sexta-feira, 15 de maio de 2015

Seminário Espírita na Paraíba

Seminário Espírita na Paraíba

Acontecerá nos dias 23 e 24 de maio de 2015 na sede da Federação Espírita Paraibana (FEPB) o Seminário do Núcleo de Estudo e Pesquisa do Evangelho (NEPE).

O tema central é "Evangelho: Conhecer para Viver". Na programação, palestras de Afonso Chagas, Saulo César, Ismael Maia e José Otávio. A entrada é franca, mas as vagas são limitadas.

A sede da FEPB fica na Avenida Bento da Gama, 555 - Torre, João Pessoa/PB.

Mais informações em www.fepb.org.br ou pelos telefone (83)3513-7550 e 3513-7548.

Encontro sobre Família em Minas Gerais

Encontro sobre Família em Minas Gerais

Acontecerá no dia 16 de maio de 2015, de 14h às 18h no Lar Espírita Esperança, o Encontro “Família e Seus Desafios”.

Na programação do evento, promovido pela Associação Espírita Célia Xavier, palestras de Fátima Delgado, Afonso Chagas, Ricardo Melo, Rosemeire Simões, Waldemar Duarte e Claudita Gallegos.

O Lar Espírita Esperança fica na Rua Dr. Samuel Hahnemann, 99 – Salgado Filho, Belo Horizonte/MG. Mais informações em www.aecx.org.br ou pelo telefone (31) 3334-5787.

Fórum Espírita em Minas Gerais

Fórum Espírita em Minas Gerais

Será realizado no dia 23 de maio de 2015 na sede social do Tupi Futebol Clube o 10º Fórum Espírita de Juiz de Fora.

O tema central é “Nem milagres, nem magia: Jesus é mestre, amigo e irmão”. Na programação, palestras de Simão Pedro de Lima, Otávio Pederson Rocha e Nara Coelho. Participação especial do cantor Luiz Gamonal.

A sede social do Tupi Futebol Clube fica na Rua José Calil Ahouagi, 332 – Centro, Juiz de Fora/MG. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (32) 3217-8786.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Libertação – resumo

 

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LIBERTAÇÃO - Possivelmente a mais instigante das obras. Em seu prefácio, dada a gravidade do tema a que André Luiz se aprofunda para nossa informação e alerta, Emmanuel, sem tecer maiores comentários acerca da obra em questão, lembra, tão somente, da antiga lenda egípcia do Peixinho Vermelho...
Dividida em 20 capítulos, a ação principia em ambientes soturnos e aterrorizantes, mostrando uma estranha cidade. Conta André: "Após a travessia de várias regiões, "em descida", com escalas por diversos postos e instituições socorristas, penetramos vasto domínio de sombras.
A claridade solar jazia diferenciada.
Fumo cinzento cobria o céu em toda a sua extensão.
A volitação fácil se fizera impossível.
A vegetação exibia aspecto sinistro e angustiado. As árvores não se vestiam de folhagem farta e os galhos, quase secos, davam a ideia de braços erguidos em súplicas dolorosas."
"O que mais contristava, porém, não era o quadro desolador, mais ou menos semelhante a outros de meu conhecimento, e, sim, os apelos cortantes que provinham dos charcos. Gemidos tipicamente humanos eram pronunciados em todos os tons."
"Em minutos breves, penetramos vastíssima aglomeração de vielas, reunindo casario decadente e sórdido.
Rostos horrendos contemplavam-nos furtivamente..."
A cidade, terrível purgatório, é o reino de Gregório, o cruel e implacável Grande Juiz de milhões de mentes preguiçosas, delinquentes e enfermiças, e afeto especial de um espírito angélico: Matilde.
Matilde deseja que Gregório deixa pobre moça encarnada em paz.
Gregório promove a sua morte lenta para tê-la consigo, em seu "reino".
Nos capítulos seguintes, a descrição do ambiente sinistro em que Gregório, agindo como Juiz, induz infeliz mulher a assumir posição de loba em virtude dos abortos cometidos em vida, além de outros quadros impressionantes.
Da cidade estranha, André Luiz, Elói e o Instrutor Gúbio se dirigem até o Rio de Janeiro, onde buscarão salvar a garota da morte horripilante.
Em seu lar, obsessores e magnetizadores infernais revezam-se na tarefa infeliz de lhe subtrair a vida, minuto a minuto...
De desfecho surpreendente, o livro mostra pela primeira vez a maturidade espiritual de André Luiz e sua capacidade de ação, quando Gúbio, precisando ausentar-se da casa da vítima encarnada de Gregório, passa o comando da tarefa às suas mãos. Narra André que, quando Gregório aproxima-se para lutar e vencer, enfrentando a todos com sua palavra ferina e provocadora e seus olhos felinos, "exceto eu, que deveria permanecer atento à tarefa direcional que me fora cometida, ninguém ousou modificar a atitude de profunda concentração nos propósitos de humildade e amor ao que fôramos conclamados."
Para libertar Gregório das trevas do próprio coração, Matilde estava para materializar-se...
Obra indispensável a todos quanto trabalhem com desobsessão e doutrinação.

Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/nosso_lar_resumos.html

VAMOS REFLETIR? – Segue-me: NA SEARA DO AUXÍLIO

Oi, Pessoal! A mensagem do Livro Segue-me para reflexão encontra-se abaixo das indagações feitas. Aguardamos sua participação!! Beijos e abraços
VAMOS REFLETIR? na seara do auxilio segue me

NA SEARA DO AUXÍLIO
“Suportando-vos uns aos outros e perdoando-os uns aos outros,
se alguém tiver queixa contra o outro; assim como o Cristo vos perdoou,
assim fazei vós também.” – Paulo. (Colossenses, 3:13.)

Desnecessário salientar o brilho do cérebro na cúpula da Humanidade.
As nações vanguardeiras do progresso material efetuam prodígios nos setores de pesquisa e definição do plano terrestre.
A universidade é um celeiro de luz para a inteligência.
O laboratório é uma nascente de respostas seguras para milenárias indagações.
Entretanto, na esfera do espírito, sobram discórdias e desesperos, desgosto e desilusão...
Todos nos referimos, inquietos, às calamidades da guerra, à proliferação do vício, aos estragos do ódio ou às deturpações da cultura, conscientes dos prejuízos e desastres que nos impõem ao caminho comum.
Assinalamos, aqui e além, lutas ideológicas, conflitos raciais, insânia e egoísmo...
Que fazemos nós, na condição de aprendizes do Cristo, para o reequilíbrio do mundo?
Achamo-nos convencidos de que a violência não extingue a violência não extingue a violência. Além disso, não ignoramos que Jesus nos chamou, a fim de compreendermos e auxiliarmos, construirmos e reconstruirmos para o bem de todos.
Pensemos nisso.
Não alegues isolamento ou pequenez para desistir do esforço edificante que nos compete.
Uma fonte humilde garante o oásis na terra seca, e apenas uma lâmpada acesa vence a força das trevas.
A harmonia do todo vem da fidelidade e do serviço de cada um.
Trabalhemos unidos pela edificação da Terra Melhor.
Comecemos ou recomecemos a nossa tarefa, baseando a própria ação no aviso de Paulo: suportando-nos uns aos outros e perdoando-nos mutuamente.





quarta-feira, 13 de maio de 2015

ENTRE A TERRA E O CÉU – resumo

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ENTRE A TERRA E O CÉU - Narra André: "Numa sala ampla, em que numerosas entidades trabalhavam solícitas, Clarêncio recebeu da jovem um pequeno gráfico que passou a examinar, cauteloso. Tratava-se de uma prece refratada. Depois explicou, para André e Hilário: "Temos aqui uma oração comovedora que superou as linhas vibratórias comuns do plano de matéria mais densa. Parte de uma devotada servidora que se ausentou de nossa colônia espiritual há precisamente quinze anos terrestres, para determinadas tarefas na reencarnação."
Curioso, Hilário deseja saber o que é prece refratada e Clarêncio elucida: "A prece refratada é aquela cujo impulso luminoso teve a sua direção desviada, passando a outro objetivo."
Clarêncio solicita a presença de Eulália, mais íntima do drama de Evelina, e indaga-lhe sobre as causas do comovente apelo da jovem. Eulália explica que apesar da fragilidade do novo corpo, Evelina vem sustentando imensa luta moral. O pai sobrecarregado de questões íntimas, tem a saúde periclitante e a madrasta vem sofrendo obstinada perseguição, por parte da desventurada Odila, mãe de Evelina. A pobre menina, aflita, suplica a tenção da mãe, mas esta, envolta nas teias das próprias criações mentais, não se mostra capaz de corresponder à confiança da filha. No entanto, a jovem tanto tem insistido na obtenção de socorro espiritual, que suas rogativas, quebrando a direção, ou seja, esbarrando em Odila, sem resultados, chegam até o Templo do Socorro, em "Nosso Lar".
Ante a narrativa, Clarêncio volta-se para André e Hilário: "Compreendem agora o que seja uma oração refratada? Evelina recorre ao espírito materno que não se encontra em condições de escutá-la, mas a solicitação não se perde... Desferida em elevada frequência, a súplica de nossa irmãzinha vara os círculos inferiores e procura o apoio que não lhe faltará."
Dessa forma, André Luiz principia a narrativa de uma das mais belas obras da série. Chegando ao lar da jovem Evelina, deparam-se com triste quadro: a primeira esposa de Amaro, já desencarnada, vampiriza a segunda mulher, movida por loucos ciúmes. Não podendo contar com a mãezinha da menina, ao menos por enquanto, Clarêncio, André e Hilário buscam novos modos e meios de solucionar o triste enigma.
A pobre e corajosa Antonina, o enfermeiro Mário, apaixonado e infeliz, a meiga e torturada Zulmira, Júlio, o pequeno suicida e outros personagens luminosos, quais Blandina, do Lar da Bênção e Clara, o anjo que vai redimir Odila, a ex-esposa ciumenta, são alguns dos personagens deste livro que recomendamos a todos, notadamente àqueles que ainda encontram acerba dificuldade nos caminhos do afeto sublimado.

(Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/nosso_lar_resumos.html#libertacao)

Pergunta feita – duvida questão do livro Missionários da Luz

De: MCN

Duvida: No livro Missionários da Luz, Alexandre diz a André Luis entre outras coisas, que somente aos 7 anos de vida comum, o ser começa a presidir por si mesmo, ao processo de formação do sangue.E antes disso, sabemos que no útero o sangue é patrimônio da mãe, e depois do nascimento, até os sete anos?

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Resposta:

M,

Na questão 352 de O Livro dos Espíritos, os Espíritos explicam que o espírito reencarnante, ao vir à luz, não recobra imediatamento a plenitude de suas faculdades. Para tanto, é necessário que se desenvolvam os órgãos através dos quais se expressarão essas faculdades. A partir da concepção, explicam na questão 351, o espírito começa a ser tomado por uma perturbação, que aumenta gradativamente até o momento do nascimento. Nos primeiros anos da nova existência, portanto, o espírito se encontra como alguém que desperta de um sono e que se constata numa nova situação, explicam. Ou seja, o período de perturbação que se iniciou na concepção, do mesmo modo que aumenta gradativamente durante a gestação até o nascimento, também se dissipa de modo gradual após o nascimento, num tempo que o instrutor Alexandre esclarece ser de sete anos.

Desse modo, até os sete anos da nova existência, o espírito ainda não tem o pleno domínio de suas faculdades, não se encontrando em condições de dirigir plenamente o desenvolvimento do seu corpo.

Durante a gestação, o espírito não tem como proceder por si mesmo a formação do sangue, pois se encontra dependente do organismo materno. Nesta fase, o sangue que propiciará a vida do novo corpo chega ao feto em desenvolvimento por doação da mãe. Ao renascer, contudo, o novo corpo, se liberando do organismo materno, passa a ter vida própria, com patrimônio sanguíneo próprio. O espírito ali reencarnado passa a ser o diretor exclusivo do seu corpo, inclusive da formação do sangue. Todavia, como até os sete anos ainda não tem a plenitude de suas faculdades recobradas, encontrando-se ainda sob os efeitos da perturbação acima aludida, o espírito não pode exercer plenamente a direção de seu corpo e, em consequência, a formação do sangue, o que somente ocorrerá, segundo ensinamento do Instrutor espiritual, aos sete anos.

Assim, nesse período de transição entre o nascimento e os sete anos da nova existência, em que o espírito se encontra na condição que acima mencionamos, é que se faz necessária a assistência dos espíritos benfeitores, auxiliando-o na direção do novo corpo, inclusive na formação do sangue, até que ele possa fazê-lo por si mesmo, sem a assistência dos espíritos, esclarece o Instrutor. 

Respondendo, portanto, à sua pergunta, depois do nascimento, a formação do sangue é operada pelo próprio espírito. Porém, até os sete anos, pelos motivos acima exposto, o processo é desenvolvido com a assistência de espíritos benfeitores. Somente a partir dessa idade é que o espírito adquire condições de presidir por si mesmo esse processo, sem a dependência do auxílio espiritual, conforme explica Alexandre.

Esperando ter contribuído, continuamos à disposição, caso queira retornar ao assunto.

Muita paz e um forte abraço.

Equipe CVDEE