sexta-feira, 18 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Você sabia?!
Toda a natureza está subordinada a Lei de Progresso. Não existem, pois, razões que justifiquem a falta de esperança frente às dificuldades da vida.
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Você trabalha pela causa do Cristo ou pelas pessoas?
Você trabalha pela causa do Cristo ou pelas pessoas?
Wellington Balbo
Vira e mexe escuto comentários do tipo: “Não irei mais fazer trabalho voluntário neste local, pois fulano é muito complicado e eu não preciso disto”
“Credo, como beltrano é difícil, irei embora, tem tantas instituições em que eu posso ajudar e por que vou ficar aqui sofrendo?”
“Acho que joguei pedra na santa ceia, meu Deus, como é impossível aturar ciclano”
Pior ainda quando alguém coloca o coordenador da instituição contra a parede e tasca uma dessas: “Ou ele ou eu!”
Ai a coisa ficou feia de vez
Há, porém, um detalhe importante que poucos observam: O mestre ensinou a importância de conviver apesar dos pesares, apesar das diferenças e apesar das ingratidões.
Evidentemente não estou dizendo que você deve levar “lambada” o tempo todo. No entanto, imagine se Jesus “abandonasse” o barco porque fulano é traidor, ou porque ciclano o negou sei lá quantas vezes...
Já pensou?
Você, claro, poderá me dizer: “É, mas não sou Jesus”
Sim, não posso tirar sua razão, você não é mesmo Jesus, entretanto, considere que se fosse impossível Jesus não teria nos ensinado a importância de conviver e trocar experiências com os mais diversos espíritos, apesar dos pesares.
Qual o mestre que ensina coisas que os discípulos ainda não têm condições de entender e aplicar?
Pois bem, se Ele ensinou e exemplificou, ou seja, mostrou o caminho, é possível todos nós conseguirmos trabalhar sem abandonar a “Casa” e a “Causa”.
Basta apenas, digamos, mudar o foco e trabalhar pela Causa. E ai está o “X” da questão:
Trabalhar pela Causa e não pelas pessoas.
Isto mesmo.
Se trabalharmos pela Causa e não pelas pessoas o a abordagem e compreensão tomam outro rumo.
Se trabalho pela Causa não irei me sentir mais tão atacado, tão incomodado pela atitude dos outros porque sei que meu trabalho está incluso num objetivo maior, mais amplo e que transcende as “abobrinhas” do dia a dia.
Por isso, como cristão devemos trabalhar pela Causa do Cristo.
Quando trabalho pelas pessoas qualquer desentendimento com o próximo pode gerar o abandono da Causa.
Todavia, quando o trabalho é pela Causa coloco-me na posição de quem irá superar os desafios da convivência e seguir adiante, apesar dos pesares.
E como comentamos acima, é muito comum pessoas deixarem projetos bacanas de lado porque não se dão com o dirigente ou com alguém que está na equipe.
É porque trabalham apenas pelas pessoas, preocupadas apenas com as pessoas, com o que os outros pensam fazem...
Todavia, quando meu trabalho é pela Causa e não pelas pessoas poderão passar Céus e Terra, mas eu estarei firme e forte porque a Causa é bem maior do que os superáveis desentendimentos com as pessoas...
Pensemos nisto.
“Credo, como beltrano é difícil, irei embora, tem tantas instituições em que eu posso ajudar e por que vou ficar aqui sofrendo?”
“Acho que joguei pedra na santa ceia, meu Deus, como é impossível aturar ciclano”
Pior ainda quando alguém coloca o coordenador da instituição contra a parede e tasca uma dessas: “Ou ele ou eu!”
Ai a coisa ficou feia de vez
Há, porém, um detalhe importante que poucos observam: O mestre ensinou a importância de conviver apesar dos pesares, apesar das diferenças e apesar das ingratidões.
Evidentemente não estou dizendo que você deve levar “lambada” o tempo todo. No entanto, imagine se Jesus “abandonasse” o barco porque fulano é traidor, ou porque ciclano o negou sei lá quantas vezes...
Já pensou?
Você, claro, poderá me dizer: “É, mas não sou Jesus”
Sim, não posso tirar sua razão, você não é mesmo Jesus, entretanto, considere que se fosse impossível Jesus não teria nos ensinado a importância de conviver e trocar experiências com os mais diversos espíritos, apesar dos pesares.
Qual o mestre que ensina coisas que os discípulos ainda não têm condições de entender e aplicar?
Pois bem, se Ele ensinou e exemplificou, ou seja, mostrou o caminho, é possível todos nós conseguirmos trabalhar sem abandonar a “Casa” e a “Causa”.
Basta apenas, digamos, mudar o foco e trabalhar pela Causa. E ai está o “X” da questão:
Trabalhar pela Causa e não pelas pessoas.
Isto mesmo.
Se trabalharmos pela Causa e não pelas pessoas o a abordagem e compreensão tomam outro rumo.
Se trabalho pela Causa não irei me sentir mais tão atacado, tão incomodado pela atitude dos outros porque sei que meu trabalho está incluso num objetivo maior, mais amplo e que transcende as “abobrinhas” do dia a dia.
Por isso, como cristão devemos trabalhar pela Causa do Cristo.
Quando trabalho pelas pessoas qualquer desentendimento com o próximo pode gerar o abandono da Causa.
Todavia, quando o trabalho é pela Causa coloco-me na posição de quem irá superar os desafios da convivência e seguir adiante, apesar dos pesares.
E como comentamos acima, é muito comum pessoas deixarem projetos bacanas de lado porque não se dão com o dirigente ou com alguém que está na equipe.
É porque trabalham apenas pelas pessoas, preocupadas apenas com as pessoas, com o que os outros pensam fazem...
Todavia, quando meu trabalho é pela Causa e não pelas pessoas poderão passar Céus e Terra, mas eu estarei firme e forte porque a Causa é bem maior do que os superáveis desentendimentos com as pessoas...
Pensemos nisto.
(Wellington Balbo. Fonte: FEAL)
terça-feira, 15 de abril de 2014
Espero que você seja...
Persistente
Joamar Zanolini Nazareth
Amigos, no mundo globalizado de hoje encontramos (por toda a parte) inúmeros relatos de pessoas tolhidas por limitações diversas, que souberam superar os obstáculos e deixar um exemplo vibrante de como seguir adiante, sem se deixar abater pelas dificuldades que surgem na estrada da vida.
Livros, reportagens em revistas e jornais, casos trazidos pelas ondas do rádio, as informações espalhadas pela Internet, etc., conseguem – em meio à enxurrada de más notícias, corrupções e catástrofes – demonstrar a todos nós que o ser humano é extraordinário, podendo “mover céus e montes” quando realmente deseja e quer, fazendo como o rio, que contorna a mais poderosa das montanhas e prossegue sua jornada em busca do mar.
Um dos verbos mais constantes dos vencedores é o verbo persistir.
Não se aprende sem persistir, não se edifica algo sólido sem persistir, não se supera obstáculos sem persistir, não se faz uma carreira vitoriosa sem persistir, não se transforma a sociedade sem persistir, e muito mais, pois qualquer coisa que pensarmos, que seja realmente importante, veremos que necessita de persistência.
Tal qual a criança que reclama ter que repetir a lição, a tarefa doméstica e os hábitos que os pais lhe imprimem pela educação, nós costumamos reclamar da vida e da Providência Divina, que demanda tempo e persistência as boas obras da nossa existência, esquecendo-nos que as melhores construções são as que foram levantadas tijolo a tijolo, com cuidado e boa vontade, pois paredes erguidas às pressas são as primeiras a cair.
Livros, reportagens em revistas e jornais, casos trazidos pelas ondas do rádio, as informações espalhadas pela Internet, etc., conseguem – em meio à enxurrada de más notícias, corrupções e catástrofes – demonstrar a todos nós que o ser humano é extraordinário, podendo “mover céus e montes” quando realmente deseja e quer, fazendo como o rio, que contorna a mais poderosa das montanhas e prossegue sua jornada em busca do mar.
Um dos verbos mais constantes dos vencedores é o verbo persistir.
Não se aprende sem persistir, não se edifica algo sólido sem persistir, não se supera obstáculos sem persistir, não se faz uma carreira vitoriosa sem persistir, não se transforma a sociedade sem persistir, e muito mais, pois qualquer coisa que pensarmos, que seja realmente importante, veremos que necessita de persistência.
Tal qual a criança que reclama ter que repetir a lição, a tarefa doméstica e os hábitos que os pais lhe imprimem pela educação, nós costumamos reclamar da vida e da Providência Divina, que demanda tempo e persistência as boas obras da nossa existência, esquecendo-nos que as melhores construções são as que foram levantadas tijolo a tijolo, com cuidado e boa vontade, pois paredes erguidas às pressas são as primeiras a cair.
Joamar Zanolini Nazareth
domingo, 13 de abril de 2014
Qual sua opinião: FAZER A DIFERENÇA
Amigos Jovens:
Quantas vezes ouvimos dizer que é preciso Fazer a Diferença? Muitas vezes não é mesmo??!
O educador e palestrante Wilson Verissimo Calé citou em sua página: ... não podemos mais vislumbrar grandes conquistas e efetivas transformações na humanidade enquanto estivermos adotando uma postura fragmentada do nosso ser. Fica difícil imaginar uma pessoa bem sucedida profissionalmente e totalmente fracassada em sua vida pessoal, social, espiritual e emocional. Somos antes de tudo Seres em evolução que buscam um sentido maior do que simplesmente a satisfação momentânea dos nossos sentidos.
LE – Questão 642. Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal? “Não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem”.
- Como mediar para fazer a diferença, transformando o meu, o seu, o nosso convívio social num mundo melhor?
- De que forma pode-se dar o primeiro passo para essa transformação, como fazer, e por onde começar?
- Não mover uma palha para ajudar a melhorar o mundo, pode não fazer mal, mas também não faz bem, ou seja, não faz diferença alguma. Partindo desse princípio, como devemos proceder para incentivar a ação transformadora que pode fazer a diferença?
- Que outros aspectos relevantes você tem a dizer a este respeito?
Contamos com a participação de todos!!!
Equipe CVDEE – Bhethy
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