"Poucos anos antes do advento de
Allan Kardec, como missionário da terceira revelação, surgiram em Hydesville, um
vilarejo típico do Estado de Nova York, as três irmãs Fox, que, no dia 31 de
março de 1848, inauguraram um método de comunicação inteligente com o mundo
invisível."
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Ideia Fixa
Falar sobre o tema Ideia Fixa.
Para falarmos sobre ideia fixa, vamos primeiro
definir o que seja ideia: No livro Vozes do Grande Além, cap. 20 temos: "A ideia
é um elemento vivo, de curta ou longa duração que exteriorizamos de nossa alma e
que, exprimindo criação nossa, forma acontencimentos e realizações, atitudes e
circunstancias que nos ajudam ou desajudam, conforme a natureza que venhamos a
imprimir. Força atuante - opera em nosso caminho, enquanto lhe asseguramos o
movimento. Raio Criador - estabelece atos e fatos, em nosso campo de ação,
enquanto lhe garantimos o impulso. Expressa flor ou espinho, pão ou pedra, asa
ou algema, que arremessamos na mente alheia e que retornarão, inevitavelmente
até nós, trazendo o perfume ou chaga, suplicio ou alimento, cadeia ou
liberdade." Assim vemos que, ligada ao pensamento, a ideia é uma emanaçao nossa.
Pode ser boa ou ruim...depende da natureza de nossos pensamentos ou projetar
esta ideia. A ideia fixa é uma criaçao permanente e constante, e fixada num
unico ponto, sem observar o em torno. Deixamos de ter ai o pensamento dinamico e
passamos a ter um pensamento em apenas uma coisa ou um fato, persistentemente. A
ideia fixa está muito ligada a processos obsessivos, e funcionam de certa forma
como uma tecnica de hipnose, praticada pelos obsessores. Termos ideiais é sempre
bom, mas a ideia fixa produz um aprisionamento do ser.
(fonte: CVDEE)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Qual sua opinião? - Preconceito
Vimos a seguinte manifestação e, a partir dela, gostaríamos que vcs nos escrevessem sobre de que forma encaram o preconceito.
Esperamos por vcs! (:
Beijos e abraços
Esperamos por vcs! (:
Beijos e abraços
Preconceito à luz da Doutrina Espírita |
Escrito por Editor DECOM |
Seg, 07 de Fevereiro de 2011 15:05 |
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Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 06-Fevereiro-2011 – JORNAL DIÁRIO POPULAR
|
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Henri Martin - sua opinião sobre as comunicações extracorpóreas
Henri Martin - sua opinião
sobre as comunicações
extracorpóreas
Revista Espírita, junho de 1858
Vemos aqui certos escritores
eméritos encolherem os ombros apenas ao nome de uma história escrita pelos Espíritos. - Pois quê! dizem, seres de outro mundo
virem controlar nosso saber, a nós sábios da
Terra! Convenhamos pois! isso é possível? - Não vos forçamos a crer, senhores; não procuraremos vos tirar uma ilusão tão
cara. Nós vos convidamos mesmo, no interesse
de vossa glória futura, a escreverem vossos nomes em caracteres INDESTRUTÍVEIS embaixo desta modesta sentença:
Todos os
partidários do Espiritismo são insensatos,
porque só a nós compete julgar até onde vai o poder de Deus;
e isso a fim de
que a posteridade não possa esquecê-los; ela
mesma verá se deve dar-lhes lugar ao lado daqueles que recentemente, eles também, repeliram os homens aos quais a
ciência e o reconhecimento público hoje erguem
estátuas.
Eis, no entanto, um escritor, cujas
altas capacidades não são desconhecidas de ninguém, e que ousa, ele, com o risco de passar também por um cérebro rachado,
hastear a bandeira das idéias novas sobre as
relações do mundo físico com o mundo incorpóreo. Lemos o que segue na
História de França, de Henri Martin, tomo 6, página 143, a
propósito de Jeanne d'Arc:
".... Existe na humanidade uma ordem
excepcional de fatos morais e físicos que parecem derrogar as leis comuns da Natureza; é o estado de êxtase e de
sonambulismo, seja espontâneo, seja
artificial, com todos os seus espantosos fenômenos de deslocamento dos
sentidos, de insensibilidade total ou parcial,
de exaltação da alma, de percepções fora de todas as condições da vida habitual. Essa classe de fatos foi julgada por
pontos de vista muito opostos. Os
fisiologistas, vendo as relações costumeiras dos órgãos perturbadas ou
deslocadas, qualificam de doença o estado
extático ou sonambúlico, admitindo a realidade daqueles fenômenos que podem reconduzir à patologia e negam todo o resto,
quer dizer, tudo o que pareça fora das leis
constatadas da física. A doença torna-se mesmo loucura, a seus olhos, quando ao deslocamento da ação dos órgãos se
juntam alucinações dos sentidos, visões de
objetos que não existem senão para o visionário. Um fisiologista eminente
estabeleceu muito duramente que Sócrates era
louco, porque acreditava conversar com o seu demônio. Os místicos respondem não somente afirmando por reais os
fenômenos extraordinários das percepções
magnéticas, questão sobre a qual encontram inumeráveis auxiliares e inumeráveis testemunhas fora do misticismo,
mas sustentam que as visões dos extáticos têm
objetos reais, vistos, é verdade, não com os olhos do corpo, mas com os olhos
do espírito. O êxtase é para eles a ponte
lançada do mundo visível ou mundo invisível, o meio de comunicação do homem com os seres superiores, a lembrança e a promessa
de uma existência melhor de onde decaímos e
que devemos reconquistar.
"Que partido devem tomar, nesse
debate, a história e a filosofia?
"A história não poderia pretender
determinar com precisão os limites, nem a importância, dos fenômenos, nem das faculdades extáticas e sonambúlicas;
ela, porém, constata que são de todos os
tempos e de todos os lugares; que os homens sempre acreditaram nelas; que
exerceram uma ação considerável sobre os
destinos do gênero humano; que se
manifestaram não somente entre os contemplativos, mas entre
os mais poderosos e os mais ativos gênios,
entre a maioria dos grandes iniciadores; que, tão insensatos que sejam muitos
extáticos, nada há de comum entre as
divagações da loucura e as visões de alguns; que essas visões podem se reduzir a de certas leis; que os extáticos, de
todos os aíses e de todos os séculos, tem
aquilo que se pode chamar uma íngua comum, a íngua dos símbolos, da qual a língua da poesia não é senão um derivado, língua
que exprime com pouca diferença as mesmas
idéias e os mesmos sentimentos pelas mesmas imagens.
"É mais
temerário, talvez, tentar concluir em nome da filosofia; todavia a filosofia,
depois de ter reconhecido a importância moral
desses fenômenos, tão obscuros que sejam para nós a lei e o objetivo, depois de ter neles distinguido dois graus, um,
inferior, que não é senão uma extensão
estranha ou um deslocamento inexplicável da ação de órgãos; o outro, superior,
que é uma exaltação prodigiosa das forças
morais e intelectuais; a filosofia poderia sustentar, ao que nos parece, que a ilusão de inspirá-la consiste em tomar por uma
revelação razida por seres exteriores, anjos,
santos ou gênios, as revelações interiores dessa personalidade infinita que está em nós e que, às vezes, entre os melhores
e os maiores, se manifesta por relâmpagos de
forças latentes excedendo, quase sem medida, as faculdades da nossa condição atual. Em uma palavra, na língua da escola, estão
aí para nós fatos
de subjetividade; na língua das antigas filosofias
místicas, e das religiões mais elevadas, são as revelações do ferouer masdeísta, do bom demônio (o de Sócrates), do anjo guardião, desse
outro Eu que não é senão o Eu eterno, em plena posse de si mesmo, planando sobre o
eu envolvido nas sombras desta vida (é a
figura do magnífico símbolo Zoroastriano figurado por toda parte em Persépolis e em Ninive; o ferouer alado ou o eu celeste planando sobre a pessoa
terrestre.)
"Negar a ação de seres exteriores
sobre o inspirado, não ver em suas supostas manifestações senão a forma dada às intuições do extático pelas crenças
de seu tempo e de seu país, procurar a solução
do problema nas profundezas da pessoa humana, isso não é de nenhum modo colocar em dúvida a intervenção divina nesses grandes
fenômenos e nessas grandes existências. O
autor e o sustentáculo de toda a vida, por essencialmente independente que
seja de cada criatura e de toda a criação, por
distinto que seja do nosso ser contingente sua personalidade absoluta, não é um ser exterior, quer dizer, estranho a
nós, e não é de fora que nos fala; quando a
alma mergulha em si mesma, ela o encontra, e, em toda inspiração saudável, nossa liberdade se associa à sua previdência. É
preciso, aqui como em toda parte, o duplo
obstáculo da incredulidade e da piedade mal esclarecida: uma não vê senão
ilusões e senão impulsos puramente humanos; a
outra recusa admitir qualquer parte de ilusão, de ignorância ou de imperfeição ali onde vê o dedo de Deus. Como se os
enviados de Deus deixassem de ser homens, os
homens de um certo tempo e de um certo lugar, e como se os relâmpagos sublimes que lhe atravessam a alma nela colocam
a ciência universal e a perfeição absoluta.
Nas inspirações mais evidentemente providenciais, os erros que vêm do
homem se misturam à verdade que vem de Deus. O
Ser infalível não comunica sua infalibilidade
a ninguém.
"Não pensamos que esta digressão
possa parecer supérflua; devíamos nos pronunciar sobre o caráter e sobre a obra daquela das inspiradas que
testemunhou, no mais alto grau, as faculdades
extraordinárias de que falamos a toda hora, e que as aplicou na mais brilhante
emissão das idades modernas; seria preciso,
pois, tentar exprimir uma opinião quanto à categoria de seres especiais à qual pertence Jeanne
d'Arc."
(enviado via email pelo JoellSilva)
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Estudo dirigido: O Livro dos Médiuns
No Cap II, Kardec analisa as mesas girantes que são manifestações físicas provocadas e colocadas como o ponto de partida da Doutrina Espírita. Segundo o codificador, alguns elementos são importantes na ocorrência desse fenômeno. Quais são eles? Justifique sua resposta.
(adaptado da questão em apostila de estudos das obras codificadas por Allan Kardec. IDE-JF/MG)
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