sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

RADIO NOVELA NOS DOMINIOS DA MEDIUNIDADE CAPITULO 17


19ª Mini jornada da Família


19ª Mini jornada da Família


A equipe de trabalhadores do portal Espiritismo.Net convida a todos para a 19ª edição da Mini jornada da Família, que terá como tema central“ Os desafios atuais para a família

O evento será realizado no Paltalk, na Sala Espiritismo Net Brasil - Categoria Central & South America / Sub-categoria Brazil -, no dia 29 de janeiro de 2017 , domingo, das 14h40min às 18h.

A programação será a seguinte:

14h50min - Boas-vindas;
14h55min - Prece inicial;
15h00min - Tema de introdução: Quem é a família no mundo atual?- Miriam
15h21min - Tema 1: A vida moderna e o convívio familiar – Angela Aranda
15h51min - Tema 2: o chamado do mundo e a família – Lúcio Flávio
16h21min - Tema 3: A educação dentro do lar – LuFrancis
16h51min - Tema 4: O ter e o Ser no processo educacional - Janaina
 17h21min - Tema de conclusão: Educar-se para educar - Miriam
17h55min - Prece de Encerramento.

Conheça mais sobre as atividades do Espiritismo.net no Paltalk, incluindo informações sobre download, instalação e configuração do programano endereço www.espiritismo.net/paltalk.
Conheça as demais Mini Jornadas da Família em http://www.espiritismo.net/familia/

Qual sua opinião? Desenvolva o tema...


Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. "Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?", pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.

Na foto, estava aquele mesmo senhor, quando mais novo. Ao fundo havia um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se "Sul da Tailândia". Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todos os cantos do mundo.

Em um tango na Argentina, na frente do muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum, um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco em vermelho, indicando por onde havia passado. Escrito a mão, no meio do oceano Pacífico, uma pequena poesia:

"Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver..."

(Fonte: G+ - Fernando)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

'Achei que minha boca fosse explodir': os riscos dos procedimentos estéticos sem controle

'Achei que minha boca fosse explodir': os riscos dos procedimentos estéticos sem controle


Por Melanie Abbott
BBC Radio 4

Cada vez mais britânicos estão recorrendo a procedimentos estéticos. Muitos saem satisfeitos com os resultados - mas a indústria da beleza britânica, avaliada em 3,6 bilhões de libras, não está regulamentada, o que coloca em risco a segurança dos pacientes.

"Assim que terminou, entrei no carro e chorei. Senti que eu tinha me autoflagelado".

O depoimento é de uma das milhares de jovens que se submetem ao preenchimento facial como uma solução milagrosa para elevar a autoestima. O procedimento estético é um dos mais acessíveis, uma vez que não precisa ser feito por médico ou clínica autorizada no Reino Unido.

Aos 24 anos, Tina, que prefere não revelar seu nome verdadeiro, pagou 75 libras por um preenchimento labial, realizado no salão de beleza que frequentava.

"Foi fácil demais", disse.

"Logo depois, ficou horrível. Muito inchado", se recorda.

"Eu nunca senti tanta dor como naquela noite. Fiquei acordada de 2h até 5h da manhã no banheiro, observando meu lábio no espelho. Achei que a minha boca ia explodir. E senti vergonha por ter me submetido a isso apenas por vaidade", conta.

Tina diz que seu parceiro não se conformava:

"Ele ficou bravo. Eu pensei que a gente ia terminar por causa disso. Ele dizia: 'Você sempre falou que queria parecer natural - por que você fez isso?'", relata.

O caso de Tina é apenas um entre tantos. Uma pesquisa da BBC, realizada em outubro, mostrou que 32% das mulheres britânicas buscam cirurgia plástica. Entre as mulheres com menos de 35 anos, esse percentual sobe para 45%.

O procedimento cirúrgico mais popular é o aumento dos seios. Sarah, que também não quis dar seu nome verdadeiro, se submeteu a essa operação aos 21 anos.

"Eu estava muito infeliz com a aparência do meu corpo", diz.

A jovem se consultou gratuitamente em uma clínica onde conta ter sido recebida por uma equipe calorosa, que não parecia ser formada por médicos. Pagou um depósito não-reembolsável de 500 libras e foi submetida à cirurgia para colocar silicone nos seios.

Após o procedimento, ela conta que sentiu uma dor tão forte que não conseguia sentar na cama sem ajuda por duas semanas. E imediatamente teve consciência de que o implante parecia completamente falso.

"É algo que eu tenho que admitir. Sou tão superficial que passei por tudo isso e ainda gastei esse dinheiro todo", desabafa.

"Os implantes só duram de 10 a 15 anos, se você tiver sorte. Então depois, você ainda tem que passar por isso novamente para ter as próteses substituídas ou removidas", completa.

Desde 2014, tem havido um aumento de 13% ao ano em todos os procedimentos estéticos, de acordo com relatório anual da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps, na sigla em inglês). No entanto, essa continua a ser uma das áreas menos regulamentadas da medicina no Reino Unido.

Há seis anos, um escândalo - que revelou próteses mamárias adulteradas, feitas a partir de silicone industrial - levou o governo a solicitar uma revisão da regulamentação da indústria.

A revisão chamou a atenção para as injeções de preenchimento facial, recomendando que só deveriam ser aplicadas mediante prescrição médica. Para Rajiv Grover, ex-presidente da BAAPS, a medida tornaria o procedimento mais seguro.

"Iria regulamentar quem é capaz de realizar esse tipo de tratamento - que teria que ser um profissional médico - e impediria tanta publicidade", afirma.

"O excesso de marketing dá a impressão que esses tratamentos são um passaporte para uma vida de glamour. Essa ideia é completamente equivocada", completa.

A revisão também recomendou um registro obrigatório de cirurgiões plásticos, que listariam suas especialidades, qualificação para aplicar preenchimento facial e um seguro compulsório para o caso de algo dar errado. Nenhuma das medidas foi totalmente implementada.

A médica Rosemary Leonard, que participou do painel de revisão, sente que foi uma perda de tempo.

"Um preenchimento facial segue tão regulamentado quanto uma caneta esferográfica. Qualquer um pode colocar preenchimento no rosto de alguém. Estou muito triste e irritada. O governo adotou muito pouco das nossas recomendações", afirma.

Em sua clínica, a médica recebe diversas pacientes vítimas de cirurgias plásticas mal sucedidas.

"Eu vi cicatrizes assustadoras de cirurgias que deram errado," conta.

Mas, mesmo quando os procedimentos são bem sucedidos, também podem ser questionados.

Sharon Dhaliwal fez uma cirurgia plástica no nariz, aos 23 anos, após ter sofrido bullying na escola.

Ela conta que se tornou mais extrovertida após o procedimento e parou de desviar o olhar quando estava diante do espelho.

Ela se pergunta agora, no entanto, se devia ter encarado seu nariz proeminente indiano como normal, ao invés de se render a uma visão eurocêntrica de beleza, em que apenas um nariz pequeno e arrebitado é considerado atraente.

"Eu removi parte da minha identidade", diz.

"Me sinto chateada, ninguém me disse que eu era bonita mesmo com um nariz grande", desabafa.

No ano que vem, o Royal College of Surgeons vai lançar um novo registro para cirurgiões plásticos. Para se qualificarem, os médicos terão que provar que já realizaram um certo número de procedimentos e fornecer uma referência.

Além disso, o órgão consultivo Health Education England desenvolveu uma qualificação, com status de pós-graduação, para os profissionais que desejam aplicar preenchimentos faciais.

Mas, até o momento, nem o registro nem a qualificação serão obrigatórios. E a indústria da beleza bilionária continuará a funcionar sem ser regulamentada.

Notícia publicada na BBC Brasil, em 6 de dezembro de 2016.


Claudia Abreu* comenta

Podemos ver nesta matéria a insatisfação que as pessoas geralmente têm com o seu corpo e/ou sua aparência. Difícil encontrar quem esteja totalmente satisfeito com o que vê no espelho, e fica na busca de seguir um padrão de beleza. E a própria sociedade cobra esse padrão de beleza das pessoas, e principalmente das mulheres, podemos ver isso claramente no exemplo da indiana que por não ter um nariz pequeno e arrebitado, considerado atraente, sofreu bullying na escola e acabou se rendendo a cirurgia plástica por causa de uma visão de beleza do país onde está morando.

A preocupação com o corpo é muito importante, pois devemos nos cuidar para que tenhamos uma boa saúde, por isso a importância de se ter uma boa alimentação e uma frequência nos exercícios físicos. Mas tudo deveria seguir sem exageros, pois muitos acabam fazendo exercícios demais, com o compromisso não de ter uma boa saúde, mas sim de um corpo escultural e assim acaba prejudicando a saúde.

Portanto, muitas pessoas querem mudar a aparência e acabam se rendendo a qualquer procedimento estético que vê pela frente. E como não há uma regulamentação efetiva, fica fácil para que esses procedimentos sejam ofertados e concretizados por qualquer pessoa, estando ela habilitada ou não.

A doutrina espírita nos fala da importância do cuidado com o corpo e com o espírito também. Como podemos ver no capítulo “Sede Perfeitos”, item 11, do “O Evangelho Segundo o Espiritismo” quando nos diz: “...demonstrando-lhes as relações que existem entre o corpo e a alma e dizendo-lhes que, por se acharem em dependência mútua, importa cuidar de ambos. Amai, pois, a vossa alma, porém, cuidai igualmente do vosso corpo, instrumento daquela. Desatender as necessidades que a própria Natureza indica, é desatender a lei de Deus”.

Podemos ver a necessidade de cuidar de ambos, pois o nosso corpo é a morada do espírito, portanto devemos cuidar bem dele. Mas não devemos esquecer da importância de cuidar do nosso espírito, pois acabamos esquecendo que somos espíritos imortais e que o nosso corpo um dia perecerá.

Essa é a perfeição a que devemos chegar, a do espírito, pois Jesus nos disse, e está escrito no evangelho de Mateus, que devemos ser perfeitos como perfeito é o nosso Pai celestial. E o item 2 do capítulo mencionado acima de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” nos explica o que Jesus quis dizer: “Em que consiste essa perfeição? Jesus o diz: 'Em amarmos os nossos inimigos, em fazermos o bem aos que nos odeiam, em orarmos pelos que nos perseguem.' Mostra ele desse modo que a essência da perfeição é a caridade na sua mais ampla acepção, porque implica a prática de todas as outras virtudes”.

Não devemos julgar ninguém sobre a importância ou não de mudar ou melhorar a sua aparência, mas não podemos deixar de nos questionar, antes de fazer qualquer procedimento estético, a importância disso realmente em nossas vidas, o que essa mudança irá acrescentar, os prós e os contras para saber se vale a pena ou não fazê-lo. E chegando a uma resposta positiva, buscar um profissional qualificado para o procedimento, pois nesse caso não podemos nos orientar pelo menor valor ou preço promocional, temos que buscar referências sobre uma clínica segura e com profissionais qualificados.

Então, devemos cuidar sim de nosso corpo, pois além de ser bom para a saúde física é bom para a saúde mental, já que eleva nossa autoestima. Mas sem excessos e sem loucuras! É o amar a si mesmo para que possamos amar ao próximo. E que não esqueçamos de cuidar do nosso espírito, pois devemos estar a procura sempre de nos elevarmos e nos aprimorarmos moralmente. Pois como nos disse Allan Kardec em “Obras Póstumas”: “O homem que se esforça seriamente por se melhorar assegura para si a felicidade, já nesta vida. Além da satisfação que proporciona à sua consciência, ele se isenta das misérias materiais e morais, que são a consequência inevitável das suas imperfeições.”

* Claudia Abreu é espírita e colaboradora do Espiritismo.net.

Cirurgiões encontram 'pequeno cérebro, crânio e cabelo' dentro de ovário de uma adolescente

Cirurgiões encontram 'pequeno cérebro, crânio e cabelo' dentro de ovário de uma adolescente

Noticias Internacional
Yahoo Notícias

Cirurgiões japoneses fizeram uma descoberta macabra ao fazer uma apendicectomia de rotina – cabelo, osso e um pequeno cérebro deformado crescendo no ovário de uma adolescente.

Os pesquisadores dizem que o tumor retirado pelo abdômen era um teratoma cístico, no qual as células se transformam em diferentes tecidos, como ossos, nervos, cabelos e dentes.

Quando os médicos cortaram o tumor, encontraram pedaços de cabelo emaranhado e uma estrutura cerebral com um fino crânio em volta.

De um lado, a massa se assemelhava a um tronco cerebral. O tumor era uma pequena versão de um cerebelo, parte do cérebro humano.

O tumor era benigno e os pesquisadores do Centro Médico de Shiga, no Japão, disseram que os teratomas de ovário frequentemente contêm material cerebral.

Existem algumas teorias sobre o motivo disso. Uma delas sugere que tumores desse tipo são como gêmeos parasitas.

Angelique Riepsamen, da University of New South Wales, da Austrália, disse à revista New Scientist que “elementos semelhantes aos do sistema nervoso central são frequentemente encontrados nos teratomas ovarianos, mas estruturas parecidas com a de um cérebro adulto são raras.”

Rob Waugh
Yahoo News UK

Notícia publicada no Yahoo! Notícias, em 12 de janeiro de 2017.


Jorge Hessen* comenta

No dia 2 de julho de 1997, uma equipe médica liderada pelo Dr. Ahmed Al Fadall anunciava a retirada de um feto do abdome de Hicham Ragab, pesando dois quilos, com olhos, nariz, língua, braços e pernas, conforme notícia veiculada no Jornal Correio Braziliense de 3 de julho de l997. O jovem, de apenas quinze anos, chegou ao Hospital al-Demardache, queixando-se de fortes cólicas abdominais, o que os médicos suspeitaram tratar-se de um tumor desenvolvido naquela região. Aparentemente, o feto seria o irmão gêmeo de Ragab, arriscou o médico.(1)

Lendo as notícias do Portal Yahoo, constatei que cirurgiões japoneses fizeram uma descoberta macabra ao procederem uma apendicectomia de rotina. Os médicos acharam cabelo, osso e um pequeno cérebro deformado crescendo no ovário de uma adolescente. Os profissionais disseram que o tumor retirado pelo abdômen era um teratoma cístico, no qual as células se transformam em diferentes tecidos, como ossos, nervos, cabelos e dentes.

Quando os médicos cortaram o tumor, encontraram pedaços de cabelo emaranhado e uma estrutura cerebral com um fino crânio em volta. De um lado, a massa se assemelhava a um tronco cerebral. O tumor era uma pequena versão de um cerebelo, parte do cérebro humano. O tumor era benigno e os pesquisadores do Centro Médico de Shiga, no Japão, disseram que os teratomas de ovário frequentemente contêm material cerebral.(2)

Existem algumas teorias sobre o motivo disso. Uma delas sugere que tumores desse tipo são como gêmeos parasitas. Angelique Riepsamen, da University of New South Wales, da Austrália, disse à revista New Scientist que “elementos semelhantes aos do sistema nervoso central são frequentemente encontrados nos teratomas ovarianos, mas estruturas parecidas com a de um cérebro adulto são raras.”(3)

Tais informações nos remeteu a uma reportagem que havíamos lido na antiga Revista Visão, de dezembro de 1986, onde lemos que "ao ser internado no setor pediátrico do Hospital de Bombain, na Índia, acometido de uma inflamação abdominal, um menino de quatro meses foi submetido a uma laparotomia (abertura cirúrgica da cavidade abdominal) por uma equipe médica, chefiada pelo Dr. B. L. Chitalangia, e, em meio à cirurgia, os médicos encontraram nada mais, nada menos, que um feto, pesando quatrocentos gramas, de estrutura anatômica com braços e pernas, mas, desprovido de crânio."(4)

Para a Medicina, os fatos se constituem como um provável processo teratológico de precedentes raríssimos, visto que se caracterizam por uma interrupção da própria Natureza biológica de prováveis xifópagos.

Como buscarmos uma explicação espírita para essas "anomalias" da Natureza? Acidente na estrutura do conjunto genético? O "acaso" satisfaz a estas indagações? Evidentemente, as academias científicas não buscarão na etiologia de tais desarmonias genéticas as legítimas "raízes-causas", posto que - e isso não é temerário afirmar - restringem-se a ilações de superfície, presas aos compêndios acadêmicos, atribuindo tais insólitos fenômenos ao fortuito acidente biológico.

Os Espíritos afirmam que no processo reencarnatório o Espírito se une ao corpo no instante da concepção, mas o processo só é completo no momento do nascimento. Durante a gestação o Espírito pode renunciar a habitar o corpo designado. Como os laços que a ele o prendem não são muito fortes, se o reencarnante recua diante da prova que escolheu, os laços reencarnatórios facilmente se rompem pela vontade do Espírito, e nesse caso o feto não sobrevive.

Muitas gestações são interrompidas, e isso se dá frequentemente como provação, quer para os pais, quer para o Espírito reencarnante. Advertindo porém que há natimortos a que não tinha sido destinado um Espírito à encarnação. É então uma gestação provida pelo desejo dos pais [gravidez psicológica] em que essa criança é gerada.(5)

Muitos desses processos gestacionais se estendem por muitas reencarnações, deixando estigmas no modelador do corpo biológico, ou períspirito (matriz das anomalias genéticas).

Quando a Medicina desvendar a estrutura funcional do perispírito e buscar o conhecimento sobre a preexistência dos Espíritos encarnados, encontrará a explicação para muitos desafios científicos, posto que se temos uma vida física somente, e tão-somente uma existência, nossa visão sobre Justiça Divina torna-se excessivamente acanhada.


Referências:

(1) Jornal Correio Braziliense, de 3 de julho de l997;


(3) Idem;

(4) Revista Visão, de dezembro de 1986;

(5) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. Perguntas: 344/345/354/355/356, RJ: Ed. FEB, 2002.

* Jorge Hessen é natural do Rio de Janeiro, nascido em 18/08/1951. Servidor público federal aposentado do INMETRO. Licenciado em Estudos Sociais e Bacharel em História. Escritor (dois livros publicados), Jornalista e Articulista com vários artigos publicados.

Morte de menina isolada durante menstruação gera debate sobre prática polêmica proibida no Nepal

Morte de menina isolada durante menstruação gera debate sobre prática polêmica proibida no Nepal


A polícia do Nepal está investigando a morte de uma adolescente de 15 anos que foi obrigada a ficar em um barraco mal ventilado porque estava menstruando.

Roshani Tiruwa morreu sufocada após acender uma fogueira para se manter aquecida. Seu corpo foi achado por seu pai dentro da construção precária, feita com pedras e lama, no vilarejo de Gajra, a 440 km da capital Katmandu.

Segundo uma antiga tradição social hindu conhecida como chhaupadi, mulheres que estão menstruando ou que acabaram de dar à luz são proibidas de participar de atividades normais familiares por serem vistas como "impuras".

Acredita-se que as mulheres nessa situação precisam ser isoladas e se manter reclusas, para evitar que a comunidade local sofra com má sorte e eventos adversos - como um desastre natural.

Há regras sobre onde a jovem ou mulher pode dormir, quem ela pode ver, onde pode ir e quem pode tocar. Elas também têm sua alimentação limitada e são proibidas de beber leite.

Em muitos casos, os barracos para onde são banidas são compartilhados com o gado e seus excrementos e, às vezes, ficam longe dos vilarejos.

Esses locais podem ficar bastante frios durante o inverno ou sufocantes no verão. Uma das eventuais consequências para mulheres submetidas a essas condições é o desenvolvimento de doenças mentais e físicas.

A prática foi vetada pelo governo nepalês em 2005, mas se mantém em zonas rurais remotas da parte oriental do país.

Críticos ao governo reclamam da falta de ação para erradicar a prática e para prevenir o casamento infantil.

Mas as autoridades argumentam que é difícil conter esses abusos por estarem tão enraizados na cultura local.

Notícia publicada na BBC Brasil, em 21 de dezembro de 2017.


Marcia Leal Jek* comenta

Esta notícia faz-nos refletir como a tradição é disseminada no Nepal, especialmente em áreas rurais. Mesmo o governo nepalês vetando esta prática ela continua sendo utilizada.

Nós, espíritas, não acreditamos em superstições e crendices, não acreditamos numa data ou até mesmo que um talismã possa modificar ou atrapalhar o andamento e o rumo das nossas vidas.

Superstição é um sentimento religioso baseado no temor e na ignorância, o que induz ao conhecimento de falsos deveres.

Estas atitudes, baseadas em sincretismos sem qualquer base racional, são na sua maioria dirigidas por homens apoiados na sua tradição, fé dogmática, crendice ou superstição. Se alguns são levados pelos equívocos da sua ânsia de poder e domínio sobre os outros, muitos acreditam verdadeiramente naquilo que fazem, agindo movidos pelo fanatismo, medo e ignorância.

O desconhecimento da verdade faz com que o homem permaneça na ignorância, e esta, por sua vez, conduz o homem ao fanatismo. Quando conhecemos a verdade, trilhamos o caminho da fé raciocinada.

O sentido da vida, eis a questão; algo que trazemos inato em nossos corações. São tantas as indagações que nós fazemos: Por que tantas pessoas nascem com deficiências físicas, doenças, mortes prematuras, e as diferentes capacidades intelectuais? E por que há na Terra uns com tanto e outros com tão pouco? Ou ainda, por que pessoas boas sofrem, passam por provas, por dificuldades, dores? Quantas situações diferentes!

Deus é amor e nunca nos desampara. Nunca nos abandona. Porém, as decisões relativas à nossa vida nos pertencem. Recebemos a inteligência, a vontade e o livre-arbítrio como dádivas.

Por estarmos habitando um planeta de provas e expiações, vemos a dor espalhada por todo o lugar. E atualmente parece que tudo está ruindo, está ficando mais difícil, mais solitário. Muitas vezes essa constatação nos causa medo, insegurança, tristeza, desalento. O mundo, por estar mais materializado, consequentemente a humanidade fica mais individualizada, gerando muita solidão. Pessoas sensíveis tornam-se inseguras e isso faz com que as pessoas tomem certa distância por não terem paciência, tolerância e amor.

O que se passa no Nepal, não sendo esta uma situação isolada, são urgentes iniciativas para sensibilizar as pessoas para este problema, promovendo a educação e difundindo o conhecimento público. Então, façamos a nossa parte, sem pensarmos naqueles que ainda não a fazem, pois o seu dia do despertar também chegará como o nosso chegou um dia.

* Marcia Leal Jek é espírita e colaboradora do Espiritismo.net.

Conversando com Léon Denis - Tolerância


Conversando com Léon Denis - Qual seu ideal?


Encontro Espírita na Bahia - 7º Encontro Fraternal JENA - Juventude Espírita Nina Arueira - Tema central : "Encontro com Jesus, vivendo Chico Xavier"..

Encontro Espírita na Bahia

De 25 a 28 de fevereiro de 2017 acontecerá na Mansão do Caminho o 7º Encontro Fraternal JENA - Juventude Espírita Nina Arueira.

O tema central é "Encontro com Jesus, vivendo Chico Xavier". O convidado será Geraldo Campetti Sobrinho e o evento, voltado para jovens e crianças, também contará com a presença de Divaldo Pereira Franco.

A Mansão do Caminho fica na Rua Jayme Vieira Lima, 104 - Pau da Lima, Salvador/BA. Mais informações podem ser obtidas em www.mansaodocaminho.com.br ou através dos telefones (71) 99969-0728 e 99161-2024.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Jesus é uma Criança Síria

Jesus é uma Criança Síria
Breno Henrique de Sousa

De todas as tragédias vividas em 2016, assistir a crianças em zona de guerra através dos recursos modernos de comunicação como as redes sociais(1)é talvez a mais impactante de todas elas. Uma realidade tão crua que beira o surreal, que nos faz confundir perigosamente a realidade com uma ficção de horror.
Nenhuma tragédia se aproxima a ter os sonhos, esperanças e inocência roubados pelo flagelo da guerra. Crianças não são muçulmanas, cristãs ou judias, crianças não são terroristas, crianças não tem partido político ou bandeiras ideológicas, crianças são apenas crianças, crianças são promessas de um futuro que pode vir a ser lindo ou pode tornar-se trágico como no caso de terroristas que um dia foram crianças.

Não é o simples fato de viver em determinada cultura, religião ou país o que torna alguém um terrorista, afinal, terroristas representam um percentual mínimo da população. Eles existem em qualquer lugar e são de qualquer origem. Existem muitas causas para alguém se tornar um terrorista, temos visto até mesmo jovens ocidentais que se radicalizam(2), mas na raiz de todas as causas encontramos crianças com as esperanças roubadas e um ambiente onde se alimenta o medo que gera o ódio.

São também as barreiras que se levantam no mundo que distanciam as pessoas e povos, que permitem desumanizar o outro. É mais fácil odiar quem não conhecemos, pelo simples fato de pertencer a outra religião, país ou periferia. Quando nos distanciamos humanamente uns dos outros, olhamos para aquelas crianças mortas na praia ou cobertas de pó, sem pais, sem palavras e sem esperança, apenas como um filme de horror sobre o qual nada podemos fazer. Os menos sensíveis nem sequer param para pensar no assunto, ou até se satisfazem com a matança por acreditar que aquelas crianças são a semente do mal, futuros terroristas. Talvez, por causa dessa distância, um dia, para alguns deles nós também não seremos pessoas tão reais, seremos apenas infiéis, apenas um número, apenas um alvo.

Família síria se abraça emocionada após desembarcar
viva na ilha de Kos, na Grécia. Foto de Daniel Etterv(5)
Os muros e as grades não nos protegem de nada. Na verdade, eles são uma ilusão que nos oferecem a falsa sensação de segurança, um falso remédio vendido por políticos populistas que manipulam o medo das massas. Os muros não nos permitem ver o outro e que o outro nos veja em nossa humanidade. Eu sei do que estou falando porque vivo em um país em desenvolvimento onde campeia outro tipo de violência. Cresci em um bairro vizinho a uma favela e vi a violência crescer na periferia onde eu circulava desde sempre. Um dia, não faz muito tempo, tive meu carro cercado por jovens assaltantes, fortemente armados... baixei a janela calmamente, um deles me reconheceu e imediatamente desistiu do assalto.

Naquele momento quando não havia polícia nem segurança pública, nem muros, nem carros blindados, nem proteção armada, o que me salvou foi a proximidade e não a distância. Foi o fato deles me reconhecerem como pessoa que os fez desistir da ação. Não estou eximindo o poder público de suas responsabilidades com relação a segurança dos cidadãos, nem que a solução do problema da violência seja fazer amizade com todos os criminosos da cidade. Aquela minha experiência tem um valor simbólico que nos permite questionar se a estratégia do isolamento é de fato a melhor estratégia para manter-nos seguros em um mundo onde as fronteiras já não representam impedimento algum, em um mundo onde terroristas conseguem tomar um avião e o lançar sobre o coração da mais poderosa potência do mundo. 

Não sou um especialista no assunto, mas tenho plena convicção que expulsar e discriminar pessoas por suas crenças e origens só trará um efeito negativo exponencial. Não se trata simplesmente de abrir livremente as fronteiras sem critérios e sem supervisão. Certamente, esse é um dos grandes desafios do terceiro milênio: superar o medo e buscar soluções humanas e racionais para o problema da violência, quer seja urbana originada por fatores socioeconômicos, quer seja a violência da guerra motivada por questões religiosas e geopolíticas.

"Liberdade, Igualdade e Fraternidade", esse foi o lema que inspirou não apenas a França, mas todo o ocidente, porém, quando paira o medo nos corações, quando os muros nos impedem de ver o outro, a fraternidade, essa última virtude declamada, é a primeira a ser esquecida. A fraternidade sem a qual a liberdade e a igualdade se tornam uma mentira. É a fraternidade que impede qualquer regime político de se tornar totalitário e desumano. É a fraternidade a virtude que mais nos faz humanos. Nas grandes calamidades o medo revela a grandeza e a pequenez do ser humano. Quantos por causa do medo deixam que o ódio tome conta dos seus corações? Quantos são aqueles que oferecem a face do amor e da fraternidade?(4)

O senso comum é cruel e terrível. Ele tende a simplificar as coisas de forma desumana, rotulando de forma taxativa toda uma nação, etnia ou religião, propondo abordagens radicais que parecem a solução de problemas como o terrorismo. O senso comum não é fraterno, o senso comum não é humano, ele é como um animal selvagem tomado por instintos que quando tem medo, ataca violentamente. Ele pode ser dócil se for bem iludido, aceitando as situações mais absurdas, mas vira uma fera brava se for fustigado. Age por simpatia ou antipatia, quase nunca age racionalmente.

Sempre que escuto alguma opinião sobre como resolver o problema dos refugiados de guerra ou do terrorismo e essa sugestão contém a palavra "todos", sugerindo o que devemos fazer com "todos os muçulmanos", com "todos os refugiados", com "todos...", então eu sei que estou diante de uma opinião baseada no senso comum e por isso mesmo infundada, preconceituosa e influenciada pelo medo.

Sempre que convido as pessoas a buscarem soluções mais complexas do que o simples isolamento e fechamento das fronteiras, escuto as vozes da ignorância que bradam - Por que você não leva um terrorista para sua casa? Como se eu estivesse sugerindo simplesmente abrir as fronteiras sem nenhum controle ou critério. Mas esses críticos sabem disso, eles apenas tentam empurrar qualquer opinião ponderada para o extremo oposto, assim a sua própria opinião parecerá mais razoável. Querem a solução aparentemente mais simples e radical, pensam que devem cortar o mal pela raiz, mas não enxergam que o risco que corre a árvore também corre o machado que a corta.

E se por um lado eu reconheça que é mais difícil receber e ajudar aqueles que têm cultura, religião ou concepção de mundo diferente, ou até mesmo oposta à nossa, o mesmo não se pode dizer de crianças inocentes que padecem em zonas de guerra ou porque seus familiares em uma tentativa desesperada de sobrevivência, fogem por terra ou pelo mar em busca de esperança, em busca do simples e fundamental direito à vida.


Os gêmeos de 4 anos, Mazen e Bilal, filhos do casal Mahmoud
e Jamila: uma família síria refugiada na Suécia. Foto Anistia
Internacional(3)
A mim me causa muita estranheza, especialmente, quando aqueles que se dizem cristãos alimentam a indiferença ou o ódio. Essa é certamente uma atitude incoerente com a ética e a proposta cristã. Não entendo como alguns grupos religiosos autoproclamados cristãos conservadores conseguem conciliar um discurso de sectarismo, ódio e divisão com a proposta de Jesus Cristo. A palavra para isso é bizarro. Esquecem-se que o cristianismo é uma doutrina de origem oriental, baseada nos ensinamentos de alguém que foi uma criança pobre assim como as crianças sírias vítimas da guerra.

Não foi também Jesus quem exaltou as crianças e disse que o reino dos céus é para aqueles que se assemelham a elas? Não disse para oferecermos a outra face significando que não devemos revidar o mal com o mal? Não foi ele quem mandou que Pedro embainhasse a sua espada porque quem usa da espada por ela perecerá? Que também disse, amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem e vos caluniam? Que nos ensinou que Deus quer a morte do pecado, mas não do pecador? Que nos legou a sua paz e disse que o amor e o perdão resumem os princípios fundamentais de seus ensinamentos?(6)

Essas afirmações que parecem ingênuas e pueris e até absurdas diante da ameaça do terror, guardam na verdade um ensinamento muito profundo que apenas aqueles que meditarem seriamente sobre o assunto conseguirão enxergar. Se essa mensagem fosse apenas um conjunto de afirmações vazias ditas por um fanático religioso qualquer, ela não teria sobrevivido por mais de dois mil anos. Mensagem tão profunda que nem mesmo a maioria dos cristãos entendeu o seu conteúdo. Gandhi leu e entendeu, ele só não entendeu porque os cristãos agem como se acreditassem no contrário(7).

O que podemos fazer diante do terror? Acredito que a maior contribuição que podemos oferecer é fazer as pessoas saírem da faixa das opiniões formadas pelo senso comum, opiniões que, como afirmei acima, usam a palavra "todos", simplificando o problema e propondo uma única solução radical. Devemos lutar contra o medo às vezes disfarçado de argumentos aparentemente razoáveis, mas que não têm consistência. É apenas por esse motivo que escrevo este texto, para influenciar o meu pequeno ciclo de amizades e assim saber que não estou de braços cruzados, que me importo, que choro quando vejo crianças vítimas da guerra porque vejo Jesus em cada uma delas, porque não quero ser uma pessoa que não se importa, não quero me desconectar do outro e de minha humanidade.

Essa atitude pode influenciar pessoas, formando uma massa crítica que por sua vez influenciará as políticas públicas de acolhimento aos refugiados. Não podemos permitir que as vozes do medo falem mais alto que a voz do amor. Por último, quero enaltecer a ação de entidades internacionais como a Cruz Vermelha(8), os Médicos Sem Fronteiras(9), Igrejas e Organizações Não Governamentais. E sobre o socorro às crianças, destaca-se especialmente o trabalho do UNICEF(10), que torna possível ajudarmos as crianças vítimas da guerra mesmo estando no conforto de nossos lares. Nosso ativismo é importante, mas a ajuda humanitária é urgente. Crianças em zonas de guerra sofrem frio e fome, estão órfãs e desabrigadas, doentes e em estado de choque. Elas necessitam do básico como água potável, alimentos e remédios para sobreviver. E você já se tornou colaborador de alguma delas?

Natal de 2016
Referências:
1 - O caso da Garota Síria Bana Alabed que relatou os horrores da guerra nas redes sociais: https://twitter.com/alabedbana.
Veja também a reportagem sobre Alan Kurdi, o menino sírio morto em uma praia na Turquia após o naufrágio de uma embarcação de refugiados: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150903_aylan_historia_canada_fd.
2 - Estudo que apresenta o perfil social dos ocidentais que se tornam jihadistas: https://www.brookings.edu/wp-content/uploads/2016/06/isis_twitter_census_berger_morgan.pdf. Além de outros reportagens que explicam de maneira sumária alguns dos possíveis motivos que levam jovens ocidentais a se tornarem jihadistas:
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/11/o-estado-islamico-cresce-e-atrai-jovens.html
http://internacional.estadao.com.br/blogs/adriana-carranca/por-que-jovens-europeus-tem-ingressado-em-grupos-terroristas/
3 - Da Síria para a Suécia, com amor: https://anistia.org.br/da-siria-para-suecia-com-amor.
4 - Famílias islandesas abrem suas casas para os refugiados: https://noticias.terra.com.br/mundo/o-outro-lado-da-crise-migratoria-islandeses-abrem-suas-casas-aos-refugiados,f872ecfd9da5f43a876dcc709dee9990wdgpRCRD.html.
5 - Reportagem sobre a história da fotografia: http://noticias.uol.com.br/album/2015/09/04/conheca-historias-de-refugiados-sirios.htm.
6 - Matheus 19:14; Lucas 6:29; Matheus 26:52; Matheus 5:44; Ezequiel 18:23; João 14:27; Matheus 22:37 e 18:21.
7 - Sobre Gandhi e o cristianismo: http://olharcristao.blogspot.com.br/2012/02/gandhi-e-impressao-cristianismo.html.
8 - http://www.redcross.org.
9 - http://www.msf.org.
10 - https://www.unicef.org.

Encontro à Luz do Espiritismo - Para os espíritas com mais de 24 anos - Juiz de Fora/MG

Para os espíritas com mais de 24 anos, o Departamento de Evangelização do Jovem da Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora promoverá no período do Carnaval de 2017 o III Encontro à Luz do Espiritismo. O evento ocorrerá nas tardes de sábado à terça, de 13:30 às 19h, com grupos de estudo, palestras e apresentações musicais. Refletir sobre a mensagem de Jesus a partir das experiências dos discípulos Pedro e João é o objetivo do evento. Todos estão convidados. Informações sobre o processo de inscrição estão na própria ficha ou pelos telefones de contato no cartaz.




terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CURSO PARA EVANGELIZADORES E EDUCADORES ESPÍRITAS

De: pedagogia-espirita@googlegroups.com [mailto:pedagogia-espirita@googlegroups.com] Em nome de EVANGELIZAÇÃO IDE
Assunto: [Pedagogia-espirita] CURSO PARA EVANGELIZAQDORES - ÚLTIMAS VAGAS
Prezados amigos
ÚLTIMAS VAGAS

CURSO PARA EVANGELIZADORES E EDUCADORES ESPÍRITAS
Informações e inscrições no site: 

Se  pretende fazer o curso citado, sugerimos fazer a inscrição.
 
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XXXII CURSO PARA EVANGELIZADORES
CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES E EVANGELIZADORES ESPÍRITAS

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DATA
25, 26, 27 e 28 de fevereiro de 2017  (período do carnaval)
RECEPÇÃO
Das 8h00  às 9h00   - do dia 25 de fevereiro - sábado
ENCERRAMENTO
Às 12h00  do dia 28 de fevereiro  - terça-feira
LOCAL
Instituto de Difusão Espírita
Rua Emílio Ferreira, 177 - Centro - Araras-SP
INFORMAÇÕES
PLANO GERAL

INSCRIÇÃO
INSCRIÇÃO PELA INTERNET:  www.pedagogiaespirita.net.br
HOSPEDAGEM
 Grátis - Alojamento coletivo no local do curso - trazer toalha, roupa de cama e travesseiro.
 Se preferir, poderá se hospedar em hotel, por conta própria - clique para ver os hotéis da cidade.
VAGAS
 Limitadas a 100 participantes
TAXA
 R$ 95,00  -  Alimentação e material básico  
O curso é grátis. A taxa cobre os custos de material e alimentação dos 4 dias: café da manhã, almoço, cafezinho dos intervalos e jantar.
 Após a inscrição você receberá as informações para pagamento.
A inscrição somente se efetivará após o pagamento.
MAPA 1
 Copiar o MAPA  1 - CLIQUE AQUI  -  mapa de localização do IDE em Araras-SP
MAPA 2
 Copiar o MAPA  2 - CLIQUE AQUI  -  mapa de localização da cidade no Estado de São Paulo
  
LEMBRETES
No alojamento coletivo estará sujeito ao regulamento do mesmo. Fornecemos o colchão.
(Horários, silêncio na hora de dormir, etc.)
Não haverá acomodações para acompanhantes no alojamento coletivo.
 O curso é intensivo. Não será possível abrir espaço para passeios à cidade.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Minha Nada Mole Encarnação - negociando com a espirtitualidade


Minha Nada Mole Encarnação - 3 em 1


Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão - CONCLUSÃO - A025 – Cap. 9 – Reencontro com o passado – Terceira Parte


Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB - 1970
Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco

A025 – Cap. 9 – Reencontro com o passado – Terceira Parte

CONCLUSÃO

QUESTÕES PARA ESTUDO


1 – No início do diálogo entre Henriette, Dr. Teofratus e benfeitor Glaucus, ela narra como Dr. Teofratus foi levado à fogueira e o que aconteceu com ela depois... Que fatos foram estes?
Dr. Teofratus na última reencarnação promovia atividades espirituais e mediúnicas, que naquela época eram alvo das perseguições religiosas realizadas pela Inquisição. Henriette lhe era a amada. Católica, confessava-se regularmente com um sacerdote, para o qual relatou as atividades de Teofratus.
No entanto, o sacerdote que a ouvia era membro da Inquisição e estava apaixonado por ela. Deste modo, precipitou acusações ao mago, levando-lhe para a fogueira, e, logo depois, se declarou a Henriette. Conhecendo a história, e sabendo-se a responsável incial de tais sofrimentos, por meio da confissão que fizera, simulou ter afeto pelo sacerdote, matriculando-se numa ordem religiosa. Porém, certa noite lhe administrou veneno, assassinando-o. Na mesma noite, tomou o veneno, suicidando-se.
2 – Henriette, como podemos observar, desencarnou por consequência do suicídio. Na sua fala, ela comenta dois resultados comuns para quem comete este ato. Quais são eles?
De maneira geral, a principal consequência do suicídio, conforme ensina Allan Kardec em Céu e Inferno, é o resultado oposto do que pretendia alcançar o suicida.
Henriette, cheia de remorsos por se culpar indevidamente como responsável do sofrimento de Teofratus, desejava, com o suicídio, esquecer tais pensamentos, ver-se livre da presença do sacerdote e reencontrar o amado.
No entanto, com o suicídio, tudo o que conquistou foi exatamente o oposto do mirado anteriormente: continuou vivendo e se lembrando do que acontecera, aproximou-se muito mais do sacerdote, agora na condição de assassina, e nunca mais reencontrou o amado.
3 – Por que o benfeitor Glaucus se opôs aos projetos de Dr. Teofratus quanto ao que pretendia fazer com Henriette: precipitar-lhe a desencarnação e sair à procura dos aparentes algozes de seus sofrimentos?
Dr. Teofratus, ouvindo as confissões de Henriette, prometeu-lhe resolver aquela situação de qualquer modo para que ele a levasse para os seus pretensos domínios. Assim, iria lhe antecipar a desencarnação e vingar tudo o que ela sofrera...
Porém, Glaucus neste momento interveio, afirmando que aquilo não solucionaria os sofrimentos, de modo que não seria possível. Precipitar a desencarnação de Henriette iria de encontro às necessidades espirituais dela, agravadas pelo suicídio e assassinato cometidos; e vingar os sofrimentos de Henriette seria prolongar injustiças indefinidamente, pois os que hoje a perseguiam foram, por ela, prejudicados no passado...
O benfeitor, então, propunha a única solução para o caso: o caminho do perdão! e era isto que iniciava naquele momento.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Passe adiante... Não Violência - reflexão 5


Passe adiante... Não Violência - reflexão 4


Passe adiante... Não Violência - reflexão 3


Passe adiante ... Não violência - reflexão 2


Passe adiante... Não Violência - reflexão 1


Passe adiante... Não violência.


Não violência (do sânscrito ahimā, "não violência", "ausência de desejo de ferir ou matar") é a prática pessoal de não causar sofrimento a si próprio ou a outros seres sob qualquer circunstância. Ela surgiu da crença de que ferir pessoas, animais ou o meio ambiente não é necessário para se conseguir vantagens. Se refere a uma filosofia geral de abstenção da violência, tendo, como base, princípios religiosos, espirituais e morais.

Embora a não violência seja, frequentemente, confundida com passividade e pacifismo, tal associação é rejeitada pelos ativistas adeptos da não violência. Não violência é a ausência de violência e se refere à opção de se causar pouco ou nenhum dano, enquanto que passividade significa não fazer nada. A não violência pode ser passiva em alguns casos, e ativa em outros. Uma mesma pessoa pode, contraditoriamente, defender a não violência em alguns casos e ser violenta em outras situações. Por exemploː opositores ao aborto ou à alimentação carnívora podem, eventualmente, matar um realizador de abortos ou atacar um abatedouro de animais, o que as classificaria como pessoas violenta

A não violência é uma arma poderosa e justa. Realmente, é uma arma única na história, que corta sem ferir e enobrece quem a usa.
Martin Luther King Jr., no discurso de recebimento do prêmio Nobel da Paz de 1964.