sábado, 10 de março de 2012

Acontecerá: III Semana Espírita de Unaí-MG


III Semana Espírita de Unaí-MG

Período: 15/04/2012 à 21/04/2012
Local: Centro Espírita Cristianismo Redivivo
Rua: Djalma Torres, 704, Centro
Cidade: Unaí-MG
Telefone: (38)3676-1409
Descrição: Tema Central: Humanidade a Caminho da Luz.



15/04/2012: Programa A Caminho de Luz especial
16/04/2012: Superação para ser feliz.
17/04/2012: Quem sabe pode, quem ama pode mais.
18/04/2012: Sarau de Arte Espírita.
20/04/2012: Humanidade a caminho da luz.
21/04/2012: Show Musical - Elizabete Lacerda

Informações: https://www.facebook.com/pages/Centro-Esp%C3%ADrita-Cristianismo-Redivivo/260401484040634

sexta-feira, 9 de março de 2012

Desculpas que usamos: Eu não consigo...



Poderíamos traduzir “eu não consigo” por “eu não quero”? “Eu não consigo (quero) deixar de comer tal coisa”, “Eu não consigo (quero) arranjar tempo pra me exercitar”, etc., etc.. Que tal? A responsabilidade seria maior, por que escolhemos "não fazer"? Sim, porque não querer fazer é mais comprometedor do que se declarar incapaz de fazer algo...

Também é mais fácil esperar que alguém venha fazer para nós do que nos esforçarmos para fazer - e isso se chama preguiça, descomprometimento, indiferença, dependência...

Enfim, dizendo, "eu não consigo" sem antes sequer tentar, é, no mínimo, uma atitude mental derrotista, que nos prende no círculo das incapacidades - sou incapaz e ninguém pode esperar nada de mim.

Se pensássemos antes de proferir essa sentença de que somos incapazes? Vamos refletir sobre as verdadeiras razões que nos levam a achar que não vamos conseguir, mesmo antes de tentar ou diante da primeira dificuldade.

Será isso medo da frustração, do erro, do insucesso? Por que eu não quero fazer? Por que eu não posso fazer? Será que preciso pedir ajuda antes de tentar? Se tentarmos responder a essas questões ou, pelo menos, pensar nelas, estaremos caminhando para o autoconhecimento de nós mesmos.

Tudo na vida passa pela ação, pelo fazer - pensar e fazer. Arriscar e errar - ou acertar! Não existe melhor hora para começar a fazer isso do que agora. A diferença entre os bem-sucedidos e os outros não está nos erros que cometem ou nas vezes em que falham, está na forma como respondem ao problema. Sabem que o que conta é a atitude que se tem diante das dificuldades.

Mas, sempre podemos dizer "eu não consigo" e deixar isso pra lá...

Bjks da Elo

(Eloci - membro efetido da equipe do CVDEE)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Estudo Dirigido: O Livro dos Espíritos XLII

Estudando, ainda, os itens de 873 até 919, continue respondendo e justificando as questões propostas:

1) Que pensar da prodigalidade irrefletida?
2) Há mérito em adquirir-se conhecimentos relativos apenas às coisas da Terra?
3) O que pensar daqueles que acumulam para deixar aos herdeiros?
4) Em que condições identificar os defeitos alheios pode ser útil para o indíviduo?
5) O que pensar dos escritores que desvendam os males da humanidade?


(Estudos das obras codificadas por Allan Kardec - IDE/JF-MG)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Notícia: "Preconceito piora desempenho de alunos, diz pesquisa."

MARIANA BARROS da Folha de S.Paulo.


Alunos zombando de outros alunos, de professores ou de funcionários do local onde estudam é, mais do que brincadeira de mau gosto, sinal de pior rendimento escolar.


Uma pesquisa realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) a pedido do MEC (Ministério da Educação) demonstrou que, quanto mais preconceito e práticas discriminatórias existem em uma escola pública, pior é o desempenho de seus estudantes.


Entre as experiências mais nocivas vividas por esses jovens está o bullying, que é a humilhação perante colegas por motivo de intolerância. (...)


Comentário:



A Follha.uol.com.br traz à tona uma matéria muito pertinente que trata do PRECONCEITO. Vejamos: no dicionário on-line Micheal, consta como uma das denominações do preconceito: atitudes discriminatórias incondicionadas contra pessoas de outra classe social. P. racial: manifestação hostil ou desprezo contra indivíduos ou povos de outras raças. P. religioso: intolerância manifestada contra indivíduos ou grupos que seguem outras religiões.

A denominação por si só, já é suficiente para que educadores e pesquisadores manifestem interesse sobre o tema. Neste caso, a pesquisa da FIPE a pedido do MEC, concluiu que o preconceito/bullying é mais evidente em escolas com notas mais baixas, embora, também a mídia tem noticiado que o bullying está presente em todos os segmentos da sociedade, que pobres e ricos, estudantes de escolas públicas ou particulares sofrem dessa violência. A organização humana é muito competitiva, e  considerando que sempre vence o melhor, o mais apto e preparado,  induz os jovens a terem um comportamento destrutivo da moral alheia, desencadeando o processo do dito bullying, em que as vítimas são forçadas a recuar de seu reduto, para dar lugar aos pseudos vencedores. (...)


terça-feira, 6 de março de 2012

SALA ESPIRITISMO NET JOVEM EM MARÇO

Olá, Pessoas!

A sala Espiritismo Net Jovem, no paltalk, todas as sextas-feira, às 21:00, terá a seguinte programação em março/12.

Aguardamos vcs por lá, ok?! :)


02/03 Livre-Arbítrio e Responsabilidade

09/03 Reencarnação – A genialidade

16/03 Lei de Causa e Efeito

23/03 Programação Reencarnatória

30/03 Entre os dois mundos - mundo espiritual e mundo físico

segunda-feira, 5 de março de 2012

Mural Reflexivo: Ser Especial



SER ESPECIAL





Conta-se que um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de cem reais. Para as cerca de duzentas pessoas que se encontravam na sala, ele perguntou quem queria aquela nota de cem reais.

De imediato, várias mãos começaram a se erguer. Em verdade, todos, na sala, desejavam o dinheiro.

Então, ele amassou a nota e perguntou outra vez quem desejava possuí-la. As mãos continuavam erguidas.

Ele tornou a amassar a nota um tanto mais. Depois de se encontrar bem amarrotada, ele a mostrou ao público participante, repetindo a pergunta.

A situação não se alterou. Eles continuavam a querer a nota. E, agora, pareciam ansiosos, esperando que ele decidisse de uma vez por todas, quem a receberia.

Mas ele a colocou com cuidado sobre a mesa, procurando alisá-la, a fim de que melhorasse seu aspecto. Enquanto ia fazendo isso, lentamente, foi falando:

“O que acabamos de vivenciar nos deve servir de grande lição. Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.



Amarrotada, amassada, dobrada, envelhecida, enrugada, ela continuará a ter o mesmo valor, cem reais.



Pois bem. Em nossas vidas também ficamos um tanto amassados, amarrotados pelas desilusões que nos permitimos, pelas dificuldades próprias da vida, pelo cansaço que vai tomando conta de nós.



Às vezes nos dobramos ante o peso das dores que nos chegam. De outras, o pranto que derramamos pela perda financeira ou pelo abandono de um amigo, nos deixa com aspecto doentio, enrugado.



É como se nos permitíssemos murchar pela dor que estamos vivendo.



Os anos pintarão marcas em nossas faces, alterando o brilho dos olhos e a maciez da pele. As mãos perderão um pouco da sua flexibilidade e as pernas demorarão um pouquinho mais para a realização dos movimentos.



A nossa memória poderá nos pregar algumas peças, ensejando-nos trocar nomes de pessoas, esquecer datas importantes ou fatos ocorridos.



De outras vezes podemos nos sentir como notas sujas, pelas decisões erradas que tomamos. É quando o remorso chega e tenta se assenhorear de nossa mente.



Quando tudo isso acontece, nos sentimos desvalorizados, acreditamos que somos homens ou mulheres sem valor.



Mas, não é verdade. Não importa quanto estejamos sujos, maltratados, amarrotados, pisados, enrugados. Continuamos a ter valor. Um valor especial.”



Isto porque cada um de nós é especial. Somos Espíritos imortais e se, a caminho da perfeição, passamos por pântanos, estradas solitárias e lamaçais, ainda assim continuamos a ser especiais.

Apesar do que aparentemos, Deus prossegue a nos amar e estender, todos os dias, a estrada renovada da oportunidade.

Por isto, não se desgaste, nem entre em depressão por descobrir que é uma pessoa com muitas falhas, que cometeu erros.

É sempre tempo de recomeçar. Hoje é o melhor momento. Levante a cabeça. Tome a decisão. E mude.

Se praticou o mal, proponha-se a consertar o que for possível, retificar as falhas. Acertar o roteiro.

Se está magoado, ferido, desalentado, sacuda a poeira dos sentimentos que o deixam doente, observe o dia que nasce e consciente de que você é especial, único, adentre pelos caminhos que produzem contentamento, vontade de viver, alegria.

Por mais abandonado que você se sinta, mais desventurado que creia se encontrar, não existe ninguém sobre a Terra que não possua alguém que o ame.

Pense nisso. E valorize isso. Pode ser o amor de uma mãe, de um pai, o calor de um irmão. Pode ser a esposa, o esposo, o filho, um parente, um amigo.

Pode até ser simplesmente um cão, um gato, um animal de estimação.

Se por acaso você descobrir que ninguém o ama, creia, acima e além de todos, quem nos criou, quem criou você o ama de forma incondicional.

Assim, espanque a tristeza. Acabe com o desânimo. Levante a cabeça e recomece a viver.

Lembre: hoje é o melhor dia de toda a sua vida. E você é um ser muito, muito especial.

(do Momento Espírita com base no artigo Para um amigo especial, de autoria desconhecida. http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1715&let=S&stat=0)

domingo, 4 de março de 2012

Desculpas que usamos: Mas é assim que todo mundo faz...






Geralmente acompanhamos a massa, a galera, a turma e com isso, porque eles fazem assim, e até mesmo para sermos aceitos por eles, acabamos fazendo assim também.

Não nos importamos ou nem nos questionamos se esse fazer assim é útil, é bem... O que nos fez lembrar outra questão que está implícita no fazer assim simplesmente porque todo mundo faz:

"Bem é bem, mesmo que poucos o façam.
Mal é mal, mesmo que todos o façam."

Daí, verificamos que quando utilizamos da desculpa de estarmos fazendo algo simplesmente porque é assim que todo mundo faz, deixamos de utilizar nosso discernimento, nossa observação inteligente, nosso senso crítico, nosso raciocinar, que são elementos essenciais para que possamos tomar decisões e atos que irão nos beneficiar.

E se repararmos mesmo, se pararmos mesmo para pensar, sempre utilizamos essa desculpa do fazemos assim porque todo mundo faz para os procedimentos ética e moralmente desaconselháveis; não a utilizamos para ações saudáveis e éticas.