domingo, 8 de março de 2009
Música: Vozes do coração - Sábado de Sol
Abra o coração e deixa a solidão
Que é hora de renascer
Não esqueça seu irmão, tenha compaixão
Seja um novo Ser
Comece a jornada, faça sua estrada
Comece a viver, não deixe para amanhã
As preces não se escrevem, são luzes na alvorada
São vozes do coração
Hei! Irmão!... Hei! Irmão!
Corpo e alma unidos no momento
Da reencarnação, que te move
Nessa espera em busca do Pai
Mural Reflexivo: O Verdadeiro Administrador

O VERDADEIRO ADMINISTRADOR
Narra uma lenda oriental que, no terceiro século depois de Cristo, um rei mandou seu filho ir estudar em um templo com um grande mestre.
O objetivo era que o príncipe se tornasse um grande administrador, pois que deveria suceder ao pai no trono.
O mestre Pan Ku enviou o herdeiro do trono para uma floresta, de onde ele não deveria retornar antes de um ano.
Ao regressar, deveria relatar a Pan Ku os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir.
Transcorrido o prazo, retornou o jovem dizendo: "ouvi o canto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortando os céus."
Quando terminou, o mestre o enviou de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível.
O príncipe se sentou sozinho na floresta por longos dias e longas noites, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada que já não tivesse mencionado a Pan Ku.
Então, certa manhã, sentado entre as árvores da floresta, começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claros os sons se tornavam. Extasiou-se. Passou horas ali, ouvindo, pacientemente.
Queria ter a certeza de que estava no caminho certo.
Quando voltou ao templo disse ao seu mestre: "pude ouvir o inaudível, o som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã."
Com um sinal de aprovação, falou Pan Ku: "ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande administrador”.
Só quando se aprende ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um administrador pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos.
A morte de um país começa quando os líderes ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem mergulhar a fundo na alma das pessoas para ouvir seus sentimentos, desejos e opiniões reais."
De uma certa forma, todos somos administradores de nossas vidas, e muitos temos outras pessoas sob nossos cuidados. Pais, filhos, irmãos, funcionários, colegas de trabalho.
Dessa forma, busquemos enxergar as lágrimas não afloradas. Ouvir-lhes as queixas não formuladas, os soluços engolidos.
Estendamos a doçura da palavra, o algodão da paz, o lenço da esperança.
Não deixemos que os seres prossigam tristes, desalentados, sem um vocábulo de consolo ou um gesto de amizade.
Você sabia?
Você sabia que Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, aos vinte e um anos de idade era professor de uma escola particular para surdos-mudos em Londres, Inglaterra?
Embora ele dispusesse de audição, preocupava-se em ouvir a riqueza interior dos surdos, com dificuldades de se expressar, por não terem tido a oportunidade de aprender a falar por imitação, isto é, ouvindo as outras pessoas.
(Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em artigo da revista Presença Espírita nº 198, pág. 3, os sons da floresta w. Chan e Renée A. Mauborgne. - www.momento.com.br)
A divulgação equivocada do Espiritismo na mídia
A freqüência com que temas espíritas estão aparecendo na mídia tem crescido bastante nos últimos anos. Assuntos que antes eram abordados apenas em reuniões nos centros espíritas estão nos jornais, revistas e programas de televisão. É certamente um dos muitos sinais que uma mudança de mentalidade está ocorrendo.
Alguns companheiros, no entanto, questionam: "mas a reportagem está incompleta!"; "fatos importantes foram omitidos!", "a idéia espírita de reencarnação não é bem esta!" Realmente, aqueles que têm algum conhecimento doutrinário identificam facilmente equívocos, erros, deturpações e omissões quando se trata da veiculação de questões espíritas na mídia.
Encontramos, no movimento espírita, duas posições extremas: enquanto alguns simplesmente "não estão nem aí" para o que está sendo divulgado ou não na mídia, outros se inflamam e se exaltam com os problemas encontrados. Mas sabemos que toda posição extrema requer ponderação.
Pensemos: o que move a mídia, genericamente falando? Questões financeiras. Jornais, revistas de circulação nacional, novelas, programas de auditório, filmes, programas de rádio e, atualmente, até mesmo sites e portais precisam de dinheiro para existir. Quanto maior o público atingido, maiores as necessidades financeiras para sustentar a confecção, a distribuição e a circulação dos produtos midiáticos. E o Espiritismo tem estado na moda. Este é um ponto básico. Exceção às iniciativas de caráter essencialmente ideológico, geralmente sustentado por voluntários, o resto precisa de dinheiro.
Quando um tema de fundo espírita aparece na mídia, não pensemos que se trata de divulgação espírita. Isto não é função dos meios de comunicação de massa, no presente. Isto é trabalho de cada espírita, de cada casa espírita, do movimento espírita. Filmes e novelas que mostram espíritos, reencarnação, comunicações mediúnicas não têm, a princípio, nenhum compromisso com a Doutrina Espírita.
Claro que nós, espíritas, podemos aproveitar estas ocasiões para divulgar o Espiritismo entre os amigos, promover esclarecimentos, atender à curiosidade de muitos que, como dissemos, nunca iriam a um centro espírita para ouvir e falar disso. Mas não tenhamos a ilusão de que isso ajuda ou atrapalha a Doutrina Espírita. O movimento espírita é responsabilidade nossa.
As verdades estarão sempre misturadas às mentiras. O falso ao verdadeiro. Por isso cada um precisa eleger um parâmetro, uma diretriz, um modelo, pelo qual possa julgar as idéias novas que chegam. No caso dos espíritas, este parâmetro está na codificação e nos ensinamentos de Jesus. O jovem espírita precisa estar atento a isso. Em meio a tantas novidades, no descortinar de uma nova reencarnação, as escolhas nesta fase são fundamentais.
À mídia devemos votar o mesmo cuidado que os espíritos recomendam às comunicações mediúnicas: "Nem todos os espíritos são de Deus". Nem tudo que parece Espiritismo na mídia, é na verdade Espiritismo. Se isso acontece dentro do próprio movimento espírita, onde obras de conteúdo questionável são publicadas e estão nas estantes das livrarias rotuladas como "espíritas", imaginemos na mídia comum, que está acostumada a "dar a César o que é de César" mas ainda não sabe "dar a Deus o que é Deus".
Vamos ler tudo, questionar tudo, ter atenção a tudo. Mas tenhamos um fio de prumo com o qual possamos avaliar os desvios. Uma âncora que não permita que nosso navio seja levado pelos ventos ao acaso. A mídia (como a mediunidade, palavras com o mesmo radical) é um instrumento: saibamos entender quem está fazendo uso dele. Aqueles que desejam conhecer Espiritismo devem ler as obras básicas e freqüentar grupos de estudos espíritas, antes de acreditarem (ou criticarem) as novelas e reportagens. A melhor divulgação do Espiritismo continua sendo o comportamento de cada espírita.
(Ely Matos é membro da Equipe do CVDEE)
Alguns companheiros, no entanto, questionam: "mas a reportagem está incompleta!"; "fatos importantes foram omitidos!", "a idéia espírita de reencarnação não é bem esta!" Realmente, aqueles que têm algum conhecimento doutrinário identificam facilmente equívocos, erros, deturpações e omissões quando se trata da veiculação de questões espíritas na mídia.
Encontramos, no movimento espírita, duas posições extremas: enquanto alguns simplesmente "não estão nem aí" para o que está sendo divulgado ou não na mídia, outros se inflamam e se exaltam com os problemas encontrados. Mas sabemos que toda posição extrema requer ponderação.
Pensemos: o que move a mídia, genericamente falando? Questões financeiras. Jornais, revistas de circulação nacional, novelas, programas de auditório, filmes, programas de rádio e, atualmente, até mesmo sites e portais precisam de dinheiro para existir. Quanto maior o público atingido, maiores as necessidades financeiras para sustentar a confecção, a distribuição e a circulação dos produtos midiáticos. E o Espiritismo tem estado na moda. Este é um ponto básico. Exceção às iniciativas de caráter essencialmente ideológico, geralmente sustentado por voluntários, o resto precisa de dinheiro.
Quando um tema de fundo espírita aparece na mídia, não pensemos que se trata de divulgação espírita. Isto não é função dos meios de comunicação de massa, no presente. Isto é trabalho de cada espírita, de cada casa espírita, do movimento espírita. Filmes e novelas que mostram espíritos, reencarnação, comunicações mediúnicas não têm, a princípio, nenhum compromisso com a Doutrina Espírita.
Claro que nós, espíritas, podemos aproveitar estas ocasiões para divulgar o Espiritismo entre os amigos, promover esclarecimentos, atender à curiosidade de muitos que, como dissemos, nunca iriam a um centro espírita para ouvir e falar disso. Mas não tenhamos a ilusão de que isso ajuda ou atrapalha a Doutrina Espírita. O movimento espírita é responsabilidade nossa.
As verdades estarão sempre misturadas às mentiras. O falso ao verdadeiro. Por isso cada um precisa eleger um parâmetro, uma diretriz, um modelo, pelo qual possa julgar as idéias novas que chegam. No caso dos espíritas, este parâmetro está na codificação e nos ensinamentos de Jesus. O jovem espírita precisa estar atento a isso. Em meio a tantas novidades, no descortinar de uma nova reencarnação, as escolhas nesta fase são fundamentais.
À mídia devemos votar o mesmo cuidado que os espíritos recomendam às comunicações mediúnicas: "Nem todos os espíritos são de Deus". Nem tudo que parece Espiritismo na mídia, é na verdade Espiritismo. Se isso acontece dentro do próprio movimento espírita, onde obras de conteúdo questionável são publicadas e estão nas estantes das livrarias rotuladas como "espíritas", imaginemos na mídia comum, que está acostumada a "dar a César o que é de César" mas ainda não sabe "dar a Deus o que é Deus".
Vamos ler tudo, questionar tudo, ter atenção a tudo. Mas tenhamos um fio de prumo com o qual possamos avaliar os desvios. Uma âncora que não permita que nosso navio seja levado pelos ventos ao acaso. A mídia (como a mediunidade, palavras com o mesmo radical) é um instrumento: saibamos entender quem está fazendo uso dele. Aqueles que desejam conhecer Espiritismo devem ler as obras básicas e freqüentar grupos de estudos espíritas, antes de acreditarem (ou criticarem) as novelas e reportagens. A melhor divulgação do Espiritismo continua sendo o comportamento de cada espírita.
(Ely Matos é membro da Equipe do CVDEE)
Opinião Jovem: Quando orientar dentro da Doutrina Espírita?
Sobre o jovem espírita e os jovens não-espíritas:
Certa vez, numa conversa com meu Colega, na aula de inglês, estávamos falando de religião, até entrarmos no que acreditamos, ele me disse que tinha que tomar muito cuidado com o “DIABO”, então indaguei o porquê, e essa foi a resposta:
- Por que o ‘Bichinho’ é muito perspicaz, quando ele consegue arrasta tantas almas que pode para o quinto dos infernos.
Eu havia ficado aterrorizado, mas comecei naquele momento a usar o bom-senso e questionei :
- Mas tudo quanto existe não foi Deus quem criou?- Sim – foi a resposta.- Porque Deus Criaria alguém para ser eternamente mal?- Silêncio.- Porque temos que fugir do ‘Diabo’ e não podemos compreendê-lo e amá-lo como nosso irmão “caído” na ignorância e no mal?- Novamente silêncio.- Porque Deus criaria um ser mais perspicaz ou inteligente ou simplesmente com o poder de tirar as almas da terra para levar num quinto, sexto ou sétimo inferno?
Pouco a pouco o garoto começou a ficar vermelho e pensativo, neste momento o sinal havia tocado, saímos todos da sala. Eu havia achado que tinha feito meu trabalho de esclarecer com a Doutrina Espírita.
Duas semanas depois percebi algo de estranho no rapaz, perguntei o que tinha acontecido com ele, no que ele me disse que deixou a Igreja e que iria se tornar PAGODEIRO(eu não havia entendido o que ele tinha dito com aquilo), e um abrir de consciência me venho naquele momento. Fiz o que não devia fazer e aprendi uma grande lição.Se as pessoas não acreditam na Doutrina Espírita e professam outras religiões não devo interferir, nem esclarecer, por que sabemos que esclarecendo utilizando o bom-senso iremos despertar dúvidas ainda não desabrochadas.
Eu tirei a Esperança daquele rapaz no que talvez segurasse ele na boa-conduta, na luta contra o mal, na esperança de seus desesperos.
Chorei e refleti: esclarecerei a, partir de agora, em três momentos: 1) Quando alguém falar da Doutrina Espírita coisas que não estão de acordo com a mesma; 2) Quando atacarem a Doutrina com impropérios ridículos e 3) Quando pedirem para esclarecer e nada mais!
Não falarei para os que já possuem a cabeça feita em outras religiões, mas como Kardec diz:”Divulgar o Espiritismo para os que sofrem, para os que tem dúvidas e para os desolados do mundo”
Certa vez, numa conversa com meu Colega, na aula de inglês, estávamos falando de religião, até entrarmos no que acreditamos, ele me disse que tinha que tomar muito cuidado com o “DIABO”, então indaguei o porquê, e essa foi a resposta:
- Por que o ‘Bichinho’ é muito perspicaz, quando ele consegue arrasta tantas almas que pode para o quinto dos infernos.
Eu havia ficado aterrorizado, mas comecei naquele momento a usar o bom-senso e questionei :
- Mas tudo quanto existe não foi Deus quem criou?- Sim – foi a resposta.- Porque Deus Criaria alguém para ser eternamente mal?- Silêncio.- Porque temos que fugir do ‘Diabo’ e não podemos compreendê-lo e amá-lo como nosso irmão “caído” na ignorância e no mal?- Novamente silêncio.- Porque Deus criaria um ser mais perspicaz ou inteligente ou simplesmente com o poder de tirar as almas da terra para levar num quinto, sexto ou sétimo inferno?
Pouco a pouco o garoto começou a ficar vermelho e pensativo, neste momento o sinal havia tocado, saímos todos da sala. Eu havia achado que tinha feito meu trabalho de esclarecer com a Doutrina Espírita.
Duas semanas depois percebi algo de estranho no rapaz, perguntei o que tinha acontecido com ele, no que ele me disse que deixou a Igreja e que iria se tornar PAGODEIRO(eu não havia entendido o que ele tinha dito com aquilo), e um abrir de consciência me venho naquele momento. Fiz o que não devia fazer e aprendi uma grande lição.Se as pessoas não acreditam na Doutrina Espírita e professam outras religiões não devo interferir, nem esclarecer, por que sabemos que esclarecendo utilizando o bom-senso iremos despertar dúvidas ainda não desabrochadas.
Eu tirei a Esperança daquele rapaz no que talvez segurasse ele na boa-conduta, na luta contra o mal, na esperança de seus desesperos.
Chorei e refleti: esclarecerei a, partir de agora, em três momentos: 1) Quando alguém falar da Doutrina Espírita coisas que não estão de acordo com a mesma; 2) Quando atacarem a Doutrina com impropérios ridículos e 3) Quando pedirem para esclarecer e nada mais!
Não falarei para os que já possuem a cabeça feita em outras religiões, mas como Kardec diz:”Divulgar o Espiritismo para os que sofrem, para os que tem dúvidas e para os desolados do mundo”
(Rudá. É jovem e membro coordenador da equipe do blog Jovens Espiritistas Cristãos - POA - que está com novo endereço: http://espiriteen.blogspot.com/)
sábado, 7 de março de 2009
Desculpas que usamos...: 'Mas isso é impossível...'

MAS ISSO É IMPOSSÍVEL ...
Acho que esse negócio de impossível é para aqueles que nunca ouviram falar de uma palavrinha chamada SUPERAR...
SUPERAÇÃO - quer dizer transposição de um obstáculo ou desafio .
Parece coisa para super-heróis somente . mas não é não ... Porque os obstáculos e os desafios estão aí para todo mundo e não só para alguns .
Acho tão maravilhosas as paraolimpíadas quando podemos observar os atletas com suas dificuldades motoras e sensoriais , superando seus limites !
Tão bonito é ver pessoas que sem condições financeiras para estudar conseguiram realizar os seus sonhos de formarem-se e exercerem as profissões que escolheram pelos seus próprios esforços!
Até mesmo aquelas que saem todas as manhãs cedinho, enfrentando os desafios das grandes cidades ou da zona rural para estudarem ou trabalharem, de pés descalços muitas vezes , mas com a cabeça cheia de sonhos futuros !
Desde que abrimos os olhos para a vida terrena e depois em todas as manhãs ao acordar, lá estão eles nos aguardando ... Prefiro chamar de lições esses tais desafios ... Pois são eles quem nos vão transformar em pessoas melhores ou melhor em espíritos eternos melhores.
Então que tal abrir os olhos e dizer : Vocês estão aí ? Então eu posso sim superá-los, e chegar onde eu desejo.
Seja a nível pessoal ou profissional, intelectual ou moral, na escola, na família, com os amigos, inimigos , enfim...
Superar é preciso...
Meus limites vão além , só preciso reconhecer se me levarão para o bem...aí não tem quem me segure.
Esse negócio de ficar chorando pelos cantos, não é pra mim não, quero vencer.
Impossível ??? Quem disse isso ???
Afinal tenho um Pai que me ama e acredita em mim. e já falava o apóstolo " Tudo posso Naquele que me fortalece." Filipenses - 4-13
(Paty Bolonha - para o BLog Jovem. Paty é membro das Equipes do CVDEE e do Espiritismo.Net)
Biografia: João Maria Vianney - O Cura D'Ars
João Maria Vianney nasceu em 8 de maio de 1786 em Dardilly, aldeia a dez quilômetros ao norte de Lyon. Foi o quarto filho do casal Mateus e Maria Vianney, que tiveram 7 filhos.
Desde os quatro anos, ele gostava de freqüentar a Igreja. Quando isso se tornou impossível, pelas perseguições que o Estado desencadeou, ele fazia suas orações habituais, todas as tardes, na casa dos pais.
Quando foi aberta uma escola, Vianney, adolescente a freqüentou durante dois invernos, porque ele trabalhava no campo sempre que o tempo permitia. Foi então que aprendeu a ler, escrever, contar e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Foi na escola que se tornou amigo do padre Fournier, e aos poucos foi crescendo nele o desejo de se tornar sacerdote. Foi necessário muita insistência, pois o pai, de forma alguma, desejava dispensar braços fortes de que a terra necessitava.
Aos 20 anos ele seguiu para Écully, na casa de seu tio Humberto. Sabia ler, mas escrevia e falava francês muito mal. Além de aprimorar a língua pátria, precisou aprender latim, pois na época os estudos para o sacerdócio eram feitos em latim, bem assim toda a celebração litúrgica.
Em 28 de maio de 1811, com 25 anos de idade, na catedral Saint-Jean tornou-se clérigo de diocese. Por ter fama de ignorante perante os superiores, foi-lhe confiada a paróquia de Ars-en -Dombes, ou talvez porque lhe conhecessem a grandeza de alma.Em Ars, não havia pobres, só miseráveis.
João Maria Vianney chegou a Ars em uma sexta-feira, 13 de fevereiro de 1818. Veio em uma carroça trazendo alguns móveis e utensílios domésticos, alguns quadros piedosos e seu maior tesouro: sua biblioteca de cerca de trezentos volumes.
Conta-se que encontrou um pequeno pastor a quem pediu que lhe indicasse o caminho. A conversa foi difícil, pois o menino não falava francês e o dialeto de Ars diferia do de Écully. Mas acabaram por se compreenderem.
A tradição narra que o novo pároco teria dito ao garoto: "Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu."Um pequeno monumento de bronze à entrada da aldeia lembra esse encontro.
Ele mesmo preparava suas refeições. Apenas dois pratos: umas vezes, batatas, que punha para secar ao ar livre. Outras vezes, "mata-fomes", grandes bolos de farinha de trigo escura. Um pouco de pão e água. Era o suficiente. Comia pouco.Quando lhe davam pão branco, trocava pelo escuro e distribuía o primeiro aos pobres.
Dizia: "Tenho um bom físico. Depois de comer não importa o quê e de dormir duas horas, estou pronto para recomeçar."
O que mais ele valorizava era a caridade e a gentileza. Grandes somas ele dispendia auxiliando os seus paroquianos. Dinheiro que vinha da pequena herança de seu pai, que lhe enviara seu irmão Francisco e de doações de pessoas abastadas, a quem ele sensibilizava pela palavra e dedicação.
Por volta de 1830, era muito grande o afluxo de pessoas que se dirigia a Ars. Os peregrinos não tinham outro objetivo senão ver o pároco e, acima de tudo, poder confessar-se com ele. Para conseguir, esperavam horas...às vezes, a noite inteira.
Esse pároco que dormia o mínimo para atender a todos, madrugada a dentro. Que vivia em extrema pobreza e austeridade, vendendo móveis , roupas e calçados seus para dar a outrem.
Comovia-se com a dor alheia. Quando se punha a ouvir os penitentes que o buscavam, mais de uma vez derramava lágrimas como se estivesse chorando por si próprio. Dizia: "Eu choro o que vocês não choram."
Tanto trabalho, pouca alimentação e repouso, foram cansando o velho Cura. Ele desejava deixar a paróquia para um pouco de descanso. Mas os homens e mulheres da aldeia fizeram tal coro ao seu redor, que ele resolveu permanecer.
Ele, que em sua juventude, fora ágil, agora andava arrastando os pés. Nos dias de inverno, sentia muito frio.
Em 1859, numa quinta feira do mês de agosto, dia 4, às duas da madrugada, ele desencarnou tranqüilamente.
Dois dias antes, já bastante debilitado fora visto a chorar. Perguntaram-lhe se estava muito cansado.
"Oh, não", respondeu. "Choro pensando na grande bondade de Nosso Senhor em vir visitar _nos nos últimos momentos."
João Maria Vianney comparece na Codificação com uma mensagem em O Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu capítulo VIII, item 20, intitulada "Bem-aventurados os que têm fechados os olhos", onde demonstra a humildade de que se revestia, o conceito que tinha das dores sobre a face da Terra e o profundo amor ao Senhor da Vida.
Fonte: www.espirito.org.br
Desde os quatro anos, ele gostava de freqüentar a Igreja. Quando isso se tornou impossível, pelas perseguições que o Estado desencadeou, ele fazia suas orações habituais, todas as tardes, na casa dos pais.
Quando foi aberta uma escola, Vianney, adolescente a freqüentou durante dois invernos, porque ele trabalhava no campo sempre que o tempo permitia. Foi então que aprendeu a ler, escrever, contar e falar francês, pois em sua casa se falava um dialeto regional.
Foi na escola que se tornou amigo do padre Fournier, e aos poucos foi crescendo nele o desejo de se tornar sacerdote. Foi necessário muita insistência, pois o pai, de forma alguma, desejava dispensar braços fortes de que a terra necessitava.
Aos 20 anos ele seguiu para Écully, na casa de seu tio Humberto. Sabia ler, mas escrevia e falava francês muito mal. Além de aprimorar a língua pátria, precisou aprender latim, pois na época os estudos para o sacerdócio eram feitos em latim, bem assim toda a celebração litúrgica.
Em 28 de maio de 1811, com 25 anos de idade, na catedral Saint-Jean tornou-se clérigo de diocese. Por ter fama de ignorante perante os superiores, foi-lhe confiada a paróquia de Ars-en -Dombes, ou talvez porque lhe conhecessem a grandeza de alma.Em Ars, não havia pobres, só miseráveis.
João Maria Vianney chegou a Ars em uma sexta-feira, 13 de fevereiro de 1818. Veio em uma carroça trazendo alguns móveis e utensílios domésticos, alguns quadros piedosos e seu maior tesouro: sua biblioteca de cerca de trezentos volumes.
Conta-se que encontrou um pequeno pastor a quem pediu que lhe indicasse o caminho. A conversa foi difícil, pois o menino não falava francês e o dialeto de Ars diferia do de Écully. Mas acabaram por se compreenderem.
A tradição narra que o novo pároco teria dito ao garoto: "Tu me mostraste o caminho de Ars: eu te mostrarei o caminho do céu."Um pequeno monumento de bronze à entrada da aldeia lembra esse encontro.
Ele mesmo preparava suas refeições. Apenas dois pratos: umas vezes, batatas, que punha para secar ao ar livre. Outras vezes, "mata-fomes", grandes bolos de farinha de trigo escura. Um pouco de pão e água. Era o suficiente. Comia pouco.Quando lhe davam pão branco, trocava pelo escuro e distribuía o primeiro aos pobres.
Dizia: "Tenho um bom físico. Depois de comer não importa o quê e de dormir duas horas, estou pronto para recomeçar."
O que mais ele valorizava era a caridade e a gentileza. Grandes somas ele dispendia auxiliando os seus paroquianos. Dinheiro que vinha da pequena herança de seu pai, que lhe enviara seu irmão Francisco e de doações de pessoas abastadas, a quem ele sensibilizava pela palavra e dedicação.
Por volta de 1830, era muito grande o afluxo de pessoas que se dirigia a Ars. Os peregrinos não tinham outro objetivo senão ver o pároco e, acima de tudo, poder confessar-se com ele. Para conseguir, esperavam horas...às vezes, a noite inteira.
Esse pároco que dormia o mínimo para atender a todos, madrugada a dentro. Que vivia em extrema pobreza e austeridade, vendendo móveis , roupas e calçados seus para dar a outrem.
Comovia-se com a dor alheia. Quando se punha a ouvir os penitentes que o buscavam, mais de uma vez derramava lágrimas como se estivesse chorando por si próprio. Dizia: "Eu choro o que vocês não choram."
Tanto trabalho, pouca alimentação e repouso, foram cansando o velho Cura. Ele desejava deixar a paróquia para um pouco de descanso. Mas os homens e mulheres da aldeia fizeram tal coro ao seu redor, que ele resolveu permanecer.
Ele, que em sua juventude, fora ágil, agora andava arrastando os pés. Nos dias de inverno, sentia muito frio.
Em 1859, numa quinta feira do mês de agosto, dia 4, às duas da madrugada, ele desencarnou tranqüilamente.
Dois dias antes, já bastante debilitado fora visto a chorar. Perguntaram-lhe se estava muito cansado.
"Oh, não", respondeu. "Choro pensando na grande bondade de Nosso Senhor em vir visitar _nos nos últimos momentos."
João Maria Vianney comparece na Codificação com uma mensagem em O Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu capítulo VIII, item 20, intitulada "Bem-aventurados os que têm fechados os olhos", onde demonstra a humildade de que se revestia, o conceito que tinha das dores sobre a face da Terra e o profundo amor ao Senhor da Vida.
Fonte: www.espirito.org.br
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sexta-feira, 6 de março de 2009
Estudo dirigido 2 : O Livro dos Espíritos I
Estudo dirigido 2 : O Livro dos Espíritos I
Leia com atenção a Introdução e os Prolegômenos e responda, justificando:
a) Espiritualista é aquele que...?
b) Em relação ao Espiritualismo, podemos afirmar que o Espiritismo é...?
c) A expressão ‘alma’ tem sido empregada, segundo o codificador, em condições diferentes. Para tentar solucionar esse impasse, Kardec propõe a utilização dos termos ‘alma vital’, ‘alma intelectual’ e ‘alma espírita’. Explique sobre os termos e comente sobre como seriam eles utilizados.
d) De onde provem a maior parte das objeções que fazem ao Espiritismo?
e) As primeiras manifestações inteligentes verificaram-se por meio de mesas que se moviam e davam golpe. Quem afirmou que essas manifestações se deviam aos Espíritos?
f) Onde está a diferença fundamental entre as comunicações oculta e as ostensivas?
g) Em qual máxima se resume a moral dos Espíritos?
h) Por que a ciência propriamente dita é incompetente para se pronunciar sobre a questão do Espiritismo?
i) O que caracteriza um estudo sério?
j) Kardec escreveu: “Se desejamos aprender com os Espíritos, é necessário escolher os professores”. O que significa tal assertiva?
k) Por que o Espiritismo bem compreendido é um preservativo da loucura?
l) Qual a posição de Kardec com relação ao magnetismo?
m) O que simboliza o ramo de parreira que foi colocado no cabeçalho do livro por orientação dos Espíritos?
n) Na representação do ramo da parreira, vamos encontrar o corpo, o espírito e o espírito ligado à matéria. Eles são, na figura, respectivamente, o quê?
(O estudo proposto foi adaptado de um ciclo de estudos dirigidos das obras da Doutrina Espírita e de Allan Kardec, realizado pelo Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora -IDE/JF - MG.)
Leia com atenção a Introdução e os Prolegômenos e responda, justificando:
a) Espiritualista é aquele que...?
b) Em relação ao Espiritualismo, podemos afirmar que o Espiritismo é...?
c) A expressão ‘alma’ tem sido empregada, segundo o codificador, em condições diferentes. Para tentar solucionar esse impasse, Kardec propõe a utilização dos termos ‘alma vital’, ‘alma intelectual’ e ‘alma espírita’. Explique sobre os termos e comente sobre como seriam eles utilizados.
d) De onde provem a maior parte das objeções que fazem ao Espiritismo?
e) As primeiras manifestações inteligentes verificaram-se por meio de mesas que se moviam e davam golpe. Quem afirmou que essas manifestações se deviam aos Espíritos?
f) Onde está a diferença fundamental entre as comunicações oculta e as ostensivas?
g) Em qual máxima se resume a moral dos Espíritos?
h) Por que a ciência propriamente dita é incompetente para se pronunciar sobre a questão do Espiritismo?
i) O que caracteriza um estudo sério?
j) Kardec escreveu: “Se desejamos aprender com os Espíritos, é necessário escolher os professores”. O que significa tal assertiva?
k) Por que o Espiritismo bem compreendido é um preservativo da loucura?
l) Qual a posição de Kardec com relação ao magnetismo?
m) O que simboliza o ramo de parreira que foi colocado no cabeçalho do livro por orientação dos Espíritos?
n) Na representação do ramo da parreira, vamos encontrar o corpo, o espírito e o espírito ligado à matéria. Eles são, na figura, respectivamente, o quê?
(O estudo proposto foi adaptado de um ciclo de estudos dirigidos das obras da Doutrina Espírita e de Allan Kardec, realizado pelo Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora -IDE/JF - MG.)
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