sábado, 21 de fevereiro de 2009

Divulgação: Rádio Fraternidade e o domingo 22/02



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Especial de Domingo na Rádio Fraternidade, você não pode perder!

Programação para o dia 22/2/09 - Domingo Especial

01h – Educação e Vivência
Conferencista: Raul Teixeira - (3horas – aproximadamente)

06h – Reprise da Rádio Novela Nosso Lar
Capítulos 13 ao 18 (2horas– aproximadamente)

09h – Seminário Sexualidade e Afetividade
Conferencista Nazareno Feitosa - (2horas e 55 minutos – aproximadamente)

13h – Elucidações Espírita

16 – Especial Musical – Artistas Jackson e Alana (1horas e 10 minutos – aproximadamente)

19h – Seminário Tormentos da Obsessão
Conferencista Divaldo Franco (4horas e 50 minutos – aproximadamente)

NÃO PERCA AS PALESTRAS DA SEMANA


Rubens de Castro - Jornalista
Rádio Fraternidade

Dica Legal: Harry Potter e o prisioneiro de azkaban

Título: Harry Potter e o prisioneiro de azkaban
Autora: J. K. Rowling
Editora brasileira: Rocco
Tradução: Lia Wyler - Ilustradora: Mary Grand-Pré
Categoria: NÃO Espírita

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Sinopse: “Harry Potter é um menino bastante fora do comum. Está ansioso pelo término das férias de verão, se empenha em realizar todos os deveres de casa, e, além de tudo, ele é um bruxo. Ao regressar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, a atmosfera é tensa. Sirius Black, por muitos considerado um servo de Lord Voldemort, esteve preso durante doze longos anos na temí­vel fortaleza de Azkaban, condenado pela morte de treze pessoas com um único feitiço, e agora está foragido. Uma pista indica o lugar para onde ele se dirigiu - os guardas de Azkaban o ouviram murmurar enquanto dormia: “Ele está em Hogwarts… ele está em Hogwarts.” Harry Potter não está seguro nem mesmo entre as paredes de sua escola de magia, rodeado de amigos. Porque, ainda por cima, pode haver um traidor no meio deles.”
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Comentário do Gabriel: É um livro muito legal e emocionante. É um livro que conta muito mais aventuras do harry e fala do passado do pai dele com os seus professores. Tem muita fantasia e imaginação. Esse livro tem um conteúdo muito mais bonito do que aquele do filme, tem muito mais episódios da saga do Harry. Ele usa muito mais magias, descobrindo que o seu professor é um lobismem. Ele descobre tambem o passado do professor que ensina a matéria de defesa contra a magia negra e do professor de porções mágica que relacionavam com o seu pai num circulo de amizades.
Esse livro é espetacular, eu digo que é muito bom para ler e dou uma dica para os meninos e meninas de todas as idades : é melhor ler esse livro depois de 8 anos.


PS: Eu sou feliz de falar disso para o pessoal amigo, cria dentro de mim uma grande sensação de alegria. Eu sou da Itália e não consigo escrever bem: tudo é consertado pelo corretor do computador. Eu leio muitos livros, se vocês quiserem ouvir, eu falo!!!!!! Até a próxima vez.
(Participação do Gabriel, de 11 anos)

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Lembrando sempre, claro, que em toda leitura que fazemos precisamos utilizar nosso raciocínio e reflexão!

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Convidamos você também a nos escrever sobre algum livro que tenha lido ou está lendo, e achado legal, para colocarmos em nossa Dica Legal! Esperamos você!;-)
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Comentário do Blog Jovem: Valeu, Gabriel! A gente espera mais dicas suas, tá ok?! :)

O livro indicado é bem legal, porque, embora não seja espírita, nos coloca o raciocínio a funcionar e nos leva a buscar, dentro da codificação espírita, todo esse lance de magia, bruxaria, lobisomen, etc. Por falar nisso, vocês sabem onde se encontra, na codificação, explicações sobre isso?! Que tal deixarem aí em comentários e, com isso, aproveitamos e estudamos um cadinho sobre a questão?! A gente aguarda vocês, ok?! :)
beijos e abraços

Carnaval - Festa das Trevas

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os "vivos" que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval.

O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.

Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis.

Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro "Nas Fronteiras da Loucura", ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões "pipoca" e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios. Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.

Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de "sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo". Com tranqüilidade, o autor de "Camisa listrada" respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando "sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições".

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; "Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros locais de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas".

Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir "que é sempre tempo de recomeçar e de agir" e assim ele iniciou a composição de novos sambas, "ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito…".

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo. O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou: - "O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio".

A carne nada vale:

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, "sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval".

Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão:

As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial "para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas". Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, "em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo". Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

Há Dois Mil Anos:

Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas "milagrosas" de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: "Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?", pergunta o Codificador, para ser informado de que "a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem". Pode parecer assustador, ainda mais que se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de "orar e vigiar" que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de "o médico dos pobres" e hoje é reverenciado no meio espírita como "o apóstolo da caridade no Brasil".

Fonte: Revista Visão Espírita.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Alemanha julga dono de bar que fez garoto beber até a morte.

da Efe, em Berlim.

A Justiça alemã iniciou nesta quarta-feira processo contra um turco, dono de um bar em Berlim, por embebedar até a morte um adolescente de 16 anos, em uma competição para ver qual dos dois bebia mais.

Ele entrou em coma após tomar 45 taças de tequila e morreu um mês depois em um hospital da capital alemã, sem chegar sequer a despertar nesse período.

A Procuradoria de Berlim acusa o turco Aytac G., 28, proprietário do bar, de graves lesões físicas com consequência de morte, crime para o qual o Código Penal alemão prevê uma pena que pode variar de 3 a 15 anos de prisão.

"Foi errado o que fiz, sem nenhuma desculpa", disse hoje o acusado em uma declaração ao tribunal no início do processo, na qual acrescentou que nem esperava nem desejava a morte do adolescente.

A acusação assinala que o dono do bar convidou em fevereiro de 2007 a Lucas W., o adolescente então com 16 anos, a uma competição para ver qual dos dois conseguia beber mais álcool.

No entanto, enquanto servia ao adolescente um copo após outra de tequila, o dono do bar o enganava e só bebia água, até que Lucas perdeu a consciência, após ingerir pelo menos 45 copinhos da aguardente mexicana.

Após ser internado em um hospital em coma alcoólico, os médicos que atenderam a Lucas W. mediram uma concentração de 4,4 miligramas de álcool em seu sangue e não puderam evitar sua morte quatro semanas depois por envenenamento alcoólico.

O dono do bar, que foi preso pouco depois, também é acusado de servir álcool a menores em 173 outras ocasiões.

Dois jovens que trabalhavam no mesmo bar e ajudaram a seu dono na competição com Lucas W. foram condenados, há um ano, como cúmplices, e precisaram fazer um curso de ajuda social de dez meses.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u502218.shtml

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COMENTÁRIO:

O que realmente ocorreu no bar? Os tempos mudaram, as civilizações progrediram e algumas coisas mudaram apenas em alguns aspectos.

O duelo que foi uma prática muito difundida em épocas anteriores, considerada como um costume bárbaro, foi realmente abolido de nossa sociedade? Talvez aquele duelo "romântico" tipo três mosqueteiros ou então estilo faroeste. Mas o duelo em si, continua?

O que ocorreu no bar, naquele dia foi um duelo, que gostamos de chamar de competição. Qual a diferença? A questão 759 , do O Livro dos Espíritos, de Allan kardec, dá uma dica valiosa:

"759. Qual o valor do que se chama o "ponto de honra" em matéria de duelo?
- Orgulho e vaidade, duas chagas da Humanidade."

Pode até ser que o dono do bar não tivesse a intensão de matar o rapaz, mas desejava o duelo, demosntrar ser melhor e ainda por cima não jogando limpo. Quem era mais orgulhoso, o homem que convidou ao duelo, ou o rapaz que aceitou para não parecer um covarde. Quantas vezes fazemos isto no nosso dia a dia? Quantas vezes reagimos, falamos ou fazemos algo apenas pensando nas aparências, para que os outros não pense menos de nós.

Nesta situação, houve um assassinato, talvez sem dolo é verdade, mas houve a intenção de prejudicar o rapaz e a consequência de tudo foi a sua morte. O que acontecerá agora, o dono do bar responderá pelo crime na justiça humana e divina, haverá de expiar a falta cometida.


Comentário por: Claudia Cardamone, psicóloga e espírita. É membro da Equipe Espiritismo.net, atuando nas áreas de atendimento fraterno e notícias.

Mural Reflexivo: O OUTRO LADO DA FESTA



O OUTRO LADO DA FESTA



Os preparativos para a grande festa estão sendo providenciados há meses.

As escolas de samba preparam, ao longo do ano, as fantasias com que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas, em meio às arquibancadas abarrotadas de espectadores.

Os foliões surgem de diversos pontos do planeta, trazendo na bagagem um sonho em comum: “cair na folia”.

Pessoas respeitáveis, cidadãos dignos, pessoas famosas, se permitem “sair do sério”, nesses dias de carnaval.

Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o ano todo, gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade.

Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar crimes nefastos, confundidos com a massa humana que pula freneticamente.

Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes.

Esse é o lado da festa que podemos observar deste lado da vida. Mas há outro lado dessa festa tão disputada: o lado espiritual.

Narram os Espíritos superiores que a realidade do carnaval, observada do além, é muito diferente e lamentavelmente mais triste. Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas num triste espetáculo de grandes proporções. Malfeitores das trevas se vinculam aos foliões pelos fios invisíveis do pensamento, em razão das preferências que trazem no mundo íntimo.

A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente. Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo. E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a embalagem exterior.

E é graças a essa lei de afinidade que os espíritos das trevas se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas de lamentáveis conseqüências.

Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes, para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo.

Tramas macabras são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito nesses dias em que momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia.

Nem mesmo as crianças são poupadas ao triste espetáculo, quando esses foliões das sombras surgem para festejar momo.

Quantos crimes acontecem nesses dias...quantos acidentes, quanta loucura...

Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas, a visão dos espíritos contempla o ambiente espiritual envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor.

E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo. Nos abortos realizados alguns meses depois, fruto de envolvimentos levianos, nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas sob o calor da festa, no desespero de muitos, depois que cai a máscara...

Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido. Se vale a pena pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura.

Os noticiários estarão divulgando, durante e após o carnaval, a triste estatística de horrores, e esperamos que você não faça parte dela.

Você sabia?

Você sabia que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas pelos espíritos que vivem em regiões inferiores do além?

É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo físico, através do que chamamos sonho.

Enquanto o corpo repousa o espírito fica semiliberto e faz suas incursões no mundo espiritual, buscando sempre os seres com os quais se afina pelas vibrações que emite.

Assim, é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas, onde vivem espíritos benfeitores que têm por objetivo nos ajudar a vencer a difícil jornada no corpo físico.



(Equipe de redação do Momento Espírita, baseado nos capítulos 6 e 23 do livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ed. Leal. - www.momento.org.br )

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mensagem aos Jovens: ORAÇÃO DE UM JOVEM



Senhor Jesus,
Eu creio que não devo andar
Choramingando , mas não posso
Trazer o coração trancado
Sei, Senhor,
Que você quer que eu trabalhe,
Servindo aos outros e
Aproveitando o tempo, mas
Você sabe que não é fácil
Receber sarrafos, muitas vezes,
De panacas ou malafas e
Continuar, dando sempre uma de
Estátua, ficando fechadão, em
Plena brasa, sem me mandar na
Lata de alguém.
Você quer que eu estude, a fim
De ter clarões na cuca, mas não
É mole dar repetecos sem parar
Até aprender o que é preciso
Reconheço, Jesus,
Que você não me enviaria as suas
Lições por acaso. Por isso, peço
Forças para não me embananar
Quando os nervos de alguém
Estiverem batendo pinos
Contra os meus
Auxilia-me Senhor,
A cultivar o bico calado,
E a guardar mãos ocupadas
Em serviço.
Ensina-me a esquecer o que
Não é de minha conta,
A cooperar no bem de todos
Sem perguntas, a caminhar
Sem queixas e a descobrir a
Sua vontade a meu respeito,
A fim de ser melhor com a sua
Benção, agora, amanhã e sempre.


Assim Seja!

Espírito: AUGUSTO CEZAR NETTO - Médium: CHICO XAVIER

Estudo Dirigido 1: O que é o Espiritismo II


Leia, estude, responda e, claro, coloque seu estudo aí embaixo, se desejar, em comentários, tá?! :)
Assim, poderemos interagir e intercambiar entendimentos e conhecimento, ok?! :))


ESTUDO DIRIGIDO: O que é o Espiritismo

Parte segunda do estudo: 02 questões propostas

03) Estude o 2 diálogo e responda, justificando sua resposta:


a) Por que Kardec criou termos novos, como Espírita, Perispírito, etc?

b) De que forma o Espiritismo contribuiu para destruir as idéias supersticiosas?

c) Por que os sábios não têm se dedicado ao estudo do fenômeno espírita?

d) Em que se apóia a crença na existência dos Espíritos e na possibilidade deles se comunicarem com os vivos?

e) Que caso Kardec apresenta para justrificar a ideia de que a comunicação mediúnica não tem origem no pensamento das pessoas presentes?

f) Quando das mesas girantes, quem disse a primeira vez que os responsáveis pelas pancadas eram Espíritos?

g) De todos os meios de comunicação com os Espíritos, qual pode ser chamado de universal?

h) Qual o melhor meio para saber-se se é ou não médium?

i) Por que todos os Espíritos não podem se comunicar indiferentemente por todos os médiuns?

j) Não seria justo que a pessoa que emprega seu tempo no exercício da mediunidade seja indenizada, já que gasta um tempo que noutro trabalho poderia ser remunerado?

k) A quem Kardec reserva as expressões "médiuns dignos de respeito e médiuns sinceros"?

l) O que se entende por afinidade fluidica?

m) O que seria necessário para que um médium profissional pudesse oferecer insuspeitável segurança às pessoas que o consultassem?

n) Por que não se deve dar inteiro crédito a tudo o que dizem os Espíritos?

o) Afora o aspecto moral, qual a utilidade prática do Espiritismo?

p) Qual a diferença entre loucura patológica e loucura obsessional?

q) Como pode o homem aproveitar a experiência adquirida nas existências anteriores se não conserva a sua lembrança?

r) Qual diferença capital existe entre o Espiritismo e os outros sistemas filosóficos?

s) Por que é impossível interditar a propagação do Espiritismo?


04) Leia o 3o. diálogo e responda:

a) O espiritismo destina-se a...

b) Segundo Kardec, toda crença é digna de respeito, menos aquela que...

c) Quanto ao Espiritismo como religião é correto dizer o quê?

d) Ao afirmar que "O verdadeiro caráter do espiritismo é o de uma ciência", Kardec quis dizer o quê?

e) Como doutrina moral, o espiritismo impõe o quê?

f) Ao examinar a proibição de evocação dos mortos instituída por Moisés, Kardec diz o quê?

g) Por que Kardec rejeita a metempsicose?

h) Qual o maior inimigo da religião?


A parte terceira, e última, será colocada na próxima 5a feira (26/02)
PS: O estudo proposto foi adaptado de um ciclo de estudos dirigidos das obras da Doutrina Espírita e de Allan Kardec, realizado pelo Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora -IDE/JF - MG.