sábado, 14 de janeiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Novo estudo na Sala Net Jovem! - Livro: "Juventude interrompida - relatos e alertas de Jovens do Além" (E, aí! Já leu?!)
ESTUDOS NO PALTAK - Sala Espiritismo Net Jovem
Miriam informa:
Dica da Sindy:
"Juventude interrompida - relatos e alertas de Jovens do Além", eis o novo livro que será estudado à partir de amanhã na sala Espiritismo Net Jovem, às 21h:00 (horário de Brasília), no Paltalk. Você pode acessar a sala pelo celular (Android ou IPhone) ou pelo computador. Para maiores informações sobre o Paltalk acesse: http://www.espiritismo.net/content,0,0,90,0,0.html 

Sindy diz: Só digo uma coisa, é imperdível!
😉
😉
😉



Sinopse do livro: "Aborto, transtornos alimentares e de imagem corporal, suicídio, acidentes, violência doméstica e uso de drogas são alguns dos temas atuais abordados por jovens que desencarnaram precocemente, vítimas de si mesmos, e que retornam através da mediunidade para contar suas histórias. Cada relato é analisado por estudiosos e educadores da infância e da juventude, afirmando a grandiosa oportunidade de crescimento, maturidade e progresso que a juventude propicia, à luz do conhecimento espírita. Um trabalho feito de alertas, esperança e jovialidade, de um e outro lado da vida."
A Figura do Jovem na Visão do Espiritismo
A Figura do Jovem na Visão do Espiritismo
Em 1868, em A Gênese, Kardec anunciava a chegada de novos tempos e de uma geração nova.
Afirmava, já naquele momento, progressos da humanidade no campo das ciências, das artes e do bem-estar material.
Ressalva, no entanto, que um grande progresso ainda deveria ser realizado; “o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade que lhes assegurem o bem-estar moral”.
Estava colocado, de forma inequívoca, um novo capítulo da história da humanidade: a grande transição do ciclo de Caim, para o de Moisés, considerado como a primeira revelação em O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Moisés traz as regras básicas de relacionamento entre os homens, sendo considerado o símbolo da Lei e da Justiça. Preparava-se o caminho para a instalação da era do Bem, do Perdão e do Amor, anunciada por Jesus, o Divino Mestre.
A partir de 1868, foi colocado em ação, sem a possibilidade de maiores atrasos, o plano de transformação moral do planeta Terra. Os espíritos propensos ao bem começaram a reencarnar de maneira cada vez mais frequente. Os jovens anunciados por Kardec Já vieram e retornaram ao plano espiritual algumas vezes, mas em que pese os progressos realizados, ainda falta muito a fazer na implantação do bem em nosso planeta.
Chico Xavier, respondendo a questões no livro Dos Hippies aos Problemas do Mundo, comenta que “os jovens são os nossos continuadores”.
Para que haja continuidade é necessário que uma geração realize conquistas morais, passe o bastão da evolução para outra.
Quantos jovens estão reencarnados sofrendo pressões de todo tipo para que não desempenhem as tarefas redentoras? A bebida fartamente anunciada, a droga que promete alegria e que pode ser encontrada com facilidade, o incentivo ao sexo descompromissado e independente de afeto são estímulos que desafiam as nossas conquistas morais ainda frágeis.
A busca do equilíbrio e da realização convive com o medo e a pressão num mundo competitivo, gerando altos níveis de ansiedade. A competição é conceito contrário à lei de Deus, uma vez que um irmão tem que ser melhor que o outro, como se no plano divino não houvesse lugar e oportunidade para todos.
Kardec nos ensina em O Livro dos Espíritos, que “na adolescência o Espírito retoma a sua natureza e se mostra tal qual era”, ou seja, expressa as necessidades de aprendizado e de evolução, que geraram o seu projeto reencarnatório.
Consideramos que o primeiro aspecto nesse processo são o autoconhecimento e a transformação interior, tarefa que não é fácil. O segundo, é que esse jovem propenso ao bem, lembrando Kardec, está muito distante de ser perfeito.
No entanto, a propensão ao bem representa um grande avanço porque exclui a visão de levar vantagem sobre o outro e da corrupção moral em todos os seus aspectos. Com isso, chegamos a Moisés! Regras básicas de relacionamento, não mais asseguradas pelo medo de punição, mas pelo sincero desejo de ser uma pessoa melhor.
Emmanuel, em sua obra Pensamento e Vida, nos diz que a sociedade é o nosso lar coletivo, e entendemos que no mundo de regeneração não haverá mais espaço para falta de consciência, desigualdade social, infidelidade, fraude, insídia, intolerância e desamor. Serão tempos de empatia, de consciência escrupulosa, capacidade de renúncia, de benevolência, altruísmo, disposição para a justiça e entendimento, ainda que relativo, do nosso papel no projeto do Criador.
A criança precisa de educação e formação moral e religiosa, de lar bem constituído, e quando a necessidade de autocorreção aflorar na adolescência, encontrará campo fértil e preparado para o autoaprimoramento, e o jovem poderá participar ativa e conscientemente no processo de transição planetária.
Caim faz os seus últimos esforços para sobreviver, mas agoniza diante do grande equívoco que comete em relação à Lei que Jesus veio nos ensinar. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Brevemente, a história da humanidade não será mais a história de Caim, mas a história de Deus, a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas, como Jesus nos ensinou, Nosso Pai!
Diante do eterno recomeço, ser jovem é ser portador de um novo movimento de atualização planetária.
Ercilia Zilli
Psicóloga, mestre em Ciências da Religião.
Fundadora e Presidente da ABRAPE (Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas) e
comentarista no Jornal Nova Era.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Estudo dirigido: O Evangelho segundo o Espiritismo
---------------------------------------------
EESE – Cap. XVII – Item 3
Tema: O homem de bem
----------------------------------------------
EESE – Cap. XVII – Item 3
Tema: O homem de bem
----------------------------------------------
A - Texto
de Apoio:
O homem de bem
3. O
verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade,
na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a
si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o
bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se
ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara
lhe fizessem.
Deposita fé
em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua
permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no
futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que
todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou
expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do
sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar
paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e
sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra
satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer
ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos
aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si,
é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O
egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda
ação generosa.
O homem de
bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de
crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos
outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não
pensam.
Em todas as
circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que
prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu
desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um
sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta
ao dever de amar o próximo e não merece a demência do Senhor.
Não alimenta
ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece
as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será
conforme houver perdoado.
É indulgente
para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e
tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele
que se achar sem pecado."
Nunca se compraz
em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê
obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal..
Estuda suas
próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os
esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si
de melhor do que na véspera.
Não procura
dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem;
aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja
proveitoso aos outros.
Não se
envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o
que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não
abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que
terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de
aplicá-lo à satisfação de suas paixões.
Se a ordem
social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e
benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para
lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo
quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.
O
subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se
empenha em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, nº 9.)
Finalmente,
o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis
da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus.
Não ficam
assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele
que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que
a todas as demais conduz.
B -
Questões para estudo e diálogo virtual:
1 - Como
pode o homem verificar se está cumprindo, verdadeiramente, a lei de justiça, de
amor e caridade?
2 - Por que
o sentimento de caridade e amor ao próximo estão incluídos entre as qualidades
do homem de bem?
3 - Os
homens que cumprem suas obrigações sociais, são homens de bem?
4 - Extraia
do texto acima a frase ou parágrafo que mais gostou e justifique.
domingo, 8 de janeiro de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)