Yvonne do Amaral Pereira nasceu na antiga Vila de Santa Tereza de Valença (Nasceu no Rio de Janeiro em 24-12-1900, desencarnou no Rio de Janeiro em 09-03-1984), hoje Rio das Flores, sul do estado do Rio de Janeiro, às 6 horas da manhã. O pai, um pequeno negociante, Manoel José Pereira Filho e a mãe Elizabeth do Amaral Pereira. Teve 5 irmãos mais moços e um mais velho, filho do primeiro casamento da mãe.
Aos 29 dias de nascida, depois de um acesso de tosse, sobreveio uma sufocação que a deixou como morta (catalepsia ou morte aparente). O fenômeno foi fruto dos muitos complexos que carregava no espírito, já que, na última existência terrestre, morrera afogada por suicídio. Durante 6 horas permaneceu nesse estado. O médico e o farmacêutico atestaram morte por sufocação. O velório foi preparado. A suposta defunta foi vestida com grinalda e vestido branco e azul. O caixãozinho branco foi encomendado. A mãe se retirou a um aposento, onde fez uma sincera e fervorosa prece a Maria de Nazaré, pedindo para que a situação fosse definida, pois, não acreditava que a filha estivesse morta. Instantes depois, a criança acorda aos prantos. Todos os preparativos foram desfeitos. O funeral foi cancelado e a vida seguiu seu curso normal.
O pai, generoso de coração, desinteressado dos bens materiais, entrou em falência por três vezes, pois favorecia os fregueses em prejuízo próprio. Mais tarde, tornou-se funcionário público, cargo que ocupou até sua desencarnação, em 1935. O lar sempre foi pobre o modesto, conheceu dificuldades inerentes ao seu estado social, o que, segundo ela, a beneficiou muito, pois bem cedo alheou-se das vaidades mundanas e compreendeu as necessidades do próximo. O exemplo de conduta dos pais teve influência capital no futuro comportamento da médium. Era comum albergar na casa pessoas necessitadas e mendigos.
Aos 4 anos já se comunicava audio-visualmente com os espíritos, aos quais considerava pessoas normais encarnadas. Duas entidades eram particularmente caras: O espírito Charles, a quem considerava pai terreno real, devido a lembranças vivas de uma encarnação passada, em que este espírito fora seu pai carnal. Charles, o espírito elevado, foi seu orientador durante toda a sua vida e atividade mediúnica. O espírito Roberto de Canalejas, que foi médico espanhol em meados do século XIX era a outra entidade pela qual nutria um profundo afeto e com a qual tinha ligações espirituais de longa data e dívidas a saldar. Mais tarde, na vida adulta, manteria contatos mediúnicos regulares com outras entidades não menos evoluídas, como o Dr. Bezerra de Menezes, Camilo Castelo Branco, Frederic Chopin e outras.
Aos 8 anos repetiu-se o fenômeno de catalepsia, associado a desprendimento parcial. Aconteceu à noite e a visão que teve, a marcou pelo resto da vida. Em espírito, foi parar ante uma imagem do “Senhor dos Passos”, na igreja que freqüentava. Pedia socorro, pois sofria muito. A imagem, então, cobrando vida, lhe dirigiu as seguintes palavras: “Vem comigo minha filha, será o único recurso que terás para suportar os sofrimentos que te esperam”, aceitou a mão que lhe era estendida, subiu os degraus e não lembra de mais nada.
De fato, Yvonne Pereira foi uma criança infeliz. Vivia acossada por uma imensa saudade do ambiente familiar que tivera na sua última encarnação na Espanha e que lembrava cm extraordinária clareza. Considerava seus familiares, principalmente seu pai e irmãos, como estranhos. A casa, a cidade onde morava, eram totalmente estranhas. Para ela, o pai verdadeiro era o espírito Charles e a casa, a da Espanha. Esses sentimentos desencontrados e o afloramento das faculdades mediúnicas, faziam com que tivesse comportamento considerado anormal por seus familiares. Por esse motivo, até os dez anos, passou a maior parte do tempo na casa da avó paterna.
O seu lar era espírita. Aos 8 anos teve o primeiro contato com um livro espírita. Aos 12, o pai deu-lhe de presente “O Evangelho segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”, que a acompanharam pelo resto da vida, sendo a sua leitura repetida, um bálsamo nas horas difíceis. Aos 13 anos começou a freqüentar as sessões práticas de Espiritismo, que muito a encantavam, pois via os espíritos comunicantes. Teve como instrução escolar o curso primário. Não pode, por motivos econômicos, fazer outros cursos, o que representou uma grande provação para ela, pois amava o estudo e a leitura. Desde cedo teve que trabalhar para o seu próprio sustento, e o fez com a costura, bordado, rendas, flores, etc... A educação patriarcal que recebeu, fez com que vivesse afastada do mundo. Isto, por um lado, favoreceu o desenvolvimento e recolhimento mediúnico, mas por outro, a tornou excessivamente tímida e triste.
Como já vimos, a mediunidade apresentou-se nos primeiros dias de vida terrena, através do fenômeno de catalepsia, vindo a ser este, um fenômeno comum na sua vida a partir dos 16 anos. A maior parte das reportagens de além-túmulo, dos romances, das crônicas e contos relatados por Yvonne Pereira, foram coletados no mundo espiritual através deste processo, na hora do sono reparador. A sua mediunidade, porém, foi diversificada. Foi médium psicógrafo e receitista (Homeopatia) assistida por entidades de grande elevação, como Bezerra de Menezes, Charles, Roberto de Canalejas, Bittencourt Sampaio. Praticou a mediunidade de incorporação e passista. Possuía mediunidade de efeitos físicos, chegando a realizar algumas sessões de materialização, mas nunca sentiu atração por esta modalidade mediúnica.
Os trabalhos, no campo da mediunidade, que mais gostava de fazer eram os de desdobramento, incorporação e receituário. Como foi dito, através do desdobramento noturno que Yvonne Pereira navegava através do mundo espiritual, amparada por seus orientadores, coletando as crônicas, contos e romances com os quais hoje nos deleitamos. Como médium psicofônico, pode entrar em contato com obsessores, obsidiados, e suicidas, aos quais, devotava um carinho especial, sendo que muitos deles tornaram-se espíritos amigos. No receituário homeopático trabalhou em diversos centros espíritas de várias cidades em que morou durante os 54 anos de atividade. Foi uma médium independente, que não se submetia aos entraves burocráticos que alguns centros exercem sobre seus trabalhadores, seguia sempre a “Igreja do Alto” e com ela exercia a caridade a qualquer hora e a qualquer dia em que fosse procurada pelos sofredores.
Foi uma esperantista convicta e trabalhou arduamente na sua propaganda e difusão, através de correspondência que mantinha com outros esperantistas, tanto no Brasil, quanto no exterior. Desde muito pequena cultivou o estudo e a boa leitura. Aos 16 anos já tinha lido obras dos grandes autores como Goethe, Bernardo Guimarães, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros. Escreveu muitos artigos publicados em jornais populares. Todos foram perdidos. A obra mediúnica de Yvonne Pereira consta de 20 livros.
Jornal Macaé Espírita - Nº 289/290 - Janeiro e Fevereiro de 2000
Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br
terça-feira, 7 de julho de 2009
Biografia: Yvonne do Amaral Pereira
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Mural reflexivo: A PORTA MAIS LARGA DO MUNDO
A PORTA MAIS LARGA DO MUNDO

Conta-se que um dia um homem parou na frente do pequeno bar, tirou do bolso um metro, mediu a porta e falou em voz alta: dois metros de altura por oitenta centímetros de largura.
Admirado mediu-a de novo.
Como se duvidasse das medidas que obteve, mediu-a pela terceira vez. E assim tornou a medi-la várias vezes.
Curiosas, as pessoas que por ali passavam começaram a parar.
Primeiro um pequeno grupo, depois um grupo maior, por fim uma multidão.
Voltando-se para os curiosos o homem exclamou, visivelmente impressionado:
"Parece mentira!" esta porta mede apenas dois metros de altura e oitenta centímetros de largura, no entanto, por ela passou todo o meu dinheiro, meu carro, o pão dos meus filhos; passaram os meus móveis, a minha casa com terreno.
E não foram só os bens materiais. Por ela também passou a minha saúde, passaram as esperanças da minha esposa, passou toda a felicidade do meu lar...
Além disso, passou também a minha dignidade, a minha honra, os meus sonhos, meus planos...
Sim, senhores, todos os meus planos de construir uma família feliz, passaram por esta porta, dia após dia... gole por gole.
Hoje eu não tenho mais nada... Nem família, nem saúde, nem esperança.
Mas quando passo pela frente desta porta, ainda ouço o chamado daquela que é a responsável pela minha desgraça...
Ela ainda me chama insistentemente...
Só mais um trago! Só hoje! Uma dose, apenas!
Ainda escuto suas sugestões em tom de zombaria: “você bebe socialmente, lembra-se?”
Sim, essa era a senha. Essa era a isca. Esse era o engodo.
E mais uma vez eu caía na armadilha dizendo comigo mesmo: “quando eu quiser, eu paro”.
Isso é o que muita gente pensa, mas só pensa...
Eu comecei com um cálice, mas hoje a bebida me dominou por completo.
Hoje eu sou um trapo humano... E a bebida, bem, a bebida continua fazendo as suas vítimas.
Por isso é que eu lhes digo, senhores: esta porta é a porta mais larga do mundo! Ela tem enganado muita gente...
Por esta porta, que pode ser chamada de porta do vício, de aparência tão estreita, pode passar tudo o que se tem de mais caro na vida.
Hoje eu sei dos malefícios do álcool, mas muita gente ainda não sabe. Ou, se sabe, finge que não, para não admitir que está sob o jugo da bebida.
E o que é pior, têm esse maldito veneno, destruidor de vidas, dentro do próprio lar, à disposição dos filhos.
Ah, se os senhores soubessem o inferno que é ter a vida destruída pelo vício, certamente passariam longe dele e protegeriam sua família contra suas ameaças.
Visivelmente amargurado, aquele homem se afastou, a passos lentos, deixando a cada uma das pessoas que o ouviram, motivos de profundas reflexões.
Você sabia?
Você sabia que, segundo o Ministério da Saúde, no ano de 2001 foram internados 84.467 brasileiros por transtornos mentais e comportamentais devido ao uso do álcool, demandando um gasto de mais 60 milhões de reais?
Ainda segundo o Ministério da Saúde, o álcool é a droga mais usada pelos jovens no Brasil.
Segundo pesquisa realizada em 14 capitais brasileiras em 2001, pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), o consumo começa cedo: em média, aos 13 anos. E o pior é que o álcool é a porta principal de acesso às demais drogas.
E você sabia que a influência da TV e do Cinema nos hábitos de crianças e adolescentes foi recentemente comprovada por pesquisadores da Escola de Medicina de Dartmouth, nos Estados Unidos?
Por todas essa razões, vale a pena orientar nosso filho para que não seja mais um a aumentar essas tristes estatísticas.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida e em matéria publicada pela Folha de São Paulo em 24/03/2002, intitulada “Nunca se bebeu tanto na TV.
(Redação do Momento Espírita - http://www.momento.com.br/)
domingo, 5 de julho de 2009
Notícia: "Celular é convidado indesejado na hora da refeição"
Sara Rimer.
Sempre que Anne Fishel e sua família conversam sobre comportamentos inadequados durante as refeições familiares, eles voltam ao incidente do Yom Kippur. Há dois anos, 14 pessoas se reuniram à sua mesa de jantar em Newton, Massachusetts, para o fim do jejum de um dos mais solenes feriados judeus.
Enquanto Fishel olhava em volta, parecia que todos - seu marido, seus dois filhos universitários, Gabe e Joe, e seus amigos - estavam saboreando sua comida e compartilhando o sentimento de um importante jantar familiar. Exceto, ela notou, o amigo de faculdade de Gabe. Espere um segundo, o que ele estava fazendo? Olhando furtivamente para baixo, ele estava enviando mensagens de texto clandestinamente - não apenas uma ou duas, mas continuamente, da sopa de abóbora e maçã ao peru assado.
Fishel, que comanda um programa de terapia familiar e de casais no Hospital Geral de Massachusetts, não quis constranger o jovem. Mas outra amiga de Gabe, sentada ao lado do furtivo enviador de mensagens, se manifestou. "Você não deveria estar fazendo isso aqui", ela o condenou, e não com um cochicho. "Por que não?", o amigo rebateu. "Não é nenhum jantar formal ou algo do tipo."
É a anarquia das mensagens de texto, segundo a bisneta de Emily Post, Cindy Post Senning. "As pessoas estão enviando mensagens de texto em todos os lugares", ela disse. Maridos, esposas, filhos e convidados que nunca faltariam com a educação falando ao telefone a uma mesa familiar parecem achar que é perfeitamente aceitável enviar mensagens de texto (ou e-mails, ou Twitter) enquanto comem.
Post Senning está aí para dizer a vocês que não é aceitável. Nem um pouco. O problema é tão novo que seu último livro, Emily Post's Table Manners for Kids (HarperCollins, 2009 - Maneiras à mesa para crianças), escrito com Peggy Post, cobriu o assunto apenas de maneira geral, com uma regra abrangente: "NÃO use o celular ou qualquer aparelho eletrônico à mesa."
Agora, ela considera necessário ponderar sobre o assunto das mensagens de texto com mais especificidade: não envie mensagens de texto à mesa de jantar, particularmente em casa. "A refeição familiar é um evento social", ela disse em entrevista telefônica, "não um evento de ingestão de alimentos." "Tenha consciência de que outros podem ver seus dedos trabalhando mesmo quando eles estão em seu colo", ela escreveu em uma mensagem de e-mail posteriormente, estabelecendo a regra oficial da etiqueta. "Se você está em uma situação na qual sua atenção deveria estar focada em outros, você não deveria estar enviando mensagens de texto." E ela também se refere a e-mails.
(...)
"Talvez as pessoas pensem que podem dividir o tempo: enviando mensagens de texto e conversando ao mesmo tempo", disse Harry Lewis, professor de ciência da computação de Harvard e um dos autores de Blown to Bits: Your Life, Liberty and Happiness After the Digital Explosion (Addison-Wesley, 2008 - Sua vida, liberdade e felicidade após a explosão digital). Tome cuidado, ele diz: você não está enganando ninguém. "Ninguém acha que alguém ao celular pode realmente estar prestando atenção em outra pessoa."
(...)
Notícia completa em: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3796615-EI4796,00.html
Eu acredito que a "fuga para o celular" é apenas mais um dos modos "modernos" de viver em família; ontem foram as TVs (cada peça da casa tem um para que cada um veja o que quer), depois vieram os computadores por trás das portas fechadas dos quartos dos filhos, onde os pais são proibidos de entrar (e muitos obedecem!), hoje o celular se junta à turma do "quero ficar sozinho".
A culpa é de quem?
Se poderia dizer que dos pais que deixaram seus filhos sozinhos na infância e hoje já não conseguem atingir seus filhos adolescentes, mas seria só isso?
A juventude que não respeita normas, não respeita pessoas, não respeita a si mesmo, é fruto da educação equivocada, onde o ter é mais importante que ser, o impor limites é desamor, e assim por diante. Mas, graças a Deus, esses não são a maioria, embora pela evidência com que se expõem pareçam ser em maior número.
Ainda se vê pessoas que ao entrarem em casa ou num espetáculo, num cinema, por exemplo, desliga o celular; pessoas que não estão acoplados à tecnologia como se fosse a extensão de si mesmo; são pessoas que acreditam no convívio familiar, que conversam, se curtem, se amam e se respeitam.
Cabe ao jovem, seguir os bons exemplos para dar o exemplo. Afinal, se não aprendemos quando pequenos, ainda em formação, podemos mudar pelo nosso livre arbítrio, pois que cada um sabe exatamente onde está exagerando.
Se liga!
Bjks da Elo
(Eloci Mello é membro da Equipe do CVDEE)
Sempre que Anne Fishel e sua família conversam sobre comportamentos inadequados durante as refeições familiares, eles voltam ao incidente do Yom Kippur. Há dois anos, 14 pessoas se reuniram à sua mesa de jantar em Newton, Massachusetts, para o fim do jejum de um dos mais solenes feriados judeus.
Enquanto Fishel olhava em volta, parecia que todos - seu marido, seus dois filhos universitários, Gabe e Joe, e seus amigos - estavam saboreando sua comida e compartilhando o sentimento de um importante jantar familiar. Exceto, ela notou, o amigo de faculdade de Gabe. Espere um segundo, o que ele estava fazendo? Olhando furtivamente para baixo, ele estava enviando mensagens de texto clandestinamente - não apenas uma ou duas, mas continuamente, da sopa de abóbora e maçã ao peru assado.
Fishel, que comanda um programa de terapia familiar e de casais no Hospital Geral de Massachusetts, não quis constranger o jovem. Mas outra amiga de Gabe, sentada ao lado do furtivo enviador de mensagens, se manifestou. "Você não deveria estar fazendo isso aqui", ela o condenou, e não com um cochicho. "Por que não?", o amigo rebateu. "Não é nenhum jantar formal ou algo do tipo."
É a anarquia das mensagens de texto, segundo a bisneta de Emily Post, Cindy Post Senning. "As pessoas estão enviando mensagens de texto em todos os lugares", ela disse. Maridos, esposas, filhos e convidados que nunca faltariam com a educação falando ao telefone a uma mesa familiar parecem achar que é perfeitamente aceitável enviar mensagens de texto (ou e-mails, ou Twitter) enquanto comem.
Post Senning está aí para dizer a vocês que não é aceitável. Nem um pouco. O problema é tão novo que seu último livro, Emily Post's Table Manners for Kids (HarperCollins, 2009 - Maneiras à mesa para crianças), escrito com Peggy Post, cobriu o assunto apenas de maneira geral, com uma regra abrangente: "NÃO use o celular ou qualquer aparelho eletrônico à mesa."
Agora, ela considera necessário ponderar sobre o assunto das mensagens de texto com mais especificidade: não envie mensagens de texto à mesa de jantar, particularmente em casa. "A refeição familiar é um evento social", ela disse em entrevista telefônica, "não um evento de ingestão de alimentos." "Tenha consciência de que outros podem ver seus dedos trabalhando mesmo quando eles estão em seu colo", ela escreveu em uma mensagem de e-mail posteriormente, estabelecendo a regra oficial da etiqueta. "Se você está em uma situação na qual sua atenção deveria estar focada em outros, você não deveria estar enviando mensagens de texto." E ela também se refere a e-mails.
(...)
"Talvez as pessoas pensem que podem dividir o tempo: enviando mensagens de texto e conversando ao mesmo tempo", disse Harry Lewis, professor de ciência da computação de Harvard e um dos autores de Blown to Bits: Your Life, Liberty and Happiness After the Digital Explosion (Addison-Wesley, 2008 - Sua vida, liberdade e felicidade após a explosão digital). Tome cuidado, ele diz: você não está enganando ninguém. "Ninguém acha que alguém ao celular pode realmente estar prestando atenção em outra pessoa."
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Notícia completa em: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3796615-EI4796,00.html
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COMENTÁRIO
Eu acredito que a "fuga para o celular" é apenas mais um dos modos "modernos" de viver em família; ontem foram as TVs (cada peça da casa tem um para que cada um veja o que quer), depois vieram os computadores por trás das portas fechadas dos quartos dos filhos, onde os pais são proibidos de entrar (e muitos obedecem!), hoje o celular se junta à turma do "quero ficar sozinho".
A culpa é de quem?
Se poderia dizer que dos pais que deixaram seus filhos sozinhos na infância e hoje já não conseguem atingir seus filhos adolescentes, mas seria só isso?
A juventude que não respeita normas, não respeita pessoas, não respeita a si mesmo, é fruto da educação equivocada, onde o ter é mais importante que ser, o impor limites é desamor, e assim por diante. Mas, graças a Deus, esses não são a maioria, embora pela evidência com que se expõem pareçam ser em maior número.
Ainda se vê pessoas que ao entrarem em casa ou num espetáculo, num cinema, por exemplo, desliga o celular; pessoas que não estão acoplados à tecnologia como se fosse a extensão de si mesmo; são pessoas que acreditam no convívio familiar, que conversam, se curtem, se amam e se respeitam.
Cabe ao jovem, seguir os bons exemplos para dar o exemplo. Afinal, se não aprendemos quando pequenos, ainda em formação, podemos mudar pelo nosso livre arbítrio, pois que cada um sabe exatamente onde está exagerando.
Se liga!
Bjks da Elo
(Eloci Mello é membro da Equipe do CVDEE)
sábado, 4 de julho de 2009
Biografia: Deolindo Amorim
Nasceu a 23 de janeiro de 1906, na velha Bahia. Desencarnou a 24 de abril de 1984, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de São João Batista. Cerca de 750 pessoas compareceram aos funerais. O Dr. Américo de Oliveira Borges, presidente da ABRAJEE, exaltou e ressaltou saltou a figura ímpar do homem, do espírita e do Amigo que regressava c Espiritualidade.
Deolindo Amorim fez do Rio de Janeiro o grande celeiro da cultura do país centro de irradiação da Doutrina Espírita. Deixou a todos nós uma lacuna dificilmente preenchível e uma saudade imorredoura.
Suas obras espíritas merecem lidas e relidas. Citaremos algumas: "Espiritismo e Criminologia"; "O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas”; "O Espiritismo e os Problemas Humanos"; "O Espiritismo à Luz da Crítica"; "Africanismo e Espiritismo".
Colaborou no "Jornal do Comércio" e praticamente em toda a imprensa espírita do país.
Era jornalista, escritor, erudito conferencista, sócio remido da ABI, Presidente do Instituto de Cultura Espírita do Brasil e presidente de honra da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas.
Deolindo Amorim privou da amizade de grandes vultos do Espiritismo no Brasil e no exterior, como, por exemplo, Carlos Imbassahy, Leopoldo Machado, Herculano Pires, Leôncio Correia e Humberto Mariotti.
Foi um dos mais ardorosos defensores das obras codificadas por Allan Kardec e profundo admirador de Léon Denis.
Levou o Espiritismo ao meio universitário, proferindo bela conferência no Instituto Pinel da Universidade do Brasil, focalizando o tema: "O Suicídio á luz do Espiritismo".
Conseguiu que se instalasse o Primeiro Congresso de Jornalistas e Escritores Espíritas.
Agia sempre e invariavelmente de forma conciliadora, ponderada, não atacando ninguém, expondo o Espiritismo sem deformações, extasiando a todos com sua didática exemplar.
Embora enfermo, bastante debilitado ante a enfermidade que o acometia, não interrompeu totalmente, nos últimos meses, suas atividades de jornalista e grande conferencista.
Deixou viúva sua amorável companheira Delta dos Santos Amorim e três filhos
Rogamos ao Senhor Jesus Cristo que o abençoe na sua gloriosa jornada no Plano incorpóreo, o n d e passa a pontificar como dos mais capazes e operosos servidores do Mestre Jesus no caminho para a Eternidade!
Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br/
Deolindo Amorim fez do Rio de Janeiro o grande celeiro da cultura do país centro de irradiação da Doutrina Espírita. Deixou a todos nós uma lacuna dificilmente preenchível e uma saudade imorredoura.
Suas obras espíritas merecem lidas e relidas. Citaremos algumas: "Espiritismo e Criminologia"; "O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas”; "O Espiritismo e os Problemas Humanos"; "O Espiritismo à Luz da Crítica"; "Africanismo e Espiritismo".
Colaborou no "Jornal do Comércio" e praticamente em toda a imprensa espírita do país.
Era jornalista, escritor, erudito conferencista, sócio remido da ABI, Presidente do Instituto de Cultura Espírita do Brasil e presidente de honra da Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas.
Deolindo Amorim privou da amizade de grandes vultos do Espiritismo no Brasil e no exterior, como, por exemplo, Carlos Imbassahy, Leopoldo Machado, Herculano Pires, Leôncio Correia e Humberto Mariotti.
Foi um dos mais ardorosos defensores das obras codificadas por Allan Kardec e profundo admirador de Léon Denis.
Levou o Espiritismo ao meio universitário, proferindo bela conferência no Instituto Pinel da Universidade do Brasil, focalizando o tema: "O Suicídio á luz do Espiritismo".
Conseguiu que se instalasse o Primeiro Congresso de Jornalistas e Escritores Espíritas.
Agia sempre e invariavelmente de forma conciliadora, ponderada, não atacando ninguém, expondo o Espiritismo sem deformações, extasiando a todos com sua didática exemplar.
Embora enfermo, bastante debilitado ante a enfermidade que o acometia, não interrompeu totalmente, nos últimos meses, suas atividades de jornalista e grande conferencista.
Deixou viúva sua amorável companheira Delta dos Santos Amorim e três filhos
Rogamos ao Senhor Jesus Cristo que o abençoe na sua gloriosa jornada no Plano incorpóreo, o n d e passa a pontificar como dos mais capazes e operosos servidores do Mestre Jesus no caminho para a Eternidade!
Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br/
Notícia: "Pílulas para aborto em bocas de fumo"
Remédio proibido é vendido por traficantes para jovens grávidas por dez vezes o valor de mercado. - Francisco Édson Alves e Pâmela Oliveira
Rio - Traficantes do Rio estão vendendo nas bocas de fumo, por até dez vezes mais que o preço médio de mercado, o comprimido Cytotec, proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O medicamento — indicado para o tratamento de úlcera, mas usado em larga escala como abortivo — chega a ser vendido por R$ 50 a unidade de 25mg nos pontos de vendas de maconha e cocaína. Cada comprimido da substância misoprostol, fornecida pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil com outro nome comercial exclusivamente para hospitais que têm autorização para usá-la, é comprado pelo governo por R$ 5,43. A denúncia chegou ao deputado federal Otávio Leite, como noticiou o Informe do DIA na semana passada. O parlamentar encaminhará ofício ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, pedindo “investigação rigorosa”.
A comercialização de Cytotec por traficantes do Rio é confirmada por funcionários de uma das maiores maternidades públicas da Zona Norte: a Herculano Pinheiro, em Madureira. A direção da instituição foi proibida de falar sobre o assunto pela Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com uma médica do hospital, porém, que pediu para não ser identificada, das cerca de 70 mulheres internadas mensalmente para curetagem uterina — procedimento em que o útero é raspado para retirada de material infeccioso —, metade relata ter usado Cytotec para provocar aborto.
A jovem A., que comprou o remédio numa favela,
diz não ter condição de criar outro filho.
“A maioria das cerca de 35 mulheres é formada por adolescentes que querem interromper a gravidez indesejada. Elas contam que conseguiram o abortivo com traficantes, pagando, em média, R$ 50”, ressalta a médica.
"Não suportei a dor e tive que ir ao hospital - B., mulher que usou Cytotec"
Além de pedir atenção maior da polícia, Otávio Leite também promete levar o assunto ao conhecimento do governo federal. “A situação é gravíssima. Esta semana mesmo vou ocupar a tribuna da Câmara para falar sobre isso. As autoridades e a sociedade têm que se mobilizar para impedir o avanço desse absurdo”, afirmou Leite, acrescentando que o Cytotec estaria sendo vendido em favelas de Madureira como Cajueiro, Grota, Serrinha, Congonhas e São José. Nesses locais, o controle do tráfico é dividido entre as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Amigos dos Amigos (ADA).
Em fevereiro do ano passado, policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública iniciaram investigações sobre venda de Cytotec. Na época, durante a Operação Hércules, foram presos 12 integrantes de bando que contrabandeava e vendia anabolizantes e remédios proibidos e falsificados — entre eles o Cytotec — em academias, farmácias e clínicas estéticas. Na ocasião, a polícia obteve pistas de que parte dos medicamentos vendidos ilegalmente tinha sido desviada da rede pública ou roubada de farmácias. Boa quantidade do abortivo foi apreendido.
DESESPERO E DOR
Aos 21 anos, a jovem A. usou Cytotec. Mãe de um menino e sem condições de criar mais um, a jovem conta que comprou o remédio numa favela. “Quando soube que estava grávida, fiquei desesperada. Não tinha dinheiro para fazer o aborto numa clínica. A pessoa que me vendeu explicou que deveria tomar dois e colocar dois na vagina. Foi a pior dor que já senti na vida. Achei que ia morrer”, relata a moça, que depois de passar dias com forte hemorragia foi obrigada a buscar socorro em um hospital público. “Contei que tinha tomado Cytotec porque tive medo de morrer. Tive medo de ser denunciada, mas não podia mentir para o médico”, contou.
Segundo o Ministério da Saúde, por ano cerca de 200 mil mulheres são internadas nos hospitais públicos para se submeter a curetagem pós-aborto. No estado do Rio, 13.342 foram internadas entre janeiro e novembro de 2008.
Quarta causa de morte materna
Chás, sondas, objetos perfurantes e líquidos cáusticos, que na década de 80 eram as ‘técnicas’ mais utilizadas pelas mulheres que se submetiam a abortos, foram substituídas pelo uso do remédio Cytotec nos anos 90, segundo um estudo do Ministério da Saúde.
“Os abortos clandestinos são um problema de saúde pública grave. Essa é quarta causa de morte materna no País — perde apenas para complicações causadas por hipertensão, hemorragias e infecções”, afirma Lena Peres, coordenadora da área de Saúde da Mulher do ministério.
O trabalho, que reuniu pesquisas sobre aborto durante 20 anos no Brasil, mostra ainda que a interrupção da gravidez não é um fenômeno adolescente. “O perfil da mulher que faz aborto é: casada, com idades entre 20 e 30 anos e católica”, afirma. O estudo indica que a compra do abortivo é geralmente feita por um homem.
Estado já é grave ao buscar socorro
O medo de serem descobertas cometendo um crime faz com que muitas mulheres que usam o Cytotec cheguem aos hospitais já em estado grave, depois de perder muito sangue, às vezes por mais de um dia. O problema tem sido constatado no Hospital Geral de Bonsucesso, onde os médicos notaram o aumento de pacientes que recorrem ao método.
“Elas chegam ao hospital com dores e sangramentos intensos. Muitas vezes já em estado grave depois de ter hemorragia por mais de um dia devido ao remédio. Sem dúvida, essa demora para recorrer ao atendimento faz com que aumente o risco”, conta a médica Elisabeth Cristina Maria Teixeira, chefe da obstetrícia no hospital. “Já houve casos de mulheres que chegaram com choque hipovolêmico, resultado de hemorragias intensas, colocando em risco a própria vida”, afirma.
Sem coragem de admitir o uso do Cytotec, muitas relatam que levaram um tombo e perderam o bebê. Em algumas unidades de saúde, fala-se que a paciente é vítima de ‘tombotec’, uma referência ao uso de Cytotec escondido sob a desculpa de um tombo. “Elas não contam, mas o médico, no exame ginecológico, acha o remédio”, diz Elisabeth.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/6/pilulas_para_aborto_em_bocas_de_fumo_15244.html#nogo
***
Comentário
Os traficantes encontraram mais uma maneira de vender drogas, pois que os remédios também são drogas - a diferença está no que é lícito ou ilícito. Sendo proibido, sempre vai aparecer alguém para atender a demanda, seja do que for, independente das razões da proibição, e sempre vai aparecer alguém suficientemente insano ou ingênuo para manter esse famigerado mercado.
O Cytotec, assim como a "pílula do dia seguinte", tem um único fim: dar uma solução rápida e "secreta" para a inconsciência, a falta de amor próprio, a falta de responsabilidade, o descuido consigo mesmo, enfim, a falta de juízo, como diria minha avó.
E o pior é que são justamente os jovens, as jovens mulheres principalmente, que estão consumindo essas drogas; pessoas de quem se espera que seja esperto, atento, antenado... será?
Bjks da Elo
(Eloci Mello é membro da Equipe do CVDEE)
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Comentário - Notícias,
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
A Palavra é sua: Trocando idéia 9 – “Contribuição do Jovem Espírita para o mundo”
Tema para trocarmos idéia: “Contribuição do Jovem Espírita para o mundo”
Continuando a idéia do a palavra é sua, para intercambiarmos conhecimento e entendimento, seguindo a linha do "Projeto Trocando Idéias", da FERGS, só que aqui na net, colocamos nosso quinto tema para trocarmos idéia, ok?! :)
Fica, então, aqui, o espaço para que a juventude comente o tema. E aguardamos vocês aumentarem essa lista, combinado?!
Vocês podem participar de duas formas:
1) Escrevendo pra nós através do email : blogjovem@cvdee.org.br, que receberemos e publicaremos a participação do seu conhecimento, idéia, artigo, etc sobre o assunto;
ou
2) clicando aí embaixo em comentários, e deixando sua participação.
O tema desta semana será:
“Contribuição do Jovem Espírita para o mundo”
Esperamos vocês!
Bjks!
Continuando a idéia do a palavra é sua, para intercambiarmos conhecimento e entendimento, seguindo a linha do "Projeto Trocando Idéias", da FERGS, só que aqui na net, colocamos nosso quinto tema para trocarmos idéia, ok?! :)
Fica, então, aqui, o espaço para que a juventude comente o tema. E aguardamos vocês aumentarem essa lista, combinado?!
Vocês podem participar de duas formas:
1) Escrevendo pra nós através do email : blogjovem@cvdee.org.br, que receberemos e publicaremos a participação do seu conhecimento, idéia, artigo, etc sobre o assunto;
ou
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“Contribuição do Jovem Espírita para o mundo”
Esperamos vocês!
Bjks!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Biografia: José Herculano Pires
Nasceu na antiga Província do Rio Novo, hoje Província de Avaré, Zona Sorocabana.
Filho do farmacêutico José Pires Corrêa e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, Sonhos Azuis (contos) e aos 18 anos o segundo livro Coração (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província, de São Paulo e do Rio.
Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e No Malho. Com Américo de Carvalho, Elias Salomão Farah e Luiz Aguiar (C. César) Duílio Gambini, Djalma Noronha e Raul Osuna Delgado (Avaré) Alfredo Nagib, Hilário Corrêa e Fuad Bunazar (Sorocaba) Benedito Almeida Júnior (Piracicaba) Cerqueira Leite, e Pedro José de Camargo (Itapetininga) fundou a União Artística do Interior, que promoveu dois concursos literários, um de poemas, pela sede da UAI em C. César, e outro de contos, pela Seção de Sorocaba.
Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Nesse tempo já guardava três cadernos de contos e dois originais de romances em sua gaveta. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI.
Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos) onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nchmja Singal, Anathol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou Estradas e Ruas (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Milliet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, O Caminho do Meio, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schmidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos.
Publicou cerca de quarenta livros de Filosofia, Ensaios, História, Psicologia, Parapsicologia e Espiritismo, vários de parceria com Chico Xavier, e está lançando agora a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas Ficção Científica Paranormal. Alega sofre de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tem vocação acadêmica e não segue escolas literárias. Seu único objetivo é comunicar o que acha necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP, publicou uma tese existencial: O Ser e a Serenidade.
Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br/
Filho do farmacêutico José Pires Corrêa e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, Sonhos Azuis (contos) e aos 18 anos o segundo livro Coração (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província, de São Paulo e do Rio.
Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e No Malho. Com Américo de Carvalho, Elias Salomão Farah e Luiz Aguiar (C. César) Duílio Gambini, Djalma Noronha e Raul Osuna Delgado (Avaré) Alfredo Nagib, Hilário Corrêa e Fuad Bunazar (Sorocaba) Benedito Almeida Júnior (Piracicaba) Cerqueira Leite, e Pedro José de Camargo (Itapetininga) fundou a União Artística do Interior, que promoveu dois concursos literários, um de poemas, pela sede da UAI em C. César, e outro de contos, pela Seção de Sorocaba.
Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Nesse tempo já guardava três cadernos de contos e dois originais de romances em sua gaveta. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI.
Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos) onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nchmja Singal, Anathol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou Estradas e Ruas (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Milliet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, O Caminho do Meio, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schmidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos.
Publicou cerca de quarenta livros de Filosofia, Ensaios, História, Psicologia, Parapsicologia e Espiritismo, vários de parceria com Chico Xavier, e está lançando agora a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas Ficção Científica Paranormal. Alega sofre de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tem vocação acadêmica e não segue escolas literárias. Seu único objetivo é comunicar o que acha necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP, publicou uma tese existencial: O Ser e a Serenidade.
Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br/
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