terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Passe adiante… compaixão

images3HZKKWXXCompaixão (do latim compassione) pode ser descrito como uma compreensão do estado emocional de outrem; não deve ser confundida com empatia. A compaixão frequentemente combina-se a um desejo de aliviar ou minorar o sofrimento de outro ser senciente, bem como demonstrar especial gentileza com aqueles que sofrem.

A compaixão pode levar alguém a sentir empatia pelo outro. A compaixão é frequentemente caracterizada através de ações, na qual uma pessoa agindo com espírito de compaixão busca ajudar aqueles pelos quais se compadece.

Ter compaixão é permanecer num estado emotivo positivo, enquanto tento compreender o outro, sem invadir o seu espaço .

A compaixão diferencia-se de outras formas de comportamento prestativo humano no sentido de que seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheios. Atos de caridade que busquem principalmente conceder benefícios em vez de aliviar a dor e o sofrimento existentes, são mais corretamente classificados como atos de altruísmo, embora, neste sentido, a compaixão possa ser vista como um subconjunto do altruísmo, sendo definida como o tipo de comportamento que busca beneficiar os outros minorando o sofrimento deles.

(fonte: wikipédia)

VALORES – caráter

caratervaloresCaráter

É o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade é inerente somente a uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. O conjunto das qualidades, boas ou más, de um indivíduo lhe determinam a conduta e a concepção moral; seu gênio, humor, temperamento; este sendo resultado de progressiva adaptação constitucional do sujeito às condições ambientais, familiares, pedagógicas e sociais.

Caráter é a soma de nossos hábitos, virtudes e vícios.

Caráter, em sua definição mais simples, resume-se em índole ou firmeza de vontade.

O caráter de uma pessoa pode ser dramático, religioso, especulativo, desafiador, covarde, inconstante. Tais variações podem ser inúmeras.

Mas não é o caráter que sofre as influências pelo meio em que é submetido, pois o ser humano demonstra sua pessoal característica desde os primeiros dias. O caráter é inerente do próprio espírito, e os moldes de educação, adaptação às diferentes condições e fases da vida humana apenas levam o ser às escolhas que deve fazer, obedecendo elas a esse princípio.

As culturas antigas costumavam declarar quando de uma pessoa de índole confiável: "Pessoa de caráter forte". Quando o caráter - presença inerente no ser - é forte, significa que por mais maravilhosos ou recompensadores os caminhos possam parecer, há sempre um sentimento de alerta dentro, que indica aquele como um caminho errado, mesmo que no momento possa parecer o correto.

O caráter faz ver além, nas consequências dos atos de hoje, e não pode ser adquirido ou estudado ou mesmo aprendido.

A educação e a cultura se diferem nesses valores, assim como o caráter se interfere a uma coisa e pessoa se difere das boas maneiras ou do estilo de vida que se leva. Ambos, a cultura e o estilo de vida, são transformados, adquiridos e estudados e podem ser esquecidos ou aprimorados. Mas o caráter faz desses todos seus caminhos. Escolher qual deles seguir e quais consequências irão advir só o caráter pode identificar, no momento que as decisões - de trabalho, amor, relações sociais, escolares, de amizade etc. - são tomadas.

(Fonte: Wikipédia)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Você sabia?!

Você sabia...

 

 

O acaso não existe.

Todo o Universo é regido por Deus, mediante leis Justas e Imutáveis.

'Tinha medo do que iam pensar de mim', diz homem vítima de violência doméstica

'Tinha medo do que iam pensar de mim', diz homem vítima de violência doméstica

Nomia Iqbal
Repórter do Newsbeat

Um britânico cuja ex-namorada o deixou com ferimentos graves falou pela primeira vez sobre sua experiência como vítima de violência doméstica.
Mark Kirkpatrick, de 30 anos, foi encontrado em uma rua do condado de Lancashire, no noroeste da Inglaterra, sete meses atrás, depois que sua ex-namorada Gemma Hollings, de 37, o atacou usando uma estaca, um martelo e uma garrafa.
Ele ainda tem cicatrizes em seu corpo e em seu rosto. A polícia de Lancashire disse que o ataque foi um dos piores casos de violência doméstica já vistos na região.
Em outubro, Hollings foi condenada a oito anos de prisão.
Apesar de o número de mulheres vítimas de violência doméstica ser muito maior na Inglaterra e no País de Gales – 1,2 milhões em 2013, segundo a polícia - cerca de 700 mil vítimas são homens.
No Brasil, uma pesquisa do DataSenado em 2013 indica que mais de 13,5 milhões de mulheres já sofreram algum tipo de agressão e cerca de 700 mil ainda convivem com o agressor. Cerca de 65% das mulheres foram agredidas por maridos, companheiros ou namorados. Não há estatísticas sobre a violência doméstica contra homens no país.
"Os homens provavelmente sentem medo de denunciar porque têm receio do que as pessoas vão pensar. Não ouvimos isso frequentemente sobre os homens, mas eles também não merecem sofrer. Ninguém merece – nem homens, nem mulheres", disse Kirkpatrick à BBC.
Comportamento agressivo
O britânico conta que demorou para perceber o comportamente agressivo da namorada.
"Estava tudo bem no início. Quando ela começou a se tornar controladora, achei que era uma coisa passageira. Ela começou a me dizer para não usar shorts e não me deixava raspar a cabeça, mesmo que eu estivesse assim quando nos conhecemos."
"Três ou quatro semanas depois que começamos a morar juntos, ela ficou violenta. Discutimos, eu me levantei para sair de casa, ela me empurrou na escada e tentou me estrangular", relembra.
O comportamento agressivo continuou até o dia 2 de maio, uma sexta-feira, quando Hollings foi além.
"Ela queria dinheiro. Eu liguei para minha mãe e ela não quis me dar. Gemma ficou violenta, me empurrou na parede, apertou meus testículos, pegou uma estaca de metal e me bateu por todo o corpo."
"Depois ela pegou um martelo e bateu na minha cabeça. Também usou um canivete para me cortar."
Kirkpatrick diz, no entanto, que não reagiu nem quis chamar a polícia. Ele foi para a cama e tentou contornar a situação, mas Hollings voltou a ficar violenta no dia seguinte.
"Havia sangue por todo o lado e ela me pediu para limpar. Obviamente eu não conseguia, então não limpei. Ela pegou uma garrafa, quebrou-a e me apunhalou no pescoço."
Trauma
Ele correu para a rua, onde uma pessoa o encontrou e insistiu que ele fosse para o hospital.
A polícia diz que quando o encontrou, Kirkpatrick estava tão traumatizado que não percebia o quão sérios eram seus ferimentos. Segundo os policiais, ele poderia ter morrido.
"Eu estava com a órbita ocular (cavidade do crânio onde fica o olho) estilhaçada e precisei colocar uma placa de metal. Também tinha quatro ou cinco cortes profundos."
Ainda assim, ele mentiu para os policiais sobre o que havia acontecido e evitou falar sobre a violência que sofria.
"De certo modo, eu estava com receio de falar, de que as pessoas pensassem: 'ah, ele apanhou de uma mulher'", diz.
"De certo modo, eu a amava. Só queria resolver isso e seguir em frente."
Estatísticas do Levantamento de Crimes de 2013 na Inglaterra e País de Gales dizem que geralmente são necessários 30 incidentes antes que uma vítima de violência doméstica denuncie.
No fim, o britânico decidiu contar à polícia o que estava acontecendo.
"Se eles não tivessem se envolvido, ela poderia ter escapado. Poderia ter feito algo muito pior com outra pessoa, poderia ter feito algo muito pior comigo."
Gemma Hollings foi condenada por causar danos físicos graves e por agressão após um julgamento de cinco dias.
Seu ex-namorado, por sua vez, é perguntado frequentemente por que não se defendeu.
"As pessoas me perguntam muito: 'por que você não bateu de volta?'. Simplesmente não bati. Eu não bato em mulheres, não sou assim."
Mark Brooks, diretor da Mankind Iniciative, ONG britânica que dá apoio a homens vítimas de violência doméstica, diz que uma em cada cinco pessoas procurando a polícia agora são homens.
"Todas as campanhas sobre violência doméstica deveriam dar status igual para mulheres vítimas e homens vítimas. Tudo bem haver campanhas só para mulheres, mas é preciso ter campanhas para os homens, também", defende.

Notícia publicada na BBC Brasil, em 16 de dezembro de 2014.

Claudia Cardamone* comenta

Na obra de Allan Kardec, O Céu e o Inferno, no item 7, do Código Pena da Vida Futura, o autor escreveu: “O Espírito sofre segundo o que fez sofrer, de maneira que sua atenção estando incessantemente voltada para as consequências desse mal, ele compreende melhor os inconvenientes do seu procedimento e é levado a se corrigir”. Mais adiante, no item 10, ele diz: “O Espírito sofre de acordo com as suas imperfeições, seja no mundo espiritual, seja no corporal. Todas as misérias, todas as dificuldades que ele enfrenta na vida corpórea são as consequências de suas próprias imperfeições, as expiações de faltas cometidas nesta mesma existência ou nas existências anteriores. Pela natureza do sofrimento e das dificuldades que ele enfrenta na vida corpórea, podemos julgar a natureza das faltas cometidas numa existência anterior e quais as imperfeições que as causaram”.
Nesta notícia, um britânico é vítima de violência doméstica que apesar dos graves ferimentos afirmou que não reagiu porque ele não batia em mulheres.
Analisando o caso poderíamos perceber que ele foi provavelmente autor de violência doméstica. Ao desencarnar e refletir, compreendeu a falta que havia cometido. Arrependido, decidiu expiar a falta. Esta consciência é observada quando ele não bate em mulheres, mesmo que esteja apanhando violentamente. A compreensão do bem e do mal deste caso permite que ele possa exercer com determinação seu livre-arbítrio.
Segundo Kardec, o arrependimento é o primeiro passo para o nosso melhoramento moral, mas só ele não basta, é preciso expiar e reparar a falta cometida. Segundo ele, a expiação são os sofrimentos físicos e morais, que são consequências da falta cometida. Já a reparação é praticar o bem para quem se fez o mal. Para cada falta que fazemos devemos passar por estas três etapas: arrependimento, expiação e reparação.

* Claudia Cardamone nasceu em 31 de outubro de 1969, na cidade de São Paulo/SP. Formada em Psicologia, pelas FMU, e em Pedagogia, pela UNISUL. Reside atualmente em Santa Catarina, onde trabalha como professora. É espírita e trabalhadora do Grupo União e Amor de Formação Espiritual, em Paulo Lopes/SC.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Mural reflexivo: Juventude e liberdade

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Juventude e liberdade

      Cresce o número de adolescentes grávidas...

      Adolescentes são vítimas do alcoolismo.

      Cresce o número de crimes praticados por jovens...

      Aumenta o consumo de álcool e cigarro entre os adolescentes...

      Estas são algumas das notícias que estampam os jornais nos últimos tempos.

      Onde foi parar a liberdade?

      Juventude é sinônimo de liberdade. É o que cantam os jovens.

      Ser jovem é ser livre, dizem.

      Será que os nossos jovens sabem o que é ser livre?

      Ou será que estão buscando a liberdade entregando-se ao jugo das drogas e da libertinagem?

      Parece que há uma confusão muito grande na cabeça do jovem moderno, que luta tanto pela liberdade e se entrega sem reflexão à dependência química.

      Pois, em nome dessa pseudoliberdade apertam os grilhões que os manterão presos por muito tempo.

      Dos homens de Malboro que conhecemos outrora e cujos outdoors eram mostrados em nossas cidades, todos já se despediram da vida física, sendo que a maioria deles corroídos por cânceres variados.

      Será que a juventude não consegue distinguir o que seja a verdadeira liberdade?

      Tão logo o adolescente pode, corta o cordão umbilical que o une aos pais. Afinal, é careta ser chamado de filhinho da mamãe, por depender da sua amorosa proteção.

      Mas, será que careta não é ser dependente do cigarro, do álcool ou de outras drogas?

      Será que não é melhor seguir as orientações dos pais que verdadeiramente o amam, ao invés de se entregar aos interesses mundanos dos traficantes e dos comerciantes inescrupulosos?

      Em nome da liberdade, os jovens entregam-se aos desejos carnais, permitindo que a gravidez lhes traga responsabilidades precoces.

      Em nome da liberdade, deixam os filhos, gerados sem responsabilidade, entregues a si mesmos, quando não os matam ainda no ventre.

      Em nome da liberdade, buscam o cigarro, os alcoólicos, dos quais não conseguem libertar-se, tornando-se escravos desses venenos livres.

      Em nome da liberdade, deixam-se dominar pela fúria e caem nas malhas dos crimes.

      Nós perguntamos: isso tudo é liberdade ou é escravidão?

      Que futuro podemos esperar se os jovens, que são a concretização do futuro, se degradam dia a dia?

      Com que mãos firmes poderemos contar no amanhã, se as dos nossos jovens estão trêmulas pelos efeitos das drogas?

      Será que poderemos contar com cérebros brilhantes se os nossos jovens destroem seus neurônios sob a ação do álcool?

      Cabe aos pais e educadores a grande tarefa de orientar e mostrar novos rumos aos jovens de hoje, para que nossa sociedade não apodreça nas bases.

      Cabe aos jovens discernir o que é lícito e o que convém ao verdadeiro cristão.

      No dizer de Paulo, o Apóstolo, tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Aí está a chave para quem anseia por ser verdadeiramente livre.

      Busquemos a libertação física pela limitação dos apetites.

      A libertação intelectual pelo conhecimento da verdade, e, por fim, a liberdade moral pela conquista das virtudes. Só dessa forma seremos soberanamente livres.

     *   *   *

      Em grande parte dos acidentes de trânsito os motoristas estão embriagados.

      O grande incentivo ao uso do álcool surge no ambiente familiar.

      Por ser o álcool uma droga socialmente aceita, os pais não se dão conta de que estão permitindo que seus filhos adentrem por caminhos de difícil volta.

    (Redação do Momento Espírita, com base em dados extraídos de nota publicada no Jornal Gazeta do Povo, em 26/09/96)

São Paulo – Lançamento Nacional Livro: Divaldo Franco

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Programação completa 59 CONCAFRAS PSE –2015 – Patos de Minas

 

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