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sábado, 8 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Passe adiante... Perdão
O perdão é um processo mental ou espiritual de
cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si
mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou
cessar a exigência de castigo ou restituição.
O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos
sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que
perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de
compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo,
uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito
tempo). Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de
desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao
ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.
O perdão é o ato de se desprender do ressentimento. Vem
do coração, é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor Não impõe
condições humilhantes, tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O
verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras.
==
Perdoar é esquecer?
Não. Perdoar independe de esquecer. Uma coisa nada tem a ver com a outra, são coisas distintas – até porque não somos alienados. Temos no cérebro uma memória que registra todos os fatos, por isto quem perdoa não tem que, necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso, na verdade, é esquecer no sentido de diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou, caso contrário o perdão é superficial ou até mesmo ilusório.
Esse tipo de esquecimento é extremamente benéfico para quem sofreu algum tipo de agressão, porque a energia gerada, a cada instante em que se revive o fato infeliz, aumenta a ferida que se formou e numa verdadeira roda viva acumula novo e desnecessário sofrimento. Tanto isto é uma verdade que a própria ciência da psicologia diz a todo instante, atestando que o esquecimento da mágoa por si só vale como uma excelente psicoterapia, pois que...
O apego à ofensa propicia ao ofendido a oportunidade de carregar sozinho a chaga em que ela se constitui.
A diferença está naquele que realmente perdoa e consegue liberta-se daquela parte pesada da lembrança a ponto de não mais sofrer ao relembrá-la. Daí, como diz Divaldo Pereira Franco: “Perdoar é bom para quem perdoa.”, ou seja, quem perdoa livra-se do fardo triste que carregava e quem foi perdoado nem sempre alcança a mesma graça de vez que assumiu um ônus pelo qual responderá, ainda que perdoado.
Alguém diria: “mas então prevalece a Lei de Talião*?” E responderíamos: Absolutamente que não! Prevaleceria e prevalecerá sempre a misericórdia divina, a Lei de Causa e Efeito, segundo, a qual Deus nos propicia o ensejo de resgatar nossos erros, ou dívidas, como querem alguns, valendo lembrar que esse pagamento não acontece necessariamente pela dor, especialmente quando o ofensor se arrepende do at que praticou, podendo assim anular seu débito pela força do amor e doação que dispensar a outrem.Vemos isto no Evangelho de João, quando ele afirma que: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Quanto a Lei de Talião, embora absurda e abominável a nossos olhos, era uma necessidade daquela época em que o homem era bárbaro, época em que o homem tinha muito pouca consciência do que era Amor e Respeito, e que só era contido pelo medo dos castigos, tão ou mais horríveis que o ato praticado.
Foi essa uma das grandes razões da vinda de Jesus ao nosso Planeta. Uma das partes mais lindas de sua missão foi justamente mudar a concepção de um Deus tão bárbaro quanto o homem, ensinando sobre um Deus justo... Mas infinitamente bom. Severo... mas infinitamente misericordioso. Um Deus que a tudo perdoa, mas que deixa ao sabor do livre arbítrio de cada um a responsabilidade de suas atitudes e o aprendizado que elas possam trazer.
Ainda enfocando as benesses de que é alvo aquele que perdoa, lembramo-nos que Emmanuel, Espírito de grande sabedoria, numa psicografia do nosso bom e inolvidável Chico Xavier, nos esclarece em “O Consolador”, questão 337:
“Concilia-te depressa com o teu adversário” – essa é a palavra do Evangelho, mas se o adversário não estiver de acordo com o bom desejo de fraternidade, como efetuar semelhante conciliação?
- Cumpra cada qual o seu dever evangélico, buscando o adversário para a reconciliação precisa, olvidando a ofensa recebida. Perseverando a atitude rancorosa daquele, seja a questão esquecida pela fraternidade sincera, porque o propósito de represália, em si mesmo, já constitui uma chaga viva para quantos o conservam no coração. ”
Vemos aí, embutida nas palavras de Emmanuel mais um alerta a considerar; aquele que busca sinceramente o perdão já está fazendo dignamente a sua parte, ainda que o ofendido se recuse. Quando aquele que concede o perdão não deve se ater ferrenhamente ao que vai ser feito do perdão que concedeu, pois já fez a sua parte, também aí, o que se seguir é problema do perdoado.
Sabemos que mesmo com todo estes conhecimentos muitas vezes perdoar é um aprendizado difícil, que, não raro, requer um esforço muito grande. Mas por isto mesmo é divino, é o caminho da porta estreita que vale a pena enfrentar, pois se o próprio Cristo nos disse que devemos perdoar “setenta vezes sete”é porque em sua divina sabedoria sabia que não só o ofensor, mas também o ofendido possui fragilidade de caráter e igualmente ser perdoado setenta vezes sete.
Não. Perdoar independe de esquecer. Uma coisa nada tem a ver com a outra, são coisas distintas – até porque não somos alienados. Temos no cérebro uma memória que registra todos os fatos, por isto quem perdoa não tem que, necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso, na verdade, é esquecer no sentido de diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou, caso contrário o perdão é superficial ou até mesmo ilusório.
Esse tipo de esquecimento é extremamente benéfico para quem sofreu algum tipo de agressão, porque a energia gerada, a cada instante em que se revive o fato infeliz, aumenta a ferida que se formou e numa verdadeira roda viva acumula novo e desnecessário sofrimento. Tanto isto é uma verdade que a própria ciência da psicologia diz a todo instante, atestando que o esquecimento da mágoa por si só vale como uma excelente psicoterapia, pois que...
O apego à ofensa propicia ao ofendido a oportunidade de carregar sozinho a chaga em que ela se constitui.
A diferença está naquele que realmente perdoa e consegue liberta-se daquela parte pesada da lembrança a ponto de não mais sofrer ao relembrá-la. Daí, como diz Divaldo Pereira Franco: “Perdoar é bom para quem perdoa.”, ou seja, quem perdoa livra-se do fardo triste que carregava e quem foi perdoado nem sempre alcança a mesma graça de vez que assumiu um ônus pelo qual responderá, ainda que perdoado.
Alguém diria: “mas então prevalece a Lei de Talião*?” E responderíamos: Absolutamente que não! Prevaleceria e prevalecerá sempre a misericórdia divina, a Lei de Causa e Efeito, segundo, a qual Deus nos propicia o ensejo de resgatar nossos erros, ou dívidas, como querem alguns, valendo lembrar que esse pagamento não acontece necessariamente pela dor, especialmente quando o ofensor se arrepende do at que praticou, podendo assim anular seu débito pela força do amor e doação que dispensar a outrem.Vemos isto no Evangelho de João, quando ele afirma que: “O amor cobre uma multidão de pecados”.
Quanto a Lei de Talião, embora absurda e abominável a nossos olhos, era uma necessidade daquela época em que o homem era bárbaro, época em que o homem tinha muito pouca consciência do que era Amor e Respeito, e que só era contido pelo medo dos castigos, tão ou mais horríveis que o ato praticado.
Foi essa uma das grandes razões da vinda de Jesus ao nosso Planeta. Uma das partes mais lindas de sua missão foi justamente mudar a concepção de um Deus tão bárbaro quanto o homem, ensinando sobre um Deus justo... Mas infinitamente bom. Severo... mas infinitamente misericordioso. Um Deus que a tudo perdoa, mas que deixa ao sabor do livre arbítrio de cada um a responsabilidade de suas atitudes e o aprendizado que elas possam trazer.
Ainda enfocando as benesses de que é alvo aquele que perdoa, lembramo-nos que Emmanuel, Espírito de grande sabedoria, numa psicografia do nosso bom e inolvidável Chico Xavier, nos esclarece em “O Consolador”, questão 337:
“Concilia-te depressa com o teu adversário” – essa é a palavra do Evangelho, mas se o adversário não estiver de acordo com o bom desejo de fraternidade, como efetuar semelhante conciliação?
- Cumpra cada qual o seu dever evangélico, buscando o adversário para a reconciliação precisa, olvidando a ofensa recebida. Perseverando a atitude rancorosa daquele, seja a questão esquecida pela fraternidade sincera, porque o propósito de represália, em si mesmo, já constitui uma chaga viva para quantos o conservam no coração. ”
Vemos aí, embutida nas palavras de Emmanuel mais um alerta a considerar; aquele que busca sinceramente o perdão já está fazendo dignamente a sua parte, ainda que o ofendido se recuse. Quando aquele que concede o perdão não deve se ater ferrenhamente ao que vai ser feito do perdão que concedeu, pois já fez a sua parte, também aí, o que se seguir é problema do perdoado.
Sabemos que mesmo com todo estes conhecimentos muitas vezes perdoar é um aprendizado difícil, que, não raro, requer um esforço muito grande. Mas por isto mesmo é divino, é o caminho da porta estreita que vale a pena enfrentar, pois se o próprio Cristo nos disse que devemos perdoar “setenta vezes sete”é porque em sua divina sabedoria sabia que não só o ofensor, mas também o ofendido possui fragilidade de caráter e igualmente ser perdoado setenta vezes sete.
Para concluir lembramo-nos de que... esquecendo ou
não, se o perdão é algo muito importante para o perdoado, é ainda muito mais
para aquele que tem a felicidade de conseguir perdoar, porque...
Quem perdoa já cresceu no amor... Quem humilde e sinceramente pede perdão... Caminha para o mesmo crescimento.
Quem perdoa já cresceu no amor... Quem humilde e sinceramente pede perdão... Caminha para o mesmo crescimento.
Doracy Mércia De A. Mota
Bibliografia.
O Consolador – Emannuel e Chico Xavier
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
O Consolador – Emannuel e Chico Xavier
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
(FONTE:
www.nossolar.org.br)
==
Perdoar
Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor.
Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão.
Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos.
Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde.
Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo.
Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito.
Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor.
Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão.
Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos.
Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde.
Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo.
Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito.
Conquanto justifique manter a animosidade contra
tua pessoa, evitando a reaproximação, alimenta miasmas que lhe fazem mal e se
abebera da alienação com indisfarçável presunção.
Perdoa, portanto, seja o que for e a quem for.
O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental.
O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental.
Felizes são os que possuem a fortuna do perdão
para a distender largamente, sem parcimônia.
O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espírito em lucro.
Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem.
O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espírito em lucro.
Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem.
Todo agressor sofre em si mesmo. É um espírito
envenenado, espargindo o tóxico que o vitima. Não desças a ele senão para o
ajudar.
Há tanto tempo não experimentavas aflição ou
problema - graças à fé clara e nobre que esflora em tua alma - que te
desacostumaste ao convívio do sofrimento. Por isso, estás considerando em
demasia o petardo com que te atingiram, valorizando a ferida que podes de
imediato cicatrizar.
Pelo que se passa contigo, medita e compreenderás
o que ocorre com ele, o teu ofensor.
O que te é Inusitado, nele é habitual.
Se não te permitires a ira ou a rebeldia - perdoarás!
O que te é Inusitado, nele é habitual.
Se não te permitires a ira ou a rebeldia - perdoarás!
A mão que, em afagando a tua, crava nela espinhos
e urze que carrega, está ferida ou se ferirá simultaneamente. Não lhe retribuas
a atitude, usando estiletes de violência para não aprofundares as lacerações.
O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante.
A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos.
E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da paisagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim.
O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante.
A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos.
E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da paisagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim.
Que é o "Consolador", que hoje nos
conforta e esclarece, conduzindo uma plêiade de Embaixadores dos Céus para a
Terra, em missão de misericórdia e amor, senão o perdão de Deus aos nossos
erros, por intercessão de Jesus?!
Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é.
Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é.
"Não vos digo que perdoeis até sete vezes,
mas até setenta vezes sete vezes". Mateus: 18-22.
"A misericórdia é o complemento da brandura,
porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacifico.
Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas". O Evangelho Segundo
O Espiritismo, Cap. X - Item 4.
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas
terça-feira, 4 de julho de 2017
Divaldo Franco em Portugal 21 a 29 de Julho 2017
É com enorme júbilo que recebemos novamente Divaldo Franco em Portugal. Nos dias 21 e 22 de Julho estará na União De Associações Do Comércio E Serviços – UACS, para realização de uma palestra e um mini-seminário, respectivamente.
Palestra dia 21 de Julho - 21h
Mini-seminário dia 22 de Julho – 14h30m
Para participar no mini-seminário deverá proceder à inscrição no mesmo através do link: https://goo.gl/8pcYJs
COIMBRA
23 de Julho - 16h Auditório Divaldo Franco – GEEAK Coimbra Estr. Eiras, 67 >> coordenadas GPS: 40.232307, -8.436091
LEIRIA
24 de Julho - 20h30 Associação Espírita de Leiria R. Vale das Cervas 102 >> coordenadas GPS: 39.751588, -8.856885
ÉVORA
25 de Julho - 21h Hotel D. Fernando Av. Dr. Francisco Barahona 2 >> coordenadas GPS: 38.565215, -7.907514
OURIQUE
26 de Julho - 21h Cine-teatro de Sousa Telles R. Sacadura Cabral, Ourique >> coordenadas GPS: 37.651584, -8.224607
LAGOS
27 de Julho - 21h Centro Cultural R. Lançarote de Freitas 7, Lagos >> coordenadas GPS: 37.099876, -8.671864
FARO
28 de Julho - 21h Conservatório Regional do Algarve Av. Dr. Júlio F. de Almeida Carrapato, Faro >> coordenadas GPS: 37.017789, -7.922706
29 de Julho - 14h30 Conservatório Regional do Algarve Av. Dr. Júlio F. de Almeida Carrapato, Faro >> coordenadas GPS: 37.017789, -7.922706 mini-seminário sujeito a inscrição: https://goo.gl/pfLKh5
56ª Semana Espírita Intermunicipal de Barretos
De 9 a 22 de julho acontecerá em Colina/SP a 56ª Semana Espírita Intermunicipal de Barretos.
A programação ocorrerá inicialmente no Centro Assistencial Espírita Jesus de Nazaré, com palestras de Serginho Grande, Orson Peter Carrara e Jamiro dos Santos. Depois no Centro Espírita Nelson Ferreira de Araújo, com os palestrantes Ismael Batista e Fernando Arrobas.
O Centro Assistencial Espírita Jesus de Nazaré fica na Rua Alfredo Simões de Campos Filho, 417. Já o Centro Espírita Nelson Ferreira de Araújo se localiza na Rua 13 de Maio, 716. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (17) 3322-7310.
Seminário da Associação Jurídico-Espírita do RS - Tema central: "Execuções Penais à Luz do Espiritismo"
Será realizado no dia 22 de julho de 2017, de 14h30 às 16h30 na sede da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS), o Seminário da Associação Jurídico-Espírita do RS.
O tema central é "Execuções Penais à Luz do Espiritismo" e será conduzido pelo Procurador Gilmar Bortolotto. A entrada custa 1 kg de alimento não perecível.
A sede da FERGS fica na Travessa Azevedo, 88 - Centro, Porto Alegre/RS. Mais informações podem ser obtidas em www.fergs.org.br ou através do telefone (51) 3224-1493.
Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão - A035 – Cap. 14 – O Cristo consolador – Primeira Parte
Livro em
estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB - 1970
Autor: Espírito
Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco
A035
– Cap. 14 – O Cristo consolador – Primeira Parte
14
O Cristo
consolador
Ante a impossibilidade de o Sr.
Mateus continuar no Hospital do Pronto Socorro e a família não o poder manter
num Nosocômio particular, após transcorridos vinte dias do acidente que o
prostrara, foi recambiado ao lar. Embora o quadro se apresentasse pouco
animador, ele conseguia falar com muita dificuldade, denotando perfeita
lucidez.
Dona Rosa, fatigada pelas tarefas costumeiras,
agora adicionaria ao labor normal o encargo de enfermagem difícil, junto ao
companheiro prostrado pela embolia cerebral, que exigia imenso repouso,
ambiente de calma e refazimento, assistência contínua e devotada.
Simultaneamente, porém, o socorro
divino não tardou.
O refazimento psíquico de Mariana
fê-la reconsiderar as atitudes íntimas de animosidade mantidas contra o
genitor, e, à medida que o conhecimento espírita lhe penetrava a mente e o
coração, renovava-se-lhe a paisagem interior; o contato com as lições sublimes
do Cristo fazia-a modificar-se inteiramente. Desde as primeiras horas da
chegada do Sr. Mateus ao lar, tornou-se voluntariamente a companhia generosa,
ajudando-o na higiene, mantendo os horários dos medicamentos, substituindo a mãe
ao lado dele, enquanto esta cuidava do ministério do lar. Adalberto, por sua
vez, que já frequentava a casa, desde os dias mais difíceis da enfermidade da
namorada, interessado cada vez mais pela Doutrina dos Espíritos, foi-se
transformando em filho do hemiplégico que, ante o carinho perseverante dos que
lhe cercavam o leito, começou a apresentar sinais comovedores de renovação
espiritual. Amália, fiel aos deveres do lar e dentro deste, era as mãos que
traziam as moedas para as aquisições imediatas, enquanto Marta, que passara a
uma atitude de maior reflexão, depois da entrevista com Petitinga se pôs a
ajudar a genitora nas costuras, no lar e na arte do bordado, aumentando a
receita doméstica de forma expressiva.
Na próxima visita que fizemos à
família Soares, o ambiente se encontrava significativamente modificado. Dona
Rosa nos confessou a sua alegria, embora a soma de preocupações que a
martirizavam ante a enfermidade do esposo e os problemas naturais, disso
decorrentes.
Desde os primeiros momentos mais aflitivos,
porém, as mãos da caridade, através de Petitinga, começaram a doar o socorro
material, em nome do círculo dos irmãos da fé, de forma a diminuir a crueza das
provações naquela casa.
Na oportunidade da nossa visita, o
amoroso amigo dos sofredores interrogou Marta, quanto à reaproximação com o
genitor. Esta, muito constrangida, respondeu:
— Sinto-me nervosa, agitada
interiormente... —falou, encabulada. — Receio um novo atrito, no momento de
fazer as pazes, caso papai não me receba como de direito... Encontro-me
conflitada em relação à prática infeliz a que me vinculei por largos anos. Tudo
me parece, agora, um despertar de cruel pesadelo, no qual eu jornadeasse atada
a cordas grossas que me conduziam, inexoravelmente cega, trôpega, de mente
açulada por alucinações indescritíveis... (*)
A ex-quimbandista começou a chorar,
O corpo foi tomado por contrações constrangedoras, e, mesmo refreando a
aflição, sentia-se-lhe a dor selvagem que a despedaçava interiormente.
Petitinga envolveu-a em ondas de
carinho e ternura, acercando-se dela e buscando acalmá-la com palavras de
esperança.
— Marta, minha filha, o Evangelho —
afirmou convicto — é porta de luz para os que gemem na escuridão. Caminho
redentor que se abre em oportunidades múltiplas para todos nós, os trânsfugas
dos deveres sublimes, oferecendo-nos recomeço em qualquer situação e em todo
tempo. Para quem realmente deseja elevação, não há tempo perdido, nem
oportunidade malbaratada que não traga preciosos ensinos, que podemos
aproveitar de futuro. Reanime-se, minha filha! O momento de renovação ocorre
como instante de dor: o ar que penetra no pulmão do recém-nascido,
ensejando-lhe a vida extra-uterina, provoca-lhe, também, a sensação da dor...
Assim também, o ar balsâmico do Cristo, em lhe penetrando a alma, rompe a
couraça de sombra que a envolvia e a claridade rutilante da vida nova lhe
produz, compreensivelmente, angústia passageira e passageira apreensão.
— Tenho medo — conseguiu extravasar.
— Receio o revide daqueles com os quais me demorava comprometida. Eles são
terríveis!... Há muito tempo desejava fugir-lhes ao cerco implacável; mas não
tinha forças; não sabia como fazer. Tenho lhes sido escrava obediente...
Vejo-os, dizendo-se meus amigos, porém, cruéis para com muitos. Por Deus, eu os
temo! Não sei se suportarei manter esta decisão e se conseguirei a liberdade.
Como anseio por ser livre para tentar vida nova, novas aspirações que acalento
e não tenho podido fruir!...
— «Deus é Nosso Pai» — referiu-se,
Petitinga, de face ruborizada, iluminada por transcendente fulguração —, disse
Jesus. Assim, Ele é o Pai de todos. Examine essa confortadora informação: Nosso
Pai! Ele cuida, portanto, dos filhos mais fracos que Lhe entregam a vida, como
dos mais rebeldes que tramam dificultar a vida dos seus irmãos. Diga como Jesus
em agonia, e tranquilize-se: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!», e
deixe-se arrastar pelas correntes invisíveis e poderosas do Seu amor.
Depois de uma pausa muito
expressiva, concluiu:
— Inicie desde hoje a fase nova,
aproximando-se do seu pai, rogando-lhe perdão. Uma atitude honesta faz-se
acompanhar de fluídos convincentes, que envolvem, poderosos, aqueles a quem nos
dirigimos. Humilhe-se ante aquele que lhe concedeu, em nome do Pai de todos, a
indumentária física, e faça-o sentir-se honrado na condição de chefe da prole.
Ajude-o no transe abençoado que ele vive e a força dos seus sentimentos falará
mais alto do que as palavras mais brilhantes que lhe escapem dos lábios. Passe,
logo depois, a frequentar nossa Casa; estude as Obras do insigne mestre Kardec,
bebendo nas fontes augustas da informação espírita a água lustral, lenificadora
e nutriente do conhecimento que liberta, e, de alma tocada pela suave brisa do
Evangelho, distribua esperança... Quem sabe? Em breve as suas possibilidades
medianímicas, colocadas a serviço do Cristo, depois de necessàriamente
disciplinadas, poderão amparar e socorrer esses mesmos irmãos que a jugularam
na ignorância por tantos anos, transformando-os em amigos e companheiros de
jornada... Não há força que tenha mais força do que a força do amor...
(*) O desconhecimento do Espiritismo
por parte de alguns adeptos, na atualidade, que lhe não penetraram as lições
preciosas, ou que se ligaram às lides espiritistas para atendimento de
Interesses imediatos, materiais — confirmando desse modo a ausência do estudo e
da meditação das bases da Doutrina —vem gerando inomináveis confusões. Expõem,
por exemplo, alguns desses adeptos, que diante de Entidades muito infelizes,
perseguidores violentos, obsessores vigorosos, são necessárias providências
fora dos arraiais da Doutrina, em cujos sítios são submetidos tais Espíritos a
processos de terror, de força, e a práticas estranhas, que os atemorizam, e por
meio das quais os prendem longe das suas vítimas... Arrematada loucura! A
severidade das Leis de Causa e Efeito são elucidação imediata a essa informação
descabida. Em toda obsessão há cobrador, porque há devedor.
Libertar este e prejudicar aquele
seria puni-lo outra vez, a ele que foi vítima anteriormente; seria investir
contra o Estatuto da Divina Justiça: punir o ignorante ao invés de instrui-lo,
libertar um mediante o aprisionamento de Outro, defender alguém prejudicando
outrem. A soberana Lei de Amor é a força capaz de modificar a estrutura da vida
e penetrar na furna odienta do “eu” atormentado para felicitá-lo. Em qualquer
obsessão, portanto, em que o amor e o esclarecimento não realizem os seus
misteres, as medidas humanas da temeridade e da violência somente poderão
agravar o mal, adiando-o para ocasião em que as reservas do paciente sejam
menores e, pois, consequentemente, menos favoráveis à cura, à libertação.
O preclaro Codificador Allan Kardec
elucida que se “chama obsessão à ação persistente que um Espírito mau exerce
sobre um Individuo.” E adverte: “Assim como as enfermidades resultam das
imperfeições físicas que tornam o corpo acessível às perniciosas influências
exteriores, a obsessão decorre sempre de uma Imperfeição moral, que dá
ascendência a um Espírito mau. A uma causa física, opõe-se uma força física; a
uma causa moral preciso é se contraponha uma força moral.” Considera, todavia,
veemente: “Nos casos de obsessão grave, o obsidiado fica como que envolto e
impregnado de um fluído pernicioso, que neutraliza a ação dos fluídos salutares
e os repele. É daquele fluído que importa desembaraçá-lo. Ora, um fluído mau
não pode ser eliminado por outro igualmente mau. Por meio de ação idêntica à do
médium curador, nos casos de enfermidade, PRECISO SE FAZ EXPELIR UM FLUÍDO MAU
COM O AUXÍLIO DE UM FLUÍDO MELHOR.
“Nem sempre, porém, basta esta ação
mecânica. Cumpre, sobretudo, atuar sobre o ser inteligente, ao qual é preciso
se possua o direito de falar com autoridade, que, entretanto, falece a quem não
tenha superioridade moral. Quanto maior esta for, tanto maior também será
aquela.”
E, por fim, observa: “Em todos os
casos de obsessão, a prece é o mais poderoso meio de que se dispõe para demover
de seus propósitos maléficos o obsessor.
Tais são as anotações constantes de
“A Gênese”, de Allan Kardec, Capítulo 14, “Obsessões e possessões”, 14ª edição
da FEB, dos quais extraimos estes tópicos que merecem, como os demais do
oportuno estudo, acuradas meditações.
Outros, militantes apressados,
também Informam que, para um bom processo de desenvolvimento ou educação
mediúnica, se faz concorde a aplicação de determinadas e esquisitas práticas, a
fim de que a faculdade irrompa de uma vez, com resultados benéficos, como se a
mediunidade fõsse algo elástico que atendesse à travão da força, dilatando-se
de imediato. Como qualquer outra faculdade psicológica ou função fisiológica, a
mediunidade requer cuidados especiais, atendimento a requisitos próprios e
condições específicas que lhe facultem a educação e o desdobramento de
recursos, para atender às finalidades a que se destina. Nesse sentido “O Livro
dos Médiuns”, de Allan Kardec, é, ainda, o melhor roteiro para médiuns e
pessoas que desejem conhecer as faculdades medianímicas do homem, como
conduzi-las e com elas operar, os perigos da má prática mediúnica, etc...
O que ocorre normalmente nesses
chamados desenvolvimentos instantâneos, em grupos, mecânicos, pertence aos
capítulos da Sugestão, do Animismo, dos Condicionamentos psicológicos e até
mesmo aos estados de nevrose.
Resguardem-se, no cuidadoso estudo e
na carinhosa observação vigilante, os que desejam reais e proveitosos
resultados da mediunidade e da sua prática, sem precipitação, sem exigências,
melhorando-se moral e espiritualmente, os médiuns e os experimentadores
honestos, a fim de se credenciarem à assistência dos Bons Espíritos. — Nota do
Autor espiritual.
QUESTÕES
PARA ESTUDO
1
– A nota de rodapé aborda uma importante perspectiva da obsessão: o obsessor
não é tão somente o perseguidor, é vítima também. Diante disso, como deve ser o
tratamento dispensado às entidades obsessoras nos tratamentos de desobsessão?
2
– Que fala o narrador espiritual acerca de alguns médiuns que, para “apressarem
o desenvolvimento de sua faculdade”, recorrem a doutrinas espiritualistas
outras, cujas práticas são esquisitas, isto é, se utilizam de rituais e
elementos supersticiosos?
3
– A filha Marta, ao chamado de Petitinga, deixava as antigas práticas
espirituais inferiores para se agarrar ao espiritismo, exemplo máximo da
mediunidade com Jesus. Porém, receava o revide dos espíritos infelizes com os
quais se consorciara... Por que o receio? Seria real tal dúvida?
Bom
estudo a todos!!
Equipe
Manoel Philomeno
49ª Semana Espírita de Anápolis - Tema central: "Jesus, o Semeador das Estrelas"
Acontece de 2 a 8 de julho de 2017, sempre a partir de 19h30 no Auditório do Fórum de Anápolis, a 49ª Semana Espírita do município.
O tema central é "Jesus, o Semeador das Estrelas". Na programação, palestras de Antonio Cesar Perri, Jorge Godinho, Yasmin Madeira, Nazareno Feitosa, entre outros. A entrada é franca e haverá evangelização infantil de três a 12 anos.
O Fórum de Anápolis fica na Avenida Senador José Lourenço Dias, 1311 - St.Central, Anápolis/GO. Mais informações em www.feego.org.br ou através do telefone (62) 3281-0200.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Eterno Aprendiz (Nando Cordel / Marcos Lima)
OUÇA AQUI:
Queres ser feliz? Deixa entrar o amor no coração
Abra a janela sente a beleza infinita do bem
O amor é melodia divina vibrando em nossos corações
Com notas suaves, acordes de luz,
Procura o caminho do amor, não existe outro melhor,
Abra a porta da alma, harmoniza o teu ser,
Terás um mundo de felicidade se andares nas trilhas da paz
Não te demores nos problemas teu futuro é a tua plantação
Por isso trabalha, perdoa e ama como eterno aprendiz.
(Composição: Nando Cordel e Marcos Lima – CD: Grupo Acorde – O Tom da Paz)
Lágrimas e Chuva - Marielza Tiscate
Se você tem
Muita lágrima pra cair
Feche os olhos e lembre da chuva
Caindo, lavando o chão,
Caindo da imensidão
Lágrimas podem lavar a alma também
Mas tem que ser como a chuva
Caindo e chamando as sementes
Para que no amanhã nasçam flores.
(Composição: Marielza Tiscate – CD: Olhos no Espelho)
OUÇA AQUI:
domingo, 2 de julho de 2017
Mural reflexivo: Empatia
EMPATIA
Um
ancião que estava para morrer procura um jovem e narra uma história de
heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando
já estavam chegando a um lugar seguro, este homem decidiu traí-lo e entregá-lo
ao inimigo.
E como
você escapou? - pergunta o jovem.
Não
escapei; eu sou o outro, sou aquele que traiu - diz o velho. Mas, ao contar
esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por
mim.
A
sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, esta ação de nos colocar no
lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A
empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só
em nossos pontos de vista - em como estamos nos sentindo, mas também na vida
alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando
nos colocamos no lugar do outro, a compreensão torna-se mais fácil de ser
alcançada, e nossos corações sentem-se mais aptos a perdoar.
Quando
nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva, e de
evitar a vingança.
Quando
nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer
algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando
nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de
entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando
nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as
sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que
precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A
empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas
dificuldades e de seu caminho.
Passamos
a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos; e,
assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O
hábito de colocar-se no sentimento de alguém, é um grande recurso de que dispõe
o homem novo para suas conquistas espirituais elevadas.
O
coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha
da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É
chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior
do homem, e a empatia está lá, como excelente agente de transformação moral.
***
"Fazei aos homens tudo o que deseja que eles vos façam, pois é nisto que
consistem a lei e os profetas".
O
médico das almas, Jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para
nossas, vidas e nesta máxima revolucionária e ao mesmo tempo simples, introduz
na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As
verdades estão conosco. Agora é tempo de instituí-las em nossos dias.
(Redação
do Momento Espírita, em O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec, cap
XI, item 2, e Maktub de Paulo Coelho.- www.momento.com.br)
Estudo dirigido: O Evangelho segundo o Espiritismo
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EESE– Cap. XX – Item 5
Tema: Os obreiros do Senhor ----------------------------------------------------------------
EESE– Cap. XX – Item 5
Tema: Os obreiros do Senhor
A - Texto de Apoio:
Os obreiros de Senhor
5. Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade. Ditosos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor, com desinteresse e sem outro móvel, senão a caridade! Seus dias de trabalho serão pagos pelo cêntuplo do que tiverem esperado. Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: "Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra", porquanto o Senhor lhes dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!" Mas, ai daqueles que, por efeito das suas dissensões, houverem retardado a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão! Clamarão: "Graça! graça!" O Senhor, porém, lhes dirá: "Como implorais graças, vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco, em vez de o amparardes? Como suplicais graças, vós que buscastes a vossa recompensa nos gozos da Terra e na satisfação do vosso orgulho? Já recebestes a vossa recompensa, tal qual a quisestes. Nada mais vos cabe pedir; as recompensas celestes são para os que não tenham buscado as recompensas da Terra."
Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo. Cumprir-se-ão estas palavras: "Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus." -O Espírito de Verdade. (Paris, 1862.)
B - Questões para estudo e diálogo virtual:
1 - Cite características que diferenciem os bons dos maus servidores.
2 - Extraia do texto acima a frase ou parágrafo que mais gostou e justifique.
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