sábado, 18 de julho de 2015

Estudo dirigido: O Evangelho segundo o Espiritismo

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EESE– Cap. XI – Itens 1 a 4
Tema:   O mandamento maior. Fazermos aos outros o
            que queiramos que os outros nos façam.
            Parábola dos credores e dos devedores
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A - Texto de Apoio:

O mandamento maior. Fazermos aos outros o que queiramos que os outros nos façam. Parábola dos credores e dos devedores

1. Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca dos saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão: - "Mestre, qual o mandamento maior da lei?" - Jesus respondeu: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. - Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos." (S. MATEUS, cap. XXII, vv. 34 a 40.)

2. Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas. (Idem, cap. VII, v. 12.)

Tratai todos os homens como quereríeis que eles vos tratassem. (S. LUCAS, cap. VI, v. 31.)

3. O reino dos céus é comparável a um rei que quis tomar contas aos seus servidores. - Tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. - Mas, como não tinha meios de os pagar, mandou seu senhor que o vendessem a ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que lhe pertencesse, para pagamento da dívida. -O servidor, lançando-se-lhe aos pés, o conjurava, dizendo: "Senhor, tem um pouco de paciência e eu te pagarei tudo." - Então, o senhor, tocado de compaixão, deixou-o ir e lhe perdoou a dívida. - Esse servidor, porém, ao sair, encontrando um de seus companheiros, que lhe devia cem dinheiros, o segurou pela goela e, quase a estrangulá-lo, dizia: "Paga o que me deves." - O companheiro, lançando-se aos pés, o conjurava, dizendo: "Tem um pouco de paciência e eu te pagarei tudo." - Mas o outro não quis escutá-lo; foi-se e o mandou prender, para tê-lo preso até pagar o que lhe devia.

Os outros servidores, seus companheiros, vendo o que se passava, foram, extremamente aflitos, e informaram o senhor de tudo o que acontecera. - Então, o senhor, tendo mandado vir à sua presença aquele servidor, lhe disse: "Mau servo, eu te havia perdoado tudo o que me devias, porque mo pediste. - Não estavas desde então no dever de também ter piedade do teu companheiro, como eu tivera de ti?" E o senhor, tomado de cólera, o entregou aos verdugos, para que o tivessem, até que ele pagasse tudo o que devia.

É assim que meu Pai, que está no céu, vos tratará, se não perdoardes, do fundo do coração, as faltas que vossos irmãos houverem cometido contra cada um de vós. (S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 23 a 35.)

4. "Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós", é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua.

B - Questões para estudo e diálogo virtual:

1 – Porque o perdão é tão importante em nossas vidas?

2 – Qual o significado de amar ao próximo como a si mesmo?

3 – Extraia do texto acima a frase ou parágrafo que mais gostou e justifique.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB–1970 - A004 – Prolegômenos - 2ª parte - CONCLUSÃO

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB - 1970

Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco

A004 – Prolegômenos - 2ª parte

CONCLUSÃO

QUESTÕES PARA ESTUDO

1 – A partir da leitura do texto de Miranda, observa-se que os fenômenos mediúnicos sempre estiveram na humanidade e foram anotados por diversos pesquisadores antigos e modernos. Qual foi, porém, o diferencial apresentado pelo Espiritismo no estudo destas manifestações?

Apesar dos fenômenos mediúnicos, ou seja, aqueles de intercâmbio entre o mundo espiritual e o material, participarem da história de todos os povos, sempre foram observados envoltos no misticismo e na superstição dos homens. Somente os iniciados possuíram a oportunidade de estudá-los, o que colaborou para a aura de magia e de sobrenaturalidade que cercaram tais manifestações.

Porém, coube ao Espiritismo, sob a coordenação de Allan Kardec, apresentar duas linhas inéditas na observação e análise destes fenômenos:

A) estudá-los à luz da razão e da lógica, apoiado no método científico, o que fez com que os fenômenos mediúnicos saíssem do campo sobrenatural e fantástico e viessem para a esfera do natural, isto é, respeitando a leis tão naturais quanto todos os acontecimentos físicos,

B) trouxessem estes estudos para a publicidade. Não apenas iniciados, "pais de Igreja", filósofos, etc. teriam contato com a realidade espiritual, mas todos aqueles que honestamente se dispusessem a estudá-los.

2 – O Espiritismo oferece excelente resposta para o “problema do homem.” Em que consiste esta resposta? Isto é, qual é a proposta espírita, alicerçada nas suas três bases fundamentais, para solucionar o problema do homem?

O problema do homem, sempre debatido em todas as épocas da humanidade, é aquele que procura respostas para algumas perguntas: de onde viemos? por que estamos aqui? por que somos assim? para onde iremos? por que na vida há tanto sofrimento, ao lado de tanta felicidade? por que os homens são tão diferentes uns dos outros? há algum sentido para nossa vida ou apenas vivemos da sucessão de eventos materiais aleatórios? etc., etc..

No fundo, todas as filosofias, a Ciência, as religiões tentam responder a estas perguntas; e a Doutrina Espírita não é diferente! Embora reconheça ainda não responder a todos os questionamentos, pois é um pensamento progressista, e afirme que não substitui o trabalho do próprio homem na conquista de sua felicidade, é inegável que a proposta espírita para a solução do problema do homem é bastante abrangente quanto profunda! Somente ela, do ponto de vista científico, prova nossa natureza espiritual e destinação; filosoficamente, oferece consistente resposta para explicar a origem da dor e das desigualdades, assim como nosso futuro; e religiosamente, é o Cristianismo Redivivo, recuperando-o em espírito e verdade!

3 – Por que os modernos estudos da Parapsicologia e das ciências psíquicas ainda não conseguiram dar respostas ao problema do homem?

Ambas ciências não oferecem respostas reais para o problema do homem, pois estão encarceradas no paradigma materialista da Ciência Oficial. Conquanto estudem os fenômenos que corroboram a realidade espiritual do homem, se aprofundando no psiquismo humano, estão impedidas de caminhar ainda muito mais além, pois teimam em negar a natureza espiritual humana. Procuram saídas sofistas de negação e se demoram em questões terminológicas de superfície; atualmente, recorrem e insistem na pesquisa de medicamentos para mascarar as tensões e problemas psiquiátricos, e constroem psicologias materialistas, como se não fosse parte natural e indispensável do sujeito sua essência eterna. Querem, enfim, tratar o psiquismo humano como se fosse mera máquina em desajuste, produto do fisiologismo... mas, enquanto isso adiam o verdadeiro tratamento, aquele que restabelecerá a saúde integral do homem, porque equilibrada nas suas duas naturezas.

Cordialmente,

Sala Manoel Philomeno/CVDEE

Você sabia?!

O Fluído Universal, como veículo do pensamento, quando oramos com sentimento e fé, chega a Deus, a Jesus e aos Espíritos, que providenciam recursos para nos auxiliar ou para quem pedimos.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Envelhecer é a Poesia de Viver - Jorge Hessen

 

Envelhecer é a Poesia de Viver

Jorge Hessen

 

 

Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes.  “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.

Tornar-se velho é processo natural que pode ser atraente ou desfavorável. Sentimos constrangimento ao perceber a capacidade física diminuindo, no entanto a capacidade intelectual pode aumentar, assim como a experiência de vida.
Na velhice pode ocorrer relativa perda de memória, mas o aprendizado e raciocínio social melhoram, ou seja, na velhice há mais capacidade de navegar através das complexidades da vida na sociedade. Quando a libido, por exemplo, vai se esvanecendo o encanto de viver vai se alargando, não obstante a saúde física possa gerar queixas naqueles que não souberam ou não se prepararam para envelhecer.
Especialistas estão percebendo que a atitude mental tem um papel importante na decrepitude. Por isso, há pessoas que dizem se sentirem mais jovens do que realmente são. A perspectiva juvenil as torna mais ativas e mais longevas. Entretanto, por que existem pessoas desanimadas aos vinte anos, quando outros se sentem ativos aos oitenta? Em que tempo se deve colocar o limite entre a mocidade e a velhice? Feliz do velho que viveu a vida bem vivida e vive agora o esplendor da velhice com o espírito jovem, cheio de vida.
Se vivemos na disciplina do trabalho, com a ginástica na academia do pensamento digno, manteremos sempre saudáveis os músculos da juventude espiritual, a que se constrói, por fonte de inexaurível renovação, aperfeiçoando o presente e edificando o amanhã.
Não podemos execrar a velhice, quando vemos que o tempo nos traz a riqueza da experiência. Não há limite preciso entre juventude e velhice, quando conseguimos dominar o corpo físico e conservá-lo viril através dos anos. Assim sendo, não envelhecemos. Pelo contrário, o tempo o aprimora e aguça, dando-nos a juventude que se repete, cada vez mais bela e segura, em cada nova encarnação.
É completamente incoerente considerar a velhice como algo horrível, mortificante, degradante. Ora, por que avaliamos o transcurso do tempo declínio e não mudança? Lembremos que Jesus só se entregou à sua missão na idade madura, e Kardec só iniciou a codificação do espiritismo aos cinquenta anos de idade. Chico Xavier não se entregou a decrepitude e mesmo quando transportado nos ombros amigos serviu a todos os necessitados que por ele buscaram consolo até o final de seus dias aqui na Terra.

6 de julho de 2015

* Reproduzido do original em: http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/envelhecer-a-poesia-de-viver-jorge-hessen

4 Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro–10/12 outubro

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Revista Espírita: OS CRETINOS


(Sociedade Espírita de Paris – Médium: Sra. Costel)

Nossa companheira, Sra. Costel, tendo feito uma excursão na região dos Alpes em que o cretinismo parece ter estabelecido um de seus principais focos, ali recebeu, de um de seus Espíritos habituais, a seguinte comunicação:

– Os cretinos são seres punidos na Terra pelo mau uso que fizeram de poderosas faculdades. Sua alma está aprisionada num corpo, cujos órgãos impotentes não podem exprimir seu pensamento. Esse mutismo moral e físico é uma das mais cruéis punições terrestres, muitas vezes escolhidas pelos Espíritos arrependidos que querem resgatar suas faltas. Tal prova não é estéril, porque o Espírito não fica estacionário na sua prisão de carne: os olhos hebetados vêem, o cérebro deprimido compreende, mas nada pode ser traduzido, nem pela palavra, nem pelo olhar e,salvo o movimento, estão moralmente no estado dos letárgicos e dos catalépticos, que vêem e ouvem o que se passa ao seu redor sem poderem exprimi-lo. Quando, em sonho, tendes esses terríveis pesadelos, nos quais quereis fugir de um perigo, quando gritais para pedir socorro, enquanto a língua fica presa à abóbada palatina e os pés ao solo, experimentais por alguns instantes o que o cretino experimenta sempre: paralisia do corpo ligada à vida do Espírito.

Quase todas as enfermidades têm, assim, sua razão de ser; nada se faz sem causa, e o que chamais injustiça da sorte é a aplicação da mais alta justiça. A loucura também é uma punição pelo abuso de altas faculdades; o louco tem duas personalidades: a delirante e a que retém a consciência de seus atos, sem os poder dirigir. Quanto aos cretinos, a vida contemplativa e isolada de suas almas, sem as distrações do corpo, também pode ser tão agitada quanto as existências mais complicadas pelos acontecimentos; alguns se revoltam contra seu suplício voluntário; lamentam tê-lo escolhido e sentem um desejo furioso de voltar a uma outra vida, desejo que lhes faz esquecer a resignação na vida presente e o remorso da vida passada, que albergam na consciência, porquanto os cretinos e os loucos sabem mais que vós, e na sua incapacidade física oculta-se uma força moral da qual não fazeis a menor idéia. Os atos de furor ou de imbecilidade a que seus corpos se entregam são julgados pelo ser interior, que sofre e se envergonha. Assim, ridicularizá-los, injuriá-los, mesmo maltratá-los, como às vezes se faz com eles, é aumentar-lhes os sofrimentos, porque os faz sentir mais duramente sua fraqueza e sua abjeção; se pudessem,acusariam de covardia os que assim agem, pois sabem que suas vítimas não podem se defender.

O cretinismo não é uma lei de Deus e a Ciência pode fazê-lo desaparecer, porquanto é o resultado material da ignorância, da miséria e da imundície. Os novos meios de higiene, que a Ciência, tornada mais prática, pôs ao alcance de todos, tendem a destruí-lo. Sendo o progresso condição expressa da Humanidade,as provas impostas se modificarão e seguirão a marcha dos séculos; tornar-se-ão todas morais; e quando a vossa Terra, ainda jovem,tiver realizado todas as fases de sua existência, tornar-se-á uma morada de felicidade, como outros planetas mais adiantados.

Pierre Jouty, pai do médium

Observação – Houve um tempo em que se havia posto em dúvida a alma dos cretinos e se perguntava se eles, realmente, pertenciam à espécie humana. A maneira por que o Espiritismo os encara não é de alta moralidade e de grande ensinamento? Não há matéria para sérias reflexões, ao pensar que esses corpos desgraçados encerram almas que talvez tenham brilhado no mundo, que são tão lúcidas e tão pensantes quanto as nossas, sob o espesso envoltório que lhes sufoca as manifestações e que, um dia, o mesmo pode acontecer conosco, se abusarmos das faculdades que nos concedeu a Providência?

De outro modo, como poderíamos explicar o cretinismo? Como fazê-lo concordar com a justiça e a bondade de Deus, sem admitir a pluralidade das existências, isto é, a reencarnação? Se a alma ainda não viveu, é que foi criada ao mesmo tempo que o corpo. Nesta hipótese, como justificar a criação de almas tão deserdadas quanto a dos cretinos, por parte de um Deus justo e bom? Porque aqui não se trata absolutamente de um desses acidentes – a loucura, por exemplo – que se pode prevenir ou curar. Esses seres nascem e morrem no mesmo estado. Não possuindo nenhuma noção do bem e do mal, qual a sua sorte na eternidade? Serão felizes como os homens inteligentes e trabalhadores? Mas por que este favor, pois que nada fizeram de bom? Estarão naquilo a que chamam limbo, isto é, num estado misto, que nem é felicidade nem infelicidade? Mas por que esta inferioridade eterna? É sua culpa se Deus os criou cretinos? Desafiamos todos os que repelem a doutrina da reencarnação a saírem desse impasse. Com a reencarnação, ao contrário, o que parece uma injustiça torna-se admirável justiça; o que é inexplicável explica-se da maneira mais racional. Aliás, não sabemos se os que repelem esta doutrina a tenham combatido com argumentos mais peremptórios que o de sua repugnância pessoal em voltar à Terra. Estariam, assim, muito seguros de possuir bastante virtude para ganhar o Céu com tanta facilidade? Desejamos-lhes boa sorte. Mas... e os cretinos? E as crianças que morrem em tenra idade? Que títulos possuirão para fazer valer?

terça-feira, 14 de julho de 2015

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB –1970 - A003 – Prolegômenos - 1ª parte - CONCLUSÃO

Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco

A003 – Prolegômenos - 1ª parte

Prolegômenos

CONCLUSÃO

QUESTÕES PARA ESTUDO

1 – Os fenômenos “psi”, estudados pelas ciências psíquicas, ligam-se a recursos plásticos da mente; para a doutrina espírita, do espírito, e podem ser chamados fenômenos anímicos. Quais são estes recursos citados pelo autor? E que experiências os podem comprovar?

Os fenômenos "psi" são aqueles que a doutrina classifica como fenômenos anímicos. Estes são fenômenos cuja causa está nas propriedades do espírito, tais como sua capacidade de se projetar para fora do corpo físico, entrar em contato com o mundo espiritual, etc. São catalogados como fenômenos "psi", dentre outros, a telepatia, clarividência, presciência, assim como as magnetizações, os estados sonambúlicos, os transes; todos eles exaustivamente pesquisados e descritos por diversos autores internacionais.

2 – Todavia, conforme Manoel Philomeno afirma, apenas a hipótese dos fenômenos psi não é suficiente para explicar toda a variedade de manifestações conhecidas. Que manifestações são essas e a que evidências nos levam para podermos descartar os fenômenos psi?

A Ciência oficial, embora timidamente, reconheça a existência de fenômenos "psi", ainda assim, esbarra em muitos obstáculos para elucidá-los e explicar o mecanismo. A raiz de tais obstáculos intransponíveis está em não reconhecer a existência e a influência de inteligências externas à do paranormal, ou seja, o que o Espiritismo denomina Espíritos; que são os homens desencarnados, possuidores de inteligência e emoções independentes. Há em toda a fenomenologia "psi" situações em que fica patenteada a intervenção de uma inteligência externa, como nos casos de manifestações físicas, ou nas de sonambulismo, clarividência, etc., e, ainda mais profundamente, nas de psicografia, psicofonia, entre outras; porém, devido à postura negativista, estes fenômenos estacionam na obscuridade acadêmica, e, de fato, permaneceriam se não houvesse o Espiritismo para elucidá-los.

3 – Estudiosos afirmam que dentre as causas que conduzem às doenças psiquiátricas estão a tensão da sociedade moderna, a hereditariedade, infecções e traumatismos. Todavia, há outras causas ignoradas pela Ciência atual. Que causas são estas? E por que somente o Espiritismo as pode explicar?

A causa ignorada e que acompanha quase a totalidade das doenças psiquiátricas é o componente espiritual, mais especificamente, a relação doentia entre o mundo material e o espiritual, estudada no Espiritismo no capítulo especial das Obsessões. Em razão de até agora somente o Espiritismo reconhecer a influência do mundo espiritual sobre o nosso mundo, e a Ciência oficial, infelizmente, adotar o paradigma materialista e negativista de toda ideia extra material, com efeito, somente no Espiritismo está a chave para explicar uma multidão de fenômenos, desde aqueles chamados "psi" como boa parte das raízes que levam às doenças psiquiátricas.

Cordialmente,

Sala Manoel Philomeno/CVDEE