sábado, 23 de maio de 2015

Mundo Maior Repórter: Tatuagens e Espiritismo

Assista AQUI:

 http://tvmundomaior.com.br/videos/tatuagens-e-espiritismo/

 

Vídeos:

> Fernando Oliveira, o homem mais tatuado do Brasil, conta porque cobriu 99% do seu corpo. Além das tatuagens, Fernando tem a língua bifurcada e implantes de chifres. Conheça o universo da tatuagem, piercings e outras modificações corporais. Como o espiritismo enxerga isso? Será que a tatuagem deixa marca no perispírito?  Existe mesmo o Vale dos Tatuados? Participação da escritora Leusa Araújo, do testemunha de Jeová Carlos Saudo, dos estudiosos espíritas Marcos Paulo, Richard Simonetti, Sebastião Camargo e do psicólogo e comunicador Marcos Sibinelli.

> Felipe Ohno foi até o Museu Penitenciário Paulista para desvendar o significado das tatuagens feitas pelos próprios presos. Conheça também pessoas que se submeteram a transformações para se tornarem Barbie, tigre ou ter um pênis com mais de 4 Kg.Conheça o universo da tatuagem, piercings e outras modificações corporais. Como o espiritismo enxerga isso? Será que a tatuagem deixa marca no períspirito?  Existe mesmo o Vale dos Tatuados?

> A tatuagem como forma de recuperar a autoestima e fazer o bem. Felipe Ohno foi até um estúdio especializado em tatuagens reconstrutivas, o Good Luck Tattoo. Ele também conversa com os organizadores da Tattoo Week, evento que arrecada toneladas de alimentos para instituições beneficentes.Conheça o universo da tatuagem, piercings e outras modificações corporais. Como o espiritismo enxerga isso? Será que a tatuagem deixa marca no períspirito?  Existe mesmo o Vale dos Tatuados?

 

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45ª Semana Espírita de Itabuna

Olá amigos.

Segue material virtual referente a 45ª Semana Espírita de Itabuna.

Agradecemos a divulgação com os seus contatos.

Esperamos a sua presença para abrilhantar o nosso evento.


Um abraço.


FEEB - Diretoria de Integração Federativa

Semana Espírita Itabuna Capa

 

 

Semana Espírita Itabuna

sexta-feira, 22 de maio de 2015

DESOBSESSÃO – resumo

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DESOBSESSÃO - André Luiz: "Terapêuticas diversas merecem estudos para a supressão dos males que flagelam a Humanidade. Antibióticos atacam processos de infecção, institutos especializados examinam a patologia do câncer, a cirurgia atinge o coração para sanar o defeito cardíaco e a vacina constitui defesa para milhões. Ao lado, porém, das enfermidades que supliciam o corpo, encontramos, aqui e além, as calamidades da obsessão que desequilibram a mente.
Para lá das teias fisiológicas que entretecem o carro orgânico de que se vale o Espírito para o estágio educativo no mundo, é possível identificar os quadros obscuros de semelhantes desastres, nos quais as forças magnéticas desajustadas pelo pensamento em desgoverno assimilam forças magnéticas do mesmo teor, estabelecendo a alienação mental, que vai do tique à loucura, escalando por fobias e moléstias fantasmas. Vemo-los instalados em todas as classes, desde aquelas em que se situam as pessoas providas de elevados recursos da inteligência àquelas outras onde respiram companheiros carecentes das primeiras noções do alfabeto, desbordando, muita vez, na tragédia passional que ocupa a atenção da imprensa ou na insânia conduzida ao hospício. Isso tudo, sem relacionarmos os problemas da depressão, os desvarios sexuais. as síndromes de angústias e as desarmonias domésticas.
Espíritos desencarnados e encarnados de condição enfermiça sintonizam-se uns com os outros, criando prejuízos e perturbações naqueles que lhes sofrem a influência vampirizadora, lembrando vegetais nobres que parasitos arrasam, depois de solapar-lhes todas as resistências."
"Nenhuma instituição de Espiritismo pode, a rigor, desinteressar-se desse trabalho imprescindível à higiene, harmonia, amparo ou restauração da mente humana, traçando esclarecimento justo, seja aos desencarnados sofredores, seja aos encarnados desprovidos de educação íntima que lhes sofram a atuação deprimente, conquanto, às vezes, involuntária.
Cada templo espírita deve e precisa possuir a sua equipe de servidores da desobsessão, quando não seja destinada a socorrer as vítimas da desorientação espiritual que lhe rondam as portas, para defesa e conservação de si mesma."
(Grifo nosso - nota dos autores do site)

"Recordemos que o Espiritismo é o Cristianismo Restaurado e que o pioneiro número um da desobsessão, esclarecendo Espíritos infelizes e curando obsidiados de todas as condições, foi exatamente Jesus"
Através de 20 capítulos, André Luiz fornece instruções valiosos para uma reunião de desobsessão realmente proveitosa.
Livro indispensável a médiuns e doutrinadores.

(Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/nosso_lar_resumos.html)

Richard Simonetti – Síndrome do Pinóquio

1 – É errado mentir para evitar um problema, por exemplo, quando um amigo pede cartão de crédito emprestado?
Há alternativas mais razoáveis. Dizer, por exemplo, que cartão de crédito é como escova de dente. Uso pessoal e intransferível. Se ele se aborrecer, você saberá que ele não costuma escovar a consciência, já que não é justo constranger um amigo com solicitações dessa natureza.

2 – Como nos defendermos de pessoas que mentem a nosso respeito para nos prejudicar?
Descubra aspectos positivos de seu comportamento e os ressalte para amigos em comum. Seu desafeto acabará sabendo. Falar bem dos que nos criticam é a melhor maneira de modificar suas disposições a nosso respeito. Ninguém resiste a um elogio sincero.

3 – É razoável mentir para ajudar alguém?
No livro Os Miseráveis, obra-prima da literatura universal, Victor Hugo reporta-se a uma freira que tinha a fama de jamais mentir. Um comissário de polícia procurava Jean Valjean, foragido da justiça, que supunha estar escondido no convento onde ela vivia. Sabendo tratar-se de incondicional amiga da verdade, perguntou-lhe se ele estava ali. Sem titubear, ela respondeu que não. Mentiu pela primeira vez em sua vida. Mentira mais que razoável. Visava proteger um homem de bem, injustamente perseguido pelo comissário.

4 – Vem ganhando corpo entre os médicos a ideia de que é preciso dizer sempre a verdade ao paciente, mesmo que ele seja portador de grave moléstia, como o câncer. É razoável essa postura?
Depende do paciente. Certa feita Chico Xavier pediu auxílio a Emmanuel para um familiar que estava com câncer. O seu orientador prometeu que ajudaria, mas recomendou que não se dissesse nada ao doente, porquanto, pela sua maneira de ser, ele já se imaginaria morto, anulando o auxílio do mundo espiritual. Portanto, é preciso avaliar como o paciente irá receber a informação.

5 – Estudos de comportamento concluem que as pessoas mentem o tempo todo, geralmente por conveniência. É aceitável?
É lamentável. Revela a profunda imaturidade que caracteriza o comportamento humano, no estágio em que nos encontramos, com a disposição de resolver uma situação apelando para o engodo. Exemplo clássico é o não tem nada não com que as pessoas despacham o pobre que bate à sua porta.

6 – Espiritualmente, há algum inconveniente na mentira?
Jesus recomendava (Mateus, 5:37): Seja o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. Isso significa que a mentira chega sempre das faixas mais escuras do comportamento humano, com consequências danosas para nós.

7 – E quais seriam?
Quando Pinóquio, do célebre conto infantil, mentia, o seu nariz crescia. É evidente que nosso nariz não cresce quando mentimos. Se assim fosse, muita gente teria dificuldade para entrar em casa. Mas desajusta-se o nosso psiquismo, situando-nos à mercê de Espíritos perturbados e perturbadores.

8 – No que resultaria a eliminação da mentira?
Eu diria que eliminaríamos a maior parte dos males do Mundo, porquanto eles estão associados à mentira. Sem a mentira não haveria adultério, corrupção, demagogia, desonestidade, especulação, estelionato… A lista iria longe.

Passe adiante… Motivação

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Motivação - refere-se em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas à condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é "porquê o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?" . "O estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações"

quinta-feira, 21 de maio de 2015

SEXO E DESTINO – resumo

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SEXO E DESTINO - Obra apaixonante, pelo conteúdo e lições, traz à cena a história de jovens e adultos que, movidos pelo amor, pela paixão e pela cobiça, complicam a própria existência de forma trágica e irreversível.
Obsessões doentias, qual a que sofre Cláudio, apaixonado pela própria filha e que ele julga apenas adotiva, são o centro da trama onde desfilam, também, a maternidade omissa e a fraternidade ausente.
Sexo, dinheiro e outros interesses vis marcam os personagens, de forma fria e realista. Neste ambiente, movimenta-se André Luiz, parecendo mais maduro que nos livros anteriores, e também mais calado.
Grafada a duas mãos, por Waldo Vieira, responsável pela primeira parte (14 capítulos), e Francisco Cândido Xavier, responsável pela segunda (também com 14 capítulos), traz no prefácio a seguinte elucidação de André Luiz:
"Sexo e destino, amor e consciência, liberdade e compromisso, culpa e resgate, lar e reencarnação constituem os temas deste livro, nascido na forja da realidade cotidiana.
Entretanto, leitor amigo, após a oração do benfeitor, que se pronunciou no limiar (Emmanuel, em prefácio ditado à Chico Xavier), nada mais nos compete que não seja entregar-te a narrativa que a Divina Providência nos permitiu alinhavar, não pelo exclusivo propósito de desnudar a verdade, mas sim no objetivo de aprender com a biblioteca da experiência.
Cremos seja desnecessário esclarecer que os nomes dos protagonistas desta história real foram substituídos por óbvias razões e que a presente biografia de grupo não pertence a outras criaturas senão a eles mesmos que no-la permitiram redigir, para a nossa edificação, depois de naturalmente consultados.
Solicitamos, ainda, permissão para dizer-te que não foi retirado um só til das verdades que a entretecem - verdades da verdade, que, fremindo de capítulo a capítulo, carreia consigo, em passagens numerosas, a luz de nossas esperanças e o amargo sabor de nossas lágrimas."

Richard Simonetti – O Comércio no Centro Espírita

1 – Na célebre passagem evangélica, Jesus expulsou os comerciantes do Templo, citando Isaías (56:7): “minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a fazeis covil de ladrões” , em clara condenação à sua atividade. Isso não se aplica ao Centro Espírita, envolvendo venda de livros, bazares, lanchonetes…?
Negativo. Consideremos, preliminarmente, que essa passagem evangélica é discutível. Jesus jamais usaria de violência, como está situado em João (2:15): “tendo feito um chicote de cordas, lançou a todos fora do Templo, bem como os bois e as ovelhas; espalhou o dinheiro dos cambistas, derrubou as mesas”. Seria inconcebível num missionário divino, que veio ensinar valores como a mansuetude, a compreensão e o respeito pelo próximo, além de constituir indébita interferência no culto local.

2 – E quanto à sua observação, citando Isaías?
Parece-me uma habilidosa interpolação dos teólogos medievais, com clara intenção anti-semita. Jesus sabia perfeitamente que a “casa do Pai” transcende as acanhadas dimensões de uma construção de pedra, abrangendo todo o Universo. E não haveria porque falar em covil de ladrões, já que aquele comércio estava inserido no culto.

03 – Fazia parte?
Atendia às suas necessidades. Nas datas comemorativas, Jerusalém regurgitava de judeus que moravam em outras localidades ou no exterior. Vinham cumprir seus deveres religiosos. Nas doações ao Templo não podiam ser usadas moedas gregas e romanas, em circulação. Era preciso fazer a conversão para o siclos judeus. Daí as bancas (origem do nome Banco), para o câmbio necessário. Por outro lado, animais e aves, bem como incenso, óleo e outros produtos usados eram ali adquiridos. Poderia ocorrer algum exagero nos preços, típico da natureza humana, mas, essencialmente, atendia-se às conveniências dos peregrinos.

4 – Não poderíamos situar aquela prática como a comercialização do sagrado?
Talvez existisse do lado de dentro, envolvendo a cobrança por orações, rituais de purificação e outras cerimônias. Não guardava nenhuma relação com os comerciantes do lado de fora, contra os quais teria se insurgido Jesus. Infelizmente, a simonia, o comércio do sagrado, tem caracterizado o culto religioso ao longo dos séculos.

5 – E quanto ao Centro Espírita?
Para uma apreciação devida do assunto, consideremos sua tríplice função: hospital, num primeiro momento, quando o buscamos para a cura de males físicos e espirituais; escola, quando conscientes da necessidade de ampliar conhecimentos sobre a existência humana; oficina, onde somos chamados a trabalhar em favor do próximo, a exercitar o altruísmo, quando conscientes de nossas responsabilidades como Espíritos imortais. À semelhança do que acontecia com o templo judaico, a venda de livros favorece a divulgação da doutrina, a lanchonete favorece o freqüentador, principalmente em cidades grandes, onde é comum ir do trabalho direto para o Centro; o rendimento do bazar favorece o trabalho assistencial. Essas práticas, portanto, vinculam-se às funções do Centro como hospital, escola e oficina.

6 – E onde fica o templo?
Em nossa alma. É onde devemos buscar Deus para a conquista de valores espirituais com os quais possamos beneficiar o próximo, envolvendo a atividade mediúnica, o passe magnético, a oração, o atendimento fraterno… Lembremos a expressão de Jesus, diante da mulher samaritana: Dia virá em que Deus não será adorado no Templo, em Jerusalém, nem no monte, na Samaria, porque o Pai é espírito e em espírito deve ser adorado.

7 – Sem comércio…
Obviamente. Valores espirituais não podem ser comercializados, conforme lembrava Jesus: dar de graça o que de graça recebemos, envolvendo o passe, o exercício mediúnico, as curas espirituais, os serviços de desobsessão…

8 – E como agir diante de dirigentes espíritas que não permitem a instalação de livraria, bazar, lanchonete, etc.? Condenam o Centro à estagnação e inibem a ação de voluntários que poderiam dinamizar a instituição, promovendo o seu crescimento e ampliando o potencial de benefícios que a casa espírita pode e deve prestar aos carentes de todos os matizes.

http://www.richardsimonetti.com.br/pingafogo/exibir/24