sábado, 3 de agosto de 2013

Estudos no Paltalk : Espiritismo Net Jovem

Programação para o mês de agosto/2013.
Aguardamos vc por lá!
Beijos e abraços

Data
Tema
Facilitador/Suporte
02/08/2013
O Espírita perante a família
Liza
09/08/2013
O Espírita perante o cotidiano (trabalho, diversão, trânsito, jogos, estudo)
André (Zech)
16/08/2013
O Espírita perante a mídia (internet, jornais, televisão, rádio)
Lúcio Flávio
23/08/2013
Bullying, tô fora! – Tem certeza?
A definir
30/08/2013
Aborto é um tema polêmico ou não? Por quê?
Convidado

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Para pensar e agir...

 
Saiu o Semeador a semear
Semeou o dia todo
e a noite o apanhou ainda
com as mãos cheias de sementes.
Ele semeava tranquilo
sem pensar na colheita
porque muito tinha colhido
do que outros semearam.
Jovem, seja você esse semeador
Semeia com otimismo
Semeia com idealismo
as sementes vivas
da Paz e da Justiça.
 
Cora Coralina
O poema acima, inédito em livro, foi publicado pelo jornal "Folha de São Paulo" — caderno "Folha Ilustrada", edição de 04/07/2001. (http://www.releituras.com/coracoralina_mascarados.asp)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Mural reflexivo: O destino das nações

 O destino das nações
           
É, em grande parte, no seio das famílias que se prepara o destino das nações.
Esta afirmativa é do papa Leão XIII e tem um sentido muito profundo.
Ao dizer que o destino das nações é preparado no seio das famílias, por certo o papa quis se referir aos valores que são praticados dentro dos lares.
Sim, porque aqueles que hoje governam os países e conduzem o destino dos seus cidadãos, já foram crianças e conviveram no seio familiar.
Em tese, nas suas decisões sempre terão grande peso as diretrizes pelas quais foram conduzidos ao longo da infância e juventude.
Quem contestar esta tese estará negando, por isso mesmo, a eficácia da educação.
Henri Lacordaire, o ilustre vigário da Catedral de Notre-Dame de Paris, disse: A sociedade não é mais do que o desenvolvimento da família: se o homem sai da família corrupto, corrupto estará para a sociedade.
Os valores morais vividos na família, principalmente pelos pais, são decisivos na formação do homem de bem de qualquer país.
É assim que o destino das nações é resolvido no seio das famílias, pois é o lar que forma o cidadão.
É o lar que forma ou deforma o profissional de todas as áreas.                               
É a família que traça o caminho que seus membros devem percorrer.
É por essa razão que o cultivo das virtudes dentro dos lares é essencial para melhorar essa célula básica da sociedade chamada família.
Nas resoluções tomadas, no dia-a-dia de qualquer pessoa, pesarão as lições aplicadas na formação dos seus caracteres desde a infância.
Se as lições foram de corrupção, de desrespeito à vida, de supremacia da força bruta, de egoísmo e de preconceitos variados, essas serão as diretrizes que irão nortear seus atos.
Se as lições foram de honestidade, respeito pelo semelhante, fraternidade, valorização da vida no seu mais amplo sentido, essas virtudes vão basear suas decisões.
É assim que a construção de um mundo melhor depende das lições que estão sendo passadas hoje no seio das famílias.
Não se constrói um edifício começando pela cobertura mas pelas bases, pelos alicerces. E a base de qualquer sociedade, são os lares.
Se nas bases forem fincados os pilares sólidos das virtudes, todo o edifício terá segurança e nobreza.
Mas, se as bases estiverem apodrecidas pela corrupção dos costumes, então o edifício estará gravemente comprometido e tende a desabar.
É necessário e urgente que as famílias pensem nisso com carinho pois o edifício social depende de cada um de nós.
Se não desejamos guerras, corrupção, violência, precisamos agir hoje, fundamentando os alicerces dos lares com os pilares da paz, da honestidade, do respeito à vida.
Esse é o único caminho, não há outro. Não haverá um país moralizado sem cidadãos moralizados. Não haverá uma nação pacificada sem a pacificação dos seus habitantes.
*   *   *
A moral, como ensinou Jesus, o Sábio de todos os tempos, é a regra de bem proceder.
Por isso, existem alguns valores que não podem ser esquecidos nem negligenciados, no contexto educacional: a justiça, o amor e a caridade.
Estas são as virtudes básicas para uma sociedade mais feliz. Jesus as viveu e ensinou como o resumo de todas as Leis, da seguinte forma: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Um ensinamento simples e eficaz. Basta fazer. Eis o grande desafio para quem deseja construir uma família pacificada, uma cidade justa, uma nação de bem, um planeta melhor.
Pense nisso, mas pense agora!
Redação do Momento Espírita, com frases do
 Papa Leão XIII e de Henri Lacordaire, do livro
A sabedoria dos tempos, ed. Centro de estudos
 Vida e Consciência.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Pergunta feita: perispírito.

Ouvindo determinada palestra, por diversas vezes, o palestrante fazia a seguinte comparação:" o corpo fluídico é igual a um arquivo, onde são registradas todas as nossas ações que por ocasião de uma nova encarnação será consultado inclusive para verificação de provas necessárias." Há compatibilidade da assertiva com o fato de que o perispírito é formado de elementos tirados do meio onde se encontra o Espírito? 

 
O períspirito, também eh chamado por alguns companheiros de corpo fluídico e nós sabemos que:

No exame de suas principais características, o perispírito deverá ser analisado sob os seguintes aspectos:

a) Função: quando encarnado, é o intermediário entre o espírito e o corpo somático, tendo como função transmitir as sensações do corpo para o espírito e as impressões do espírito para o corpo. É ainda o "campo modelador da forma", pois, durante a gestação, será o perispírito o responsável pela estruturação do embrião, através de um campo magnético criado por ele. No Espírito desencarnado o perispírito corresponde ao seu envoltório, possuindo em sua estrutura eletromagnética órgãos e sistemas celulares à semelhança do corpo físico;

b) Forma: geralmente a forma do perispírito corresponde a aparência do corpo somático. Ao desencarnarmos, o corpo espiritual, na maioria das vezes, mantém a forma que tinha quando encarnado, no entretanto, muitos Espíritos estão aptos a promoverem transformações em sua organização perispiritual, podendo assumir uma aparência de encarnações anteriores;

c) Densidade: a densidade do perispírito é rarefeita nos Espíritos já evoluídos e pastosa ou opaca nos Espíritos ainda imperfeitos;

d) Coloração: o perispírito não está preso no corpo como se estivesse dentro de uma caixa; ele se irradia e se projeta além do corpo físico, formando a Aura. Esta estrutura vai assumir colorações diferentes em função do estágio evolutivo do indivíduo. Brilhante e luminosa nos Espíritos superiores e sem nenhum brilho, sem luminosidade e sem beleza nas entidades muitos materializadas;

e) Centros de Força: o perispírito é constituído de vários centros energéticos que concentram e coordenam a assimilação e distribuição de energias. São denominados de chacras ou centros de força.

Segundo André Luiz [Missionários da Luz, Evolução em Dois Mundos] os principais chacras são: coronário (alto da cabeça). cerebral (na fronte), laríngeo (pescoço), cardíaco (no peito), gástrico (abdômen), esplênico (região do baço) e genésico (sobre o aparelho genital).

portanto vemos que uma das funcoes do perispirito eh esse intecambio entre o meio e o Espirito.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Você sabia?!

Você sabia?!
 
A inteligência é um atributo do Espírito, isto é, todas as pessoas a possuem e através do trabalho, ela pode ser desenvolvida.

sábado, 27 de julho de 2013

EUA discutem se menores agressores sexuais devem ou não ser cadastrados

EUA discutem se menores agressores sexuais devem ou não ser cadastrados

Marc GeorgesBBC News
 
Menores de idade que cometem crimes sexuais também deveriam ser incluídos em cadastros de agressores sexuais?
 
Essa é uma discussão que vem ganhando força nos Estados Unidos, onde cadastros de autores de crimes sexuais e leis que exigem que pessoas que praticaram esses tipos de delitos se identifiquem junto a seus vizinhos já vigoram desde o início das décadas de 80 e 90. E entre os autores de crimes sexuais cadastrados no país há inúmeros menores de 18 anos.
De acordo com as leis em vigor no país, pessoas consideradas culpadas de determinados crimes sexuais precisam notificar sua presença aos seus vizinhos e são até impedidas de se mudar para determinadas vizinhanças. Essas medidas foram colocadas em prática, especialmente, para proteger crianças contra pedófilos. Mas o que acontece quando crianças é que cometem agressões sexuais?
Os defensores das leis dizem que elas são instrumentos eficazes para proteger crianças e para auxiliar o trabalho da polícia. Mas há um crescente número de pesquisas que indicam que registrar menores que cometem crimes sexuais e obrigá-los a notificar sua presença em uma vizinhança seriam, na melhor das hipóteses, medidas irrelevantes.
Atualmente, 18 estados e três territórios americanos implementaram uma lei que impõe em 14 anos a idade mínima para que agressores sexuais possam ser cadastrados.

'Mais mal do que bem'
Um relatório divulgado recentemente pelo grupo de direitos humanos Human Rights Watch argumenta que colocar agressores sexuais com menos de 18 anos em registros públicos faz mais mal do que bem e que as autoridades americanas deveriam pôr fim à essa prática.
O documento afirma que há inúmeras distorções nos registros de menores autores de crimes sexuais e cita o caso de um jovem que foi cadastrado quando tinha 11 anos por ter tocado nas genitais de sua irmã, sem que houvesse penetrado-a, e ainda menciona o caso de outro jovem de 17 anos que acabou sendo cadastrado como pedófilo por ter tido uma relação sexual consentida com sua então namorada, de 15 anos.
Elizabeth Letourneau, uma pesquisadora e professora da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, afirma que estudos de jovens praticantes de crimes sexuais mostram que eles não tendem a cometer novos crimes e que o registro de menores de idade não reduz taxas de reincidência.
"Leis que exigem o cadastro e a notificação se baseiam em uma premissa falsa. Jovens agressores possuem taxas muito baixas de reincidência. E há uma chance muito pequena de que eles voltem a cometer delitos", afirma.
Letourneau realizou uma pesquisa entre menores que praticaram delitos sexuais na Carolina do Sul, que conta com algumas das mais duras leis para menores infratores nos Estados Unidos.
Ao analisar dados relativos a um período de 15 anos, sua pesquisa mostrou que a taxa de reincidência entre jovens criminosos era de aproximadamente 2,5%.
Ela afirma que menores de idade não entram na mesma categoria que pedófilos adultos e que, portanto, não deveriam ser tratados da mesma maneira perante a lei.
"De um modo geral, trata-se de crianças que fizeram escolhas terríveis. O cadastro não funciona, quer nós analisemos casos de alto risco ou de baixo risco", comenta.
Segundo pesquisadores, menores que cometem crimes sexuais contra outros menores de idade diferem de pedófilos adulos em uma série de questões cruciais, entre elas, o próprio crime, a motivação e o histórico do perpetrador.
Alguns demonstravam agir motivados principalmente por curiosidades sexuais, outros apresentavam um comportamento abusivo, que consistia desde em agarrar outras crianças de forma sexualizada ou até em delitos mais graves, como estupro.
Outros contavam com um histórico de sérios problemas mentais ou foram eles próprios vítimas de abusos.
De acordo com os pesquisadores, enquanto alguns menores infratores exibiam comportamento compulsivo, suas condutas "frequentemente pareciam impulsivas ou pareciam refletir um mau juízo".
Letourneau afirma que menores de idade de mais alto risco estariam mais bem servidos por uma política que enfatizasse a prevenção e tratamentos apropriados.

Reincidência x proteção
Franklin Zimring, um professor de direito da Universidade da Califórnia em Berkley e autor do livro An American Travesty: Legal Responses to Adolescent Sexual Offending (Uma Paródia Americana: Respostas Legais a Delitos Sexuais de Adolescentes, em tradução literal) é outro especialista que questiona os cadastros para menores infratores.
De acordo com Zimring, sua pesquisa mostra que jovens que cometeram crimes sexuais tinham uma chance de 4% de voltar a praticar delitos sexuais nos oito primeiros anos de sua vida adulta.
É bem mais provável que a reincidência por parte de autores de jovens que cometeram crimes sexuais, envolva crimes de natureza não-sexual, como roubos ou crimes ligados a drogas.
"De um modo geral, ao se criar cadastros públicos ou cadastros de polícia o que você obtém é uma difícil escolha entre trazer desvantagens para as pessoas que você coloca nesses registros e dar à polícia informações úteis para suas investigações", comenta Zimring.
"Esse não é o caso quando se trata de autores de crimes sexuais porque os infratores não reincidem. É um desperdício de recursos para investigadores e é um fardo para os transgressores. É a pior das opções."
Mas os defensores das leis afirmam que ao se centrar nas taxas de reincidência, os críticos estão deixando de ver o verdadeiro propósito dos cadastros para infratores sexuais.
"Leis de delitos sexuais não foram criadas para reduzir a reincidência. Elas foram feitas para ajudar autoridades da lei e para proteger crianças", afirma Carolyn Atwell-Davis, o vice-presidente de Temas Governamentais e de Políticas do grupo Centro Nacional para Crianças Desaprecidas e Exploradas.
Ela afirma ainda que ao se registrar jovens transgressores, isso dá a eles a oportunidade de se reabilitar.
Atwell Davis reconhece ser preciso diferenciar entre menores e adultos que praticam delitos sexuais, mas afirma que menores precisam ser cadastrados junto às autoridades, mesmo que esses registros não sejam tornados públicos.
Mas ela concorda que talvez não seja necessário fazer com que os jovens sejam obrigados a constar de tais cadastros pela vida inteira.
"Nós acreditamos que haveria um benefício para os transgressores em não mais constar dos registros após terem cumprido seus objetivos de reabilitação", comenta Atwell-Davis.
Elizabeth Letorneau afirma que há dez anos havia um sentimento entre grupos de vítimas de que "o mal que elas impuseram dura uma vida inteira, então suas punições devem durar uma vida inteira", mas acredita que a mentalidade de muitas pessoas está mudando.
No Brasil, atualmente, há reivindicações de que a maioridade penal seja reduzida em casos envolvendo menores de 18 anos que cometeram crimes hediondos, entre eles crimes sexuais.
A polêmica foi reforçada, recentemente, após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ter pedido a redução da maioridade penal depois que um jovem cometeu um assassinato um dia antes de ter completado 18 anos. Outro caso polêmico foi o do estupro de uma mulher em um ônibus no Rio de Janeiro praticado por um jovem de menos de 16 anos.
Notícia publicada na BBC Brasil, em 12 de maio de 2013.

Humberto Souza de Arruda* comenta
O escândalo é algo que normalmente nos incomoda pelo fato de atingir o nosso orgulho, tornando publico um mau feito. Mas analisando uma instrução deixada por nosso amigo Jesus: “Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é necessário que sucedam escândalos, mas ai daquele homem por quem vem o escândalo” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo VIII, item 11), podemos perceber o quanto é proveitoso o escândalo para a nossa expiação, se o nosso livre-arbítrio assim permitir.
Se um indivíduo estiver inclinado ao arrependimento e à reparação de uma brutalidade ou um acontecido irresponsável, por curiosidade, o escândalo facilitará a sua expiação para elevar-se. Mas se este estiver no seu íntimo, motivado ainda em permanecer no erro, o escândalo será a oportunidade de ele potencializar suas más inclinações para a revolta. Lembrando que estes direcionamentos estão sempre sob o comando do próprio livre-arbítrio.
No caso de um adulto, onde supostamente a consciência já chegou a sua maturidade na atual existência, a sua inscrição em cadastros que o marquem publicamente como um agressor sexual, pode proteger a sociedade deste indivíduo, assim como o indivíduo pode se sentir protegido da sociedade por estar excluso dela, facilitando assim o seu tratamento. Seja de forma psiquiátrica e/ou espiritual.
Agora, em se tratando de uma criança, muito depende do estado de consciência em que se encontra o espírito encarnado. E muito mais dependerá da sua idade espiritual, que comporá a sua real maturidade. Podemos ter um espírito que está criança, mas a perversidade, que pode parecer a de um adulto, na verdade é, por realmente estar adulta na perversidade, enquanto está criança em elevação moral.
Assim como existem casos equivocados que foram a público de forma exagerada, como o do menino de 11 anos, ou o acontecido com o rapaz de 17, que deixam dúvidas sobre a linha etária que determina o fim da adolescência e começo da fase adulta, existem também adultos que podem estar inscritos nesta lista sob circunstâncias duvidosas.
Então, esta sociedade está dividida por dois pontos de vista, onde um entende proteger a sociedade dos menores agressores sexuais e outro que defende que estes menores teriam mais chances de reabilitação se não forem rotulados publicamente. Precisamos que se leve em consideração a ótica cristã para não virar uma discussão sem fim.
Mas, para uma ótica mais cristã, precisamos acrescentar a esta discussão alguns conceitos, como a Lei de Causa e Efeito, a imortalidade da alma e a reencarnação.
Um Espírito milenar, mesmo que parcialmente adormecido no corpo de uma criança, pode fazer uma grande brutalidade, se neste estiver mais arraigado o mal de outras existências às experiências boas que vem aprendendo ao longo da vida. Uma agressividade grande, como esta relatada, não é feita sozinha. Vários Espíritos com a mesma sintonia de pensamento contribuem para que mesmo o espírito agressor, estando criança, consiga força e motivação para executar um ato desses.
Incluir uma pessoa em uma lista que o “etiqueta” como agressor, independente da idade, será uma forma de ajudá-lo, desde que o sistema que o “etiquetou” como tal forneça os mecanismos para que este indivíduo receba tratamento psiquiátrico juntamente com tratamento amoroso, para que ele ame a sociedade que o afastou para tratamento quando este teve a infelicidade de fazer um ato animalizado.
Mas se incluirmos uma pessoa em uma lista que o “tatua” como agressor, não será só o fato de ser adulto que este conseguiria se livrar do mau feito e melhorar-se. Pois sempre que lembra-se da “tatuagem” colocada pelo sistema, pouco encontraria motivo para melhorar, por estar “tatuado” para sempre nas cabeças das pessoas.
Quando o nosso amigo e mestre Jesus disse: “Que atire a primeira pedra quem entre vós não tenha pecados”, Ele não foi conivente com a mulher adúltera, pois disse: “Vá mulher e não peques mais”.
Independente da idade de um agressor, devemos praticar a caridade responsável, pois, assim como nós, este indivíduo é um espírito imortal que a várias existências vem se esforçando para a inquestionável felicidade plena. Assim, todos nós precisamos de benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas.
 
* Humberto Souza de Arruda é evangelizador, voluntário em Serviço de Promoção Social Espírita (SAPSE) e colaborador do Espiritismo.net.