terça-feira, 3 de maio de 2016

Buscando a resposta... quando surge o perispírito?


 Olá queridos,
    Preciso saber quando surge o perispírito na evolução do Espírito.

   Surge na entrada no mundo hominal, ou o princípio espiritual já utilizava este corpo, já que desde o início, ainda no reino mineral, já teve que se “associar” à matéria para evoluir?

Bjks

E

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Resposta 1:

E, não sabemos quando o princípio espiritual se uniu ao princípio material, formando o que alguns chamam de "mônada". De qualquer forma, a ideia de que o perispírito é "intermediário" do Espírito com a matéria, só vale para os encarnados: os desencarnados possuem perispírito e nem por isso ele é intermediário. Por isso, o mais simples é pensar que o que chamamos de "perispirito" é apenas a "energia" que liga o princípio espiritual (ou Espírito, quando já humano) à matéria do mundo em que ele esteja vivendo. No nosso caso (humanos na Terra), o períspirito possui tanto fluidos "espirituais" (que nos acompanham no processo evolutivo) quanto fluidos "materiais" (da Terra), como Kardec explica aa Gênese (cap. 14, itens 7-8).
Abraços,
Ely

Resposta 2:

Olá E,
um livro que me marcou bastante foi Evolução em Dois Mundos, e nele se discute a chega do princípio espiritual ao reino hominal e a consequente formação do perispírito.
Pelo que me recordo, os animais e os vegetais, embora tenham um princípio espiritual que os individualiza, não é um perispírito, elaborado como citou Ely sobre a Gênese, por fluidos espirituais e materiais. O perispírito somente é constituído no reino hominal, porque neste momento o homem conquista o pensamento continuado, em oposição ao fragmentário dos animais. O pensamento continuado será, enfim, uma fonte de magnetismo permanente aglutinando fluidos ao redor de si para constituir o corpo espiritual.
Outro livro que estou lendo e me interessou bastante sobre a questão, dentre outras, do perispírito é Ícaro Redimido, de Adamastor/Gilson T Freire.
Até mais, manuel

Resposta 3:

OI gente,
 
Permitam dar o meu pitaco, pois já participei de muitas discussões sobre essa questão.
 
Entendo que esta é uma questão puramente semântica. Que os animais têm algo além do princípio inteligente, parece fora de dúvida. Gabriel Delanne, no livro “A alma dos animais”, diz que pode se dar o nome que se queira a este corpo energético que os animais possuem, com o qual se apresentam no mundo espiritual e que vai servir de matriz à formação de um novo corpo material. É correspondente ao perispírito dos humanos, afirma, e, por isso, para simplificar e não se perder em questões que nada esclarecerão, podemos chamar esse corpo energético de perispírito. O importante é que compreendamos a idéia, dê-   -se o nome que se queira, até porque não encontro em parte alguma da Codificação a ideia de que somente na fase hominal o princípio espiritual possui perispírito.
 
Abraços a todos
 

Sergio

Reflexão...


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Passe adiante... Lealdade


Lealdade, palavra bonita...que quer dizer digno, fiel. Qualidade que todos nós gostaríamos de ver associadas a nós mesmos e a amigos. Somos leais aos nossos princípios, leais até a aquele chefe horroroso!

O substantivo lealdade significa respeito aos princípios e regras que norteiam a honra e fidelidade aos compromissos assumidos. Ou seja: ter palavra, cumprir o que prometeu, essas coisas básicas e tão esquecidas. E a lealdade pode começar a ser aprendida na convivência com um animal de estimação, sim, um cão é sempre leal, não é à toa que é chamado de melhor amigo do homem. Amigo de verdade é sempre leal. É dando exemplo, por meio das amizades que temos, que ensinamos os nossos filhos a importância desse valor. Ser leal a si mesmo, aos seus próprios sentimentos e crenças, aos amigos e familiares e dormir sem peso na consciência.

Como disse Shakespeare: “a lealdade dá tranquilidade ao coração"

(fonte: blog em banho maria)

Passe adiante... Justiça


O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio). 

Justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social. Trata-se de um conceito presente no estudo do direito, filosofia, ética, moral e religião. Suas concepções e aplicações práticas variam de acordo com o contexto social e sua perspectiva interpretativa, sendo comumente alvo de controvérsias entre pensadores e estudiosos.

Em um sentido mais amplo, pode ser considerado como um termo abstracto que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. A justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais, através do Poder Judiciário.

Na Roma Antiga, a justiça era representada por uma estátua, com olhos vendados, visa seus valores máximos onde "todos são iguais perante a lei" e "todos têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm direitos iguais". A justiça deve buscar a igualdade entre os cidadãos.

Justiça também "é uma das quatro virtudes cardinais", e ela, segundo a doutrina da Igreja Católica, consiste "na constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido" (CCIC, n. 381).

(fonte: Wikipédia)

 

domingo, 1 de maio de 2016

Mural reflexivo: Vítimas do hábito


Vítimas do hábito


Existem pessoas que encontram muita dificuldade em fazer pequenas mudanças em seus hábitos.

Pessoas que têm suas coisas bem arrumadas e nos lugares certos, sempre na mesma posição e, de preferência, na mesma ordem.

Seguem sempre pelos mesmos caminhos, frequentam os mesmos restaurantes e pedem os pratos já conhecidos.

Encontram sempre os mesmos amigos, torcedores do mesmo time, e conversam com os que trabalham em profissões semelhantes.

Geralmente ouvem a mesma rádio, assistem os mesmos canais de televisão, e variam pouco a programação.

De certa forma, isso as faz sentirem-se seguras. Arriscar não é do seu feitio.

Por outro lado, pessoas assim acabam sendo vítimas do hábito e têm grande dificuldade para resolver problemas. A menos que sejam problemas já conhecidos.

Isso gera ansiedade, depressão e baixa autoestima quando precisam encontrar solução para situações inesperadas e sua criatividade é solicitada

Ah, se esses adultos pudessem se ver quando tinham a desenvoltura dos seus 5 ou 6 anos de idade...

Era uma idade em que a criatividade brotava por todos os poros.

Não faltava solução para problema algum. Não havia perigo que não fosse afastado com um disparo de água, com seu revólver de brinquedo.

Não havia guerra que não pudesse ser vencida com algumas bolinhas de papel, arremessadas com um elástico esticado na ponta dos dedos.

Agora são executivos, homens e mulheres de negócio...

Pessoas que precisam mostrar seriedade.

Todavia, esquecem-se de que seriedade não quer dizer sisudez nem falta de um sorriso nos lábios.

Essas reflexões nos fazem lembrar um garoto de setenta e poucos anos, homem público, respeitável profissional reconhecido no mundo inteiro, que se diverte brincando com um bilboquê, ou andando de balanço.

Podemos até imaginar a felicidade dos seus netos ao ver o avô brincando como um garoto...

Esse homem é um ilustre professor, psiquiatra, educador e escritor brasileiro.

Ninguém imagina que um homem desses não seja um profissional sério só porque não assassinou o menino que corria pelos quintais, fazia piruetas e despencava dos galhos das árvores de vez em quando.

Não podemos crer que esse profissional seja menos competente só porque todas as vezes que se sente inseguro, chama o menino que habita seu ser, e este vem e lhe dá a mão.

Podemos imaginar justamente o contrário: uma grande capacidade de resolver conflitos e problemas.

Uma pessoa assim tem grande criatividade, leveza e satisfação em tudo o que faz.

Seus escritos exalam um suave perfume de jardim em flor. Suas ideias fluem com a suavidade da brisa das manhãs primaveris.

É de pessoas assim que o mundo precisa.

Homens e mulheres confiantes, alegres, honestos, descomplicados, leves...

Pense nisso!

A seriedade é uma característica do espírito. Um sorriso não a destrói. Um rosto fechado não a garante.

Pense nisso, e considere que a criança que habita em você pode lhe ajudar a encontrar a felicidade que há muito você vem procurando.

 

(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)

Reflexão...