quarta-feira, 2 de novembro de 2011

12ª Minijornada da Família

Convidamos a todos para participar da 12ª Mininorjada da Família, na sala Espiritismo Net Brasil



DATA: Domingo, 06 de novembro

HORÁRIO: à partir das 14:45 (horário de Brasília)

TEMA: Banalização dos valores morais e afetivos.

LOCAL: sala do paltalk Espiritismo Net Brasil



Caso você não tenha o paltalk instalado, siga os passos abaixo:



1. Acesse http://www.paltalk.com/ e baixe o programa gratuitamente;

2. Instale o programa no seu computador;

3. Crie login e senha para você e use-a para logar no programa;

4. Procure a sala Espiritismo Net Brasil através do campo de busca.

Participe também usando a versão on-line do Paltalk em http://express.paltalk.com/


Participe junto conosco desde momento de estudo e reflexão à luz da Doutrina Espírita!!!

Conheça o trabalho da Minijornada da Família visitando o site http://www.espiritismo.net/familia/

terça-feira, 5 de julho de 2011

Estudo Dirigido: O Livro dos Espíritos XXXIV

Estudo Dirigido: O Livro dos Espíritos


 

    Estude os itens 803 à 824. Analise as assertivas abaixo, comentando se são ou não são verdadeiras e o porque.


 

1 – Deus fez os Espíritos com aptidões diferentes para que um motivasse o outro em seu progresso.

2 – A desigualdade das condições sociais é obra do homem e não consta dos desígnios de Deus.

3 – A única desigualdade aprovada pela Lei Natural é a do mérito.

4 – A desigualdade das riquezas se fundamenta na desigualdade das faculdades.

5 – A igualdade absoluta das riquezas é utopia.

6 – Todas as pessoas poderiam gozar de um bem-estar relativo caso se entendessem bem.


 

(Fonte: apostila de estudos das obras codificadas por Allan Kardec – IDE/JF-MG)

domingo, 3 de julho de 2011

MURAL REFLEXIVO: QUEBRA-CABEÇA

Quebra-cabeça


    Ganhei de um amigo, há dois meses, um quebra-cabeças de 1.500 peças.

    Eu não montava um quebra-cabeça desde que era criança.

    É engraçado como nós deixamos de fazer certas coisas quando crescemos: quebra-cabeças, colorir, brincar com bonecas, pular corda, pique de esconder...

    Coisas que nos trouxeram tanta alegria quando criança, nós paramos de fazer quando alcançamos uma certa idade - é uma vergonha, não é?

    Devo admitir, eu realmente aproveitei o quebra-cabeças.

    Embora muito frustrante às vezes, era um bom desafio.

    Cada vez que eu achava uma peça que se encaixava, era extremamente recompensador.

    Bom, e daí?

    Você já percebeu quantas semelhanças existem entre um quebra-cabeças e a vida?

    Num quebra-cabeças, cada peça é parte muito importante no grande quadro.

    Na vida, são as pessoas e os acontecimentos as partes importantes.

    Como peças de um quebra-cabeças, cada um de nós é único, especial em seu próprio jeito.

    Embora semelhantes, não há dois iguais.

    Ironicamente, são nossas diferenças que nos fazem "encaixar".

    Enquanto eu trabalhava no quebra-cabeças, havia uma peça que eu estava certa de pertencer à um ponto em particular.

    Mas não encaixava.

    Acabava voltando a ela tentando encaixa-la, me esquecendo que já havia tentado.

    Eu tinha meu pensamento focado no fato de que eu sentia que a peça era daquele espaço.

    Penso em quantas vezes eu fiz a mesma coisa em minha vida.

    Tentando fazer acontecer coisas que simplesmente não era pra ser.

    Tentava várias vezes, chegava ao ponto de forçar, mas não era pra ser... e nada do que eu fiz mudou isso.

    Se você já montou quebra-cabeças, sabe como é perder tempo procurando um pedaço específico. De repente parece tão obvio... mas eu não conseguia achar.

    Consegui foi embaralhar ainda mais as peças.

    Fiquei frustrada e decidi deixar pra lá e ficar longe dele.

    Quando voltei mais tarde, eu achei a peça imediatamente.

    Estava bem na minha frente desde o começo.

    Minha vida foi assim muitas vezes.

    Tentava entender por que certas coisas aconteciam e do jeito que aconteciam.

    Procurava as respostas por todos os lados e às vezes as respostas estavam bem na minha frente.

    Era só dar uma paradinha, um pequeno passo atrás, respirar e acalmar que as respostas me encontravam.

    Olhando as peças deste quebra-cabeças, eu penso nas "peças" de minha vida: minha família, meus amigos, acontecimentos, marcos e celebrações.

    Uma mistura de bom e ruim, alegria e lágrima, felicidade e tristeza.

    Penso em todas as peças que imaginei sem importância e sem propósito.

    Reflito em todos as peças que em minha vida me fizeram perguntar... "Por que, meu Deus?"... "Por que isto?"

    E repentinamente percebi que por causa dessas peças, outras peças se encaixaram tão bem.

    Tudo em nosso vida acontece por uma razão.

    Cada acontecimento, bom ou mau, como uma peça do quebra-cabeças.

    Deixe uma peça de fora e se quebra a harmonia inteira do produto final.

    Talvez ainda não possamos entender o papel importante de cada peça em nossa vida, ainda existem muitos buracos e o quadro ainda não está claro.

    Mas sei que quando minha viagem nesta vida estiver concluída, e a peça final estiver em seu lugar, eu entenderei.

    E serei capaz de ver o quadro completo e a beleza de cada peça.

    Até lá, eu continuarei a viver com fé.

    Sabendo e confiando que todas as peças que eu preciso estão aí e que é só uma questão de tempo até que se encaixem bem.

    Lembrarei de que há um grande quadro, um plano para mim, e que sou incapaz de ver agora.

    Acreditarei que cada peça em minha vida, mesmo as dolorosas, têm propósito e cumprem papel importante.

    E quando estiver fraca, procurarei força pela oração.

    Farei isto até que a obra-prima de Deus em mim estiver finalmente completa, e Ele então cochichará...

    "Muito bom!

    Está feito!".

 
 

(Tradução de Sergio Barros do texto de Amy Toohill - respeite o texto, seu autor e tradutor)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Anotações: Relembrando 1 ...

Vamos iniciar a uma série de jogos, simplesinhos, mas que vão relembrando alguns conhecimentos...



Deixaremos algumas dicas, que, na realidade, nem acreditamos que seriam necessárias, e vocês completam o pensamento, tá legal?! :-)
Beijão

Dicas
Mt, 18: 20 - "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ai estou eu no meio deles."
Jo, 14: 4 - "Na casa de meu Pai há muitas moradas."
LE, introdução, 6 - "Pontos principais do Espiritismo."
O Consolador (Emmanuel / F.C.Xavier), questão 372: "De pensamentos entrelaçados, a assembléia constitui a união de dois ou três."












fonte: AME-JF/MG

terça-feira, 28 de junho de 2011

Notícia: "Jovens de classe média adotam a preguiça como profissão".

CARLOS MINUANO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Andréa M., 22, formada em gastronomia, revela sua receita predileta: levar a vida em banho-maria. "Em plena quarta-feira, fui à praia com uma amiga. Se eu estivesse trabalhando, isso não seria possível", diz. Qualidades não faltam a Andréa. Além do talento na cozinha, fala espanhol fluente. Mas, no currículo, há somente quatro experiências que não somam mais do que seis meses de trabalho... (...)
Comentário:
Essa notícia nos leva a refletir a importância do trabalho de educação do espírito. Na pergunta 634 de “O Livro dos Espíritos”, codificado por Allan Kardec, encontramos que o Espírito aprende pela experiência, onde é citado o exemplo: “Se não houvesse montanhas, o homem não poderia compreender que se pode subir e descer...”. ... (...)


segunda-feira, 27 de junho de 2011

MURAL REFLEXIVO: Um dos mais belos trajes da Alma


UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA


O médico conversa descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega, e de forma ríspida, pergunta: Vocês sabem onde está o médico do hospital?


Com tranquilidade, o médico responde: Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?


Impaciente, a mulher indaga: Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?


Mantendo-se calmo, contesta ele: Senhora, o médico sou eu. Em que posso ajudá-la?


Como?! O senhor?!?! Com esta roupa?


Ah, senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta...


Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que...vestido assim, o senhor nem parece um médico...


Veja bem as coisas como são... - diz o médico - ... As vestes parecem não dizer muitas coisas mesmo... Quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos, e depois daria um simpaticíssimo "Boa tarde!"


Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...


* * *


Um dos mais belos trajes da alma é, certamente, a educação.


Educação que, no exemplo em questão, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.


São tantos ainda no mundo que não têm tato algum no tratamento para com os outros!


Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.


Parece que vivem sempre à beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.


O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo à parte, menos importante que o seu.


Esses tais modos vêm da infância, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da família em anos e anos de convivência.


Mas também precisam vir da compreensão do ser humano, entendendo todos como seus irmãos.


Não há escolhidos na face da Terra. Não há aqueles que são mais ou menos importantes. Fomos nós, em nossa pequenez de Espíritos imperfeitos, que criamos essas hierarquias absurdas, onde se chega ao cúmulo de julgar alguém pelas roupas que veste.


Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratidão, e vê muitas portas da vida se abrindo naturalmente, através da força estupenda da bondade.


O bem é muito mais forte que o mal.


O bem responde com muito mais rapidez e segurança às tantas e tantas questões que a existência nos apresenta, na forma de desafios.


Ser gentil, ser cordial é receber a vida e as pessoas de braços abertos, sem medo de agir no bem.


Ser bem educado é contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.


Ser fraterno, em todas as ocasiões, é vestir-se com este que é um dos mais belos trajes da alma: a educação.


(Redação do Momento Espírita, com base em conto de autoria desconhecida. http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3036&stat=0)

domingo, 26 de junho de 2011

Notícia: "A turma da adrenalina".

Os esportes de aventura fascinam os jovens pela liberdade e pela emoção. E ensinam que é preciso respeitar os próprios limites e não descuidar da segurança.

Junte numa mesma atividade adrenalina, concentração, contato com a natureza e sensação de liberdade. Esses são os ingredientes que fazem dos esportes irados (é assim que são chamados) os preferidos por boa parte dos adolescentes. Para muitos, emoção é pedalar sem parar no meio do mato ou manobrar um barco de borracha corredeira abaixo. Para outros, programa irado é participar de corridas de aventura – uma gincana que mistura de tudo, de caminhada a rappel, atividade em que a pessoa desce paredões pendurada a uma corda. Nas grandes cidades, longe do mar e da natureza, há esportes que substituem o contato com o mato e os barrancos sem abrir mão do sabor de aventura. Um dos mais procurados é a escalada indoor, realizada em paredões artificiais. "É indescritível a sensação de ter chegado lá em cima, de ter conquistado algo", explica Mário Sérgio Duarte Garcia, de 14 anos, que há dois sobe por paredões com 11 metros de altura numa academia especializada em São Paulo.(...)

Comentário: 

No O Livro dos Espíritos, Kardec perguntou aos espíritos se há fatalidade quando certas pessoas parecem que não podem escapar à morte e eles assim responderam... (...)