sábado, 1 de novembro de 2014

CONJEMAT (2015) – Inscrições abertas

Confraternização dos Jovens Espíritas de Mato Grosso - Conjemat

Data

14 a 17 de fevereiro de 2015

Datas

Início: 14/02/2015 - 08:00
Fim: 17/02/2015 - 08:00

Programação

De 14 a 17 de fevereiro de 2015, a Federação Espírita do Estado de Mato Grosso promove mais uma edição da Confraternização dos Jovens Espíritas de Mato Grosso, a Conjemat. As inscrições para o evento, que terá como tema 'O Real Sentido da Vida' e acontecerá na cidade de Cuiabá, já estão abertas.

- Até 15 de novembro de 2014: R$45,00

- Até 15 de dezembro de 2014: R$50,00

- Até 15 de janeiro de 2015: R$60,00

Processo de inscrição:

- Baixe sua respectiva Ficha de Inscrição através dos links abaixo

- Preencha as informações no documento e depois imprima-o

- Entregue junto ao valor da inscrição para o evangelizador responsável

Downloads:

- Jovem - Ficha de inscrição

- Trabalhador voluntário - Ficha de inscrição

- Coordenador de juventude - Ficha de inscrição

- Comissão organizadora - Ficha de inscrição

- Autorização do uso de imagem

- Termo de adesão ao trabalho voluntário

- Regulamento

 

Mais Informações

conjemat.2015@gmail.com | (65) 3644-2727

COMESPEL (2015)

AME - ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE PEDRO LEOPOLDO / MATOZINHOS

DM – DEPARTAMENTO DE MOCIDADE

XXII COMESPEL - 2015
Confraternização de Mocidades Espíritas de Pedro Leopoldo e Região

Tema: MUNDO ESPIRITUAL

de 14/02/2015  à  18/02/2015

NEEC - Escola Jose Elias da Costa (Pedro Leopoldo/MG)

INSCRIÇÕES:

http://comespel.blogspot.com.br/p/inscricao.html

contato:

59 CONCAFRAS (2015) – Inscrições abertas

concafra2s2015

concafras2015

INSCRIÇÕES:

http://www.concafras.com/concafras/index.php/inscricao-concafras

COMEERJ (2015) – Inscrições até 23/11/2014

Print

COMEVALP (2015) – Inscrições abertas

comevalp2015

XXVI COMEJUS (2015) – Inscrições abertas

comejusinscriçao

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Respostas rápidas : desencarnação

(1) Os mortos ficam em suas casas? Seus filhos pequenos podem vê-los?
Quando alguém desencarna, o espirito fica numa espécie de torpor, a perturbação espiritual, conforme está em O Livro dos Espíritos e no Livro O Céu e o Inferno (ambos de Kardec).

7a Marcha Nacional da cidadania pela Vida contra o aborto

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A CHAVE DO CÉU

R.E. , agosto de 1865, p. 336

(Sociedade de Montreuil-sur-Mer, 5 de janeiro de 1865)

Quando se considera que tudo vem de Deus e a ele retorna, é impossível não perceber, na generalidade das criações divinas, o laço que as une entre si e as submete a um trabalho de avanço comum e, ao mesmo tempo, a um trabalho de progresso particular. Também não se pode desconhecer que a lei de solidariedade, daí resultante, não nos obriga a sacrifícios gratuitos de toda sorte, uns para com os outros. Aliás, é de notar que Deus nos mostrou em tudo uma primeira aplicação, por ele mesmo, dos princípios primordiais que estabeleceu. Assim, pela solidariedade,encontra-se esse princípio expresso na sensibilidade de que fomos dotados, sensibilidade que nos leva a compartilhar dos males alheios, lhes ter compaixão e a os aliviar.

Isto não é tudo. Os profetas e o divino Messias Jesus nos deram o exemplo de uma segunda aplicação do princípio de solidariedade, ao consagrarem o amor do homem pelo homem,inicialmente por meio de cerimônias simbólicas, depois pela autoridade de seu ensino, para em seguida proclamarem como um dever necessário e rigoroso a prática da caridade, que é a expressão da solidariedade. A caridade é o ato de nossa submissão à lei de Deus; é o sinal de nossa grandeza moral; é a chave do céu. Assim, é da caridade que vos quero falar. Considerá-la-ei apenas sob um único lado: o lado material; e a razão disto é simples: é o lado que
menos agrada ao homem.

Nem os cristãos, nem os espíritas, ninguém negou o princípio, ou, melhor, a lei da solidariedade; mas procuraram esquivar-se de suas conseqüências, e para isto invocaram mil pretextos. Citarei alguns deles.

As coisas do coração ou do espírito, dizem, têm um preço infinitamente superior ao das coisas materiais; por conseguinte, consolar aflições por palavras boas ou conselhos sábios vale infinitamente mais que consolar por socorros materiais. Seguramente, senhores, tendes razão se a aflição de que falais tem uma causa moral, se encontra sua razão numa ferida do coração; mas se for a fome, o frio, a doença, numa palavra, se causas materiais as provocaram, bastarão vossas doces palavras para acalmá-las? vossos bons conselhos, vossas sábias opiniões para curá-las? Permitireis que eu duvide. Se Deus, colocando-vos na Terra, tivesse esquecido de prover o alimento para o vosso corpo,teríeis encontrado o seu equivalente nos socorros espirituais que ele vos concede? Mas Deus não é o homem, é a sabedoria eterna e a bondade infinita. Ele vos impôs um corpo de lama, mas proveu às necessidades desse corpo fertilizando os vossos campos e fecundando os tesouros da terra; aos socorros espirituais que se dirigem à vossa alma, juntou os socorros materiais reclamados por vosso corpo. Desde então, e porque o egoísmo talvez tenha despojado o pobre de sua parte na herança terrena, com que direito vos julgais quites para com ele? Porque a justiça humana o excluiu do número dos usufrutuários dos bens temporais, vossa caridade não encontraria uma justiça mais eqüitativa a lhe fazer?

Um ilustre pensador deste século não temia assim exprimir-se em sua memorável profissão de fé: “Cada abelha tem direito à porção de mel necessária à sua subsistência; e se entre os homens a alguns falta o necessário, é que a justiça e a caridade desapareceram do meio deles.” Por mais excessiva que vos possa parecer esta linguagem, não contém menos uma grande verdade, verdade talvez inacessível à compreensão de muitos de vós, mas evidente para nós, Espíritos que, mais tocados pelos efeitos, porque os abraçamos em seu conjunto, vemos as causas que os produzem.

Ah! diz este, ninguém mais que eu lamenta as penas e as privações cruéis do verdadeiro pobre, do pobre cujo trabalho, insuficiente para a manutenção da família, não lhe traz, em troca das fadigas, nem a alegria de alimentar os seus, nem a esperança de os tornar felizes; mas eu consideraria um caso de consciência estimular, por cegas liberalidades, a preguiça ou o mau procedimento. Aliás, considero a caridade como indispensável à salvação do homem; apenas a impossibilidade de descobrir as necessidades reais em meio a tantas necessidades simuladas, parece justificar a minha abstenção.

A impossibilidade de descobrir as necessidades reais, tal é, meu amigo, a vossa justificação. E, contudo, esta justificação jamais seria sancionada por vossa consciência e não quero outra prova senão a vossa confissão; porque, do direito que teria o verdadeiro pobre à vossa esmola – e lhe reconheceis esse direito – desse direito, digo eu, decorre para vós o dever de o procurar. Procurai-o? A impossibilidade vos detém. Como, então! a caridade não tem limites, é infinita como Deus, do qual emana, e não admite nenhuma impossibilidade! Sim, algo vos detém: é o egoísmo, e Deus, que sonda os corações e os bolsos, Deus o descobrirá facilmente sob os falaciosos pretextos com que o velais. Podeis enganar o mundo, conseguireis enganar momentaneamente a vossa consciência, mas jamais enganareis a Deus. Em cem anos, em mil anos, aparecereis novamente na Terra; sem dúvida aí vivereis, despojados de vossa opulência presente e curvados sob o peso da indigência. Pois bem! eu vos declaro: recebereis do rico o desprezo e a indiferença que, vós mesmos ricos, outrora tereis mostrado pelo pobre. Diz-se que a nobreza obriga; a solidariedade obriga ainda mais. Quem se subtrai a esta lei perde todos os seus benefícios. Eis por que vós, que tereis guardado o fundo egoísta de vossa natureza, sofrereis, por vossa vez, o desprezo do egoísmo.

Escutai esta tirada de Rousseau:

Diz ele: “Para mim sei que todos os pobres são meus irmãos e que não posso, sem uma injustificável dureza, lhes recusar o fraco socorro que me pedem. Na maior parte são vagabundos,concordo; mas conheço demais as penas da vida para ignorar por quantas desgraças o homem honesto pode encontrar-se reduzido em sua sorte. E como poderia eu estar seguro de que o desconhecido que me vem implorar assistência em nome de Deus,talvez não seja esse homem honesto, prestes a perecer de miséria, e que minha recusa vai reduzir ao desespero? Quando a esmola que se lhe dá não fosse para eles um socorro real, seria ao menos um testemunho de que se é solidário com as suas penas, um abrandamento à dureza da recusa, uma espécie de saudação que se lhes faz.”

É um filho de Genebra, senhores, que fala da sorte; é um filósofo dessedentado nas fontes secas do século dezoito que teme ignorar o homem honesto dentre os desconhecidos que estendem a mão e que dá a todos. Ele dá a todos porque todos são seus irmãos: ele o sabe! Sabeis menos que ele, senhores? Não ouso acreditar.

Mas em que medida deveis dar, ou, antes, qual é nos vossos bens a parte que vos pertence e a parte que pertence aos pobres? Vossa parte, senhores, é o necessário, nada mais que o necessário, e não a deveis exagerar. Em vão vos prevalecereis de vossa posição, dos encargos dela decorrentes, das obrigações de luxo que ela exige; tudo isto diz respeito ao mundo, e se quereis viver para o mundo não avançareis senão com o mundo, não ireis mais depressa que o mundo. Em vão ainda alegareis, para justificar vossos hábitos de indolência, um trabalho ao qual não se entrega o pobre, e que, praticado em vossa casa e por vós, vos torna beneficiários de maior bem-estar. Em vão alegareis isto, porque todo homem é consagrado ao trabalho, ou por ele, ou pelos outros, porque a incúria de seu vizinho não o absolveria do abandono em que o teriam deixado.

Do vosso patrimônio, como do vosso trabalho, só uma coisa vos é permitido tirar em vosso proveito: o necessário; o resto cabe aos pobres. Eis a lei. Não nego que esta lei comporte temperamentos, em certos casos e em dadas circunstâncias; mas diante da luz, diante da verdade, diante da justiça divina, ela não comporta mais.

E a família, que será dela? Estamos quites com ela desde que socorremos os chamados pobres? Não, evidentemente, senhores, porquanto, desde que reconheceis a necessidade de vos despojar pelos pobres, trata-se de fazer uma escolha e estabelecer uma hierarquia. Ora, vossas mulheres e vossos filhos são os vossos primeiros pobres; a eles, pois, deveis dar a vossa primeira esmola. Velai pelo futuro de vossos filhos; preocupai-vos em lhes preparar dias calmos e tranqüilos em meio a esse vale de lágrimas; deixai-lhes mesmo em depósito uma pequena herança, que lhes permita continuarem o bem que haveis começado: isto é legítimo. Mas jamais lhes ensineis a viver egoisticamente e a olhar como deles o que é de todos. Antes e depois deles, os autores de vossos dias, os que vos alimentaram e guardaram, os que protegeram vossos primeiros passos e guiaram vossa adolescência – vosso pai e vossa mãe – têm direito à vossa solicitude. Depois vêm as almas que Deus vos deu como irmãos segundo a carne; depois os amigos do coração; depois todos os pobres, a começar pelos mais miseráveis.

Como vedes, eu vos concedo temperamentos e estabeleço uma hierarquia conforme aos instintos do vosso coração. Entretanto, tomai cuidado para não favorecer demasiadamente a uns com exclusão dos outros. É pela partilha eqüitativa de vossos benefícios que mostrareis a vossa sabedoria, e é ainda por essa partilha que cumprireis a lei de Deus em relação aos vossos irmãos, que é a lei de solidariedade.

“A justiça, diz Lamennais, é a vida; a caridade também é a vida, mas uma vida mais bela e mais doce.”

Sim, a caridade é uma bela e doce vida, é a vida dos santos, é a chave do céu.

Lacordaire

A FÉ

(Grupo Espírita de Douai, 7 de junho de 1865)

A fé paira sobre a Terra, buscando um refúgio onde se abrigar e um coração para esclarecer! Aonde irá?... A princípio entrará na alma do homem primitivo e impor-se-á; colocará um véu momentâneo sobre a razão que começa a desenvolver-se e cambaleia nas trevas do Espírito. Conduzi-lo-á através das idades de simplicidade e se fará senhora pelas revelações. Mas, não estando ainda o raciocínio bastante maduro para discernir o que é justo do que é falso, para julgar o que vem de Deus, ela arrastará o homem fora do reto caminho, tomando-o pela mão e pondo-lhe uma venda nos olhos. Muitos desvios: tal deve ser a divisa da fé cega que, entretanto, durante muito tempo teve a sua utilidade e a sua razão de ser.

Esta virtude desaparece quando a alma, pressentindo que pode ver pelos próprios olhos, a afasta e não mais quer marchar senão com a razão. Esta a ajuda a se desfazer das crenças falsas, que havia adotado sem exame. Nisto ela é boa; mas o homem, encontrando em seu caminho muitos mistérios e verdades obscuras, quer desvendá-los e se extravia. Seu julgamento não pode acompanhá-la; quer ir muito depressa, mas em tudo a progressão deve ser insensível. Assim, não tem mais a fé que repeliu; não tem mais a razão que quis ultrapassar. Então faz como a borboleta temerária, queimando as asas na luz e se perdendo em desvios impossíveis. Daí saiu a má filosofia que, buscando muito, fez tudo desmoronar e nada substituiu.

Estava aí o momento da transformação; o homem não era mais o crente cego e ainda não era o crente raciocinando a crença: era a crise universal tão bem representada pelo estado da crisálida.

Graças à procura durante a noite, a claridade jorra, e muitas almas transviadas, encontrando apenas a luz obscurecida por tantos desvios inúteis e retomando como guias seus condutores eternos – a fé e a razão – fazem-nos marchar à sua frente, a fim de que, reunidos, seus dois clarões os impeçam de se perderem uma segunda vez. Elas fazem assentar a fé sobre as bases sólidas da razão, ela própria ajudada pela inspiração.

É vossa época, meus amigos; segui o caminho, Deus está no fim.

Demeure

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Livro "Do outro lado" - Mary Del Priore - Editora Planeta

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Editora Planeta
Data: 28 de outubro de 2014
Assunto: Livro "Do outro lado"
Data de Envio: 28/10/2014 13:48:10

Nome: Editora Planeta
Email: marketing@editoraplaneta.com.br
Assunto: Livro "Do outro lado"
Mensagem: Boa tarde!
Tudo na paz?

Nesta, quarta-feira, dia 29 de outubro, a historiadora Mary del Priore estará na Livraria da Vila de Curitiba (Avenida do Batel, nº 1868 – Loja 314 piso L3 - 41 3020-35000, a partir das 19h, para falar sobre a história do espiritismo no Brasil, tema do seu novo livro, Do outro lado.

E na quinta-feira, dia 30 de outubro, Mary estará em Porto Alegre para o lançamento na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80 - Passo Dareia), a partir das 19h.

Agendamos entrevistas com a autora,  Mary está à disposição.

Forte abraço,

Fábio

Do outro lado
Mary del Priore lança a história do sobrenatural e do espiritismo no Brasil

Um trabalho de pesquisa e investigação que só uma historiadora como Mary del Priori consegue realizar.

Mary del Priore, uma das maiores historiadoras do Brasil, realiza um primoroso trabalho sobre o universo oculto das religiões. O espiritismo e o sobrenatural, aspectos essenciais e peculiares da nossa sociedade, ganham uma obra que conta como surgiram todas as nossas crenças e histórias que ouvimos todos os dias sobre o que há “do outro lado”. Para entender nossa relação com o desconhecido, a Editora Planeta lança Do outro lado - A história do sobrenatural e do espiritismo, com a marca registrada de Mary Del Priore: qualidade nas pesquisas e uma escrita objetiva e esclarecedora. E a curiosa adoração que o brasileiro tem por Allan Kardec, que mesmo em seu país, a França, não é tão conhecido.

A obra trata de que forma nossos antepassados lidavam com esse mundo dos espíritos. Focando, sobretudo, no desenvolvimento do espiritismo, além de abordar fenômenos bastante populares na época, como o magnetismo, o sonambulismo, as “mesas volantes” e uma série de outras formas de entrar em contato com o mundo sobrenatural e com aqueles que já partiram.

Numa época em que o catolicismo se mostrou decadente, surge espaço para o misticismo e a curiosidade da sociedade brasileira em saber o que acontece e como é o “outro lado”. Cartomantes, curandeiros e exorcistas também têm sua importância na história do sobrenatural do nosso país. O livro trata, dentre outras coisas, os inimigos que o misticismo enfrentou, como a Igreja Católica e alguns setores da imprensa que buscavam a todo custo desautorizar e satirizar o que parecia ser uma ameaça às tradições católicas.

Com um caderno de fotos recheado de interessantes imagens do período, o novo livro de Mary del Priore, Do outro lado - A história do sobrenatural e do espiritismo é uma narrativa instigante sobre um assunto que chama a atenção tanto daqueles que creem em tudo quanto daqueles que não creem em nada, mas que desejam acima de tudo conhecer cada vez mais um pouco da história de nosso país.

Mary del Priore: ex-professora de história da USP e da PUC/RJ, pós-doutorada na École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris, possui mais de 40 livros publicados e é vencedora de vários prêmios literários nacionais e internacionais, como Jabuti, Casa Grande & Senzala, APCA e Ars Latina, entre outros.

Serviço
Do outro lado - A história do sobrenatural e do espiritismo
Mary del Priore
Editora Planeta
ISBN: 978-85-422-0405-6
Não-Ficção/ brochura/ 16x23/ 208 páginas
R$ 31,90

Fábio Diegues - Gerente de Comunicação da Editora Planeta do Brasil
Tel.: 11 3087-8840
Cel.: 11 9.8399-4331
fdiegues@editoraplaneta.com.br

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Outubro rosa – Novembro Azul

 

Não só em outubro e em novembro – cuidados com o corpo devem sempre estar presentes!

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Cuide-se bem

Cuide-se bem

Nós recebemos de Deus verdadeiras maravilhas. Nada obstante, nem sempre a gente saiba valorizar essas maravilhas, o fato é que sempre de Deus nós recebemos maravilhas.

Nós recebemos de Deus um planeta como este, minha gente! Mas é um planeta tão bonito, que só uma pessoa que não tenha sensibilidade poderia negar.

Esse corpo planetário composto de montanhas, de mares, de desertos, de areais, mas também de florestas, de bosques... Uma quantidade enorme de pássaros, de animais, animais anfíbios, animais só terrestres, não importa.

Desde que nós olhamos uma borboleta, uma falena, até pensarmos nos elefantes, nos mamutes antigos, nos dinossauros, que planeta especial! Os pores- do-sol são as coisas mais comoventes. Os luares, que se derramam sobre a Terra, são indizíveis. O nosso planeta é de fato uma bênção de Deus para nós.

Mas existe uma dessas bênçãos, tão importante quanto o corpo terrestre, que é o nosso corpo físico. Esta máquina que a Divindade nos deu para que pudéssemos, ao longo de mais ou menos tempo, nos desenvolver como Espíritos, trabalhar em prol da nossa evolução. Será que você sabia o quanto é importante o nosso corpo?

Deus nos dá sempre o corpo de que nós necessitamos. Alto, baixo, gordinho, magrinho, um corpo com deficiências, um corpo com lesões, um corpo com patologias, mas é o melhor que Deus poderia nos dar, porque isso vem de acordo com os nossos merecimentos, com o nosso mérito.

Com certeza nós já teremos vivido muitas vidas aqui na Terra e em outros mundos. Não esqueçamos de que foi Jesus Cristo que nos ensinou:

Há muitas moradas na casa de meu Pai.

E, certamente, nós já teremos passado por essas moradas, ou ainda iremos para outras tantas dessas moradas. E o nosso corpo físico é esse patrimônio, que utilizamos durante uma existência corporal, durante uma existência carnal ou, se quisermos, durante a vida física.

É tão importante cuidar desse corpo porque, se soubermos cuidá-lo, ele nos devolverá em oportunidades maiores. E nós cuidaremos do nosso corpo, a princípio, dando-lhe nutrição, alimentação adequada, nem demasiada, nem diminuta, em excesso. Aquilo de que o organismo necessita para nos dar essas oportunidades da vida.

Então, comer direito, beber o que convenha ao nosso corpo. As bebidas excitantes, perturbadoras, que têm tropismo no nosso sistema cerebral, neurológico, não são as melhores coisas para a nossa ingestão. Os alcoólicos, se não forem muito bem dosados, em doses muito mínimas, eles irão afetando, de forma patológica, a nossa estrutura corporal. Então, todo o cuidado com o corpo.Aquilo que vamos beber, aquilo que vamos comer.

Se o nosso corpo estiver apresentando sinais de enfermidade, cabe-nos buscar o médico. Nada de justificar que não vai ao médico, porque toma água benta na Igreja, água fluidificada na Instituição Espiritual, que recebe a bênção do padre, do papa, do médium, do pai de santo, do rabino, não.

Deus colocou na Terra a medicina, exatamente para que nós aprendamos a respeitar a ciência médica. E respeitando a ciência médica, nós procuremos os médicos sempre que o nosso corpo indique que ele não está indo bem. Nada de automedicação, nada de usar aquilo que a comadre falou, que o vizinho disse, uma vez que cada organismo é diferente do outro. E aquilo que para um fez bem, para outro poderá ser danoso.

Cabe-nos, em nome do bom senso, se eu sinto que estou precisando de algum atendimento, recorrer à autoridade médica.

Nosso corpo é essa morada do Espírito, como disse Jesus e que as traduções da Vulgata incluíram santo. Nosso corpo sendo o templo do Espírito, o que é mais lógico, ou sendo o templo do Espírito Santo, como pretendem os religiosos, não importa. Importa que o nosso corpo é um templo. E todo templo é sagrado e deve ser tratado sagradamente.

Os excessos, as festas inacabáveis, as noites indormidas, tudo isso vai danificando o nosso corpo. Por isso, toda morigeração, toda moderação, todo cuidado será importante para que o nosso corpo possa viver em harmonia.

Cabe-nos, então, pensar na bênção de que se constitui o corpo físico para nós. A honra de viver na Terra, adotando o corpo físico como nosso doce jumentinho, como lembrou São Francisco, sem qualquer dúvida, irá nos fazer pessoas mais felizes, sabendo usar o nosso corpo orgânico.

* * *

Como vemos, o nosso corpo físico é uma dessas bênçãos de Deus que a gente sequer sabe avaliar. Quantas são as pessoas que, gradativamente, vão destruindo o seu corpo físico, sem saberem que estão destruindo seu instrumento de trabalho.

Aquelas que acham que têm que trabalhar até não mais poder, para ficar ricas ou por alguma neurose. As pessoas chamadas workaolic, aquelas que trabalham excessivamente, que não descansam, não repousam, não obedecem à Lei do repouso e, dessa maneira, vão danificando sua instrumentação física.

Gradativamente, esses problemas vão surgindo. Quase sempre sob forma de patologias, de enfermidades.

Há outros que vão destroçando o corpo físico pelo excesso de tabacos, pelo excesso de comida, comem além do necessário. Mas, há outros que destroem o corpo pelo uso da droga. As drogas pesadas, as drogas que têm tropismo neurológico, que afetam nosso Sistema Nervoso Central, periférico e vão fazendo com que nós nos suicidemos gradativamente.

É claro que é um suicídio involuntário. Não se está usando aquilo com a intenção de se matar, mas estamos nos matando todas as vezes que ingerimos aquilo que perturba o metabolismo, que adultera o movimento do corpo, as reações do corpo.

E, para que nós possamos sair dessa conjugação de tormentos, que vai destruindo o corpo, vale a pena pensar no ser que é mais importante do que o corpo. O ser ao qual a Divindade entregou o corpo, o Espírito.

Nós, em verdade, cada um de nós e todos nós, somos Espíritos, somos seres espirituais. Recordamos bem de que, no Evangelho de Jesus Cristo, há um momento em que Ele recorda os ditos dos profetas e, escreve o Evangelista João, que Jesus Cristo teria dito:

Já não tendes ouvido (com os antigos): vós sois deuses? Deuses com d minúscula.

Somos Espíritos e todos nós, que somos Espíritos, temos por destino a evolução. E, porque somos Espíritos dotados agora, durante a vida na Terra, de um corpo físico, precisando saber tratar desse corpo físico, teremos que tratar de nós, primordialmente, principalmente. Primeiramente tratar do Espírito que somos nós, seres eternos.

Nosso corpo vai passar. Mais dia menos dia, nós vamos desencarnar. Nosso corpo físico vai morrer e nós vamos voltar ao mundo normal primitivo, ao mundo dos Espíritos, ao céu, para alguns, ao purgatório para outros, ao inferno para outros, não importa. Importa é que, depois que o corpo tombe, nós voltaremos à vida do Espírito, nesse Universo de Deus.

Então, é importante tratar do Espírito, procurando desenvolver bons pensamentos. Bons pensamentos, pensamentos de saúde, pensamentos de amor, pensamentos de justiça, de eqüidade, de fraternidade. Todos os tipos de pensamentos que elevam a vida, que elevam o indivíduo nos ajudam a tratar bem da alma que somos. Tratar bem do Espírito que somos: as boas conversas, os bons diálogos.

O que fez o Apóstolo Paulo nos lembrar num dos seus escritos:

Fale aquilo que convenha à sã doutrina. Para que a gente aprenda a falar coisas boas, falar aquilo que presta, falar aquilo que não nos contamine a cabeça.

Volta e meia é natural que a gente conte um caso mais estranho, narre uma tragédia, conte uma piada, às vezes que não seja tanto de salão, mas sabendo de que não devemos encharcar a mente com esses conteúdos, porque esses conteúdos perturbarão o ser espiritual.

Todas as virtudes, a fraternidade, o amor, a atenção, o trabalho são importantes para a nossa vida do Espírito. Mas, a oração, o hábito da reflexão, da meditação, se tornam fundamentais. Se quisermos tratar bem do Espírito que nós somos, cuidar bem do corpo, cuidar bem do Espírito é a receita infalível para que saiamos da Terra com a tarefa cumprida. Para que deixemos o corpo físico tendo atendido a todas as determinações da Divindade. E é cuidando do corpo e cuidando da alma que seremos pessoas felizes na Terra.

Vale a pena procurar as distrações saudáveis, os esportes saudáveis, tudo aquilo que seja saudável, tanto quanto nós aprendemos a procurar a comida saudável, sem agrotóxicos.

Exatamente a dedicação que nós tenhamos para com nosso corpo, deverá ser a mesma dedicação, senão maior, para com o Espírito que nós somos. Porque mais dia menos dia, o corpo ficará e nós seguiremos a grande jornada no rumo do Infinito.

Transcrição do Programa Vida e Valores, de número 94, apresentado por Raul Teixeira, sob coordenação da Federação Espírita do Paraná. Programa gravado em agosto de 2007. Exibido pela NET, Canal 20, no dia 20 de abril de 2008 e em 4 de maio de 2008. http://www.feparana.com.br/vida_valores.php?cod_item=246

Cuidados com o corpo e com o espírito

O Evangelho segundo o Espiritismo:

V – Cuidar do Corpo e do Espírito

GEORGES

Espírito Protetor, Paris, 1863

11 – Consistirá a perfeição espiritual na maceração do corpo? Para resolver esta questão, apóio-me em princípios elementares, e começo por demonstrar a necessidade de cuidar do corpo, que, segundo as alternativas de saúde e doença, influi sobre a alma de maneira muito importante, pois temos de considerá-la como prisioneira na carne. Para que esta prisioneira possa viver, movimentar-se, e até mesmo conceber a ilusão da liberdade, o corpo deve estar são, disposto e vigoroso. Estabeleçamos uma comparação: eis que ambos se encontram em perfeito estado; que devem fazer para manter o equilíbrio entre as suas aptidões e as suas necessidades tão diferentes? O embate entre eles parece inevitável, e difícil chegar-se ao segredo do equilíbrio.

Dois sistemas se defrontam neste caso: o dos ascetas, que desejam abater o corpo, e o dos materialistas, que querem diminuir a alma. Duas violências, quase tão insensata um quanto a outra. Ao lado dessas duas correntes, fervilha a multidão dos indiferentes, que, sem convicção nem paixão, amam com tibieza e gozam com parcimônia. Onde, pois, a ciência de viver? Em parte alguma. E esse grande problema ficaria inteiramente por resolver, se o Espiritismo não viesse em auxílio dos pesquisadores, para demonstrar-lhes as relações existentes entre o corpo e a alma, e dizer-lhes que, desde que são reciprocamente necessários, é indispensável cuidar de ambos.

Amai, pois, a vossa alma, mas cuidai também do corpo, instrumento da alma; desconhecer as necessidades que lhe são peculiares por força da própria natureza, é desconhecer as leis de Deus. Não o castigueis pelas faltas que o vosso livre arbítrio o fez cometer, e pelas quais ele é tão responsável como o cavalo mal dirigido o é, pelos acidentes que causa. Sereis por acaso mais perfeitos, se, martirizando o corpo, não vos tornardes menos egoístas, menos orgulhosos e mais caridosos? Não, a perfeição não está nisso, mas inteiramente nas reformas a que submeterdes o vosso Espírito. Dobrai-o, subjugai-o, humilhai-o, mortificai-o: é esse o meio de o tornar mais dócil à vontade de Deus, e o único que conduz à perfeição.

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THIAGO BERNARDES
Curitiba, Paraná (Brasil)
 

Cuidados com o corpo
e com o espírito

Apresentamos nesta edição o tema no 146 do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, que está sendo aqui apresentado semanalmente, de acordo com programa elaborado pela Federação Espírita Brasileira, estruturado em seis módulos e 147 temas.

Se o leitor utilizar este programa para estudo em grupo, sugerimos que as questões propostas sejam debatidas livremente antes da leitura do texto que a elas se segue.

domingo, 26 de outubro de 2014

Conselho de Ética alemão quer legalizar incesto entre irmãos

Conselho de Ética alemão quer legalizar incesto entre irmãos

Segundo o órgão consultivo "não é apropriado para um direito penal preservar um tabu social".

Por T.L.P.

O Conselho Nacional de Ética (CNE) da Alemanha pediu o fim da criminalização do incesto entre irmãos, após analisar o caso de um homem que teve quatro filhos com a irmã.

Patrick Stuebing foi adotado em criança e apenas conheceu a sua irmã quando tinha 24 anos e ela 16. O homem acabou por se envolver intimamente com a irmã, Susan Karolewski, e o casal teve quatro filhos. Patrick foi condenado por incesto em 2008 e passou três anos na prisão. Pediu recurso da pena para o Tribunal Constitucional Federal, em 2008, e para o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, em 2012. Susan Karolewski foi autorizada a manter a custódia do filho mais novo, mas os outros três foram retirados pelos serviços sociais alemães. Duas das crianças nasceram com deficiência. Não é possível provar que as deficiências tenham sido causadas pela relação incestuosa.

A longa batalha jurídica de Stuebing levou a um debate público generalizado sobre o assunto. Neste sentido, o CNE pronunciou-se agora a pedir a descriminalização do incesto entre irmãos, com base neste caso em que os membros do casal não foram criados juntos, como irmãos.

Lei alemã proíbe relações diretas

As relações sexuais entre familiares diretos (pais, filhos e irmãos) são proibidos sob a seção 173 do código penal alemão e os infratores podem enfrentar vários anos de prisão. No entanto, esta quarta-feira, o Conselho Nacional de Ética alemão recomendou a revogação parcial desta seção, argumentando que o risco de deficiência em crianças não é suficiente para justificar a lei e que a criminalização do incesto não acabaria com o tabu social em torno destas relações.

A presidente do conselho, Christiane Woopen, e 13 outros membros votaram a favor da revogação parcial da seção 173, enquanto outros nove membros votaram contra e duas abstiveram-se.

"O incesto entre irmãos parece ser muito raro nas sociedades ocidentais de acordo com os dados disponíveis, mas os afetados descrevem o quão difícil é a sua situação, à luz da ameaça de punição", afirma um comunicado do CNE. "Eles sentem que as suas liberdades fundamentais foram violadas e são forçados ao sigilo ou a negar o seu amor", refere o mesmo documento. "A maioria do Conselho de Ética alemão é da opinião de que não é apropriado para um direito penal preservar um tabu social", acrescenta o organismo.

"No caso de incesto consensual entre irmãos adultos, nem o medo de consequências negativas para a família, nem a possibilidade do nascimento de crianças a partir de tais relações incestuosas pode justificar a proibição criminal", argumenta o CNE. O mesmo órgão remata que "o direito fundamental de irmãos adultos à autodeterminação sexual tem mais peso, nesses casos, que a proteção abstrata da família".

Partido de Merkel não quer abolir incesto

Uma porta-voz do partido de Angela Merkel, Elisabeth Winkelmeier-Becker, respondeu a voto do Conselho de Ética referindo que a abolição da lei contra o incesto daria um sinal errado. "Abolição da pena criminal contra ações incestuosas dentro de uma família iria completamente contra a proteção do desenvolvimento das crianças", disse à Deutsche Welle.

A recomendação do Conselho de Ética apenas incide sobre o incesto entre irmãos, pelo que o mesmo órgão consultivo não recomendou a descriminalização do sexo entre pais e filhos.

Notícia publicada no Correio da Manhã, em 25 de setembro de 2014.

Hermes Rocha* comenta

O que seria incesto?

Incesto é “a união sexual ilícita entre parentes (consanguíneos ou afins)”. (Dicionário Michaelis.)

No Velho testamento (Bíblia), encontramos diversos casos de incesto. (Levítico, 18:6 / 9 / 12...)

Abraão e Sara (Gênesis, 20:12), Najor e Milca (Gênesis, 11:27 - Exo, 6:20), Anrão e Joquebede, Ló e suas duas filhas (Gênesis, 19:30-38) e outros tantos como eram vistos por leis antigas.

Por várias partes do mundo, há ainda, sem muita divulgação na mídia, casos de incesto na atualidade. A Suécia estuda uma forma para legalizar o casamento entre irmãos. Na Índia, só se for menor é que é crime. No Japão, desde 1881 caiu a lei do incesto. Mas há resistência da população.

Qual seria a direção da Doutrina Espírita em casos dessa importância para o nosso proceder, visando à elevação espiritual através dos tempos?

Nosso Codificador, Allan Kardec, orientado pelos Abnegáveis Espíritos, não nos trouxe esse assunto especificamente. Entretanto, deixou-nos a trabalhar nosso raciocínio, com a boa lógica, quando nos traz em O Evangelho Segundo o Espiritismo(1), sob o título Honrai vosso pai e a vossa mãe, onde encontramos o ensinamento dizendo que Deus quis mostrar que ao amor filial se devem juntar o respeito, as atenções à submissão e a condescendência [...]

Em O Livro dos Espíritos, encontramos, na Lei de Causa e Efeito(2), ensinamentos relativos à ação e reação, sendo as vicissitudes da vida corporal expiação das faltas do passado [...]

Ainda em O Livro dos Espíritos(3), vamos encontrar os Bons Espíritos nos incitando ao bem, com o conhecimento de si mesmo, resistindo à atração do mal. Disse um sábio da antiguidade: “Conhece-te a ti mesmo”.

O Livro dos Médiuns(4) nos leva a entender sobre as causas da obsessão variando de acordo com o caráter do Espírito, que pode ser uma vingança ou o desejo em fazer o mal.

Como vemos, a Doutrina Espírita, embora não tocando no assunto propriamente dito, deixa-nos à nossa compreensão os ensinos emanados pelos Espíritos Superiores para que possamos proceder no bem, observando a moral em nossas atitudes, visando à nossa elevação espiritual através das sucessivas reencarnações.

Referências bibliográficas espiritas:

(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 130 ed. Brasília: FEB. Cap. XIV, item 3;

(2) __________. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 92 ed. Brasília. FEB. Questão 399;

(3) __________. Questão 919;

(4) __________. O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro, 80 ed. Brasília: FEB. Item 245. Da obsessão.

* Hermes Rocha reside em Porto Alegre/RS, é espírita e colaborador regular do Espiritismo.net.