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sábado, 20 de outubro de 2018

Buscando a resposta... Qual sua opinião?!

O Vitor Nogueira, pelo face, fez a seguinte pergunta:

"Onde estão os jovens no movimento espírita no Brasil?"

E aí aderimos e estamos buscando a resposta: você sabe? Nos conta?!:)

O Elton Rodrigues complementou com a seguinte indagação:

" Outra pergunta importante: 
onde estão as casas espíritas que se preocupam com os jovens espíritas?"

Continuamos aderindo e  aguardando sua resposta :) 

Beijos e Abraços

sábado, 10 de março de 2018

Reflexão - Buscando a resposta - Desenvolva o tema à luz da Doutrina Espírita


"Cada dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida. A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo. Portanto, a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é: 'O que fiz hoje pelos outros?'" 
 Martin Luther King

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Vamos verificar a questão com enfoque da Doutrina Espírita?

Oi, Galera! Beleza aí?!
Alguém passou pelo facebook a imagem com os dizeres abaixo. Achamos legal trazer pra cá, para que a gente discuta a questão com o enfoque doutrinário espírita.
Aguardamos vcs!
Abraços e beijos


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Vamos auxiliar na pesquisa sobre a importância religiosa e espiritual para a saúde e bem-estar?!


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Projecto Religar
Assunto: Solicitação de Colaboração para Estudo
Para: cvdeeespnetjovem@gmail.com



Exmos. Srs.
O meu nome é André Leiria, e estou a desenvolver um estudo sobre a importância da prática religiosa e espiritual para a saúde e bem-estar, no âmbito da Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica que estou a realizar no ISPA-Instituto Universitário. O estudo está a ser realizado sob a orientação da Prof.ª Doutora Maria João Morais Gouveia.
Venho por este meio solicitar a partilha do inquérito junto da vossa comunidade. A participação é totalmente voluntária, no entanto, será muito importante para a validade do estudo que atinja o maior número de pessoas possível.
Ficaria muito grato se pudessem difundir o questionário de forma a podermos obter uma amostra consistente, pois o estudo será tanto mais válido quanto maior for a amostra.
Nesta investigação é garantido o anonimato e a confidencialidade dos participantes e os dados recolhidos serão considerados exclusivamente para fins estatísticos, de acesso restrito aos investigadores e apenas analisados colectivamente no âmbito deste estudo.

O inquérito estará acessível até ao dia 22 de Dezembro de 2017 através do link https://pt.surveymonkey.com/r/preligar

Obrigado pela vossa colaboração!

Para qualquer esclarecimento, por favor, não hesitem em contactar-me por este mesmo meio.

Com os melhores cumprimentos,

                André Leiria

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Buscando a resposta - qual é a correta ou mais correta?

O Site do Kardecpedia apresenta as obras de kardec, em ordem cronológica, da seguinte forma
(https://kardecpedia.com/?gclid=Cj0KCQjwiLDMBRDFARIsACNmiX_mAKaZVxC9fdKeRsfN86n78n4bavrTMOrP9jfZnG1Gf2QecGxRazMaAvrTEALw_wcB) 


A Nobilta apresenta 39 textos publicados de Allan Kardec

Queremos saber se ambos estão corretos ou qual deles é correto. E o por quê, claro! :)
Aguardamos vocês nos informar :)
Beijos e abraços


terça-feira, 25 de julho de 2017

Vamos participar? - Pesquisa sobre religiosidade e a juventude atual

Galera,
A Paty Bol enviou a um grupo na net a pesquisa abaixo para fazer um levantamento sobre a visão dos jovens sobre o tema "Religião e Fé".
Vamos participar? Vocês podem responder pelo email: cvdeeespnetjovem@gmail.com, QUE enviaremos para o grupo pesquisador as respostas, ok?
O grupo faz a seguinte observação: “OBS.  Responder segundo seus próprios critérios. Não é necessário se identificar. Esta pesquisa servirá apenas para identificar a visão da juventude atual no que concerne a busca pela religiosidade.”

Outra coisa, galera, os jovens entre 21  e 30 anos também podem responder, só identificar a idade pra gente, valeu?

Beijos e abraços
Pesquisa

Público Alvo: Jovens de 13 a 21 anos

1)      Quem ou o que é Deus  para você?
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2)      Em qual momento de sua vida você sentiu necessidade de Deus ou ainda não sentiu? Porque?
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3)      Onde você O buscou?
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4)      Você acha importante frequentar algum lugar que lhe proporcione conhecimentos sobre a  existência e a criação?
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5)      Como você acha que deve ser este lugar?
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6)      Sua família o força a ter uma crença religiosa ou a frequentar alguma religião? Sim ? Não? E Qual a opinião da maioria familiar sobre isso? E a sua?
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7)      Em quais princípios religiosos e filosóficos você acredita?  Assinale com S para sim, N para não, T para talvez.

(       )  A vida não se extingue com a morte física.
(       )  O espírito reencarna múltiplas vezes com o objetivo de aperfeiçoar-se e alcançar a sublimidade.
(       ) É possível ao espírito comunicar-se após o seu desencarne (morte)  com os encarnados (vivos).
(       ) Todas as pessoas possuem uma faculdade chamada mediunidade que permite a “ comunicação” dos     espíritos desencarnados com os encarnados.
(       )  Fora da Caridade não há salvação.
(       )  Adão e Eva foram os primeiros humanos criados por Deus.
(       )  A bíblia é o único livro onde Deus através dos profetas revelou a Verdade.
(       )  Jesus não é Deus, mas sim um espírito de magnitude espiritual que veio a Terra para ensinar a Lei do Amor, Justiça e Caridade para a Humanidade.
(        ) Todas as criaturas devem ter a oportunidade de viver  segundo suas escolhas, e medir os resultados através das consequências  destas escolhas. Isso é a verdadeira justiça divina.
(        ) Deus é uma energia criadora, consciente, amorosa e justa.
(        ) Há vida em outras dimensões e planos, superiores e inferiores á Terra, pois os espíritos sobrevivem a morte física e continuam a viver nestes planos.
(       ) Deus é um velhinho de barbas brancas, que vive no céu e pune e perdoa suas criaturas segundo sua vontade.
(       ) Devemos amar ao nosso próximo como a nós mesmos, e não fazer ao outro aquilo que não desejamos para nós mesmos.
(       ) A oração é o melhor remédio para as horas de aflição.
(       ) Devemos respeitar a natureza e cuidar do planeta, pois dele ainda muito dependeremos
(       ) Acredita que o mal é apenas a ausência do bem, e que todas as criaturas serão boas na medida que evoluírem.
(       ) Acredita que quem é mal será para sempre mal, e merece uma punição eterna num lugar denominado de inferno.
(       ) Acredita que todos merecem uma chance de perdão e resignação para seus erros, e podem aprender com eles e resgatarem em outras oportunidades junto aqueles a quem um dia prejudicaram.
(       ) As religiões devem evoluir segundo as descobertas da ciência.
(       ) Religião e ciência não tem nada haver uma com a outra.

Se desejar pode explicar melhor  o que pensa sobre “Religião, fé e Deus”.
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OBS.  Responder segundo seus próprios critérios. Não é necessário se identificar. Esta pesquisa servirá apenas para identificar a visão da juventude atual no que concerne a busca pela religiosidade.

domingo, 18 de setembro de 2016

Inaugurado Portal de Estudo das Obras da Codificação


Inaugurado Portal de Estudo das Obras da Codificação

Foi lançado, recentemente,  o maior portal sobre as obras de Allan Kardec no mundo. 
Criado e mantido por Cosme Massi, em 4 idiomas, ele contém as 23 obras fundamentais para quem quer conhecer o Espiritismo. 
É a “wikipedia” do estudioso espírita ao seu dispor, gratuitamente. clique aqui:  http://www.kardecpedia.com/  
Conheça, pesquise, analise, estude, questione, pense!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Papo informal: a fé cega e a fé racional

Bom dia pessoal
Gostaria de sugerir um novo tema para debate.
A fé cega, e a fé racional, até que ponto nós que nos denominamos espíritas estudiosos, estamos dispostos a abrir mão de crenças enraizadas, em nome das comprovações da ciência ou da historia.
Isso vem me chamando a atenção em nosso meio, porque não raro percebermos renitência a fatos comprovados, mesmo com a celebre e humilde postura tomada por Kardec quando diz que o espiritismo é uma doutrina aberta, e que pode ser corrigida quando houver comprovação.
O que vocês têm enfrentado nesse aspecto? O que acham? E como devemos nos colocar diante de um espírita que não aceita questionamentos e que muitas vezes se coloca em "posição" superior, sem dar a chance sequer para um debate?
Abraços
Paty
--
Bom dia todos,

Para melhor compreensão da proposta da Paty, seria interessante e produtivo relacionar os fatos comprovados aludidos e em desacordo com a visão ou entendimento espírita. 

Abraços,

Paulo
--
Ola Paulo
Coloquei de uma forma geral, pois tenho me deparado com muitos assuntos, e acho que todos são importantes o debate. Mas um, por exemplo, com o qual me deparei esta semana, foi o Evangelho de Judas, pessoas espíritas que conheço simplesmente abominavam até mesmo a ideia de ler a respeito, colocando a alcunha de traidor e ponto. Isso me chamou a atenção pois pensei o seguinte: e se de fato houver uma mudança na historia de Jesus que mudasse as visões dos fatos, o que isso impactaria para nós, estamos realmente abertos a novos pensamentos, livres de dogmas?
Entre outras várias situações que deparo com posições orgulhosas extremamente renitentes a possíveis mudanças, exercendo posições de lideranças em nosso meio. Que consequências teremos disso?
Então resolvi propô-los a uma conversa, para ouvir demais opiniões que sempre me parecem muito lúcidas e eficazes, principalmente quanto a como devemos nos comportar diante dessas vertentes.
Abraços
Paty
--
Olá, Paty

Veja, eu entendi que o essencial de suas colocações se refere muito mais a comportamentos e atitudes de algumas pessoas, uma espécie de aversão ao simples exame de teses e novas possibilidades, do que a fatos comprovados que pudessem se contrapor às nossas “verdades”.

Penso que isso é normal, próprio da natureza humana, vamos encontra-los em qualquer ambiente que frequentemos, pois as religiões, doutrinas, seitas também abrigam todo tipo de indivíduos, consciências abertas, fechadas, humildes, arrogantes, boas e más, refletem em ponto pequeno a diversidade do planeta e o Espiritismo não é uma exceção. Concordo que Kardec alertou sobre isso, mas alguns seguem e outros não, nessa hora fala mais alto a imperfeição do ser; se temos dificuldades em mudar a nós mesmos, que dirá mudar o outro.

Particularmente adoro temas instigantes e me sinto mais espírita do que nunca agindo assim, sendo confrontado naquilo que até então entendia como pacificado, acima de qualquer dúvida. Mas se outras pessoas pensam diferente, não vou bater de frente, não será um ponto de discórdia e vou procurar aqueles dispostos a debater, estudar junto comigo essas questões. Você sempre poderá propor a todo o grupo, mas não espere unanimidade, ela dificilmente virá. A consequência disso é a manutenção do livre arbítrio, não podemos esquecer que nosso aperfeiçoamento se dá no coletivo, mas é individualmente que crescemos. Não sei se isso ajuda, mas é a minha contribuição. :)

Abraço,

Paulo
--
Gostei Paulo,
Também gosto dos temas instigantes, investigativos, de muita pesquisa e observação, não gosto do prontinho, do resumido, e quanto mais melhor. Isso é que nos faz evoluir, crescer, conhecer.
Infelizmente realmente temos que respeitar e considerar o nível de cada um, mas confesso que parece que sinto minhas asas amarradas quando me deparo com essas situações.
E confesso que acho extremamente prejudicial ao movimento esse perfil radical adotado por dirigentes de estudo e muitas vezes como filosofia geral de algumas casas,  fazendo o tal igrejismo espirita.
Esquecendo totalmente dos demais aspectos doutrinários da ciência e filosofia.
Outro assunto que escutei verdadeiras aversões e abominação total do debate, foi Transcomunicação instrumental.
Abraços




sábado, 16 de julho de 2016

Papo informal: Nós, espíritas e o espiritismo fazemos proselitismo ?

Olá pessoal, bom dia !!

Eu sempre quis formar uma mesa redonda para estudar a Doutrina Espírita, mas é difícil encontrar parceiros para a formação da mesma.
Então vou ver se consigo pela lista, quem sabe alguém arruma um tempinho para colaborar com o meu aprendizado, rsrs.
Ouvi  alguém dizer que  o espiritismo não faz proselitismo.

A pergunta é :  " Nós, espíritas e o espiritismo fazemos proselitismo ?"

Vamos ver se tem gente que ainda visita a lista , rsrs.
Aguardando colaboração.

Abraceijos ,
Hermes
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Olha só... gostei da ideia.
Bom, vamos a minha opinião.
Entendo que o proselitismo é uma ação ou empenho de tentar converter uma ou várias pessoas em prol de determinada causa, doutrina, ideologia ou religião.
Sendo assim, não combina com o evangelho revivido de Jesus.
Existe na nossa casa uma metodologia de estudo sistematizado onde sugere que o indivíduo estude primeiramente o Tomo I e II antes de começar o estudo das obras Básicas. Isto por uma questão pedagógica. Mas não está impedido de começar por outras salas como "O Livro dos Médiuns" ou "Céu e inferno". Não vejo como proselitismo.
Ainda que não vejo o Espiritismo como proselitista, muitos espíritas ainda são. Eu particularmente era quando comecei os estudos.
Creio que até podemos "arrebanhar ovelhas", mas não converte-las. Sempre no começo do ano fazemos uma campanha de "arrebanhar" os evangelizandos, pois se dispersam nas férias. Mas as nossas aulas não são como catecismo que tentam converter as crianças. Mesmo porque, nossas crianças são na maioria evangélicas.
Falando em religiões proselitistas, no catolicismo tem que fazer a primeira comunhão para poder se comungar. E não casa se não fizer a crisma.
Que tal...
Humberto SA.
==

Olá amigos
De minha parte acho que não se trata de fazer proselitismo, pois não vejo sentido em forçar alguém a acreditar em alguma coisa para a qual não está preparado, ou não faz o menor sentido.
Não significa porém que não possamos defender a nossa crença e exigir respeito.
Quando a divulgamos por certo é pensando nos benefícios que ela nos proporcionou, e que desejamos ao próximo.
Quando alcançamos os corações e mentes preparadas o proselitismo é algo natural.
Essa é minha percepção,
Abraços queridos
Paty Bol
==

Pessoal,

Gostei da provocação e a acho muitíssimo válida.

Acho que é característica de seres inseguros fazer proselitismo (de todos os tipos: religioso, político, nacional, etc.). Embora o Espiritismo, como doutrina, não tenha por objetivo fazer prosélitos, como movimento ele agrega em seu seio seres mais e menos inseguros, mais e menos empolgados, mais e menos maduros e, com isso, com mais ou menos tendências de "levar aos outros aquilo que deu certo consigo", com toda boa intenção. Então, vejo que o Espiritismo não faz prosélitos - alguns espíritas sim, mas em seu próprio nome.

Encontrei uma forma de falar de Espiritismo sem fazer proselitismo e vou dividir a experiência pessoal com vocês. O Espiritismo é um conjunto de princípios + metodologia. Entendo cada princípio e a metodologia espíritas como ferramentas de uma caixa de ferramentas, que posso usar na estrita medida do necessário para abrir certas caixas e entender certos assuntos. É assim que costumo expor minhas ideias. Por exemplo: um garoto de 3 anos demonstra se lembrar de uma vida passada e a conversa surge numa rodinha informal. Começo ouvindo, de preferência todos os outros. Quando chega minha vez, digo algo como: "Gente, preciso ser sincero com vocês: não consigo enxergar esse problema sem o óculos da reencarnação - e aí não vai nenhuma posição religiosa, apenas prática. Não consigo ver lógica nem na biologia, nem na educação que mostrem como é possível esse tipo de lembrança detalhada. Com esse óculos, vejo que pode ser uma inteligência que tem essa memória, a reteve, e que agora, por algum motivo, a acessa. Mas gostaria de ouvir outras opiniões.".

Para fazer com que o Espiritismo cumpra seu papel consolador só é preciso que saibamos usar as ferramentas certas, sem chocar, inserindo-as nos contextos certos. O Espiritismo cumpre seu papel através de seus princípios e sua metodologia, não de seu rótulo exterior.

Por fim, sempre considero a possibilidade de estar errado. Todos os dias. Isso me força a uma certa humildade nos diálogos. Quem não considera a chance de estar errado, de verdade, não pode cobrar que os outros o ouçam a sério e, portanto, é sempre um péssimo divulgador.

Abraços,
Pedro
==

Legal Pedro.
Podemos assim, colocar a Candeia em cima do alqueire sem ofuscar os olhos de ninguém.
Humberto S. A.
==

Oi, Hermes!

Olá, Equipe!

Gostei! Rsrs Sempre válido trocar ideias!!

Na minha opinião, acredito que é natural fazer um pouco de “proselitismo” quando algo nos faz bem.

Ok... sabemos que a melhor forma de convencer alguém a respeito de algo é dar o exemplo. Mas, quando você, por exemplo, vê uma pessoa querida chorando desconsoladamente, porque um ente querido desencarnou, é difícil não “pregar” nossas convicções a respeito da Vida que continua, com toda a sua intensidade ou quando uma doença limita a Vida de alguém, entre outras situações da vida, tão bem explicadas pelo Espiritismo.

Então, como o Humberto disse, também já fui “proselitista”, sim!... mas a ideia não, propriamente, convencer ou impor as pessoas a minha religião, mas dividir o que me traz consolo e entendimento.

Hoje, sei que não adianta.... Cada um tem seu tempo e, muitas vezes, crenças muito enraizadas.

E descobri que outras religiões tem seu modo de consolar e lidar com as situações da Vida. E, assim, sempre é possível consolar sem impor ideias ou a nossa religião e todas as vezes que falo com alguém, procuro lembrar o que aprendi com a doutrina, mesmo não usando o nome Espiritismo. Mas, mesmo sem me referir ao Espiritismo, seus pressupostos e tudo o que me ensina está lá, em cada palavra, porque faz parte de mim.

Então, não faço mais meu proselitismo rsrsrs Mas, se me perguntam, sim SOU Espírita.

Resumindo: não, o Espiritismo não é proselitista.

Talvez alguns de nós sejamos enquanto não compreendemos que o Espiritismo não precisa de “propaganda” ou que usemos seu nome para consolar, como se a palavra “Espiritismo”, por si, consolasse. Não, Ele não é uma religião superficial que precise de adeptos, até porque, seus ensinos são muito além de um nome e seu consolo reside no amor que ajuda a construir em nós, com o conhecimento e compreensão que nos traz.

Sim, acredito que, o que consola, o que faz bem, o que esclarece é o conhecimento e sentimentos novos que crescem em nós, quando aprendemos sempre e um pouco mais com o Espiritismo. Aí, passamos a viver um pouco mais amorosamente e empenhando-nos em construir uma paz em nós e ao nosso redor.

Precisamos dizer que é fruto do espiritismo? Não... O Espiritismo precisa que digamos? Não.... O Amor que Jesus ensinou está muito além disso, e é a base do Espiritismo.  Mas, lamento, porque a compreensão nos ajuda a construir uma vida interior mais tranquila, e isso o Espiritismo traz demais! Mas, cada um tem o seu tempo e mesmo para nós, o conhecimento precisa de tempo para criar raízes sólidas a ponto de influenciar nossos sentimentos e nossa alma.

Não, o Espiritismo não é proselitista porque Jesus e o Espíritos Superiores sabem do tempo de cada um e de como todos são diferentes, assim como, que o Amor está acima de tudo, inclusive das religiões. Se, para nós, o caminho para esse amor é o Espiritismo, para outros, pode não ser.... e Eles sabem disso e de tudo o que, pelo menos eu, ao poucos, vou descobrindo....

Espero ter contribuído, amigo Hermes e equipe, com esse pequeno espaço de reciclagem, conseguindo expressar o que sinto e penso (que ainda está criando forma com seu questionamento! Valeu!...)

Abraços,

Fabi

==

Olá, Hermes e demais amigos do EspNet!

Gosto muito da ideia de utilizar esta lista para debate de assuntos doutrinários. Anauê e ajayô pra você, Hermes.

Primeiramente é importante definir o conceito de proselitismo. Do Dicionário Michaelis:

Prosélito é aquele que se converte a uma religião diferente da que tinha. Proselitismo é a tentativa persistente de persuadir ou convencer outras pessoas a aceitar suas crenças, em geral relativas à religião ou à política.

O que seriam exemplos de comportamentos proselitistas?
- Abordar pessoas aleatoriamente, para distribuir material de divulgação não solicitado.
- Enviar spam de material espírita por e-mail ou pelas mídias sociais.
- Puxar insistentemente temas espíritas, em conversas com pessoas conhecidas ou desconhecidas, mesmo que o assunto em curso seja outro.
- Ao saber que uma pessoa segue outra religião, ou nenhuma religião, criticar a sua crença e tentar convencê-la de que a crença espírita é superior.

Colocado desta forma, eis a minha opinião: penso que o Movimento Espírita não é proselitista e que a grande maioria dos espíritas também não o é. Há exceções? Certamente.
- Dar uma palestra sobre tema espírita, numa casa espírita, ou em outro local qualquer, a convite dos anfitriões, é proselitismo? Não.
- Publicar artigos espíritas em mídia impressa ou eletrônica, é proselitismo? Não.
- Responder “espírita” à pergunta “qual é a tua religião?”, é proselitismo? Não.
- Utilizar um argumento doutrinário a respeito do tema em discussão, e mencionar que isto faz parte do ideário espírita, é proselitismo? Não.

Abraços, Raphael
==

Olá pessoal, boa tarde!

Agora com mais folga vamos ver se concluímos nossa indagação/estudo.

A ideia da pergunta surgiu pelo fato de um companheiro de outra sala espírita (Arnaldo - diz-se estudioso da Doutrina Espírita, o que respeitamos como devemos fazer com todos em relação às opiniões), vir de encontro daquilo que falo, ou seja, não fazemos proselitismo. 
Lembrou-me para ler em O E.S.E. , capítulo 24 item 10: “Essas palavras podem também aplicar-se aos adeptos e aos disseminadores do Espiritismo. Os incrédulos sistemáticos, os zombeteiros obstinados, os adversários interessados são para eles o que eram os gentios para os apóstolos. Que, pois, a exemplo destes, procurem, primeiramente, fazer prosélitos entre os de boa vontade, entre os quais desejam a luz,..... ( referindo-se ao título - " Não vades ter com os gentios "- 

Raphael já colocou uma definição de proselitismo e prosélito. Permitam-me colocar outras colocações

Proselitismo:>esforço contínuo para converter alguém, fazendo com que essa pessoa pertença a determinada religião, seita, doutrina;

Os proselitistas utilizam de argumentos agressivos, apelativos e sensacionalistas com a intenção de conseguir atingir os seus objetivos.
Este tipo de proselitismo, assim como praticamente todos, beiram o fanatismo e o ditatorialismo, em alguns casos.
Atualmente, o proselitismo é visto com uma conotação negativa, devido à "agressividade" e falta de ética que muitos representantes de algumas religiões utilizam na tentativa de angariar novos fiéis.

Diante desses outros significados vamos observar que nem o espiritismo e nem espíritas usam de proselitismo, pois nós, de acordo com os ensinamentos doutrinários, aprendemos que cada um ao seu tempo. Nunca forçar a ninguém a escolha de uma doutrina.

Vamos destacar para melhor compreensão alguns termos:  de argumentos agressivos, apelativos e sensacionalistas; falta de ética; fanatismo e o ditatorialismo.

Não conseguimos ver em nossas reuniões, em palestras, seminários e mesmo em convenções qualquer sinal de proselitismo.
Será que quando Jesus disse: “Ide e pregai”, estaria fazendo proselitismo? Claro que NÂO, pois sempre tivemos a impressão deixada pelo Mestre de ser uma pessoa doce e serena, jamais ordenando aos seus apóstolos a agressividade, a falta de ética ou mesmo serem fanáticos. Ademais pediu para os apóstolos rebuscassem aquelas “ ovelhas “ perdidas ou aqueles que estariam em dúvidas muito embora sendo um povo monoteísta.
Assim sendo, continuo, junto aos companheiros, afirmando que nós espíritos espíritas bem como a abençoada doutrina Não usa desse subterfúgio que é proselitismo.

Grato aos companheiros pelos esclarecimentos e que reforçaram minha concepção sobre o termo e que Jesus permaneça conosco, agora e sempre.

Abraceijos,
Hermes.



terça-feira, 3 de maio de 2016

Buscando a resposta... quando surge o perispírito?


 Olá queridos,
    Preciso saber quando surge o perispírito na evolução do Espírito.

   Surge na entrada no mundo hominal, ou o princípio espiritual já utilizava este corpo, já que desde o início, ainda no reino mineral, já teve que se “associar” à matéria para evoluir?

Bjks

E

---
Resposta 1:

E, não sabemos quando o princípio espiritual se uniu ao princípio material, formando o que alguns chamam de "mônada". De qualquer forma, a ideia de que o perispírito é "intermediário" do Espírito com a matéria, só vale para os encarnados: os desencarnados possuem perispírito e nem por isso ele é intermediário. Por isso, o mais simples é pensar que o que chamamos de "perispirito" é apenas a "energia" que liga o princípio espiritual (ou Espírito, quando já humano) à matéria do mundo em que ele esteja vivendo. No nosso caso (humanos na Terra), o períspirito possui tanto fluidos "espirituais" (que nos acompanham no processo evolutivo) quanto fluidos "materiais" (da Terra), como Kardec explica aa Gênese (cap. 14, itens 7-8).
Abraços,
Ely

Resposta 2:

Olá E,
um livro que me marcou bastante foi Evolução em Dois Mundos, e nele se discute a chega do princípio espiritual ao reino hominal e a consequente formação do perispírito.
Pelo que me recordo, os animais e os vegetais, embora tenham um princípio espiritual que os individualiza, não é um perispírito, elaborado como citou Ely sobre a Gênese, por fluidos espirituais e materiais. O perispírito somente é constituído no reino hominal, porque neste momento o homem conquista o pensamento continuado, em oposição ao fragmentário dos animais. O pensamento continuado será, enfim, uma fonte de magnetismo permanente aglutinando fluidos ao redor de si para constituir o corpo espiritual.
Outro livro que estou lendo e me interessou bastante sobre a questão, dentre outras, do perispírito é Ícaro Redimido, de Adamastor/Gilson T Freire.
Até mais, manuel

Resposta 3:

OI gente,
 
Permitam dar o meu pitaco, pois já participei de muitas discussões sobre essa questão.
 
Entendo que esta é uma questão puramente semântica. Que os animais têm algo além do princípio inteligente, parece fora de dúvida. Gabriel Delanne, no livro “A alma dos animais”, diz que pode se dar o nome que se queira a este corpo energético que os animais possuem, com o qual se apresentam no mundo espiritual e que vai servir de matriz à formação de um novo corpo material. É correspondente ao perispírito dos humanos, afirma, e, por isso, para simplificar e não se perder em questões que nada esclarecerão, podemos chamar esse corpo energético de perispírito. O importante é que compreendamos a idéia, dê-   -se o nome que se queira, até porque não encontro em parte alguma da Codificação a ideia de que somente na fase hominal o princípio espiritual possui perispírito.
 
Abraços a todos
 

Sergio

domingo, 10 de janeiro de 2016

Tira dúvidas: Astrologia

01 – Os astros governam nossa vida?
Apenas no imaginário popular, sempre propenso a aceitar fantasias sobre os mistérios do destino humano. Há pessoas especializadas em ler o nosso futuro na borra do café. ninguém perde dinheiro apostando na ingenuidade humana.


02 – Mas a Astrologia é milenariamente cultivada, situada como uma complexa ciência…
Para os sonhadores… Astronomia, esta sim, uma ciência, demonstra que os movimentos dos astros não guardam a mínima relação com o destino das pessoas.

03 – O fato de nascermos sob determinado signo, uma conjunção de astros no céu, no dia de nosso nascimento, não influi, de certa forma, em nossa personalidade, em nossa maneira de ser?
Nossa personalidade é fruto de experiências pretéritas, em vidas anteriores. Admitir que o indivíduo possa ser manso ou um troglodita, ter ouvido afinado ou não saber distinguir um fá de um dó, ter vocação para o estudo ou odiar livros, por influência astrológica é algo tão extravagante quanto a doutrina das graças, segundo a qual deus teria seus escolhidos para a salvação. e a justiça, onde fica?

04 – Como explicar o fato de que os horóscopos definem o perfil psicológico da pessoa, de conformidade com seu signo?
O perfil psicológico no horóscopo é feito de generalidades. as pessoas sempre se encaixam em algumas características apresentadas. Se consultarmos os doze signos do zodíaco verificaremos que em todos há algo de nossa personalidade.

05 – E quanto ao dia-a-dia? Há pessoas que lêem diariamente seu horóscopo com boa margem de acertos.
Também é feito de generalidades. Algo como dar tiros no escuro. Alguns atingirão o alvo. considere, ainda, que sob influência do horóscopo as pessoas criam condicionamentos. Digamos que eu leia que o dia não me será favorável; terei dissabores e contrariedades. admitindo essa idéia assumirei uma postura negativa que me levará a ver dissabores e contrariedades nas rotinas diárias e até contribuir para que aconteçam.


06 – E poderia ser o contrário?
Exatamente. Se eu me convenço, porque li no horóscopo, de que meu dia será maravilhoso, assim tenderá, porquanto estarei estimulado a cultivar o bom humor, convicto de que tudo correrá bem.

07 – Seria tudo condicionado ao poder de nossa mente?
Isso é elementar. Por isso a recomendação basilar do oráculo de delfos, não é: “homem, conhece a astrologia”. Recomenda “homem, conhece-te a ti mesmo”. Na medida em que nos aprofundarmos nesse imenso universo que é a nossa alma, decifraremos com muito mais propriedade o nosso destino.

08 – E a opinião do Espiritismo?
No livro A Gênese, capítulo 7, Allan Kardec destaca a impropriedade da Astrologia, abordando fatos científicos. A pá de cal sobre o assunto está na questão 867, de O Livro dos Espíritos. Pergunta o codificador: Donde vem a expressão: Nascer sob uma boa estrela? Respondem os espíritos mentores, incisivamente: Antiga superstição, que prendia às estrelas os destinos dos homens. Alegoria que algumas pessoas fazem a tolice de tomar ao pé da letra.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Buscando a resposta…Individualização do princípio espiritual

Olá queridos!

Tenho uma dúvida – leve, mas uma dúvida:

Quando se dá, em que momento da evolução se dá, exatamente a individualização do princípio espiritual?

Se a individualização se refere à conscientização (e todos àqueles requisitos adquiridos) quando se chega à condição de Espírito, a individualização anterior ao estado hominal (da criação até o reino animal) não é considerado como tal?

É isso?

Elô

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As primeiras respostas à dúvida de Elô colocamos abaixo.

Aguardamos as respostas de vocês, também!

Beijos e abraços

domingo, 28 de junho de 2015

Buscando a resposta: Educar para a paz é possível?!

Questões para debate:

1 - Em que situações usamos da violência para resolver conflitos?
2 - Vivemos hoje numa “cultura bélica”?
3 - O que significa, em nosso dia-a-dia, ter “a paz como método”?

Além das questões acima propostas, faça uma análise do tema com as orientações advindas da Doutrina Espírita.

Texto de apoio:

 

Educar para a paz é possível

Artigo sobre a educação para a paz.

Nunca se falou tanto em Educação para Paz como nos dias de hoje. E os motivos para este despertar são conhecidos e vividos diariamente por todos. A violência direta, aquela visível e explorada pela mídia, nunca esteve tão presente como neste início de século. Os meios de comunicação de massa permitem que a população entre em contato diariamente com a dura realidade mundial, gerando desta maneira conceitos na maioria das vezes mistificados, tanto de paz, quanto de violência.

As manchetes de jornal geram um falso sentimento de nascimento e multiplicação da violência: “a violência cresce...”, “a violência é uma epidemia descontrolada...”, “a onda de violência” etc. Contudo a violência não surgiu no último século, nem mesmo é um fenômeno causado por alguns poucos indivíduos que nasceram com o germe para o crime e a marginalidade. Tanto violência quanto paz são formas de solucionar conflitos, são invenções humanas que vêm sendo desenvolvidas ao longo da história da nossa civilização. Vivemos numa sociedade culturalmente violenta. A sociedade ocidental e capitalista cultiva a competição, o consumismo, o individualismo e justifica o uso da guerra como um meio de atingir a paz, compreendida, neste caso, como passividade e ausência total de conflitos.

Cultura bélica

O nosso desenvolvimento emocional, intelectual e físico depende de uma série de fatores do contexto onde estamos inseridos. As nossas escolhas, as nossas reações ao longo de nossa vida são diretamente influenciadas pelas aprendizagens que construímos. Assim, vivendo numa sociedade onde a violência é justificada como único meio capaz de instituir a justiça e a liberdade, naturalmente, numa situação de conflito iremos sempre buscar a solução aprendida como a mais eficaz - no nosso caso, a violência. Nos é ensinado das mais diversas formas a viver a violência como algo natural. Basta observar os filmes de sucesso, os nomes das ruas mais importantes, os nossos principais heróis, para visualizar a cultura bélica em que estamos mergulhados. Existem desta maneira duas formas de violência: aquela proibida e condenada por todos, como assaltos, agressões físicas, assassinatos, e aquela permitida e considerada necessária, como as soluções através da “força justa”, tal como as guerras que também geram assaltos, agressões físicas e acima de tudo muitas mortes.

Um novo método: a paz

Colocando a violência como algo cultivado, podemos afirmar, portanto, que ela não é algo natural, não faz parte da natureza humana e é um instrumento aprendido culturalmente para solucionar conflitos. Assim, se aprendemos ao longo da nossa existência a resolver as desavenças através da agressão, direta ou indireta, se aprendemos a destruir o outro, somos também capazes de aprender e construir uma nova maneira de enfrentar os conflitos, visto que paz e violência não são entes, não nascem do nada, não são fenômenos independentes de nossa vontade, são invenções humanas. Aqui entra a educação para a paz como peça chave na luta contra a violência. Nesta tomada de consciência de que a violência é um método de resolução de conflitos que vem sendo desenvolvido ao longo de nossa história humana, podemos, então, desenvolver e fortificar a paz como método, superando a violência.

Entretanto educar para paz não significa domesticar, submeter-se, nem mesmo eliminar os conflitos existentes tanto na escola quanto na sociedade como um todo. Tal educação está fundamentada num conceito de paz contrário ao de estado de espírito de tranquilidade, harmonia, calma e inexistência de problemas e conflitos, cultivado pela sociedade ocidental. A paz que aprendemos, além de ser extremante egoísta, pois não enxerga o outro, é impossível de ser colocada em prática, visto que os conflitos fazem parte da diversidade humana e a insatisfação e o desequilíbrio nos levam a evoluir e reconstruir as nossas imperfeições. Sob esta nova perspectiva, a paz não é um estado de espírito de harmonia passiva, sendo compreendida como movimento, ação, instrumento político em direção a relações de igualdade e justiça.

A Educação para Paz consiste, portanto, na construção de uma nova maneira de interagir com o mundo, tanto nas escolas, quanto nas mais diversas instituições. Através de grupos de discussão e planejamento de ações uma nova cultura - a cultura da paz - vem se constituindo. O estímulo ao cultivo de espaços de discussão coletiva que possibilitam o despertar da condição de sujeitos históricos a partir do protagonismo propiciam, educando para a paz, a criação de uma comunidade de trabalho e convivência que sonha e planeja um mundo melhor de paz e justiça social para todos, através da resolução não-violenta de conflitos.

Eveline Maria da Costa Integra a equipe da ONG Educadores para a Paz e é professora da escola Municipal Wenceslau Fontoura, de Porto Alegre.costa.eveline@gmail.com

Artigo publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 354, março de 2005, página 3.