quarta-feira, 3 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
Charlie Charlie: o perigo por trás da ignorancia.
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Espiritismo da depressão |
Aqui vamos trazer algumas informações sobre a brincadeira Charlie
Charlie que tem ganhado repercussão nas redes sociais e chamado a
atenção de jovens do mundo inteiro, os mesmos pontos valem para a
brincadeira do copo, compasso e afins:
1) Brincadeira de pura curiosidade sem fins morais e realizada sem preparo algum
2) Sabemos que os espíritos mais evoluídos trabalham incessantemente, eles não PERDEM TEMPO respondendo perguntas sem finalidade.
3) Os espíritos que se envolvem nesse tipo de brincadeira são zombeteiros e não estão nem ai pela segurança de quem participa
4) Abrem se portas para obsessões de todos os tipos
5) Quer ser médium? Top! Procure uma casa espírita, participe dos
cursos propostos, estude sobre mediunidade, tenha dentro de vc um
sentimento de caridade para utilizar a mediunidade somente como forma de
ajuda ao próximo dai sim, participe de reuniões mediúnicas dentro da
sua casa espírita.
Ser espírita não é brincar com evocação de espíritos, isso só trará consequências ruins para quem faz. Vamos lá galera disseminar essa informação para quem não conhece.
Se vc quer saber mais sobre o assunto indicamos o livro: Copos que andam:
http://api.ning.com/…/HYgRmBh157r8xEAGb5z…/CoposqueAndam.pdf
http://api.ning.com/…/HYgRmBh157r8xEAGb5z…/CoposqueAndam.pdf
Fonte: Espiritismo da depressão
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Informativos Legais,
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Entrevista: A vontade de Deus e a vontade de Jesus - José Raul Teixeira
P - No Evangelho de Lucas, capítulo 22,
versículo 42, Jesus diz: “Pai, não se faça a minha vontade, mas a Tua.”
Existe diferença entre a vontade divina e a vontade de Jesus? Como
entender estas palavras de Jesus?
R - A questão é que Jesus sempre disse que viera para cumprir a vontade de Deus. Na medida em que o espírito vai evoluindo a sua vontade vai se ajustando cada vez mais à vontade do Criador. Nada obstante, temos a nossa individualidade. Os espíritos superiores não são iguais, são similares, porque estão todos olhando para o mesmo fanal que é o Criador. Estão todos se dirigindo para o mesmo pólo que é Deus. No entanto, cada qual escolhe a sua trilha. Um anjo escolhe servir a humanidade, outro escolhe servir o reino vegetal, outro quer servir o reino mineral, e por aí afora. Uns querem lidar com os espíritos na faixa infantil da humanidade, outros se ocupam dos espíritos saindo do corpo na velhice, então todos os espíritos estão buscando o bem, se dirigindo a Deus, mas por estradas próprias. Cada qual mantém a sua sensibilidade. Não são todos os anjos que têm sensibilidades para as mesmas coisas e queiram fazer as mesmas coisas, embora possam. Você pode cantar, dançar e tudo mais, mas escolhe escrever. O fato de Jesus ter pedido a Deus para que se fizesse a vontade superior é porque por mais que um espírito seja avançado, a vontade do Pai Celeste ainda será mais perfeita que a sua, porque a perfeição absoluta está em Deus.
(Extraído do Jornal Evangelho e Ação - www.feig.org.br/)
R - A questão é que Jesus sempre disse que viera para cumprir a vontade de Deus. Na medida em que o espírito vai evoluindo a sua vontade vai se ajustando cada vez mais à vontade do Criador. Nada obstante, temos a nossa individualidade. Os espíritos superiores não são iguais, são similares, porque estão todos olhando para o mesmo fanal que é o Criador. Estão todos se dirigindo para o mesmo pólo que é Deus. No entanto, cada qual escolhe a sua trilha. Um anjo escolhe servir a humanidade, outro escolhe servir o reino vegetal, outro quer servir o reino mineral, e por aí afora. Uns querem lidar com os espíritos na faixa infantil da humanidade, outros se ocupam dos espíritos saindo do corpo na velhice, então todos os espíritos estão buscando o bem, se dirigindo a Deus, mas por estradas próprias. Cada qual mantém a sua sensibilidade. Não são todos os anjos que têm sensibilidades para as mesmas coisas e queiram fazer as mesmas coisas, embora possam. Você pode cantar, dançar e tudo mais, mas escolhe escrever. O fato de Jesus ter pedido a Deus para que se fizesse a vontade superior é porque por mais que um espírito seja avançado, a vontade do Pai Celeste ainda será mais perfeita que a sua, porque a perfeição absoluta está em Deus.
(Extraído do Jornal Evangelho e Ação - www.feig.org.br/)
domingo, 31 de maio de 2015
A timidez dos bons e a ousadia dos maus
- Por que, neste mundo, os maus exercem geralmente maior influência sobre os bons?- Pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos; os bons são tímidos. Estes, quando o quiserem, assumirão a preponderância.” ( Questão 932, de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec).
Ser ousado, aguerrido, atrevido mesmo, não significa insuflar a violência, mas ter a coragem e o arrojo de defender, com bravura e interesse, aquilo que é nobre, digno e ético.
Não se pode deixar o mal prosperar nos espaços deixados pela timidez que domina os homens de bem. A criatura humana, além de ser boa ainda é indispensável que seja justa. Calar quando se deve falar, esconder quando se deve apresentar, omitir quando se deve participar, obviamente são práticas que em nada contribuem para a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e humana.
Os maus são ousados, pois que não temem pela reputação, pela probidade, nem se preocupam com a indignação ou opinião das pessoas, são maus e pronto. Fazem barulho, assustam, destroem, e, no momento da perversidade, anestesiados pelo desequilíbrio, a consciência de nada os acusam, por isso são atrevidos e atuam nos espaços onde os bons deveriam estar, ostentando a bandeira da decência, da honestidade e da fraternidade.
Os bons precisam estar presentes em todos os segmentos sociais; na escola do filho, na associação de bairro, no grêmio estudantil, na associação filantrópica e assistencial, na política, na organização trabalhista, na organização patronal, nas decisões que interessam a comunidade em que vive... enfim, tem que participar, pois se não se apresentarem para a ocupação dos espaços que são seus, sem dúvida, virão os maus e, sem cerimonia, ocuparão as cadeiras vazias e farão o estrago que já é do conhecimento geral.
Então, não basta criticar, reclamar, gritar por um mundo mais decente, ordeiro e próspero, imperioso se torna a participação para que tais conquistas cheguem mais depressa e sem tanto sofrimento.
Para tanto não será preciso ser expoentes da cultura, da força, da intelectualidade, da fortuna, da virtude, do desprendimento, da caridade, mas sim será preciso, e muito, é de boa vontade e uma hercúlea dose de esforços. Isso, obviamente, está ao alcance de todos... basta querer.
Sem nenhuma violência, quando os maus perceberam que os espaços estão sendo preenchidos pela ousadia e coragem dos bons, baterão em retirada, por falta de opção e oportunidade, dai em diante será erguido, com segurança, o edifício da paz e da serenidade que tanto desejamos.
Observemos, então, qual o espaço que nos pertence, na ordem do progresso e ocupemos a nossa cadeira...
W. A. CUIN - Portal das Mocidades Espíritas
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