sábado, 5 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
Artigo: Microcefalia não é pena de morte
Os que defendem a legalização do aborto encontraram na associação do
aumento da microcefalia com o surto de zika uma oportunidade para
retomar a discussão da liberação do procedimento no Brasil. Querem
transformar o diagnóstico de microcefalia em atestado de morte para
todas as crianças das mães que contraíram o vírus e que optarem pela
interrupção da gravidez, mesmo com possibilidades de nascerem sem
sequelas neurológicas graves.
Com o avanço da medicina fetal e da genética médica, hoje é possível a
detecção, ainda no útero, de várias anomalias fetais. Querer considerar
apenas as crianças saudáveis com direito à vida é retomar a prática da
eugenia feita na Grécia antiga e pelo nazismo, abrindo um precedente
para a liberação do aborto em outros casos de microcefalia.
Não se pode falar na opção de abortamento, pois não se trata de
patologia letal que inviabilize a vida extrauterina. A discussão do
aborto em casos de microcefalia retrata bem o momento pós-moderno em que
vivemos.
Para a maioria dos autores, a pós-modernidade é marcada como a época
das incertezas, das fragmentações, do narcisismo, da troca de valores,
do vazio, do niilismo, da deserção, do imediatismo, da efemeridade, do
hedonismo, da substituição da ética pela estética, da apatia, do consumo
de sensações e do fim dos grandes discursos.
Na sociedade pós-moderna, predomina a permissividade que justifica
que tudo é bom desde que eu me sinta bem. É um relativismo no qual não
há nada absoluto, nada totalmente bom ou mau, onde as verdades são
oscilantes.
Vive-se numa época de grande competitividade e de pouca
solidariedade. Em nome dessa nova ideologia, os indivíduos se permitem
agir passando por cima de valores fundamentais.
A coisificação da vida e o predomínio dos interesses pessoais em
detrimento do coletivo são bem característicos dessa fase em que
vivemos.
Entretanto, aprendemos com a genética que a diversidade é a nossa
maior riqueza coletiva. E o feto anômalo, mesmo o portador de grave
deficiência, como é o caso da microcefalia, faz parte dessa diversidade.
Deve ser, portanto, preservado e respeitado.
Necessário se faz proteger também a gestante, dando-lhe apoio em sua gravidez e proporcionando tratamento ao seu futuro filho.
O aborto provocado é um procedimento traumático, com repercussões
gravíssimas para a saúde mental da mulher, que geralmente aparecem
tardiamente. Produz um luto incluso, devido à negação da ocorrência de
uma morte real, mas esse aspecto é totalmente desconsiderado.
As mulheres sofrem uma perda, e suas necessidades emocionais são
relegadas ou escondidas. Esse processo vai gerar profundas marcas e
favorecer o surgimento da síndrome pós-aborto.
A evolução de uma sociedade é medida pela sua capacidade de amparar
os mais frágeis. A sociedade que apela para o aborto se declara falida
em suas bases educacionais, porque dá guarida à violência no que ela tem
de pior, que é a pena de morte para inocentes. Compromete, portanto, o
seu projeto mais sagrado, que é o da construção da paz.
Gilson Luís Roberto é presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil
quinta-feira, 3 de março de 2016
E, ai! Já viu?!
E a Vida Continua...

(2012)
Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções Artísticas
apresentam
AMANDA ACOSTA LIMA DUARTE LUIZ BACCELLI
em
E a Vida Continua...
Baseado na Obra de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz.
Roteiro e Direção de Paulo Figueiredo.
______________________________________________________________________
Do diretor Paulo Figueiredo da VerOuvir, com a produção de Oceano Vieira de Mello da Versátil Digital Filmes e apoio cultural da Federação Espírita Brasileira.
Mais uma obra do espírito André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier.
Site oficial
http://www.eavidacontinuaofilme.com.br
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YouTube
http://www.youtube.com/eavcontinua
Prefácio do livro "E A Vida Continua"
Prefácio de Emmanuel
Leitor amigo,
Nada te escrevemos, aqui, no intuito de apresentar ou recomendar André Luiz, o amigo que se fez credor de nossa simpatia e reconhecimento pelas páginas consoladoras e construtivas que vem formulando do Mundo Espiritual para o Mundo Físico.
Entretanto, é razoável se te diga que neste volume, em matéria de vida "post-mortem", ele expõe notícias diferentes daquelas que ele próprio colheu em "Nosso Lar", estância a que aportou depois da desencarnação.
Conquanto as personagens da história aqui relacionadas – todas elas figuras autênticas cujos nomes foram naturalmente modificados para não ferir corações amigos na Terra – tenham tido, como já dissemos, experiências muito diversas daqueles que caracterizam as trilhas do próprio André Luiz, em seus primeiros tempos na Espiritualidade, é justo considerar que os graus de conhecimento e responsabilidade variam ao infinito.
Assim é que os planos de vivência para os habitantes do Além se personalizam de múltiplos modos, e a vida para cada um se específica invariavelmente, segundo a condição mental em que se coloque. Compreensível que assim seja.
Quando maior a cultura de um Espírito encarnado, mais dolorosos se lhe mostrarão os resultados da perda de tempo. Quanto mais rebelde a criatura perante a Verdade, mais aflitivas se lhe revelarão as conseqüências da própria teimosia.
Além disso, temos a observar que a sociedade, para lá da morte, carrega consigo os reflexos dos hábitos a que se afeiçoava no mundo.
Os desencarnados de uma cidade asiática não encontram, de imediato, os costumes e edificações de uma cidade ocidental e vice-versa.
Nenhuma construção digna se efetua sem a cooperação do serviço e do tempo, de vez que a precipitação ou a violência não constam dos Planos Divinos que supervisionam o Universo.
Para não nos alongarmos em apontamentos dispensáveis, reafirmamos tão-somente que, ainda aqui, encontraremos, depois da grande renovação, o retrato espiritual de nós mesmos com as situações que forjamos, a premiar-nos pelo bem que produzam ou a exigir-nos corrigida pelo mal que estabeleçam.
Leiamos, assim, o novo livro de André Luiz, na certeza de que surpreenderemos em suas páginas muitos pedaços de nossa própria história, no tempo e no espaço, a solicitar-nos meditação e autoexame, aprendendo que a vida continua plena de esperança e trabalho, progresso e realização, em todos os distritos da Vida Cósmica, ajustada às leis de Deus.
HOMENAGEM
Reverenciamos o Primeiro Centenário de “A Gênese” , de Allan Kardec.
ANDRÉ LUIZ
quarta-feira, 2 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Ela te ama sim e isso não é vergonha nenhuma
"Essa vergonha um dia passa, mas um Amor como esse é para sempre!"
Clique aqui e veja o vídeo que vai te fazer refletir sobre o modo como você anda se relacionando com a pessoa que certamente mais te ama em todo o mundo!
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão - CONCLUSÃO - A014 – Cap. 3 – Técnica de Obsessão – Primeira Parte
Livro em estudo: Nos Bastidores da Obsessão – Editora FEB -
1970
Autor: Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de
Divaldo Pereira Franco
A014 – Cap. 3 – Técnica de Obsessão – Primeira Parte
CONCLUSÃO
QUESTÕES
PARA ESTUDO
1 – Quem era
Mariana na experiência material anterior? Quais atitudes suas causaram a atual
perseguição espiritual?
Mariana fora
Aldegundes, a qual viveu na Neerlândia/Bélgica, no século 19. Casada com
Guilherme, 30 anos mais velho que ela, vivia em extensa propriedade produtora
de tulipas. Como vivesse sozinha, devido às constantes ausências do marido, apaixonou-se
por Jacob, um empregado, fugindo com ele para Amsterdã. Porém, tal fuga causou
o suicídio de Guilherme, preso a grande desgosto, e a degradação de Aldegundes
na grande cidade, em razão do abandono de Jacob. Retornando à Neerlândia 5 anos
depois, arrependida e pretendendo reatar com o antigo marido, soube de tudo que
aconteceu, pertubando-se e vindo a morrer em um hospício.
2 – Qual a
parcela de responsabilidade de Guilherme na tragédia vivida?
Guilherme,
que fora o antigo marido de Aldegundes, e hoje obsessor espiritual da família,
era proprietário de terras na Neerlândia. Porém, em razão da dessecagem dos
lagos, o que criaria mais extensões de terra, acorria à cidade para
negociá-las, deixando a esposa abandonada na propriedade. Em tantos meses fora,
não se interessava pela mulher, suas necessidades e sonhos; deixava-a exposta à
solidão e à carência. Assim, quando Jacob veio trabalhar na propriedade seduziu
a mulher e a convenceu a fugir dali.
3 – E quanto
a Jacob, hoje Marcelo? Por que este continua próximo a Mariana, agora na
condição de pai?
Jacob, o
antigo empregado, responsável por sucessivas infelicidades de Aldegundes, é
hoje o pai de Mariana, o sr. Marcelo.
Jesus nos
ensina que "reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário,
enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o
juiz não vos entregue ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão.
Digo-vos, em verdade, que daí não saireis, enquanto não houverdes pago o último
ceitil."
A prisão é,
segundo a Doutrina Espírita, a reencarnação em condições próximas da vítima ou
do algoz; e pagar até o úlimo ceitil, a quitação completa dos débitos
adquiridos perante o próximo. Isto é, os comprometimentos construídos entre
Jacob e Aldegundes permanecerão até o completo reequilíbrio; Jacob fora o
responsável pela degradação moral de Mariana, hoje é responsável por
reconstruir a relação através de muito trabalho e renúncia.
Equipe Manoel Philomeno
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Minha nada Mole Encarnação - Babado
Minha nada Mole Encarnação - Babado
Queria tanto contar uma fofoquinha pra vocês... Será que eu conto? Será que eu devo? Será que vocês me ajudam a não sair falando da vida alheia?! Help!!!…
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