora, nesses últimos dias, recebemos na ABPE inúmeras mensagens, pedindo um posicionamento nosso a respeito da entrevista coletiva dada por Divaldo Franco e Haroldo Dutra num congresso em Goiás. Participamos então de um texto coletivo a respeito e aprofundamos o assunto aqui no blog. Buscamos entretanto exercitar o espírito crítico com respeito humano e o discernimento equilibrado das coisas. Assim, antes de mais nada, temos de declarar que quando discordamos de uma pessoa ou fazemos uma crítica a posições ou ideias ditas por ela, isso não significa desrespeito ao ser humano.
A primeira coisa que devemos lamentar e fazer uma objeção firme é em relação à crescente partidarização que Divaldo tem assumido em suas declarações. Na citada entrevista, refere-se à república de Curitiba, comandada pelo “presidente Moro” (sic), “venerando juiz”… No mínimo, ele poderia se questionar como alguém pode ser venerando, se há inúmeras críticas de juristas internacionais e brasileiros quanto à evidente parcialidade e seletividade da “justiça” de Moro e de grande parte do judiciário no Brasil atual. Como pode uma liderança espírita desconsiderar tudo isso e assumir o discurso da massa de manobra? Lembramos ainda a recente homenagem de Divaldo a João Dória em São Paulo, causando enorme constrangimento a todas as pessoas esclarecidas politicamente, que na ocasião estavam indignadas com a ração humana, que o prefeito estava querendo dar aos moradores de rua.
Sabemos que o país está polarizado. Por isso mesmo, nossas palavras requerem prudência, argumentação e compromisso ético. Ora, em nossa opinião, Divaldo está exercendo sua imensa influência no movimento espírita para fortalecer posições retrógradas, anti-humanitárias e o faz sem qualquer argumentação, sem qualquer aprofundamento nas questões políticas e sociais, mas de maneira superficial, mística e leviana, como fez com a ideia das crianças índigo anos atrás.
Recentemente também saiu um desenho animado calcado numa palestra de Divaldo, em que ele conta uma história absurda em que supostos espíritos judeus e muçulmanos estariam promovendo cruéis obsessões em centros espíritas, semeando a discórdia entre nós, cristãos tão bondosos! Uma ideia discriminatória e falsa. Promove a intolerância religiosa e simplesmente não tem nada a ver. Por que judeus e muçulmanos estariam preocupados conosco? Em suma, uma fantasia de mau gosto.
Outra questão que nos espanta é a maneira como Divaldo, quanto fala sobre a chamada “ideologia de gênero”. E aqui vamos nos deter um pouco mais no assunto, porque não se trata apenas de uma questão política, mas também acadêmica.
Não existe “ideologia de gênero” – este é um termo criado por setores conservadores da Igreja Católica e depois adotado pelas Igrejas Evangélicas, para colocar várias coisas num mesmo saco e torná-las todas abomináveis e ameaçadoras.
Existe sim uma área de pesquisa no mundo que se chama “Estudos de Gênero” – que teve influência de Michel Foucault, Simone de Beauvoir e Judith Buttler, que esteve recentemente no Brasil (e não tinha vindo falar sobre gênero) e quase foi linchada por fanáticos, que certamente jamais leram um livro dela.
Pois bem, os “Estudos de Gênero” se dedicam a procurar entender como se constitui a feminilidade e a masculinidade do ponto de vista social, se debruçam sobre questões de orientação sexual, hetero, homo, transsexualidade – ou seja, todos fenômenos humanos, que estão diariamente diante de nossos olhos. Podemos concordar com algumas dessas conclusões, discordar de outras, deixar em suspenso outras tantas. Esse olhar é muito recente na história e ainda estamos apalpando questões profundas e complexas – e em nosso ponto de vista espírita, não é possível ter plena compreensão delas sem a chave da reencarnação. Uma abordagem puramente materialista jamais vai dar conta do pleno entendimento do psiquismo humano. Mas estamos muito longe de ter gente reencarnacionista competente, fazendo pesquisa séria, para dialogar com pesquisadores com abordagens meramente sociológicas ou psicológicas. Então, nós espíritas, não temos ainda melhores respostas que os outros.
Mas dentro desse universo de questões ligadas a gênero e sexualidade há pontas de um lado e de outro.
Por exemplo, uma vantagem trazida por esse discurso contemporâneo é a busca de igualdade de direitos entre homens e mulheres (os Estudos de Gênero nascem com o feminismo e ainda estamos muito distantes de uma igualdade nesse sentido, basta ver os dados em relação à violência contra a mulher no Brasil), o chamado ao respeito à diversidade, ao respeito à dignidade de todos, incluindo os da comunidade LGBT, o entendimento de que todo ser humano tem o direito de exercitar sua sexualidade como bem entender, desde que não violente outro ser humano. Então, de um lado, temos o Papa Francisco que diz “quem sou eu para julgar?” e, do outro, temos líderes espíritas que jamais se referem às violências praticadas contra homossexuais e travestis, contra mulheres e crianças, contra negros e pobres. Ao contrário, adotam discursos em tudo semelhantes às lideranças mais retrógradas de outras religiões: discursos que lembram Malafaias e Felicianos.
Mas ao nos alinharmos entre aqueles que defendem os direitos humanos de todos e todas, não significa, por outro lado, adotar uma teoria e prática extremista como a proposta por exemplo por alguns na Suécia, de que quando nasce uma criança, nem se dar o nome nem se vestir de menino ou menina, deixando que mais tarde ele-ela decida… Ou ainda como se faz hoje nos Estados Unidos de realizar cirurgia de inversão de sexo, com crianças de 10, 12 anos. Obviamente que esses extremos são absurdos, embora raros, e jamais foram propostos aqui no Brasil, pois que desrespeitam a maturação psíquica da criança ainda em desenvolvimento. E são coisas de países capitalistas e não comunistas, como Divaldo anunciou na entrevista.
Esses temas são muito complexos, mobilizam paixões de um lado e de outro e esperam ainda delicados e dedicados estudos para compreendermos melhor como se dá essa integração entre heranças reencarnatórias, influências do meio social, constituição familiar, fatores genéticos… Portanto, um comedimento nas análises é muito bem vindo.
Mas o que é preciso frisar sempre é o respeito a todos e todas, o combate a qualquer forma de discriminação e violência contra quem quer que seja e seria muito bom que seguíssemos Jesus, se nos dizemos cristãos – ele não condenou os corruptos, os ladrões e os que na sua época eram considerados sexualmente desviados – as únicas pessoas com as quais ele foi duro foi justamente com os religiosos hipócritas.
O que mais aborrece a espíritas conscientes é o fato de tantos outros espíritas comprarem cegamente o que líderes assim falam. Esse é o problema da idolatria, da falta de critério e de estudo e, sobretudo, da falta das diretrizes racionais que Kardec imprimiu ao espiritismo.
Se não mudarmos o rumo, já já seremos uma nova seita.
(fonte: https://blogabpe.org/2018/02/17/desinformacao-cegueira-e-idolatria-no-movimento-espirita/)
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Reflexão: O Mundo Atual (por Joanna de Ângelis)
O Mundo Atual
De um lado, a
riqueza cultural e intelectual, as conquistas valiosas da ciência e da
tecnologia que modificaram totalmente a face do Planeta, ampliando os
horizontes cósmicos e os tornando compreensíveis ao pensamento, enquanto que
pandemias terríveis vêm sendo varridas do orbe lentamente.
A contribuição
inestimável das vacinas, a relativa e lúcida facilidade de diagnóstico de
muitas enfermidades, os produtos farmacêuticos de extraordinário valor, as
medidas preventivas a muitos males, a vigência de hábitos alimentares
saudáveis, de exercícios físicos e contato com a natureza, os notáveis recursos
cirúrgicos, os de transplantes de órgãos e de próteses constituem bênçãos
jamais sonhadas antes, tornando a existência humana mais amena e saudável.
As ciências
psicológicas facultam a compreensão dos conflitos humanos e dos transtornos que
se ampliam com altos índices de depressão, de loucura, de desvios de
comportamento...
Sob outro aspecto,
porém, os valores ético-morais, imprescindíveis ao equilíbrio mente-corpo,
demonstram que a evolução espiritual tem sido menos ampla do que aquela de
natureza intelectual.
Simultaneamente, o
espectro da fome, da miséria sob diferentes aspectos, a drogadição, a volúpia
do prazer exacerbado, como se a função do corpo fosse direcionada apenas para o
gozo, as fugas espetaculares para os vícios de toda ordem e a violência
perversa dominam as criaturas que, aturdidas, não sabem qual rumo a seguir.
Valiosos estudiosos
do comportamento e da economia apelam para o comedimento, para a liberdade
responsável, enquanto outros, que se encontram alucinados, proclamam a
necessidade da liberação do aborto, da eutanásia, da discriminação da maconha e
de outras substâncias alucinógenas com excessiva liberdade para os seus
usuários, sem a preocupação de educá-los preventivamente ou de tratá-los após o
tombo nas suas armadilhas soezes.
Mulheres e homens
infelizes proclamam a excelência do suicídio ante os insucessos, as doenças
incuráveis, os problemas afligentes, as situações embaraçosas, exteriorizando
os tormentos que os caracterizam e que desejam transformar em condutas
normais...
Uma onda de
desespero cresce no mundo ante expectativas dolorosas em relação às culturas
religiosas do Oriente assim como as do Ocidente e vice-versa, ao mesmo tempo,
em um período em que os direitos humanos são proclamados e reconhecidos, o
fanatismo de diversas condutas e o radicalismo ameaçam a paz entre os povos
dominados pelas paixões primitivas disfarçadas de civilização...
Há, em toda parte,
a busca desenfreada por algo que complete o ser, facultando-lhe as fugas
terríveis para os esportes radicais, para as experiências aberrantes, para as
condutas extravagantes, para a formação de tribos e de clãs agressivos que
facilitam a vigência do ódio e da crueldade, em uma época em que os mesmos já
deveriam ter sido substituídos pela compreensão, pela fraternidade, pela
compaixão...
Infelizmente, não
tem havido lugar na sociedade imediatista para o amor e a paz, para os ideais
de enobrecimento e de solidariedade que não encontram espaço na grande mídia,
conforme desfrutam a sexolatria, os crimes hediondos e as futilidades rotuladas
de condutas ideais.
A família,
desagregada, cede lugar a um grupamento de pessoas vinculadas pela
consanguinidade e separadas pelos sentimentos de amizade e de dever, facultando
os desvios para os sites e blogs da convivência virtual que facilitam o
intercâmbio doentio e cruel, com psicopatas e atormentados, que se ocultam
atrás da tela dos computadores, assim como de outros instrumentos de
comunicação do mesmo gênero...
Em consequência, a
deserção moral é volumosa e profundamente lamentável, permitindo todos os tipos
de condutas desastradas com graves prejuízos para o indivíduo em si mesmo e
para a sociedade em geral.
Há abundância de
conforto e de diversões para alguns e escassez absoluta de quase tudo para a
maioria das criaturas terrestres.
São inevitáveis as
interrogações: Que se fazer ante tantos paradoxos? Como se viver corretamente
sem alienação? Existe alguma diretriz para o encontro com o equilíbrio e a
harmonia interior?
A resposta é
simples e talvez contundente: A diretriz e a conduta a se vivenciar podem ser
enunciadas no conceito: evitar-se o mal ou dele libertar-se, caso já se lhe
encontre instalado.
Pensando na grande
problemática referida acima em alguns dos seus mais graves aspectos elaboramos,
ao longo dos últimos meses, estudos espíritas em torno de trinta temas,
convidando os interessados à conquista da paz, da saúde e da alegria de viver,
à luta pela própria felicidade.
Baseando-nos nas
vigorosas lições de Jesus e nas sábias diretrizes do Espiritismo, procuramos
atualizar os seus conteúdos em linguagem própria para estes dias, oferecendo
sugestões oportunas e fáceis para a conquista da harmonia pessoal e para a
cooperação com as demais pessoas.
Reconhecemos não
trazerem estas páginas novidades muito do agrado de grande número de leitores,
mas sabemos que um dos requisitos essenciais para a aprendizagem é a
metodologia da repetição, a fim de que se fixem nos painéis da memória e nos
delicados tecidos dos sentimentos as informações que se devem transformar em
recurso para a sua vivência.
Tudo quanto
anotamos já tem sido apresentado por estudiosos sérios e interessados nos
comportamentos felizes, assim como por sociólogos e psicólogos, religiosos e
cidadãos afeiçoados ao Bem.
O nosso trabalho
encontra-se, porém, enraizado nos textos do Evangelho de Jesus e nas seguras
orientações que os Espíritos trouxeram ao mundo desde o dia do surgimento de O
Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, a 18 de abril de 1857 e as obras que
foram publicadas depois pelo insigne codificador.
São o resultado da
nossa própria experiência, assim como da experiência de milhões de indivíduos
que optaram pelo Bem em luta incessante para a libertação do mal, que ainda
vige no íntimo de todos os seres humanos, como herança doentia do processo
grandioso da evolução antropológica e psicológica através das sucessivas
reencarnações.
Com este modesto
contributo, esperamos cooperar com as pessoas sinceras e afeiçoadas ao amor e à
verdade, a fim de que não desanimem nunca no afã da edificação e da vivência do
amor, conforme o Mestre de Nazaré nos ensinou, em todas e quaisquer situações
em que se encontre.
...E o amor
solucionará todos os problemas, por mais intrincados se apresentem.
Joanna de Ângelis
Salvador, (BA), 21
de setembro de 2011.
Autor: Joanna de
Ângelis
Psicografia de
Divaldo Franco. Livro: Liberta-te do Mal
domingo, 28 de janeiro de 2018
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