terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Anotações de O E.S.E: CAP. XIV: Honrar a vosso pai e a vossa mãe

E.S.E. – CAP. XIV: Honrar a vosso pai e a vossa mãe

> Texto E.S.E
> comentários:
> 3 são os títulos que nesse capítulo se instrui: piedade filial, parentela corporal e espiritual e a ingratidão dos filhos e os laços de família.

a) A Piedade filial : o que seria?

A piedade filial encerra todo o dever dos filhos em relação aos pais e se exprime pelo amor, respeito, amparo, obediência e tolerância para com eles, independente de terem ou não cumprido os seus deveres, como pais.
Ele encerra toda a obrigação dos filhos perante os pais, traduzida pelo amor, respeito, atenção, submissão e condescendência para com eles.É o dever da piedade filial.
Honrar pai e mãe é respeitá-los, assisti-los na necessidade, proporcionar-lhes repouso na velhice e cercá-los de todos os cuidados.
É a obrigação incondicional que temos, perante nossos pais, de cumprir para com ele os deveres impostos pela lei de caridade e amor, de modo mais rigoroso que o demonstrado ao próximo em geral.
"O termo "honrai" encerra um dever a mais para com eles: o da piedade filial."
Nossos pais são nossos irmãos a quem Deus nos confiou, nesta existência terrena, como responsáveis importantes da nossa atual fase evolutiva.
A família é um cadinho de purificação onde aprendemos a legítima fraternidade.
Para colocar em papo: é fácil – temos os pais perfeitos sob o ponto de vista de nossos olhos e sentimentos imperfeitos e materiais – a convivência é tranqüila –

_ aí entramos na segunda questão que vem nos elucidar a questão dessa facilidade ou dificuldade que temos em lidar com nossos pais e familiares; que é a questão da parentela corporal e da parentela espiritual. (fantásticos Espíritos que colocaram na seqüência explicativa e esclarecedora para nós)

b) A parentela corporal e a parentela espiritual:

Os verdadeiros laços de família são os espirituais, não os da consangüinidade, uma vez que são os espíritos que se amam ou se odeiam e não os corpos que, temporariamente, habitam. Assim, a nossa família é o ambiente de purificação, para onde somos atraídos pelos laços estabelecidos em existências anteriores.
A família espiritual é a verdadeira família, aquela que traduz a afinidade entre os espíritos. A família corporal é aquela tradicional, feito de pai, mãe, ou seja, dos membros da célula considerada máter da sociedade.
Na parentela corporal, geralmente, estão envolvidos espíritos que necessitam de algum reajuste mútuo, no que diz respeito à Lei de Causa e Efeito. Isto é, geralmente é na família que se reúnem espíritos que, um dia, ou foram inimigos, ou desafetos, marcando assim a sua passagem pela Terra com a convivência com quem nem sempre lhe é agradável. Com o Espiritismo, sabemos que precisamos aproveitar a oportunidade na vida familiar para transformar os laços de parentela apenas corporal em parentela espiritual, aumentando assim a nossa família espiritual.
Os pais fornecem ao filho apenas o invólucro corporal, uma vez que o espírito já existia antes da formação do corpo. Se estão unidos, é em razão dos laços de simpatia ou de antipatia que já existia anteriormente ao reencarne.
"O corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito."
"Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais."
A corporal é aquela constituída pelos laços frágeis da consangüinidade e da matéria, que se extinguem com o tempo e, muitas vezes, dissolvem moralmente já na existência atual; a espiritual é aquela caracterizada pelos laços espirituais, fortalecida pela purificação, e se perpetua no mundo dos espíritos.

_ comentários:

- O núcleo familiar que integraremos quando encarnados é constituído ainda no plano espiritual. A formação da família começa a ser projetada quando os espíritos que a comporão se encontram no mundo dos espíritos, preparando-se para a reencarnação. Os espíritos reunidos num mesmo ambiente familiar, geralmente, têm alguma vinculação entre si, quer pelos laços de amor, quer pela necessidade de se reajustarem. São espíritos ligados por laços afetivos, devedores em resgate de antigos compromissos, desafetos do passado, companheiros de erros praticados em experiências pretéritas, enfim, alguma vinculação geralmente há que motive a formação do grupo familiar. É, dessa forma, o lugar onde se dá esse reencontro de espíritos, que estarão reiniciando novas experiências com vistas às suas evoluções.
Portanto, ninguém evolui sozinho. A evolução do espírito é feita junto aos que lhe são afins, uns colaborando com o progresso dos outros e todos iluminados pelo farol amoroso do Cristo. Os espíritos evoluem em grupos que se formam por afinidades. Prosseguem juntos a caminhada. Como as famílias na Terra, em sua maioria, representam reencontros de espíritos para os devidos reajustes necessários à evolução de ambos, daí as dificuldades de convivência que assistimos freqüentemente. Encontrando-se, eles se reconhecerão, embora inconscientemente, pois o esquecimento do passado não permite que essa lembrança aflore de maneira consciente nestes espíritos e, então, as dificuldades de convivência começam a surgir. Todas essas experiências são oportunidades de honrar os compromissos assumidos junto àqueles com quem, por um ou outro motivo, estamos de há muito ligados.

- a parentela corporal é aquela formada pelos laços de sangue, que não criam, necessariamente, vínculos entre os espíritos. Como ensinou Jesus, "o corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito". Os que encarnam numa mesma família, muitas das vezes, são realmente espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações, que se expressam por uma afeição recíproca na vida terrena. Entretanto, esta não é uma regra absoluta, pois também pode acontecer que espíritos completamente estranhos uns aos outros ou mesmo afastados entre si por antipatias anteriores, encarnem no mesmo ambiente familiar, que lhes serve de provação. A parentela espiritual é formada por espíritos simpáticos, que comungam das mesmas idéias. Encontram-se ligados desde antes da encarnação e assim permanecem após a morte do corpo físico. Os laços entre eles não são os da consangüinidade, mas os do espírito. Durante a encarnação, mesmo em famílias corporais distintas, podem buscar-se e atrair-se mutuamente, enquanto que parentes consangüíneos, que não cultivam laços espirituais, podem se repelir.

- todos somos responsáveis pelo destino dos que nos são afins. os espíritos evoluem em grupos que se formam por afinidade. Há uma responsabilidade solidária pela evolução de todos.


c) a ingratidão dos filhos e os laços de família:

A ingratidão dos filhos para com os pais não é fruto do acaso, mas conseqüências de dissensões e ódios em vidas anteriores, que devem ser superados na presente encarnação, pelo exercício do amor e do perdão, entre os membros da família terrena. Desprezar esta oportunidade significa transferir, para encarnações futuras, dificuldades que nesta poderiam ser superadas.

- é fácil superar antipatias – sentimentos de dubiedade com relação à maior ou menor afeição que sentimos...?

(Reflexões e estudos feitos na sala Espiritismo Net Jovem, no paltalk)

Em Fevereiro - sala Espiritismo Net Jovem - 6as-feiras: 21h - no paltalk



Dia: 06/02/2009
Tema Atual: Função social do jovem no mundo
Facilitadora: Wania Flintz
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Dia: 13/02/2009
Tema LE 045: Cap. VII – Simpatias e antipatias terrenas
Facilitador: Sergio Rodrigues
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Dia: 20/02/2009
Tema ESE 045: Cap. XXVIII – Coletânea de preces espíritas
Facilitador: Lúcio Flávio
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Dia: 27/02/2009
Tema CI 002: Parte 1ª, Cap. I – O futuro e o nada
Facilitadores: Iyanla Luiza e Lúcio Flávio

Mural Reflexivo: Lei do Caminhão de Lixo

Lei do Caminhão de Lixo


Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saiu do estacionamento na nossa frente.

O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.

O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: "Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!"

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Tenha um bom dia, livre de lixo!
(Autor desconhecido)

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Para refletirmos:

Falamos de nossos pensamentos, atitudes e sentimentos, da reforma íntima... E, ao lermos essa historinha simples, corriqueira (sempre acontece disso, né mesmo?!) , quantas reflexões podemos fazer...
Algumas que nos passaram pela mente:
A quantas anda o meu sentir, o meu pensar e o meu agir?!
Como anda, dentro de mim, o conhecimento do “Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”?
A que tipo de influência, sintonia e vibração venho me deixando levar? Ou será que já consigo dar uma paradinha e me segurar para não deixar que "lixos emocionais" existam em mim?
E o meu melidre?! A quantas anda?!
Ando exercitando a paciência, a compreensão e a indulgência?!
Ulalah! Muitas questões, não é mesmo?! Aliás, colocamos só questões, sem falar em respostas...
Pensar nelas é um exercício bem legal, mas vigiar nossas atitudes é um exercício muiiiito melhor, embora mais difícil, mas não impossível de fazermos e devemos começar de agora.
Sabemos que somos herdeiros do legado divino e isso nos faz também responsáveis em vivencia-los em nosso dia-a-dia, em todas as oportunidades que temos para praticar aquilo de que já somos dententores.
Afinal , se já compreendemos que somos espíritos em processo evolutivo para o aperfeiçoamento, se temos conosco o modelo maior de Amor, que é Jesus, e nele acreditamos, mesmo que ainda não consigamos nos remodelar, nos transformar de forma imediata, o caminho é o nosso esforço em promover em nós as transformações necessárias para que alcancemos a perfeição que buscamos, enquanto espíritos imortais que somos.
Ah! A nossa tão falada reforma moral, mais falada do que trabalhada...
E a mensagem nos fez refletir sobre isso: sobre as nossas atitudes cotidianas, a nosso olhar para nós mesmos e o nosso olhar para com o outro... E... eis que mais indagações surgem para podermos refletir:
Como será que andamos com nossos sentimentos, emoções e atitudes diárias?!
Será que ainda olhamos com um olhar diferenciado para os nossos familiares , amigos , vizinhos e inimigos? Será que os vemos como realmente nossos irmãos e no mesmo processo de aperfeiçoamento que nós?
Como anda nosso trabalho interno quanto a julgarmos e criticarmos?
Será que estamos exercitando a nossa tolerância?
Será que já começamos a despertar e entendemos em nós, de verdade, a caridade, a generosidade, a fraternidade?
Será que já temos, de verdade também, atitudes que o conhecimento e o ser espírita nos proporciona?
E a brandura , a moderação , a afabilidade e a paciência nas nossas relações? A quantas andam?
Pois é... A escolha em vivermos e sermos participantes ativos na construção de um mundo melhor, de mais harmonia, de mais paz e de mais amor, está em nossas mãos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pergunta Feita: Dúvidas sobre centro espírita

Pergunta Feita:


Se eu frequentar um centro espírita que é umbanda , to começando para o lado errado ?

(M. – 24 anos)


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Resposta Dada:


Cara, M.

Que Jesus esteja conosco hoje e sempre, e que estejamos nós receptivos à Sua Luz e Amor através do bem que praticamos.

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Façamos juntas uma leitura sobre o que seja o Espiritismo e a Umbanda, para que possamos saber a diferença entre as duas.

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Vale a pena lembrar que o Espiritismo surgiu na França, a partir da publicação de "O Livro dos Espíritos" em 18 de abril de 1857, sem nenhuma ligação com as religiões afro-brasileiras que tiveram seu início no século XVI, com a vinda dos escravos africanos para o Brasil colonial. A Umbanda, particularmente, sofreu forte sincretismo (mistura) com o Catolicismo. Isso aconteceu porque os escravos foram obrigados a trocarem suas divindades cultuadas na África pelos Santos da Igreja Católica. Por isso, é que nos Centros Umbandistas as imagens de São Jorge são cultuadas como Ogum, as de São Sebastião como Oxossi, e por aí adiante. Além dos rituais, temos os altares, cânticos, vestimentas, bebidas, incenso, velas, oferendas, danças, músicas, riscadura de pontos, fumo, etc.

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Já o Espiritismo, este não tem nenhuma forma de cultos exteriores, já que ele veio explicar o Cristianismo à Luz da Ciência. A falta de conhecimento e de aprofundamento da Doutrina Espírita é que nos leva a confusões e informações equivocadas quanto às religiões afro-brasileiros. Vale explicar que quando mostramos as diferenças entre Espiritismo e Umbanda, não temos a pretensão de denegrir o trabalho umbandista, pelo contrário, ele tem seu valor, suas tradições e objetivos. Queremos apenas deixar claro o que é Doutrina Espírita e o que não é.

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Muitos insistem em confundir a Umbanda com o Espiritismo não só por ambas terem o fenômeno mediúnico, mas principalmente incentivados pelos próprios umbandistas que, por falta de conhecimento da origem do termo "espírita", colocam o nome de Centro Espírita em seus terreiros de umbanda e se chamam de espíritas.

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Traremos também a diferença dos termos Espírita/Espiritismo e Espiritualista/Espiritualismo:

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Os termos Espírita e Espiritismo foram criados em 1857 na França para dar nome à doutrina codificada por Allan Kardec e diferenciá-la de todas as outras práticas espiritualistas. Também não existe "Espiritismo Kardecista", "baixo Espiritismo", "alto Espiritismo", "Espiritismo de mesa branca", "Espiritismo de terceiro", etc, pois Espiritismo, por si mesmo, é o nome dado por Kardec à doutrina por ele codificada, recebida de vários Espíritos Superiores no século passado. Caracteriza-se por um conjunto de princípios de ordem científica, filosófica e religiosa, que objetiva o progresso espiritual do homem, com a implantação da fraternidade entre todas as criaturas na Terra. O correto é chamar-se a Doutrina Espírita somente de "Espiritismo" e as outras doutrinas que compartilham da crença na sobrevivência da alma de doutrinas Espiritualistas. Portanto, Espiritualismo é a crença que tem como base a existência da alma e de Deus, seja católico, protestante, espírita, budista, umbandista, todos são espiritualistas. Mesmo com diferenças, crêem na sobrevivência do espírito após a morte. Já Espiritismo "é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal." Allan Kardec

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(O que é o Espiritismo - Preâmbulo). "Ele realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança." Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo - cap. VI - 4). O Espiritismo revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida. Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.

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Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.

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Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.

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De qualquer forma, cara M., é impossível todos fazermos parte de uma mesma religião. Vivemos num mundo onde o pensamento é heterogêneo, os costumes se divergem e nossos atavismos influenciam na escolha da religião.

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Jesus disse: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus". Jamais ele falou siga esta ou aquela religião para entrar no céu. O "Caminho da salvação", como dizia o Mestre, está na prática do bem, na obediência das leis morais (ser honesto, não adulterar, respeitar o semelhante, amar a Deus ou as coisas espirituais acima da vida material), que estão contidas nos mandamentos de Deus. Toda religião que busca ensinar ao homem práticas ativas de interesse belo bem-estar coletivo, onde não existam os interesses humanos em detrimento dos espirituais, prestando um bom serviço à sociedade ou ao homem como espírito imortal, com certeza estará cumprindo com seu dever de espiritualizar a humanidade e estará seguindo os desígnios de Deus.

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Lembremo-nos sempre que "Fora da Caridade não há salvação" e que com certeza o respeito mútuo entre os adeptos das varias religiões, inclusive o respeito por seus pontos de vistas diferentes sobre os mesmos assuntos, faz necessariamente parte da caridade.

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No site http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do?select_action=&co_autor=10314 você encontrará vídeos que serão bastante esclarecedores para você.

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Assista nesta ordem:

- Por que Espiritismo?
- A Filosofia Espírita
- A Moral Espírita
- A Prática Espírita
- O Fenômeno Mediúnico
- Sobre a Morte e o Morrer
- Reencarnação

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M., a melhor forma para conhecer as religiões de seu interesse é comparecer à instituição e observar o trabalho. Informe-se com os atendentes sobre horário, literatura e atividades que realizam. A partir daí, terá a possibilidade de tomar a decisão para aquela com a qual mais se afinize.

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Estamos à disposição para auxiliar no que for necessário e conte sempre conosco.
Muita paz em seu coração.

Fernanda

Equipe Net Jovem
Dúvidas e Sugestões:
www.cvdee.org.br/netjovem.asp

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Oferecemos o convite para participar dos nossos estudos na Internet. Conheça o Paltalk: http://www.celd.org.br/celd_paltalk.php.

No Paltalk: categoria "Central & South America" - subcategoria "Brazil", sala Espiritismo Net Jovem - Todas às sextas-feiras, 21h.

Resumo básico: O Livro dos Espíritos



Publicado em 18 de abril de 1857

Este é o livro básico da Filosofia Espírita. Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns. Seu conteúdo é apresentado em 4 partes. Das causas primárias. Do mundo espírita ou dos espíritos. Das Leis Morais e das esperanças e consolações.

Eis alguns dos assuntos de que trata: prova da existência de Deus, Espírito e Matéria, formação dos mundos e dos seres vivos, povoamento da Terra, pluralidade dos mundos, origem e natureza dos Espíritos, perispírito, objetivos da encarnação, sexo dos Espíritos, percepções, sensações e sofrimentos dos Espíritos, aborto, sono e sonhos, influência do Espíritos nos acontecimentos da vida, pressentimento, Espíritos protetores e outros temas de real interesse ao homem atual.

Na parte relativa às Leis Morais, os temas versam sobre o bem e o mal, a prece, necessidade de trabalho, casamento, celibato, necessário e supérfluo, pena de morte, influência do Espiritismo no Progresso da Humanidade, desigualdades sociais, igualdade de direitos do homem e da mulher, livre-arbítrio e conhecimento de si mesmo.

E, finalmente, na última parte, refere-se aos temas: perdas de entes queridos, temor da morte, suicídio, natureza das penas e gozos futuros, Paraíso, Inferno e Purgatório.

É um livro que abre novas perspectivas ao homem, pela interpretação que dá aos diversos aspectos da vida, sob o prisma das Leis Divinas, da existência e sobrevivência do Espírito e sua evolução natural e permanente, através de reencarnações sucessivas.

Seus ensinamentos conduzem o homem atual à redescoberta de si mesmo, no campo do espírito, fornecendo-lhes recursos para que compreenda, sem mistério, que é, de onde veio e para onde vai.


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Vamos ler e estudá-lo?!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

É melhor casar ou morar junto?


É melhor casar ou morar junto?



Sabe quando já não faz mais sentido cada um no seu canto, mas vocês não sabem bem o que fazer? Morar juntos ou casar? Nos dias de hoje, a dúvida pode soar um tanto quanto careta, mas entender bem a diferença entre as situações pode ajudar você a não cair em uma enrascada.



"Na prática, não há diferença entre estar casado e morar junto. Mas algumas pessoas podem não se sentir casadas quando apenas moram juntos, e isso fica no inconsciente", comenta a psicóloga Marina Vasconcellos. O importante é que os dois estejam cientes e satisfeitos com a situação, independentemente se moram juntos ou se houve a troca de alianças.



Segundo a terapeuta sexual Cláudya Toledo, a mulher tende a se sentir menos amada quando não há um marco que sele a união. "A mulher se sente amada quando é pedida em casamento e isso faz com que ela tenha mais facilidade para engravidar e para se sentir à vontade com a relação. Ela fica mais segura", conta.



Cláudya comenta ainda que a mulher pode sentir dúvida sobre as intenções do homem quando não há um marco de início da relação. "O casamento não é um papel, não é somente aquela idéia tradicional de noiva e união civil. Ele é uma união que tem que ser clara, com um marco de inicial. Aí o casal pode organizar suas vidas juntos, sem dúvidas".



A publicitária Juliana Gontad, 26 anos, mora com o namorado Rogério Mendes, 33 anos, a pouco mais de um ano. O casal, que está junto há seis anos, resolveu unir as "trouxas" depois de uma conversa a dois. "Tudo melhorou. A cumplicidade aumenta muito, o que torna a relação mais intensa", comenta Juliana. Para ela, não há diferença de comprometimento entre morar junto e casamento. "Talvez um dia a gente efetive a união por motivos burocráticos, dizem que em algumas situações é vantagem estar casado no papel. Mas seria só por isso", completa.



Ao contrário de Juliana, alguns casais não conseguem encontrar uma sintonia quando não há uma união efetiva. Segundo Cláudya, quando as duas partes não se sentem verdadeiramente entregues na relação, alguns probleminhas podem surgir. O homem, por exemplo, tende a não planejar sua vida com aquela parceira - o que resulta em uma não tão bem sucedida carreira profissional, já que ele não se vê como o "homem da casa". "Já a mulher não consegue investir tanta energia nesse parceiro. Ela pode se negar a ir a uma festa da empresa dele, por exemplo, por não se sentir a esposa", complementa.



Adepta do estilo mais tradicional, a fisioterapeuta Mônica Medeiros Silva Reina, 30 anos, achou que o melhor seria se o casamento fosse oficializado e as alianças trocadas. "Quando não há compromisso oficializado, o casal se separa com mais facilidade em momentos de briga. É mais fácil abrir mão e voltar para a casa dos pais", explica.



Casada há três anos com o fisioterapeuta Leandro de Souza Reina, 30 anos, ela também passou pela experiência de dividir o mesmo teto sem compromisso. "Foram três anos de ‘panos de bunda juntos’", brinca. Se a experiência foi válida? "O relacionamento ficou mais sério, mas só não nos casamos antes por falta de dinheiro. Mesmo porque, esse sempre foi nosso desejo".



Para quem se sente incomodada em apenas morar junto e sonha com um casamento, tradicional ou não, vale a dica da terapeuta Cláudya. "Se o morar junto for um teste para descobrir se o casal dá certo, coloque um limite de tempo para isso. Mas é importante frisar que para a mulher é bastante dolorido o fato de estar ‘sendo testada’. Isso pode causar uma angustia que acaba deixando-a menos amorosa no relacionamento", finaliza.


Matéria publicada no Portal Terra.



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Comentário:



Casar ou morar juntos?



"A não ser o que procede de Deus, nada é imutável no mundo. Tudo o que procede do homem está sujeito a mudanças. As leis da natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países; as leis humanas, porém, modificam-se segundo os tempos, os lugares, e o desenvolvimento intelectual. No casamento, o que é de ordem divina é a união conjugal, para que se opere a renovação dos seres que morrem. Mas as condições que regulam essa união são de tal maneira humanas, que não há em todo o mundo, e mesmo na cristandade, dois países em que elas sejam absolutamente iguais, e não há mesmo um só em que elas não tenham sofrido modificações através dos tempos. Resulta desse fato que, perante a lei civil, o que é legítimo num país e em certa época, torna-se adultério noutro país e noutro tempo. Isso porque a lei civil tem por fim regular os interesses familiais, e esses interesses variam segundo os costumes e as necessidades locais. É assim, por exemplo, que em certos países o casamento religioso é o único legítimo, enquanto em outros o casamento civil é suficiente." O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec.



O importante realmente é a união conjugal, a forma como ela irá ocorrer é uma escolha nossa, dependendo da época e do lugar onde reencarnamos. Hoje em dia, muito casais optam por morarem juntos apenas, e os motivos são os mais variados possíveis. Alguns, psicologicamente, não querem assumir compromissos, desta forma não assumem papéis de esposo ou esposa; outros, inseguros e desacreditados no amor, já planejam a melhor forma de realizar a separação, de forma rápida e o menos dolorosa possível, são como aqueles que vão ao cinema e logo querem saber onde é a saída; há aqueles que o fazem, porque acreditam que casar é muito caro, não conseguem dissociar a união do cerimonial religioso; outros, desumanamente, o fazem para testar o companheiro ou companheira, como o fariam num test drive; mas há um grupo de pessoas que decide apenas morar junto, porque o sentimento que envolve e alicerça a relação é seu aspecto mais importante; o papel, a cerimônia, as convenções sociais, tudo isso pode ser feito ou não, pouco lhes importa, o essencial é estarem unidos, constituírem uma família e se dedicarem uns aos outros o máximo possível.



Todo movimento existente faz parte de um progresso universal, que muitas vezes nos escapam da compreensão. Se todo movimento é progressivo, como compreender o progresso existente nestas mudanças de nossos costumes quanto às uniões conjugais? A resposta pode ser encontrada na Revista Espírita:



"Toda lei, no momento em que é feita, tem sua razão de ser e sua utilidade, mas pode ser que, boa hoje, não o seja mais amanhã. No estado de nossos costumes, de nossas exigências sociais, o casamento tem necessidade de ser regulado pela lei, e a prova de que essa lei não é absoluta, é que ela não é a mesma em todos os países civilizados. É, pois, permitido pensar que, nos mundos superiores, onde não há mais os mesmos interesses materiais a salvaguardar, onde o mal não existe, quer dizer, de onde os maus Espíritos encarnados estão excluídos, onde, conseqüentemente, as uniões são o resultado da simpatia e não de um cálculo, as condições devem ser diferentes; mas o que é bom neles poderia ser mau em nós." Revista Espírita, 1862, Allan Kardec.



A Terra está em seu progresso natural a fim de tornar-se um mundo regenerador. Sendo um mundo de provas e expiações, a Terra serve de lugar de exílio para espíritos rebeldes à lei de Deus, estes precisam ser educados, precisam de normas e leis que sejam úteis a este fim. Um mundo regenerador serve de transição entre os mundos de expiação e os mundos felizes; nestes mundos, os espíritos ainda precisam aprender muito, mas já não possuem tanta rebeldia. Nestes mundos, não é necessário leis e normas tão rígidas.



É este o progresso que podemos ver no casamento. Nós estamos lentamente aprendendo que para uma união amorosa ocorrer não são necessárias leis, normas, convenções, cerimônias, que esta relação é uma união de dois espíritos com um objetivo em comum, vivenciando virtudes como a paciência, a tolerância, a indulgência, a caridade, etc, para esta união se fortalecer nos sentimentos de amor, respeito e fraternidade. Esta aprendizagem é lenta, e muitos cometerão erros, equívocos e desta forma aprenderão.



(Claudia Cardamone é psicóloga e espírita. É membro da Equipe Espiritismo.net, atuando nas áreas de atendimento fraterno e notícias.)

Se Liga: Campanha "Em defesa da Vida! Aborto, não." (Continua valendo)


Campanha "Em defesa da Vida"

São Paulo, SP, com informações da "Comissão Em defesa do Vida! Aborto, não", 23/05/2006

A Campanha "Em defesa da Vida! Aborto, não." continua ativa e cada vez mais contando com a participação de vários segmentos da sociedade, além dos espíritas.

Os abaixo-assinados contra a legalização do aborto no Brasil continuam chegando de toda parte. Estamos unidos em defesa da vida! As cidades realizam eventos, palestras e debates.

Um pouco da história

Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei nº 1135/91, que, com substitutivo, pretende liberar no Brasil o aborto desde o início da gestação até o momento do parto. O SUS- Sistema Único de Saúde será obrigado a realizar este ato contra a vida, se a paciente quiser, por qualquer motivo fútil. Por proposta da USE- Distrital Centro, o Conselho Deliberativo Estadual da USE aprovou o movimento de captação de assinaturas contra o projeto de lei, para ser entregue à Câmara dos Deputados; nesta mesma reunião foi constituída uma comissão formada por Marilia de Castro (coordenação), Fernando de Oliveira Porto, Helena Delphino Bragatto, Julia Nezu, Paulo Ribeiro e Sergio Ruys Piovezam.

O projeto de lei na Câmara– No final do ano passado o projeto estava prestes a ser aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família. Os deputados, contrários à descriminalização do aborto, formaram a Frente Parlamentar em defesa da Vida. Aborto, não. presidida pelo espírita baiano Deputado Luiz Bassuma. Esta Frente, que reúne dezenas de deputados federais de diferentes religiões, juntamente com a sociedade civil conseguiram pressionar para não votação do PL. Em 2006, continua a mobilização, que não pode diminuir a sua intensidade.

Seguem algumas formas de participação:

-Abaixo-assinado: divulgar o documento anexo e coletar as assinaturas. O abaixo-assinado pode ser obtido aqui. Depois de preenchido deverá ser remetido à sede da USE, na rua Dr. Gabriel Piza, 433, Santana, CEP 02036-011, São Paulo, SP;

-Mensagens aos deputados: individualmente, encaminhar mensagens contra a legalização do aborto no Brasil aos deputados federais membros da Comissão de Seguridade Social e Família. O endereço da Câmara dos Deputados é Praça dos Três Poderes, Brasília, DF, CEP 70160-900, e a relação dos deputados (com seus endereços eletrônicos e outras informações) está aqui;

-Eventos no Movimento Espírita: promover encontros, palestras e debates no Centro Espírita e nos órgãos de unificação informando sobre o Projeto de lei, divulgando a fundamentação jurídica e científica dos que defendem a vida, juntamente com a visão espírita sobre tema tão relevante.

-Eventos Externos: Promover atos ecumênicos ou inter-religiosos em defesa da vida contra o aborto. Alguns órgãos da USE já estão realizando estes eventos com muito êxito.

Lembramos a questão nº 932 de O Livro dos Espíritos:

Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons? É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.