segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Resumo básico: O Livro dos Espíritos



Publicado em 18 de abril de 1857

Este é o livro básico da Filosofia Espírita. Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns. Seu conteúdo é apresentado em 4 partes. Das causas primárias. Do mundo espírita ou dos espíritos. Das Leis Morais e das esperanças e consolações.

Eis alguns dos assuntos de que trata: prova da existência de Deus, Espírito e Matéria, formação dos mundos e dos seres vivos, povoamento da Terra, pluralidade dos mundos, origem e natureza dos Espíritos, perispírito, objetivos da encarnação, sexo dos Espíritos, percepções, sensações e sofrimentos dos Espíritos, aborto, sono e sonhos, influência do Espíritos nos acontecimentos da vida, pressentimento, Espíritos protetores e outros temas de real interesse ao homem atual.

Na parte relativa às Leis Morais, os temas versam sobre o bem e o mal, a prece, necessidade de trabalho, casamento, celibato, necessário e supérfluo, pena de morte, influência do Espiritismo no Progresso da Humanidade, desigualdades sociais, igualdade de direitos do homem e da mulher, livre-arbítrio e conhecimento de si mesmo.

E, finalmente, na última parte, refere-se aos temas: perdas de entes queridos, temor da morte, suicídio, natureza das penas e gozos futuros, Paraíso, Inferno e Purgatório.

É um livro que abre novas perspectivas ao homem, pela interpretação que dá aos diversos aspectos da vida, sob o prisma das Leis Divinas, da existência e sobrevivência do Espírito e sua evolução natural e permanente, através de reencarnações sucessivas.

Seus ensinamentos conduzem o homem atual à redescoberta de si mesmo, no campo do espírito, fornecendo-lhes recursos para que compreenda, sem mistério, que é, de onde veio e para onde vai.


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Vamos ler e estudá-lo?!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

É melhor casar ou morar junto?


É melhor casar ou morar junto?



Sabe quando já não faz mais sentido cada um no seu canto, mas vocês não sabem bem o que fazer? Morar juntos ou casar? Nos dias de hoje, a dúvida pode soar um tanto quanto careta, mas entender bem a diferença entre as situações pode ajudar você a não cair em uma enrascada.



"Na prática, não há diferença entre estar casado e morar junto. Mas algumas pessoas podem não se sentir casadas quando apenas moram juntos, e isso fica no inconsciente", comenta a psicóloga Marina Vasconcellos. O importante é que os dois estejam cientes e satisfeitos com a situação, independentemente se moram juntos ou se houve a troca de alianças.



Segundo a terapeuta sexual Cláudya Toledo, a mulher tende a se sentir menos amada quando não há um marco que sele a união. "A mulher se sente amada quando é pedida em casamento e isso faz com que ela tenha mais facilidade para engravidar e para se sentir à vontade com a relação. Ela fica mais segura", conta.



Cláudya comenta ainda que a mulher pode sentir dúvida sobre as intenções do homem quando não há um marco de início da relação. "O casamento não é um papel, não é somente aquela idéia tradicional de noiva e união civil. Ele é uma união que tem que ser clara, com um marco de inicial. Aí o casal pode organizar suas vidas juntos, sem dúvidas".



A publicitária Juliana Gontad, 26 anos, mora com o namorado Rogério Mendes, 33 anos, a pouco mais de um ano. O casal, que está junto há seis anos, resolveu unir as "trouxas" depois de uma conversa a dois. "Tudo melhorou. A cumplicidade aumenta muito, o que torna a relação mais intensa", comenta Juliana. Para ela, não há diferença de comprometimento entre morar junto e casamento. "Talvez um dia a gente efetive a união por motivos burocráticos, dizem que em algumas situações é vantagem estar casado no papel. Mas seria só por isso", completa.



Ao contrário de Juliana, alguns casais não conseguem encontrar uma sintonia quando não há uma união efetiva. Segundo Cláudya, quando as duas partes não se sentem verdadeiramente entregues na relação, alguns probleminhas podem surgir. O homem, por exemplo, tende a não planejar sua vida com aquela parceira - o que resulta em uma não tão bem sucedida carreira profissional, já que ele não se vê como o "homem da casa". "Já a mulher não consegue investir tanta energia nesse parceiro. Ela pode se negar a ir a uma festa da empresa dele, por exemplo, por não se sentir a esposa", complementa.



Adepta do estilo mais tradicional, a fisioterapeuta Mônica Medeiros Silva Reina, 30 anos, achou que o melhor seria se o casamento fosse oficializado e as alianças trocadas. "Quando não há compromisso oficializado, o casal se separa com mais facilidade em momentos de briga. É mais fácil abrir mão e voltar para a casa dos pais", explica.



Casada há três anos com o fisioterapeuta Leandro de Souza Reina, 30 anos, ela também passou pela experiência de dividir o mesmo teto sem compromisso. "Foram três anos de ‘panos de bunda juntos’", brinca. Se a experiência foi válida? "O relacionamento ficou mais sério, mas só não nos casamos antes por falta de dinheiro. Mesmo porque, esse sempre foi nosso desejo".



Para quem se sente incomodada em apenas morar junto e sonha com um casamento, tradicional ou não, vale a dica da terapeuta Cláudya. "Se o morar junto for um teste para descobrir se o casal dá certo, coloque um limite de tempo para isso. Mas é importante frisar que para a mulher é bastante dolorido o fato de estar ‘sendo testada’. Isso pode causar uma angustia que acaba deixando-a menos amorosa no relacionamento", finaliza.


Matéria publicada no Portal Terra.



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Comentário:



Casar ou morar juntos?



"A não ser o que procede de Deus, nada é imutável no mundo. Tudo o que procede do homem está sujeito a mudanças. As leis da natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países; as leis humanas, porém, modificam-se segundo os tempos, os lugares, e o desenvolvimento intelectual. No casamento, o que é de ordem divina é a união conjugal, para que se opere a renovação dos seres que morrem. Mas as condições que regulam essa união são de tal maneira humanas, que não há em todo o mundo, e mesmo na cristandade, dois países em que elas sejam absolutamente iguais, e não há mesmo um só em que elas não tenham sofrido modificações através dos tempos. Resulta desse fato que, perante a lei civil, o que é legítimo num país e em certa época, torna-se adultério noutro país e noutro tempo. Isso porque a lei civil tem por fim regular os interesses familiais, e esses interesses variam segundo os costumes e as necessidades locais. É assim, por exemplo, que em certos países o casamento religioso é o único legítimo, enquanto em outros o casamento civil é suficiente." O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec.



O importante realmente é a união conjugal, a forma como ela irá ocorrer é uma escolha nossa, dependendo da época e do lugar onde reencarnamos. Hoje em dia, muito casais optam por morarem juntos apenas, e os motivos são os mais variados possíveis. Alguns, psicologicamente, não querem assumir compromissos, desta forma não assumem papéis de esposo ou esposa; outros, inseguros e desacreditados no amor, já planejam a melhor forma de realizar a separação, de forma rápida e o menos dolorosa possível, são como aqueles que vão ao cinema e logo querem saber onde é a saída; há aqueles que o fazem, porque acreditam que casar é muito caro, não conseguem dissociar a união do cerimonial religioso; outros, desumanamente, o fazem para testar o companheiro ou companheira, como o fariam num test drive; mas há um grupo de pessoas que decide apenas morar junto, porque o sentimento que envolve e alicerça a relação é seu aspecto mais importante; o papel, a cerimônia, as convenções sociais, tudo isso pode ser feito ou não, pouco lhes importa, o essencial é estarem unidos, constituírem uma família e se dedicarem uns aos outros o máximo possível.



Todo movimento existente faz parte de um progresso universal, que muitas vezes nos escapam da compreensão. Se todo movimento é progressivo, como compreender o progresso existente nestas mudanças de nossos costumes quanto às uniões conjugais? A resposta pode ser encontrada na Revista Espírita:



"Toda lei, no momento em que é feita, tem sua razão de ser e sua utilidade, mas pode ser que, boa hoje, não o seja mais amanhã. No estado de nossos costumes, de nossas exigências sociais, o casamento tem necessidade de ser regulado pela lei, e a prova de que essa lei não é absoluta, é que ela não é a mesma em todos os países civilizados. É, pois, permitido pensar que, nos mundos superiores, onde não há mais os mesmos interesses materiais a salvaguardar, onde o mal não existe, quer dizer, de onde os maus Espíritos encarnados estão excluídos, onde, conseqüentemente, as uniões são o resultado da simpatia e não de um cálculo, as condições devem ser diferentes; mas o que é bom neles poderia ser mau em nós." Revista Espírita, 1862, Allan Kardec.



A Terra está em seu progresso natural a fim de tornar-se um mundo regenerador. Sendo um mundo de provas e expiações, a Terra serve de lugar de exílio para espíritos rebeldes à lei de Deus, estes precisam ser educados, precisam de normas e leis que sejam úteis a este fim. Um mundo regenerador serve de transição entre os mundos de expiação e os mundos felizes; nestes mundos, os espíritos ainda precisam aprender muito, mas já não possuem tanta rebeldia. Nestes mundos, não é necessário leis e normas tão rígidas.



É este o progresso que podemos ver no casamento. Nós estamos lentamente aprendendo que para uma união amorosa ocorrer não são necessárias leis, normas, convenções, cerimônias, que esta relação é uma união de dois espíritos com um objetivo em comum, vivenciando virtudes como a paciência, a tolerância, a indulgência, a caridade, etc, para esta união se fortalecer nos sentimentos de amor, respeito e fraternidade. Esta aprendizagem é lenta, e muitos cometerão erros, equívocos e desta forma aprenderão.



(Claudia Cardamone é psicóloga e espírita. É membro da Equipe Espiritismo.net, atuando nas áreas de atendimento fraterno e notícias.)

Se Liga: Campanha "Em defesa da Vida! Aborto, não." (Continua valendo)


Campanha "Em defesa da Vida"

São Paulo, SP, com informações da "Comissão Em defesa do Vida! Aborto, não", 23/05/2006

A Campanha "Em defesa da Vida! Aborto, não." continua ativa e cada vez mais contando com a participação de vários segmentos da sociedade, além dos espíritas.

Os abaixo-assinados contra a legalização do aborto no Brasil continuam chegando de toda parte. Estamos unidos em defesa da vida! As cidades realizam eventos, palestras e debates.

Um pouco da história

Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei nº 1135/91, que, com substitutivo, pretende liberar no Brasil o aborto desde o início da gestação até o momento do parto. O SUS- Sistema Único de Saúde será obrigado a realizar este ato contra a vida, se a paciente quiser, por qualquer motivo fútil. Por proposta da USE- Distrital Centro, o Conselho Deliberativo Estadual da USE aprovou o movimento de captação de assinaturas contra o projeto de lei, para ser entregue à Câmara dos Deputados; nesta mesma reunião foi constituída uma comissão formada por Marilia de Castro (coordenação), Fernando de Oliveira Porto, Helena Delphino Bragatto, Julia Nezu, Paulo Ribeiro e Sergio Ruys Piovezam.

O projeto de lei na Câmara– No final do ano passado o projeto estava prestes a ser aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família. Os deputados, contrários à descriminalização do aborto, formaram a Frente Parlamentar em defesa da Vida. Aborto, não. presidida pelo espírita baiano Deputado Luiz Bassuma. Esta Frente, que reúne dezenas de deputados federais de diferentes religiões, juntamente com a sociedade civil conseguiram pressionar para não votação do PL. Em 2006, continua a mobilização, que não pode diminuir a sua intensidade.

Seguem algumas formas de participação:

-Abaixo-assinado: divulgar o documento anexo e coletar as assinaturas. O abaixo-assinado pode ser obtido aqui. Depois de preenchido deverá ser remetido à sede da USE, na rua Dr. Gabriel Piza, 433, Santana, CEP 02036-011, São Paulo, SP;

-Mensagens aos deputados: individualmente, encaminhar mensagens contra a legalização do aborto no Brasil aos deputados federais membros da Comissão de Seguridade Social e Família. O endereço da Câmara dos Deputados é Praça dos Três Poderes, Brasília, DF, CEP 70160-900, e a relação dos deputados (com seus endereços eletrônicos e outras informações) está aqui;

-Eventos no Movimento Espírita: promover encontros, palestras e debates no Centro Espírita e nos órgãos de unificação informando sobre o Projeto de lei, divulgando a fundamentação jurídica e científica dos que defendem a vida, juntamente com a visão espírita sobre tema tão relevante.

-Eventos Externos: Promover atos ecumênicos ou inter-religiosos em defesa da vida contra o aborto. Alguns órgãos da USE já estão realizando estes eventos com muito êxito.

Lembramos a questão nº 932 de O Livro dos Espíritos:

Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons? É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Artigo: O Aborto na visão Espírita



O Aborto na visão Espírita
Revista Reformador



Campanha "Amor à Vida! Aborto, Não!"



I – Considerações Doutrinárias


A Doutrina Espírita trata clara e objetivamente a respeito do abortamento, na questão 358 de sua obra básica "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec:

Pergunta – Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?

Resposta – "Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando".

Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de "O Livro dos Espíritos":

Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?

Resposta – "O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal".

Início da Vida Humana


Para a Doutrina Espírita, está claramente definida a ocasião em que o ser espiritual se insere na estrutura celular, iniciando a vida biológica com todas as suas conseqüências. Na questão 344 de "O Livro dos Espíritos", Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores:

Pergunta – "Em que momento a alma se une ao corpo?"

Resposta – "A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela se conta no número dos vivos e dos servos de Deus."

As ciências contemporâneas, por meio de diversas contribuições, vêm confirmando a visão espírita acerca do momento em que a vida humana se inicia. A Doutrina Espírita firma essa certeza definitiva, estabelecendo uma ponte entre o mundo físico e o mundo espiritual, quando oferece registros de que o ser é preexistente à morte biológica.

A tese da reencarnação, que o Espiritismo apresenta como eixo fundamental para se compreender a vida e o homem em tua sua amplitude, hoje é objeto de estudo de outras disciplinas do conhecimento humano que, através de evidências científicas, confirmam a síntese filosófica do Espiritismo: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei."

Assim, não se pode conceber o estudo do abortamento sem considerar o princípio da reencarnação, que a Parapsicologia também aborda ao analisar a memória extracerebral, ou seja, a capacidade que algumas pessoas têm de lembrar, espontaneamente, de fatos com elas ocorridos, antes de seu nascimento. Dentro da lei dos renascimentos se estrutura, ainda, a terapia regressiva a vivências passadas, que a Psicologia e a Psiquiatria utilizam no tratamento de traumas psicológicos originários de outras existências, inclusive em pacientes que estiveram envolvidos na prática do aborto.

Aborto Terapêutico


O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo o "O Livro dos Espíritos", na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores:

Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mão dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?

Resposta – "Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe."

(Os Espíritos referem-se, aqui, ao ser encarnado, após o nascimento.)

Com o avanço da Medicina, torna-se cada vez mais escassa a indicação desse tipo de abortamento. Essa indicação de aborto, todavia, com as angústias que provoca, mostra-se como situação de prova e resgate para pais e filhos, que experimentam a dor educativa em situação limite, propiciando, desse modo, a reparação e o aprendizado necessários.

Aborto por Estupro


Justo é se perguntar se foi a criança que cometeu o crime. Por que imputar-lhe responsabilidade por um delito no qual ela não tomou parte?

Portanto, mesmo quando uma gestação decorre de uma violência, como o estupro, a posição espírita é absolutamente contrária à proposta do aborto, ainda que haja respaldo na legislação humana.

No caso de estupro, quando a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho, cabe à sociedade e aos órgãos governamentais facilitar e estimular a adoção da criança nascida, ao invés de promover a sua morte legal. O direito à vida está, naturalmente, acima do ilusório conforto psicológico da mulher.

Aborto "Eugênico" ou "Piedoso"


A questão 372 de "O Livro dos Espíritos" é elucidativa:

Pergunta – Que objetivo visa a providência criando seres desgraçados, como os cretinos e os idiotas?

Resposta – "Os que habitam corpos de idiotas são Espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em que estão de se manifestarem mediante órgãos não desenvolvidos ou desmantelados."

Fica evidente, desse modo, que, mesmo na possibilidade de o feto ser portador de lesões graves e irreversíveis, físicas ou mentais, o corpo é o instrumento de que o Espírito necessita para sua evolução, pois que somente na experiência reencarnatória terá condições de reorganizar a sua estrutura desequilibrada por ações que praticou em desacordo com a Lei Divina. Dá-se, também, que ele renasça em um lar cujos pais, na grande maioria das vezes, estão comprometidos com o problema e precisam igualmente passar por essa experiência reeducativa.

Aborto Econômico


Esse aspecto é abordado em "O Livro dos Espíritos", na questão 687:

Pergunta – Indo sempre a população na progressão crescente que vemos, chegará tempo em que seja excessiva na Terra?

Resposta – "Não, Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio. Ele coisa alguma inútil faz. O homem, que apenas vê um canto do quadro da Natureza, não pode julgar da harmonia do conjunto."

Em "O Evangelho segundo o Espiritismo", Cap. XXV, a afirmativa de Allan Kardec é esclarecedora: A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justiça, de caridade e de amor ao próximo, os bens que ela dá. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as províncias de um mesmo império, o momentânea supérfluo de um suprirá a momentânea insuficiência de outro; e cada um terá o necessário.

Convém destacar, ainda, que o homem não é apenas um consumidor, mas também um produtor, um agente multiplicador dos recursos naturais, dominando, nesse trabalho, uma tecnologia cada vez mais aprimorada.

O Direito da Mulher


Invoca-se o direito da mulher sobre o seu próprio corpo como argumento para a descriminalização do aborto, entendendo que o filho é propriedade da mãe, não tem identidade própria e é ela quem decide se ele deve viver ou morrer.

Não há dúvida quanto ao direito de escolha da mulher em ser ou não ser mãe. Esse direito ela o exerce, com todos os recursos que os avanços da ciência têm proporcionado, antes da concepção, quando passa a existir, também, o direito de um outro ser, que é o do nascituro, o direito à vida, que se sobrepõe ao outro.

Estudos científicos recentes demonstram o que já se sabia há muito tempo: o feto é uma personalidade independente que apenas se hospeda no organismo materno. O embrião é um ser tão distinto da mãe que, para manter-se vivo dentro do útero, necessita emitir substâncias apropriadas pelo organismo da hospedeira como o objetivo de expulsá-lo como corpo estranho.

Conseqüências do Aborto


Após o abortamento, mesmo quando acobertado pela legislação humana, o Espírito rejeitado pode voltar-se contra a mãe e todos aqueles que se envolveram na interrupção da gravidez. Daí dizer Emmanuel (Vida e Sexo, psicografado por Francisco C. Xavier, cap. 17, ed. FEB): "Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões."

Mulher e homem acumpliciados nas ocorrências do aborto criminoso desajustam as energias psicossomáticas com intenso desequilíbrio, sobretudo do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que surgirão a tempo certo, o que ocorre não só porque o remorso se lhes estranha no ser, mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero, de revolta e vingança dos Espíritos que a lei lhes reservava para filhos.

Por isso, compreendem-se as patologias que poderão emergir no corpo físico, especialmente na área reprodutora, como o desaguar das energias perispirituais desestruturadas, convidando o protagonista do aborto a rearmonizar-se com a própria consciência.

No Reajuste


Ante a queda moral pela prática do aborto não se busca condenar ninguém. O que se pretende é evitar a execução de um grave erro, de conseqüências nefastas, tanto individual como socialmente, como também sua legalização. Como asseverou Jesus: "Eu também não te condeno; vai e não tornes a pecar." (João, 8:11.)

A proposta de recuperação e reajuste que o Espiritismo oferece é de abandonar o culto ao remorso imobilizador, a culpa autodestrutiva e a ilusória busca de amparo na legislação humana, procurando a reparação, mediante reelaboração do conteúdo traumático e novo direcionamento na ação comportamental, o que promoverá a liberação da consciência, através do trabalho no bem, da prática da caridade e da dedicação ao próximo necessitado, capazes de edificar a vida em todas as suas dimensões.

Proteger e dignificar a vida, seja do embrião, seja da mulher, é compromisso de todos os que despertaram para a compreensão maior da existência do ser.

Agindo assim, evitam-se todas as conseqüências infelizes que o aborto desencadeia, mesmo acobertado por uma legalização ilusória. "O amor cobre a multidão de pecados", nos ensina o apóstolo Pedro (I Epístola, 4:8).

II – Considerações Legais e Jurídicas


Alteração do Código Penal

Tramita no Congresso Nacional Projeto de Lei que altera o Código Penal Brasileiro, nos seus artigos 124 a 128, elaborado por uma comissão especialmente criada com esse fim, e que já recebeu a acolhida do Ministério da Justiça e da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

O Código vigente, Decreto-Lei 2.848, de 7-12-1940, pune o aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento (art. 124), o aborto provocado por terceiro (art. 125), o aborto provocado com o consentimento da gestante (art. 126), e prevê formas qualificadas em caso de superveniência de lesões graves ou morte da gestante (art. 127). No art. 128, expressa não ser punível o aborto praticado por médico: "(...) II – Se a gravidez resultante de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal", além, claro, daquele autorizado para salvar a vida da gestante (inciso I).

O anteprojeto de alteração do Código Penal Brasileiro vai além, em especial no seu artigo 128, com a ampliação de sua área de abrangência, ou seja, permitindo a prática do aborto: a) não só quando houver perigo de vida à gestante, mas também para, em caráter amplo, "preservar a saúde" da mulher (inciso I), ou b) não só em razão da gravidez originada de estupro, mas também quando a gravidez for resultado da "violação da liberdade sexual ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida" (inciso II) e c) quando houver fundada probabilidade de o nascituro apresentar graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais, mediante constatação e atestado afirmado por dois médicos (inciso III).

Dada a gravidade da questão, eis que as alterações propostas ampliam a descriminalização do aborto e implicam o poder de decidir sobre a vida de um ser humano já existente e em desenvolvimento no ventre materno, oferecendo à gestante inúmeras alternativas legais, não há como permanecer em silêncio, sob a pena de conivência com um possível procedimento que, frontalmente, fere o direito à vida, cuja inviolabilidade tem garantia constitucional. À vista dessas propostas, é necessário que se dê ênfase à responsabilidade assumida por todos quantos participem da perpetração do ato criminoso, desde a atividade legislativa e sua promulgação, convertendo em lei o leque abrangente da prática do abortamento, até quem o autoriza, com ele consente e o executa.

Vale notar que existem outros projetos de lei no Congresso sob o mesmo enfoque e, recentemente, o Sr. Ministro da Saúde, através de Norma Técnica, procurou antecipar a prática de procedimentos abortivos no sistema SUS.

O Direito À Vida


O direito à vida é amplo, irrestrito, sagrado em si e consagrado mundialmente. No que tange ao direito brasileiro, a "inviolabilidade do direito à vida" acha-se prevista na Constituição Federal (artigo 5º "caput"), o primeiro entre os direitos individuais, quando essa lei básica, com ênfase, dispõe sobre os direitos e garantias fundamentais.

O ser humano, como sujeito de direito no ordenamento jurídico brasileiro, existe desde a sua concepção, ainda no ventre materno. Essa afirmativa é válida porque a ciência e a prática médica, hoje, não têm dúvida alguma de que a criança existe desde quando fecundado o óvulo pelo espermatozóide, iniciando-se, aí, o seu desenvolvimento físico. Tanto correta é essa afirmativa que no ordenamento jurídico brasileiro há a previsão legal de que "a personalidade civil do homem começa pelo nascimento com vida, mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro" (artigo 4º do Código Civil – grifou-se). Entre esses direitos está, além daqueles que ostentem caráter meramente econômico ou financeiro, o primeiro e o mais importante deles, vale dizer, o direito à vida.

Surge, aqui, uma conclusão: a de que a determinação de respeito aos direitos do nascituro acentua a necessidade legal, ética e moral de existir maior e quase absoluta limitação da prática do abortamento. Uma exceção, apenas, há: quando for constado, efetivamente, risco de vida à gestante.

Essa limitação quase absoluta da permissibilidade do abortamento, com a exclusão da responsabilidade tão-somente no caso do inciso I do artigo 128 do atual Código Penal (risco de vida à gestante), afasta, moralmente, a possibilidade do abortamento em virtude do estupro (constrangimento da mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça), embora permitido no inciso II do dispositivo legal em tela. Isso porque, analisando-se o fato à luz da razão e deixando de lado, por ora, os reflexos do ato, na gestante, estar-se-ia executando autêntica pena de morte em um ser inocente, condenado sem que tivesse praticado qualquer crime e – o que se afigura pior e cruel -, sem que se lhe facultasse o direito de defender-se, direito esse conferido, legalmente e com justiça, até àqueles acusados dos crimes os mais hediondos.

Eis a razão do grito de repúdio ás propostas de alteração do Código Penal pátrio e, conseqüentemente, do alerta em defesa da vida, já que, no caso do abortamento, o destinatário do direito a ela se acha impossibilitado de exercê-lo. E mais: penalizam-se duas vítimas, a mãe que se submeterá ao abortamento, cuja prática pode gerar conseqüências físicas indesejáveis, além das de ordem psicológica, e o filho, cuja vida é interrompida, enquanto que o agressor, muitas vezes, remanesce impune, dadas as dificuldades que ocorrem, geralmente, na apuração da autoria do crime cometido.

Diante dessa situação, deve ser preservada a vida da criança como dádiva divina que é não obstante as circunstâncias que envolveram a sua concepção. Se, contudo, a mãe não se sentir com estrutura psicológica para aceitar um filho resultante de um ato sexual indesejado, a atitude que se afigura correta e justa é que se promova sua adoção por outrem, oferecendo-se a ele um lar onde possa ser criado e educado, enquanto é desenvolvido trabalho para reequilíbrio da mãe, com a superação (ainda que lenta e dolorosamente, mas saudável para seu crescimento moral, social e espiritual) dos efeitos nocivos do crime de que foi vítima. Não será, evidentemente, o sacrifício de um ser sem culpa, que desabrocha para a vida, que resolverá eventuais traumas da infeliz mãe, sem falar na possibilidade de sofrer ela as conseqüências físicas e psicológicas já referidas, além do reflexo negativo de natureza espiritual.

Há necessidade urgente de que se tenha consciência do crime que se pratica quando se interrompe o curso da vida de um ser. Não importa se, como no caso, esse curso esteja em sua fase inicial. Não se pode, conscientemente, acobertá-lo com o manto de questionável da "legalidade".

Cabe a cada um de nós amar a vida e dignificá-la, tanto quanto cabe aos homens públicos e, principalmente, aos legisladores e governantes criar as condições necessárias para que o respeito à vida e aos direitos humanos (inclusive do nascituro), a solidariedade e a ajuda recíproca sejam não só enunciados, mas praticados efetivamente, certos, todos, de que, independentemente da convicção religiosa ou doutrinária de cada um, não há dúvida de que somos seres criados por Deus, cujas Leis, entre elas, a maior, a Lei do Amor, regem nossos destinos.

Espera-se que, como resultado deste alerta que o quadro social está a sugerir, possa ser vislumbrada a gravidade contida nas alterações legislativas propostas. É urgente e necessário que todas as consciências responsáveis visualizem, compreendam e valorizem o cerne do problema em questão – o direito à vida -, somando-se, em conseqüência, àqueles muitos que, em todos os segmentos da sociedade, o defendem intransigentemente.

A análise e as conclusões aqui expostas, como decorrência lógica do pensamento espírita-cristão sobre o aborto, representam contribuição à ética, à moral e ao direito do ser humano à vida. Não há, no contexto desta mensagem, a pretensão de que todos que a lerem aceitem os princípios do Espiritismo. Espera-se, todavia, confiantemente, que haja maior reflexão sobre tão importante assunto, notadamente ante a observação de que conquistas científicas e médicas atuais, comprovando de forma irrefutável a existência de um ser desde a concepção com direito à vida, oferecem esclarecimentos e razões que orientam para que se evite qualquer ação, cujo significado leve à agressão à vida do ser em formação no útero materno. Afigura-se, assim, de suma importância qualquer manifestação de repúdio aos propósitos da alteração legislativa referida. Esse o objetivo desta mensagem.

Enquanto nós, os homens, cidadãos e governantes, não aprendermos a demonstrar amor sincero e acolhimento digno aos seres que, de forma inocente e pura, buscam integrar o quadro social da Humanidade, construindo, com este gesto de amor, desde o início, as bases de um relacionamento realmente fraternal, não há como se pretender a criação de um ambiente de paz e solidariedade tão ansiosamente esperado em nosso mundo.

Não há como se pretender que crianças, jovens e adultos não sejam agressivos, se nós os ensinamos com o nosso comportamento, logo de início, e até legalmente, a serem tratados com desamor e com violência.

Amor à Vida! Aborto, não!


(Este texto – O aborto na visão espírita – aprovado pelo Conselho Federativo Nacional em sua Reunião Ordinária de 13 a 15 de novembro de 1999, em Brasília, constitui o documento que a FEB está levando, como esclarecimento, à consideração das autoridades do Governo Federal, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. As Entidades Federativas estaduais, por sua vez, realizam o mesmo trabalho junto aos Governadores, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vereadores, outras autoridades e ao público em geral, em seus Estados.)

Revista Reformador, Nº 2051, Fevereiro de 2000.

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/aborto/o-aborto-na-visao-espirita.html

Dica Legal: "Aborrecente, não. Sou adolescente"

Título: "Aborrecente, não. Sou adolescente",
Psicografia de Vera Lúcia Marinzeck
Ditado pelo Espírito Rosângela
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Sinopse do livro:
Festas, telefonemas, CDs, televisão, paqueras, nisto se resume a realidade dos adolescentes, certo? Errado! Diversão, amizade, arte e amor são palavras que traduzem melhor o mundo dos jovens. Contestadores, alegres e extrovertidos, Camila, Leonardo, Mariana e muitos outros personagens deste livro representam o intrigante universo adolescente, com seus problemas, suas dúvidas e angústias. Assuntos como vícios, dificuldades de relacionamento com os pais, violência, namoro e amizade são tratados com profundidade e sutileza, criando uma história instigante e envolvente. Assim como na realidade, neste livro os jovens são retratados com toda a sua criatividade, seu espírito curioso e inovador, descobrindo seu espaço, defendendo seus valores, se fazendo respeitar e, finalmente, afirmando com a segurança de quem conhece o seu lugar:
Aborrecente, não. Sou adolescente!
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A própria sinopse do livro nos diz o quanto ele é interessante para pensarmos nossa juventude, nossas ações, nossos pensamentos, nossos laços de afeto e nossas escolhas.
(Dica enviada pelo André)
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Lembrando sempre, claro, que em toda leitura que fazemos precisamos utilizar nosso raciocínio e reflexão!
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Convidamos você também a nos escrever sobre algum livro que tenha lido e achado legal, para colocarmos em nossa Dica Legal! Esperamos você!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Acontecerá em Março: Alguns Eventos Espíritas

01) Congresso Espírita de Jundiaí

Local: Jundiaí - SP

Tema central:  O QUE É O ESPIRITISMO - 150 ANOS DEPOIS, homenageando esta obra importante de Allan Kardec, que completa seu sesquicentenário em 2009.

Programação:
20/03/09 – Sexta-feira
20 horas - Conferência de Abertura com Raul Teixeira
Local: Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí
Rua 15 de novembro, 1336 – Centro – Jundiaí-SP.

21/03/09 - Sábado
Das 9h às 12h – Seminário com Raul Teixeira e Cosme Massi
Das 14h30 às 19h – Seminário com Raul Teixeira e Cosme Massi
Local: Anfiteatro do campus da UNIANCHIETA
Av. Adoniro Ladeira, 94 - Vila Jundiainópolis – Jundiaí-SP - Km 55,5 da Via Anhanguera

22/03/09 - Domingo
Das 9h às 12h - Seminário com Raul Teixeira e Cosme Massi
Local: Anfiteatro do campus da UNIANCHIETA
 Av. Adoniro Ladeira, 94 - Vila Jundiainópolis – Jundiaí-SP - Km 55,5 da Via Anhanguera

Informações pelo email:
contato@viagemespirita.com  ou pelo site www.viagemespirita.com


02) Seminário Matriz do Projeto Manoel Philomeno de Miranda

Dia: 15/03/2009
Horário: das 8h30min às 16h30min
Instituição: Federação Espírita do Estado da Bahia
Tema Central: ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS, baseado no mais recente livro da equipe do Projeto

Proposta  do seminário:
1) Treinar os multiplicadores para que reproduzam o seminário no âmbito dos Conselhos Distritais e Regionais;
2) Formar novos multiplicadores para atuarem na difusão do Projeto nos Centros Espíritas onde atuam.

Informações Extras:  Cada Centro Espírita poderá inscrever até 05 (cinco) membros, de preferência vinculados à Área Mediúnica. Para a participação no evento, pede-se uma contribuição para custeio de R$ 20,00 (vinte reais), com direito a almoço.

O endereço da Federação Espírita do Estado da Bahia é Rua Cel. Jaime Rolemberg, 110, Brotas, Salvador, BA.
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (71) 3359-3323 ou (71) 3351-3220.

03) Oficina interativa ensinará o uso de criatividade potencial

Tema Central : "Use a Imaginação"
Dia: 15 de março de 2009
Horário: das 9h às 12h
Local: Fraternidade Espírita Irmão Pedro
Rua João Escudeiro, 115, Vila Euclides, São Bernardo do Campo, SP.

Informações extras: Segundo os organizadores, a oficina é destinada a educadores e evangelizadores, para que possam, através da arte, aprender a usar a sua imaginação para criar, descobrir e construir.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3424-8841 ou nos sites www.feip.org.br e www.gestu.com.br.


04) XXI Encontro Estadual do ESDE-2009

Tema central:  "ESDE: Escola do Espírito",
Realização:  Federação Espírita do Estado da Bahia
Data: domingo, dia 8 de março.

O objetivo geral do encontro é debater uma proposta de ensino para o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, capaz de integrar teoria e prática em seus aspectos científico, filosófico e religioso, possibilitando ao adepto a vivência dos referenciais espírita-cristãos.

Haverá oficinas, onde os participantes serão distribuídos em quatro subgrupos, onde estudarão:
 "A Metodologia do Ensino Espírita",
"Técnicas ativo-participativas",
"A oratória no processo ensino-aprendizagem" e
"A influência da mediunidade na formação do facilitador do ESDE".

As inscrições já se encontram abertas e seguem até o dia 8 de fevereiro.
Outras informações podem ser obtidas no site da FEEB, www.feeb.org.br, ou pelos telefones (71) 3433-2456, (71) 3329-7754 ou (71) 3249-9136.

05) XI Conferência Estadual Espírita

Tema Central:
Realização: Federação Espírita do Paraná
Data: de 13 a 15 de março
Local: Expotrade, em Pinhais/PR
Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais, PR.

Programação:

Sexta-feira, dia 13, a partir das 20h30min,
conferência de Divaldo Pereira Franco,
Tema "Vida: desafios e soluções".

Sábado, dia 14, início às 9h
Assuntos a serem abordados: "Primeiras lições de moral da infância", "Relação pais e filhos: um exercício de amor e crescimento", "Transformando nós em laços: como qualificar as relações familiares", "Constelação familiar" e "Em torno de uma ética familiar".

Domingo, dia 15, a partir das  9h,
José Raul Teixeira apresenta o tema "Uma proposta de educação espírita".
Em seguida, na conclusão dos temas, haverá a participação de todos os coordenadores.
O encerramento está previsto para às 13h.

Outras Informações podem ser encontradas no site da Federação Espírita do Paraná, www.fep.org.br, ou pelo telefone (41) 3223-6174.
 
06) SEMINÁRIO EDUCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE

Data: 1º de março
Horário: 8h às 18h
Local: Teatro Guararapes / Centro de Convenções de Pernambuco

Expositores: Heloísa Pires (SP), Francisco Cajazeiras (CE), Fábio Barros (PE)

Ingressos: R$ 15,00 + 1kg de alimento não perecível.
(Professores e estudantes de graduação na área de Educação têm direito a ingresso promocional a R$ 10,00)

Realização: Centro Espírita Luz da Verdade
Informações: (81) 3444.1750 e  3083.3586
 
07) 2º INTERMÉDIUM ? FÓRUM DE DEBATES SOBRE A MEDIUNIDADE

Tema: Mediunidade em Tempos de Transição Planetária
Data: 28 e 29 de março
Horário: sábado, das 14h às 17h30 / domingo, das 9h às 18h
Local: Teatro Beberibe / Centro de Convenções de PE

Expositores: Agnaldo Paviani (SP), Carlos Pereira (PE), Gilson Freire (MG) e Vladilson Galindo (PE)

Ingressos: R$ 20,00 (vendas a partir da segunda quinzena de janeiro)
Realização: Grupo Espírita Esperança, Camaragibe / PE
 
***
Se você souber de algum outro, nos informe, tá legal?! :)

Se Liga: Campanha 'Comece pelo Começo'




A Campanha 'Comece pelo Começo' tem como objetivo a difusão do Espiritismo a partir do conhecimento de sua fonte original, que são as obras organizadas por Allan Kardec, pseudônimo adotado pelo professor Hippolyte Leon Denisard Rivail.




Para falar de espiritismo, ou mesmo entender os debates a respeito dos temas espíritas, é necessário o estudo desses livros:


O Livro dos Espíritos
O Livros dos Médiuns
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Céu e o Inferno
A Gênese


Adicionalmente, o estudo de outras obras de Kardec muito auxiliam a compreensão da mensagem evolucionista do Espiritismo:



O que é o Espiritismo
Obsessão
Revista Espírita
Obras Póstumas
Viagem Espírita em 1862


Integre-se a esse trabalho, estudando e divulgando o estudo espírita sério e organizado.
Lembre-se: o Espiritismo deve ser compreendido, para entrar em nossas vidas e, transformando-as, contribuir para a transformação do mundo, em um ambiente de convivência fraterna.

A Campanha é da USE-SP