segunda-feira, 21 de agosto de 2017

REVISTA ESPIRITA - março 1864 - Sobre a não-perfeição dos seres criados.

REVISTA ESPIRITA
JORNAL
DE ESTUDOS PSICOLÓGICOS
7 a ANO NO. 3 MARÇO 1864

Sobre a não-perfeição dos seres criados.
(Sociedade Espírita de Paris, 5 de fevereiro de 1864. - Médium, Sr. d'Ambel.)
Por que Deus não criou todos os seres perfeitos? Em virtude mesmo da lei do progresso. É fácil compreender a economia desta lei. Aquele que caminha está no movimento, quer dizer, na lei da atividade humana; aquele que não progride, que se acha por essência estacionário, incontestavelmente, não pertence à gradação ou hierarquia humanitária. Eu me explico, e compreendereis facilmente o meu raciocínio. O homem que nasce numa posição mais ou menos elevada encontra em sua situação ativa um estado de ser dado; pois bem! é certo que se toda sua vida inteira escoasse nessa condição de ser, sem que tivesse trazido modificações por seu feito ou pelo feito de outrem, ele declararia que sua existência é monótona, aborrecida, cansativa, insuportável, em uma palavra; acrescento que teria perfeitamente razão, tendo em vista que o bem não é bem senão relativamente àquilo que lhe é inferior. Isto é tão verdade, que, se colocardes o homem num paraíso terrestre, num paraíso onde não se progrida mais, ele achará, num tempo dado, a sua existência e essa morada um inferno impiedoso. Disso resulta, de maneira absoluta, que a lei imutável dos mundos é o progresso ou o movimento para a frente; quer dizer que todo Espírito que é criado está submetido inevitavelmente a essa grande e sublime lei da vida; conseqüentemente, tal é a própria lei humana.
Não existe senão um único ser perfeito, e não pode dele existir senão um único: Deus! Ora, pedir ao Ser supremo para criar os Espíritos perfeitos, isso seria pedir-lhe para criar alguma coisa semelhante e igual a ele. Emitir uma semelhante proposição, não é condená-la antecipadamente? Ó homens! por que sempre pedir a razão de ser de certas questões insolúveis ou acima do entendimento humano? Lembrai-vos sempre de que só Deus pode permanecer e viver em sua imobilidade gigantesca. Ele é o summum e o máximum de todas as coisas, o alfa e o ômega de toda a vida. Ah! crede-me, meus filhos, não procureis jamais levantar o véu que cobre esse grandioso mistério, que os maiores Espíritos da criação não abordam senão tremendo. Quanto a mim, humilde pioneiro da iniciação, tudo o que posso vos afirmar é que a imobilidade é um dos atributos de Deus ou do Criador, e que o homem e tudo o que é criado têm, como atributo, a mobilidade.
Compreendei se puderdes compreender, ou então esperai que seja chegada a hora de uma explicação mais inteligível, quer dizer, mais à altura de vosso entendimento.
Não trato senão desta parte da questão, tendo querido vos provar somente que não estava estranho à vossa discussão; sobre todo o resto refiro-me ao que foi dito, uma vez que todo o mundo me pareceu da mesma opinião. Dentro em pouco falarei de outros fatos que foram assinalados (os fatos de Poitiers).
ERASTO.

Enviado por: "Joel Silva"

domingo, 20 de agosto de 2017

Quadrinho....



Fonte: http://mocidade.ocentroespirita.com/mocidade/portal-mocidade/quadrinhos.php#

Você sabia?!


Crie a história...



Desenvolva o tema...


Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão - A039 – Cap. 16 – Compromissos redentores – Primeira Parte

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB - 1970
 Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco

A039 – Cap. 16 – Compromissos redentores – Primeira Parte

16
Compromissos redentores

As atividades absorviam-nos e o tempo transcorria generoso, ensejando-nos o aproveitamento das suas lições, gemas que incorporávamos ao patrimônio imorredouro do espírito.
A família Soares organizara singela recepção para a tarde de domingo, quando Adalberto, jubiloso com o aniversário de Mariana, assumiria o compromisso do noivado, pedindo à sua mão ao Sr. Mateus:
Era natural, portanto, que nos reuníssemos naquele lar, participando das justas alegrias que chegavam como resposta divina às dores terrenas.
O genitor da família, após cinco meses de repouso e assistência médica no lar, recuperava-se maravilhosamente. Já se conseguia pôr de pé, auxiliado pelas filhas e apoiado a uma bengala, com perspectivas de refazimento próximo. O reequilíbrio orgânico, no entanto, era de pouca significação, em se considerando as modificações reais, operadas no seu íntimo.
Se o seu passado era assinalado por descaso e desconsideração aos deveres, justo é se lhe reconheça o esforço para demonstrar o arrependimento que o afligia.
Tornara-se meigo e tratava os familiares com o necessário afeto. Lamentava a perda de tempo e a idade já avançada, que lhe não permitiria refazer os caminhos percorridos para a reabilitação. O Evangelho, em lhe penetrando o espírito, rasgara visões esplendorosas de luz e vida. Emocionava-se, quando em palestras íntimas se reportava às consolações que tão tardiamente conseguira aceitar. Embora desconhecesse outros informes mais elucidativos dos dramas que abalaram os alicerces do seu lar, encontrara na reencarnação resposta às angústias e rebeldias íntimas, que tanto o atormentaram a vida inteira. Dizia-se dominado durante quase todos os anos de vida, por ódio surdo, que, semelhante a instrumento de percussão, reboava interiormente, despedaçando-o inexorável... Todavia, o tempo lhe ensejava recomposição íntima, melhor visão das coisas e dos acontecimentos, sentindo-se em preparativos para a partida. Já não receava a desencarnação. O conhecimento do Espiritismo lhe matara o temor da morte.
Por sua vez Adalberto, que procedia do interior do Estado e residia em Casa de Pensão, sem o arrimo de uma fé segura e nobre, deixava-se conduzir por uma vida de frivolidades comuns aos da sua idade, passou também a se transformar interiormente, fascinado imensamente pelo conhecimento da Doutrina dos Espíritos.
O moço, que já armazenara suficiente depósito de prazeres nas experiências da leviandade, era ardente e apaixonado. Embora não fosse portador de cultura, era esclarecido e possuidor de lúcido tirocínio intelectual. Passou a estudar a Codificação Kardequiana, e, depois, os romances mediúnicos lhe tomaram os sentimentos. A lógica da reencarnação e a programação dos destinos, obedecendo a um roteiro adrede traçado, com as naturais concessões ao livre arbítrio de cada um, era para ele especial tema de conversações. Compreendendo as responsabilidades da vida, apressou-se em abandonar os velhos hábitos, e, ante os infortúnios, que se transformaram em bênçãos no lar dos Soares, aproximou-se da família desde a enfermidade de Mariana, e fez-se quase o filho do sexo masculino que faltava naquele domicílio. Suas mãos e braços vigorosos se tornaram inúmeras vezes no socorro eficiente ao velho doente, e sua presteza e generosidade foram alavancas de salvação por ocasião dos diversos acontecimentos...
Acreditando-se necessitado de construir o próprio lar, resolvera consorciar-se com Mariana, a quem se encontrava fortemente vinculado pelo amor. O décimo sétimo natalício da moça era ocasião oportuna para o compromisso oficial do noivado, que deveria culminar com o matrimônio, logo estivessem em condições de fazê-lo.
Assim, a modesta e honrada família convidou os poucos amigos para o ato oficial, que estava sendo a razão da alegria de todos, desde os dias anteriores.
Fomos Petitinga, Morais e nós, encontrando a família Soares com alguns poucos convidados, e mais Adalberto e o seu genitor que viera para a ocasião.
Após o pedido feito pelo seu ao pai de Mariana, foram apresentadas as alianças representativas do compromisso e servido singelo e bem cuidado lanche.
Os sorrisos falavam das emoções daquele entardecer. Marta e Mariana, Dona Rosa e as demais filhas pareciam crianças gárrulas, esfuziantes. O Sr. Mateus, bastante feliz, tinha, porém, o semblante velado por discreta tristeza. Era por se recordar do passado e se sentir impossibilitado de reconstruí-lo.
Por nossa vez, lembrava-me dos acontecimentos que ali tiveram palco e considerava a misericórdia de Deus, nas suas sutilezas e sabedoria infinita, que nos escapa e que não podemos de pronto compreender. O milagre da dor produzira a bênção da misericórdia da união de todos.
Adalberto, que se encontrava muito emocionado, traçando planos para o futuro, considerou a sua posição de espírita e perguntou a Petitinga qual a solenidade religiosa que deveria haver por ocasião do seu consórcio com Mariana. Compreendia que não seria lícito submeter-se a um ato sacramental da Igreja Romana, tendo em vista o comportamento dos profitentes daquela fé, que se situava muito distante dos ensinos e práticas do vero Cristianismo. Não seria justo, porém, que houvesse no Espiritismo uma cerimônia qualquer, lavrada nas lições evangélicas, para comemorar os grandes acontecimentos da vida? — inquiriu, interessado.
Petitinga, prudente e lúcido, sorriu e esclareceu:
— Foi por adotar as práticas do Paganismo em crepúsculo que o Cristianismo nascente sofreu as adulterações que redundaram na sua paulatina extinção. Nas práticas externas e no culto luxuoso da atualidade, que encontramos das lições vivas e puras do Cristo? Onde e quando vimos Jesus praticando atos que tais? Muitos se referem à cena do batismo do Senhor, por João, como sendo aceitação tácita e concorde de um culto. Não foi isso, todavia, o que ocorreu. Deixando-se identificar pelos sinais das profecias e pelos ditos» antigos que caracterizariam o Messias, o Enviado, Ele se permitiu receber de João, diante de todos, aquele ato, para que se soubesse ser Elle o Esperado, fenômeno confirmado pelo que todos ouviram, naquele momento em que clamava uma voz: “Este é o meu Filho dileto, em quem me agrado”, conforme anotaram os Evangelistas e que João acrescenta: “Ele é o Filho de Deus”, definindo-O como o Messias... Nunca, porém, batizou. Em toda a Sua vida não O vemos em conivência com os que se nutrem da ignorância e se permitem o abuso da fé a benefício próprio.
Delicado e sóbrio, fez breve silêncio, no qual os seus olhos claros se iluminaram, e logo prosseguiu:
— O Espiritismo é a Doutrina de Jesus, em Espírito e verdade, sem fórmulas nem ritos, sem aparências nem representantes, sem ministros. É a religião do amor e da verdade, na qual cada um é responsável pelos próprios atos, respondendo por eles, conforme o conhecimento que tenha da Imortalidade, dos deveres. «É a religião da Filosofia, a Filosofia da Ciência e a Ciência da Religião, conforme predicou Vianna de Carvalho em nossa Casa, com justas razões. Não se firma em enunciados estranhos à Boa Nova e tudo quanto os Espíritos informaram ao Missionário Allan Kardec se encontra fundamentado nos Evangelhos. Alguns adversários gratuitos dizem que os Espíritos nada trouxeram de novo. E me permito indagar, repetindo o filósofo antigo: (Que há de novo sob o Sol? Novidade é também sinal de leviandade. O que nos parece novo é atualização do que acontecia e ignorávamos.
«Os Espíritos sempre se comunicaram e falaram dos renascimentos, das Leis de Causa e Efeito, conhecidas desde remotíssimas civilizações, sob a designação sânscrita de Carma. Em todos os tempos encontramos os chamados “mortos” falando aos chamados “vivos”... O que os sábios conseguiram nestes tempos foi constatar a legitimidade da existência post-mortem e comprovarem a preexistência do Espírito, antes do corpo, com a consequente sobrevivência após a morte do corpo. Allan Kardec, o Enviado para os tempos modernos, teve o incomparável mérito de codificar os ensinos esparsos, dando-lhes uma ordem filosófica, extraindo o significado moral e eterno das lições contínuas dos Imortais. Dotado de raras faculdades de inteligência e razão, acolitado por Legião de Benfeitores e por eles fortemente inspirado, propõe questões do conhecimento, indagou sobre assuntos não devidamente esclarecidos até então. Não há, porém, em toda a Codificação um só item que se não alicerce nos ensinos do Cristo, ora confirmados universalmente pelos Espíritos. O próprio Mestre, na sua assertiva da promessa do Consolador, informou claro e conciso que o Paracleto diria muito mais do que Ele dissera.
E dando melhor ênfase aos ensinos, concluiu:
— Não, não há qualquer culto externo no Espiritismo e se houvera teríamos a sua morte anunciada já para breve. Sendo Doutrina dos Espíritos, revive o Cristianismo, repitamos: em espírito e verdade!
— E não poderíamos — retornou interessado, Adalberto — formular uma oração de ação de graças em momentos que tais?
— Sim, orar, podemos fazê-lo, porém, na intimidade dos corações, no silêncio do quarto. Uma oração pública requer sempre alguém mais bem adestrado, de verbo fácil e inspirado. Assim, iremos transferindo para outrem o que nos cabe fazer. E como orar é banhar-se de luz e penetrar-se de paz, pela decorrente comunhão com o Alto, devemos fazê-lo, nós mesmos, cada um, em particular. Que os compromissados o façam, está muito bem; que os nubentes o realizem, na intimidade da alcova, é de necessidade; que os aniversariantes o produzam, no altar da alma, é muito justo. Mas evitemos hoje que a nossa emoção e a nossa festividade sejam transformadas amanhã num culto exterior, que tenhamos começado... Cada um de nós, aqui presente, deve estar em oração silenciosa de bons pensamentos, em atitude de prece pela sobriedade dos atos, mediante o respeito moral e fraternal que nos devemos todos uns aos outros... O Espiritismo é a religião que religa, permitam-nos a redundância, a criatura ao Criador, interiormente... Que tenhamos mais atitudes do que palavras!...
A frase final enunciada com um toque de bom-humor a todos nos fez sorrir, terminando, assim, a maravilhosa aula que o noivo conseguira motivar.

QUESTÕES PARA ESTUDO

1 – Com base no que comenta Petitinga, qual a visão espírita a respeito do batismo, a que Jesus se sujeitou no início de sua missão evangélica?

2 – Qual o papel do Espiritismo no contexto de ser uma nova revelação espiritual?

3 – Segundo Petitinga, qual a posição da outra frente a celebração do casamento entre os espíritas? E qual a sua opinião?

Bom estudo a todos!
 Equipe Manoel Philomeno

sábado, 19 de agosto de 2017

Mural reflexivo: Amigos

AMIGOS


    O que é que faz com que uma amizade solidifique e se torne profunda?

    Falando das suas experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que eles descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos.

    Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo acrescentando, a cada ano, mais uma pedra preciosa ao relacionamento.

    Harry e Lawrence pertencem a esse último grupo. São primos em primeiro grau. Nasceram com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras.

    Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante.

    Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos.

    Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e aos olhos da criançada pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho.

    Brincaram até tarde. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça.

    Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho, encaminhando-se para a porta. 

    O que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão.

    Os adultos se viraram todos para o pequeno, com olhos acusadores. Sua mãe lhe desferiu aquele olhar de: O que você fez?

    O garoto se sentiu acuado. Tinha vontade de sair correndo, fugir, mas as pernas lhe pesavam. Pareciam pregadas ao chão.

    Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de setenta anos.

    Então, o primo Harry veio em seu socorro. Colocou-se ao lado dele e com segurança falou em voz alta e clara:

    Eu dei os soldadinhos para ele.

    Recordando aqueles momentos, o escritor que viaja pelo mundo todo, pergunta:

    De que outro motivo preciso para amar esse sujeito?

    E são amigos até hoje. Mesmo que, crescidos, tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama: amizade.

* * *
    A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento.

    A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração.

    Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da ventura e da paz.

    Ter amizade é ter coração que ama a esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.

(Redação do Momento Espírita com base no artigo O último calouro, publicado pela revista Seleções Reader’s Digest, março/2000 e na pergunta 174 do livro O Consolador, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Disponível no livro Momento Espírita v.2. http://www.momento.org.br/exibe_texto.php?id=49)

Ilustração Dianne Dengel

Reflexão...Prece


Reflexão...Em Oração


Reflexão... O Mundo, Jesus e Tu


Reflexão...Sempre que possível


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Mini Jornada da Família no Paltalk - Tema central : "A superproteção e suas consequências".



A equipe de trabalhadores do portal Espiritismo.Net convida a todos para a 20ª edição da Mini jornada da Família, que terá como tema central "A superproteção e suas consequências".
O evento será realizado no Paltalk, na Sala Espiritismo Net Brasil - Categoria Central & South America / Sub-categoria Brazil -, no dia 27 de agosto de 2017 , domingo, das 14h40min às 18h.
A programação será a seguinte:
14h50min - Boas-vindas;
14h55min - Prece inicial;
15h00min - Tema de introdução: Introdução: Necessidade da proteção na família - Silvia
15h31min - Tema 1: diferença entre proteger e superproteger – Angela Aranda
16h01min - Tema 2: superproteção – o que é e como se desenvolve. – Lúcio Flávio
16h31min - Tema 3: Superprotegem por que?  - Didima
17h01min - Tema 4: Consequências da superproteção - Janaina
17h31min - Tema de conclusão: Missão dos Pais e da família - Miriam
18h00min - Prece de Encerramento.

Conheça mais sobre as atividades do Espiritismo.net no Paltalk, incluindo informações sobre download, instalação e configuração do programano endereço www.espiritismo.net/paltalk.
Conheça as demais Mini Jornadas da Família em https://www.espiritismo.net/arquivo/familia

A palavra é sua - Trocando ideia

Ei, Galera!

Continuando com mais um a palavra é sua, vamos trocar ideia, à luz do Espiritismo, sobre gravidez e concepção?

1. Como é considerado pela Doutrina Espírita o uso de métodos anticonceptivos?
2. Como a Doutrina Espírita vê a questão do aborto?
3. Como é considerada a questão no caso de gravidez onde há risco de morte da mãe e no caso de gravidez resultante de violência através do estupro?
Te aguardamos, pois a palavra é sua!!! :)
Beijos e abraços

O que o Espiritismo orienta sobre o Divórcio? -- D. Isabel Salomão de Campos responde


COMO LIDAR COM O INÍCIO DE NAMORO?


terça-feira, 15 de agosto de 2017

“Você precisa fazer isso”: Uma jovem de 20 anos é julgada por induzir namorado ao suicídio

Noticias Internacional
Yahoo Notícias
Uma mulher de 20 anos foi julgada por supostamente induzir o namorado ao suicídio, três anos atrás.
Michelle Carter é acusada de pedir repetidamente para que seu namorado, Conrad Roy III, de 18 anos, tirasse a própria vida. Ela enviou dezenas de mensagens de texto e fez várias ligações com este objetivo quando tinha 17 anos, como parte de um “jogo doentio”.
A promotora Maryclare Flynn disse no julgamento de Michelle, que Roy estava sentado em seu veículo no estacionamento de uma loja, em julho de 2014. A caminhonete estava cheia de monóxido de carbono.
Quando ele saiu do veículo, Michelle disse para ele “voltar lá para dentro”, afirmou a promotora Flynn, no julgamento que aconteceu no tribunal de Taunton, Massachusetts.
Ela acrescentou que Michelle, que nunca chamou as autoridades ou os pais de Roy quando ele morreu, queria a simpatia e a atenção que uma “namorada em luto” recebe.
O advogado de defesa, Joseph Cataldo, alega que Roy estava deprimido após a separação dos pais, além de sofrer abuso físico e verbal de seus familiares, e já pensava em suicídio há um tempo, chegando a pesquisar métodos de suicídio online.
Ele disse que Michelle fez o que fez para incentivar o namorado a conseguir ajuda.
O casal se conheceu em 2012, na Flórida, mas só se viram pessoalmente algumas vezes, mesmo morando apenas a 56 quilômetros de distância.
Normalmente, eles se comunicavam por mensagens de texto e chamadas telefônicas.
O Sr. Cataldo disse ao tribunal que Roy sugeriu que eles deviam fazer como Romeu e Julieta, os amantes que se matam na peça de Shakespeare, mas Michelle disse que não queria que eles morressem.
Ele disse: “Conrad Roy pensava em tirar a própria vida há anos”.
“Cometer suicídio foi ideia de Conrad Roy. Não de Michelle Carter”.
“Isso foi um suicídio, um trágico e triste suicídio, mas não foi um homicídio”.
Ele insistiu que a jovem lidava com os próprios problemas emocionais e tomava remédios que podem ter nublado seu julgamento.
A mãe de Roy, Lynn Roy, testemunhou que, após a morte do filho, ela recebeu mensagens de Michelle expressando seus pêsames, mas sem mencionar qualquer conhecimento prévio sobre quaisquer planos do rapaz de se suicidar.
A jovem foi acusada de ser delinquente juvenil, o que a torna passível de ser punida como adulta, caso condenada.
Andy Wells
Yahoo News UK
Notícia publicada no Yahoo! Notícias, em 9 de junho de 2017.

Glória Alves* comenta

O advogado de defesa de Michelle Carter, Joseph Cataldo, disse ao tribunal: “Isso foi um suicídio, um trágico e triste suicídio, mas não foi um homicídio.”
Nosso comentário não visa fazer o julgamento das pessoas envolvidas nesse triste caso, cabe-nos, apenas, analisar os fatos à luz da Doutrina Espírita.
A lei divina afirma, categoricamente: “Não matarás!”
Diante do Supremo Senhor da Vida, é um “grande crime tirar a vida ao seu semelhante, pois corta uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal”.(1)
E o suicídio? Igualmente é grande crime; o homem não tem o direito de tirar a sua própria vida. Esclarecem os Espíritos Superiores que “somente Deus tem esse direito” e que “o suicídio voluntário é uma transgressão da lei de Deus”.(2)
A defesa do advogado pode servir para absolver ou atenuar a pena da jovem, mas suicídio ou homicídio são transgressões às leis naturais, e o culpado, mais cedo ou mais tarde, terá que reparar.
Seja qual for a sentença estabelecida pelas Leis Humanas, leis ainda imperfeitas, elaboradas por homens imperfeitos e destinadas a homens igualmente imperfeitos, para Michelle Carter, ou quem quer que seja, jamais fugiremos à sentença da Lei de Deus, eterna e imutável como Ele mesmo. Há em nós um juiz implacável que nos cobrará as ações, a nossa consciência, onde está inscrita essa lei.
E para o infrator, esteja onde estiver, com quem quer que seja, carregará consigo a culpa e o remorso do erro cometido, até que através do arrependimento, da expiação e da reparação desse erro, em existências futuras, o ser consciente, “mediante ações positivas, reabilitadoras, que resultarão dos pensamentos íntimos enobrecedores”, poderá, então, anular o efeito da transgressão às leis divinas, destruindo-lhe a causa.(3)
Michelle Carter é acusada de induzir, instigar e auxiliar o namorado ao suicídio. Segundo a promotora Maryclare Flynn, Michelle pediu repetidamente para que seu namorado tirasse a própria vida; enviou dezenas de mensagens de texto e fez várias ligações com este objetivo, como parte de um “jogo doentio”; nessa época ela tinha 17 anos e seu namorado, Conrad Roy III, 18 anos.
No Código Penal brasileiro, é considerado crime: induzimento, instigação ou auxílio a suicídio. Reza o Artigo 122: Induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou prestar-lhe auxílio para que o faça é classificado como um crime contra a vida.
Atualmente no mundo, vivemos uma onda sinistra de jogos e desafios nas redes sociais, entre os jovens, que induzem ao suicídio, automutilação e até desaparecimentos, principalmente entre aqueles que apresentam algum tipo de transtorno psicológico, como a depressão, problemas familiares, fracasso escolar e as perdas afetivas.
A psicóloga Angela Bley, coordenadora do Instituto de Psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, diz que o adolescente com autoestima baixa, sem vínculo familiar fortalecido, é mais vulnerável a cair neste tipo de armadilha. “O que tem diálogo em casa, não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor. Deixe que ele fale sobre o jogo, o que sente, é um momento de diálogo entre a família.”(4)
Dessa maneira, a família, a escola e todos os que trabalham e se envolvem com os jovens devem buscar o diálogo sem preconceitos e sem julgamentos. Amar os filhos é salvá-los do suicídio, acolhê-los é dar segurança emocional. O lar, portanto, deve ser o porto seguro do homem em evolução, rumo à plenitude espiritual.
A paternidade, conforme esclarecem os Espíritos Superiores, é missão e dever, que envolve a responsabilidade dos pais quanto ao futuro do filho que Deus colocou em suas mãos para proteger, amparar e guiar pelo caminho do bem. Se o filho vier a sucumbir por culpa dos pais, sofrerão estes as consequências de sua queda moral, recaindo sobre os eles no futuro os sofrimentos do filho, por não terem feito tudo o que dependia deles para que o filho progredisse na estrada do bem.
Através de Divaldo Franco, o Espírito Bezerra de Menezes nos diz que “a família é a base da sociedade, que não pode ficar relegada a plano secundário. Viver em família com elevação e dignidade, é valorização da Vida, na oportunidade que Deus concede ao Espírito para crescer e atingir as culminâncias a que está destinado”.(5)
E em 16/6/2017, a Corte Juvenil do Condado de Bristol, no Sul de Massachusets, condenou a jovem Michelle Carter pelo suicídio de Conrad Roy III. “Ela foi considerada culpada da acusação de homicídio culposo involuntário, por ter incentivado por meio de mensagens de texto que Roy tirasse a própria vida.”(6)
Cada um de nós é responsável somente pelas suas próprias faltas, ninguém sofrerá a pena das faltas pelos outros, a menos que a elas tenham dado ensejo, seja provocando-as pelo nosso exemplo, seja não as impedindo quando tínhamos condições de fazê-lo.
Lembrando os ensinamentos dos Benfeitores da Humanidade, quando apontam que aqueles que levam o infeliz ao ato de desespero, ao suicídio, sofrerão as devidas consequências do ato, “responderão como por um assassínio”.(7)

Referências bibliográficas:

(1) “O Livro dos Espíritos” - Allan Kardec - Q. 746;
(2) Idem (1) - Q. 944;
(3) “Momentos de Meditação” - Joanna de Ângelis - Divaldo Franco;
(5) Mensagem psicofônica - Reunião do Conselho Federativo Nacional, em 07-11-1993, Brasília, DF;
(7) Idem (1) - Q. 946a.
* Glória Alves nasceu em 1º de agosto de 1956, na cidade do Rio de Janeiro. Bacharel e licenciada em Física. É espírita e trabalhadora do Grupo Espírita Auta de Souza (GEAS). Colaboradora do Espiritismo.net no Serviço de Atendimento Fraterno off-line e estudos das Obras de André Luiz, no Paltalk.

Elas viveram luto durante a gravidez e contam como superaram

Redação Vida e Estilo
Por Thaís Sabino (@thaissabino)
Era para ser o período mais feliz da vida deles. Finalmente, o sonho cultivado por tanto tempo estava prestes a se realizar. Os dois passariam a ser três, talvez quatro em alguns anos, mas o importante naquele momento, em que um “risco” a mais ou a menos tem tanto significado, é que eles estavam formando uma família. Emoção, excitação e a vontade de dividir a notícia com o mundo tornaram impossível fazer qualquer surpresa. Paula Nogueira ainda lembra de assistir ao marido chorar de felicidade ao saber que seria pai. E hoje é ela quem chora ao contar que Allan faleceu antes de ver o filho nascer.
Paula já era mãe quando conheceu Allan e decidiu ter mais um filho para realizar o sonho do parceiro. “Ele ficou todo bobo”, contou Paula sobre a primeira reação de Allan. Logo toda a família já estava sabendo. Quando descobriu que seria um menino, Paula ainda tentou convencê-lo a guardar segredo até o “chá de revelação”, porém Allan não conseguiu conter a empolgação. “Tínhamos escolhido os nomes Manuela ou Miguel. Mas naquele momento ele disse que queria Pedro, para homenagear o avô. Fiz uma cara de insatisfeita, e concordamos com Miguel”, contou Paula.
“Bebê” se tornou o assunto favorito das conversas diárias e o tempo no trânsito – Allan sempre levava Paula de carro ao trabalho – passou a ser preenchido com a escolha de cores e peças para o enxoval. O que Paula não sabia é que sua vida viraria de cabeça para baixo ainda nos primeiros meses de gravidez. Allan reclamou de uma dor no braço naquele dia de 2016, mas seguiu com a rotina normal. Mais tarde, ele teve uma parada cardíaca e faleceu. Paula ficou inconsolável e hoje diz que não teria esperança de ser feliz novamente se não fosse o Pedro, e não Miguel, ter entrado em sua vida.
A dor e “frustração” de não poder colocar juntos pai e filho não diminuem com o tempo. Já faz 10 anos que Cris Guerra teve que lidar com sentimentos de luto e vida ao mesmo tempo. Diferente de Paula, Cris não estava tentando engravidar, pelo menos não mais após sofrer dois abortos em um relacionamento anterior. Mas, no fundo, o desejo de ser mãe ainda a acompanhava. “Sabe quando você tem um sonho e esconde de si mesma? Era tudo o que eu mais queria na vida”, contou.
Guilherme, o pai, também ficou realizado com a notícia. “Quando fizemos a primeira ultrassonografia do Francisco e ouvimos o coração bater, choramos muito. Foi uma das cenas mais emocionantes da minha vida”, lembrou Cris. A alegria do casal teve um choque pouco tempo depois. A forma como Cris perdeu Gui não é muito diferente da história vivida por Paula: ele sofreu uma parada cardíaca em casa, sozinho e não pôde ser socorrido. “Senti uma dor que não tem nome. Achei que nunca mais iria parar de sofrer”, lembrou Cris.

“O Francisco me salvou”, disse Cris

A recuperação não foi fácil. Paula teve descolamento de placenta, anemia e a incerteza de que conseguiria levar a gestação até o final. Cris teve que lidar com a possibilidade de estar muito feliz e muito triste ao mesmo tempo. “Digo que o coração dele (Francisco) bateu por nós por um tempo”, disse ela. “Como não dizer que eu era a mulher mais feliz do mundo depois da vinda de um filho perfeito? Mas ao mesmo tempo, a presença do Francisco me lembrava imediatamente a falta do Gui”, continuou. Foi esse sentimento que motivou Cris a começar o blog “Para Francisco”. “Ao invés de engolir o luto, preferi mergulhar nele e vivê-lo por inteiro, para sair inteira também”, disse ela.
Os textos escritos por Cris são emocionantes e carregam mensagens sobre o pai que Francisco não conheceu. Funcionou como uma “bomba de oxigênio”, segundo ela descreveu, pois a ajudou a voltar a respirar. “Entendi que eu precisava registrar minhas lembranças enquanto elas ainda estavam frescas na memória e no coração, para que o Francisco, no futuro, tivesse acesso ao pai. Foi uma maneira que encontrei de desabafar”, justificou.

Um álbum de recordações

Paula também encontrou uma forma de se reconectar ao parceiro. Entre os planos do casal, estava um ensaio fotográfico da gestação. “Ele curtia muito, estávamos só esperando a barriga crescer, mas não deu tempo”, disse ela. Paula encontrou um fotógrafo disposto a tornar esse sonho realidade: ele colocou Allan presente na vida da nova família, mesmo que apenas em um álbum de recordações. “Foi a maneira que encontrei para homenageá-lo”, concluiu Paula.
Notícia publicada no Portal Yahoo!, em 7 de março de 2017.

Fabiana Shcaira Zoboli* comenta

Ao mencionarmos o tema gravidez, costuma surgir em nossa mente uma figura materna, envolta em uma aura de beleza e ternura, e quase sempre esquecemos de que, para uma gestação ser plena e feliz, a presença do pai do bebê faz toda a diferença.
Afinal, longe de ser aquele que sai de madrugada em busca de comidas extravagantes, o pai é o companheiro que presta inestimável apoio nos incontáveis momentos desafiadores da gestação e que, muitas vezes, emociona-se e vibra, tanto quanto a mulher, com a perspectiva de ter em seus braços seu filho.
Na reportagem, vemos dois pais, vibrantes com a perspectiva de partilhar a Vida com seus filhos, desencarnando, repentinamente, frustrando esse sonho, ao mesmo tempo em que, para as mães, impôs-se a necessidade de conseguir forças, talvez sobre-humanas, que só o amor pode promover, para levar a termo a gravidez e prosseguir com suas Vidas.
Observamos o esforço dessas mulheres que, como mães, lutaram para vencer essa fase e lembramos a necessidade de vivenciar o luto. Muitas famílias sofrem com o desencarne de familiares e o luto, ao contrário do que muitas vezes se prega, precisa ser vivenciado para ser superado. A narrativa, como a mamãe Cris fez ao criar o blog, tem sido uma importante ferramenta para se lidar com o luto, mas outras existem, formando o que se tem chamado de "Terapia do Luto", que ajuda muitos a superar essa fase de grande tristeza.
A condição de espíritas pode e ajuda a lidar melhor com o desencarne, porque traz a consciência de que a Vida do nosso familiar continua e em planos mais elevados. Mas, às vezes, por isso mesmo, muitos espíritas acreditam que não devem sentir a dor da separação, quando isso ainda não nos é possível no estágio evolutivo em que nos encontramos. E assim, a dor da separação e todos os sentimentos que advém do falecimento de um ser querido machucam, independente da religião, e podem se constituir em uma grande prova, colocando em cheque a nossa fé, que, muitas vezes, precisa ser reconstruída.
Essas mamães vivenciaram o luto e mostraram que é possível superar esse momento doloroso e seguir com a Vida, reconstruindo, muitas vezes, a fé, as convicções e até os próprios sonhos, sabendo que quem partiu antes de nós, estará sempre em nosso coração.
Sem dúvida, essa superação traz grande crescimento ao Espírito imortal que, em essência, somos, sendo necessário reconhecer que são essas experiências que mais nos ajudam a desenvolver virtudes e nos ajudam a galgar degraus importantes na escalada de nossa evolução – tanto para quem desencarna, como para quem permanece encarnado -, onde vemos a solicitude de Deus mesmo nos momentos dolorosos, sendo que, especialmente neles, Ele não nos abandona, fortalecendo-nos e inspirando-nos sempre - não esqueçamos disso.
Isabel Allende, escritora peruana de ascendência chilena, também passou pelo desencarne doloroso de um ente querido, de sua filha. E, para ela, escreveu a célebre obra “Cartas a Paula”, na esperança de Paula recuperar-se de um coma irreversível, o que não aconteceu. E, em meio às suas reflexões, reproduzimos aqui, uma de suas frases que ilustra o quanto podemos crescer, mesmo em meio ao desencarne de seres queridos, como fizeram as mamães da reportagem, se, ao invés de nos rebelarmos, aceitarmos e continuarmos a Viver: “Quando sentimos que a mão da morte nos pousa no ombro, a vida ilumina-se de outra maneira e descobrimos em nós mesmos coisas maravilhosas de que nem sequer suspeitávamos.”
* Fabiana Shcaira Zoboli é espírita e colaboradora do Espiritismo.net

Superando Desafios - Programa 004

OUÇA AQUI

Parte 1

Parte 2

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Libertação - Programa 013

OUÇA AQUI:

Memórias De Um Suicida - Programa 013

OUÇA AQUI:

Pedagogia Espírita na Educação - PEE - Programa 013 - Selma, Kátia E Selma

OUÇA AQUI:

Parábolas E Ensinos De Jesus - Programa 013

OUÇA AQUI:

O Problema Do Ser E Do Destino - Programa 013

OUÇA AQUI:

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão - CONCLUSÃO - A038 – Cap. 15 – Enfermidade salvadora – Segunda Parte

Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB - 1970
Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco

A038 – Cap. 15 – Enfermidade salvadora – Segunda Parte
CONCLUSÃO

QUESTÕES PARA ESTUDO

1 – O que é uma enfermidade simulacro? Qual a raiz da doença de Ana Maria e como ela se libertou da enfermidade?

Segundo Petitinga, enfermidade simulacro é aquela que se instala por causas espirituais, isto é, da permuta de fluidos nocivos entre o encarnado e a entidade obsessora. 
É evidente que a causa microbiológica ocorre: a infecção por microorganismos. No entanto, na base deste caso está a permuta dos fluidos deletérios, o que abre canais no sistema imunitário para a instalação da infecção, e enfraquece o seu combate contra os agentes infecciosos. Tanto assim que, rompido o laço obsessivo, o sistema imunológico vence a enfermidade, e a pessoa recupera a saúde – como se sucedeu com Ana Maria.
Enfermidades simulacros são comuns nos casos de obsessão: podemos encontrar na tuberculose (como haveremos de estudar em outra obra do mesmo autor espiritual), desordens psíquicas, hormonais, etc.

2 – Como estava acontecendo a transformação de Marta, a filha de D. Rosa antes envolvida nos trabalhos espirituais inferiores?

Marta ia recuperando sua liberdade espiritual à medida que deixava os baixos objetivos de outrora, para os elevados fins de auxiliar o próximo, secundada por benfeitores. 
No entanto, conforme narrado pelo autor, devido à sua longa permanência com entidades inferiores, em  constante permuta de energias grosseiras, ela havia viciado suas faculdades mediúnicas. Deste modo, a par dos novos rumos que dava à mediunidade, sofria o assédio das antigas entidades, que encontrava em Marta receptividade, pois suas faculdades estavam viciadas. No entanto, tanto mais ela persistisse nos elevados caminhos, tanto mais ela se distanciaria das insinuações inferiores de seus antigos comparsas espirituais.
Semelhante ao caso Marta, temos um mecanismo comum a várias pessoas que, embora com conhecimento espírita, mas por não o avaliarem bem, se acumpliciam rotineiramente com atividades espirituais grosseiras, escusando-se em certa “imunidade” advinda de informações que carregam, mas que depois reclamam das consequências advindas da convivência espiritual inferior.

3 – É o possível, segundo o Espiritismo, que um homem mau, secundado por um espírito também mau, praticar o mal ao seu próximo? Justifique.

Não. Conforme os benfeitores afirmam, não é possível, pois Deus não o permitiria. Ora, viveríamos em grande perigo se fosse possível tal ação! Afinal, abriríamos campo para as maiores injustiças!
Os benfeitores afirmam que médiuns, guiados pelas suas próprias imperfeições, podem sim se acumpliciar com espíritos de igual inferioridade, porém a ação magnética de ambos tem limites, isto é, não podem gerar o mal ao próximo.


Equipe Manoel Philomeno

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A palavra é sua - Trocando ideia

Oi, Galera! Beleza aí?

Vamos trocar ideia, à luz da Doutrina Espírita, sobre  relacionamento afetivo entre casais?

E, aí:

1. O casamento é um gesto de egoísmo, de benevolência ou simplesmente um contrato jurídico?
2.Entre a poligamia e a monogamia, qual está mais de acordo com a Lei Natural? Por que?
3.A dissolução do casamento traz benefícios ou dificuldades para os casais?

Te aguardamos, pois a palavra é sua!!! :)

Beijos e abraços