quarta-feira, 22 de junho de 2011

Notícia: "Por que é difícil dizer não às drogas".

Quem usa drogas pela primeira vez não vê os amigos se acabando nas sarjetas e não acredita que vai ser um viciado.

As campanhas contra o uso de drogas e a exibição na televisão do efeito devastador que elas têm sobre a vida dos viciados deveriam ser suficientes para riscar esse mal da superfície do planeta. Não é o que acontece. Num desafio ao bom senso, um número enorme de adolescentes continua dizendo sim às drogas. Pesquisa recente mostrou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. A idade do primeiro contato com esse tipo de substância caiu dos 14 para os 11 anos em uma década. Tais dados sinalizam um futuro bem ruim. Quanto mais cedo se experimenta uma droga, maiores são os riscos de se tornar viciado. As pesquisas também revelam que a maioria dos jovens sabe que as drogas podem se transformar num problema sério. Mas isso não basta para mantê-los longe de um baseado ou de um papelote de cocaína. (...)

Comentário:

Os malefícios e os perigos do consumo de drogas são fatos incontestáveis conhecidos por todos. Então, porque é que um número tão grande de jovens ainda se sente irresistivelmente atraído por elas?
A impulsividade é uma marca da juventude. É conhecida a apetência dos jovens pelo risco e pela aventura, o fascínio que têm por novas experiências, desvalorizando muitas vezes os perigos que criam para si próprios e para os outros. Mesmo diante de algumas situações periclitantes, os jovens se sentem invulneráveis, julgando que possuem um absoluto controlo emocional das situações. (...)

terça-feira, 21 de junho de 2011

MURAL REFLEXIVO: Constância










CONSTÂNCIA













A virtude da constância é imprescindível para o êxito de qualquer empreendimento.


O início de um projeto sempre é cercado de entusiasmo.



Seja em grupo ou isoladamente, a idéia nova empolga.



Pode ser uma dieta, um programa de estudos, novos hábitos de vida ou de trabalho.



No início, tudo parece fácil e proveitoso.



Mas gradualmente as dificuldades surgem e começam a impressionar.



Pouco a pouco, perde-se o entusiasmo do princípio.



Já não parece tão importante manter o padrão de comportamento eleito.



A meta almejada esfumaça-se no horizonte e a pessoa retorna ao estado anterior.



O homem é uma criatura de hábitos.



Os hábitos podem engrandecê-lo ou amesquinhá-lo, aproximá-lo do anjo ou do selvagem.


A noção das próprias possibilidades por vezes empolga um ser humano.


Animado pela idéia de ser melhor, ele traça metas de equilíbrio, paz e progresso.



Para essas metas serem atingidas é necessário constância.


É nas dificuldades que o caráter se refina e se fortalece.


Quem desiste ao primeiro empecilho jamais atinge objetivo algum.



Perante os embates do mundo, importa perseverar no padrão de comportamento considerado ideal.


Não é conveniente mudar de atitude apenas para acompanhar a maioria.


Os grandes atletas, pensadores e inventores não revelaram sua grandeza de forma repentina.



Sempre é necessário muito estudo, preparação e esforço para a conquista de uma meta.



A exímia bailarina impressiona pela beleza e graça com que executa sua arte.


Mas apenas ela sabe o que isso lhe custou em termos de disciplina, renúncia e dores.


Se você tem objetivos, há apenas um modo de atingi-los: trabalhando duramente e com constância.


Sem disciplina, você flutuará ao sabor dos acontecimentos. O que lhe parecer mais fácil você fará.


Seus desejos mais profundos não passarão de sonhos, sem qualquer substância.


A aspiração de hoje será abandonada amanhã.


A dieta iniciada será esquecida.


O projeto de trabalho ou de estudo seguirá o mesmo destino.



De fantasia em fantasia, de sonho em sonho, sua vida passará.



E você será uma contínua promessa não realizada.


Para que isso não aconteça, analise o seu proceder.


Se constatar leviandade ou instabilidade em seu agir, dedique-se a combater tais características.


Estabeleça metas e esforce-se em alcançá-las.


Se quer ser instruído, aprender uma língua, fazer um curso, estude com firmeza.


Se deseja adquirir uma virtude, pratique-a a todo instante.



Caso queira emagrecer ou cuidar de sua saúde, modifique seus hábitos, mas o faça com convicção.


Não se impressione com obstáculos, pois eles sempre existirão.


Não se permita titubear e voltar atrás.


Lembre-se do entusiasmo do início.


Mantenha-se firme, em respeito ao seu infinito potencial.


Visualize o prazer que a vitória proporcionará.


A dificuldade de hoje é a facilidade de amanhã.


Apenas a constância poderá conduzi-lo ao resultado almejado.
Pense nisso e persevere!



(Equipe de Redação do Momento Espírita. http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1416&let=C&stat=0)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Notícia: "Japoneses buscam tecnologia para "ver pensamentos".

Pesquisadores japoneses conseguiram com sucesso processar e visualizar imagens simples diretamente do cérebro humano com a ajuda de um software, no que poderá ser o primeiro passo para se fazer um registro visual de sonhos. (...)

Comentário:

No O Livro dos Espíritos, na questão 403 os Espíritos disseram que: “Mas como o corpo é de matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito, mesmo porque o Espírito não as percebeu pelos órgãos do corpo”.  (...)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ESTUDO DIRIGIDO: O Livro dos Espíritos XXXII

Ainda estudando os itens de 776 à 802, continue respondendo às questões, abaixo, justificando suas respostas:



1) Muitos povos cairam na barbárie, após um período de apogeu. Segundo kardec isso ocorre por que?




2) Que tipo de povos, no futuro, serão o farol para a humanidade?




3) Informam os Benfeitores que jamais todos os povos estarão reunidos em uma só nação. Por que?




4) O que seria uma civilização completa?




5) Como pode ser considerado o momento em que vivemos?




(Base: Apostila de estudos das obras codificadas por Allan Kardec, IDE/JF-MG)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Espiritirinha : Respeito aos nossos idosos


(recebemos do ZéCarlos sem menção de autoria ou fonte. Se vc souber qual é, deixa aí nos comentários, tá legal?! :) A gente agradece :) beeeeijosss)




domingo, 12 de junho de 2011

MURAL REFLEXIVO: Alguém para Compartilhar



ALGUÉM PARA COMPARTILHAR









Um amigo nos contou algo impressionante.



Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da física, e à lógica matemática.



Continuou seus estudos em Lógica e Filosofia da Ciência no programa de pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, da Universidade Estadual de Campinas, entrando no campo da Teoria da Prova.



Seu projeto era provar uma proposição de Dag Prawitz, da "Escola Escandinava de Teoria da Prova", denominado "Teorema de normalização simples para a Lógica Clássica de primeira ordem completa".



Em sua tese de doutorado, "Provas de normalização para a Lógica Clássica", defendida na mesma Instituição em 1990, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de "pior seqüência de redução" para as derivações.



Com este trabalho, que lhe valeu o prêmio Santista Juventude conseguiu provar que, se a pior seqüência de redução termina, então todas as seqüências terminam em uma única forma normal.



Você deve estar se questionando: "o que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!" Mas foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.



Ele era profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, uma área específica da lógica matemática, mas resolveu deixar tudo isso de lado.



E sabe por quê?



Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.



"Então", contava-nos ele, "deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil. Eu sinto necessidade de compartilhar minhas idéias", concluiu o filósofo.



O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.



Por mais feliz que ele seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.



De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: "parabéns, você venceu!"?



De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver ninguém para saber disso?



Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.



Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.



Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d'alma para serem compartilhados.



Sem alguém para dividir conosco as nossas alegrias e tristezas, a vida fica sem sentido.



Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar idéias, discutir.



É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-los úteis à humanidade.



Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas com alguém.



Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim se decidem pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.



Pense nisso!



Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de idéias...



Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...



As pessoas que vivem isoladas, entram em profundas depressões, perdem a vitalidade e a vontade de viver...



Pense nisso e, se tiver com quem, compartilhe suas experiências. Descubra a arte de compartilhar e perceberá que a vida lhe mostrará um colorido todo especial.



(Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em conversa com Cosme Massi e em matéria a seu respeito, publicada no site: www.fundacaobunge.org.br/fundacaobungepagina_03.htm . http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1109&stat=3&palavras=ALGUÉMPARACOMPARTILHAR&tipo=t )