quinta-feira, 2 de julho de 2009

Notícia: "Morar em república é uma boa maneira de fazer amizades."

RAFAEL SAMPAIO
LUISA ALCANTARA E SILVA
da Folha de S.Paulo


Além da independência com relação à família, morar em república (casa ou apartamento alugado com colegas) é a opção que permite fazer mais amigos, afirmam os estudantes que mudaram de cidade para estudar.

"Começamos com oito pessoas dividindo a casa, na entrada da Unicamp. Hoje somos em 13, mas até o início das aulas vamos ter mais dois calouros morando aqui", afirma Rafael Rodrigues Dias, 24, formado em engenharia da computação na Unicamp. Ele é um dos habitantes da república batizada pelos meninos de G8, famosa em Campinas (93 km de SP).

A vida na casa, que tem seis quartos e cinco banheiros, é movimentada -sempre há visita de amigos, intercambistas, familiares e antigos moradores. "Só no nosso quarteirão tem outras seis repúblicas, e todo mundo se conhece", diz Luis Fernando Barbato, 23, outro morador da G8.

Marcus França, 19, aluno de administração da PUC-Campinas e também morador da república, ressalta que sempre há festa na casa. "Quando é época de Copa do Mundo, pintamos tudo e recebemos até 400 pessoas para assistir aos jogos."

A convivência com os amigos, entretanto, nem sempre é harmoniosa, ressalta o psicoterapeuta Leo Fraiman. "Pode parecer bobo, mas lavar a louça e dividir contas de vez em quando dá briga." Segundo ele, o importante é não se anular nem agredir, mas agir com justiça e bom humor.

A receita da boa convivência dá certo na república de Carol Alonso, Stephanie Cima e Morena Brazil, todas com 20 anos e alunas do terceiro ano de fisioterapia da USP de Ribeirão Preto (a 313 km da capital). "Nós nos policiamos para pagar as contas em dia e raramente brigamos. Temos muita abertura para conversar", diz Carol, que conheceu Stephanie no cursinho.

"Eu conheci as meninas no primeiro ano de USP, e foi daí que nasceu a nossa república", diz Morena. As três são de São Paulo e viajam juntas para a capital nas férias e feriados para visitar os pais. "Na semana que vem, vai acontecer a recepção aos calouros, então todos os veteranos estão voltando para Ribeirão Preto. Voltamos também, não vamos perder as festas", afirma Carol.

Além das festas para receber os calouros, a cidade de Ribeirão para por algumas horas no início do ano para o "trio elétrico solidário", organizado pelo centro acadêmico do curso de economia da USP de lá --a ação arrecada alimentos e roupas para pessoas carentes.

Outro evento que mobiliza a cidade é a "festa dos bixos", que atrai cerca de 5.000 jovens.

É com o dinheiro recebido do estágio e os R$ 300 dados pelo pai que a estudante Mônica Custódio, 21, aluna do terceiro ano de economia da Unesp de Araraquara (a 273 km da capital), consegue ir às festas organizadas pelos alunos. "Tenho um monte de conta para pagar, então, economizo bastante, mas tento não deixar de me divertir", diz ela, que, junto com as cinco amigas que dividem a mesma república, costuma chamar outros amigos para festas e churrascos na casa.

"A gente faz o que pode com o dinheiro que temos. E acho que amadurecemos por ter essa responsabilidade", diz.

Recepção

A população das cidades universitárias tende a receber bem os estudantes de fora. "Do ponto de vista econômico, recebê-los é bem positivo", diz Maria Stella Coutinho de Alcantara Gil, ex-reitora e atual professora de psicologia da UFSCar. Além de movimentar São Carlos (a 232 km da capital) economicamente, a escola traz um clima de discussão acadêmica. "As pessoas falam das nossas pesquisas."

A UFSCar também se faz presente com a sua programação, que inclui o Show de Calouros --os ingressantes se apresentam em uma praça. "A universidade propicia uma troca entre alunos e população."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u501539.shtml

====== COMENTÁRIO =====

A transição da juventude para a idade adulta é uma época bastante complexa da existência humana, onde a irreverência natural desta fase entra em choque com as crescentes necessidades de responsabilidade e maturidade. Os jovens reclamam liberdade mas ficam renitentes em assumir maiores responsabilidades. Querem fazer valer os seus direitos de maioridade mas recusam os deveres e as obrigações que essa posição requer.

Muitos pais ajudam a criar esta contradição, já que desde a mais tenra idade se comportaram sistematicamente como donos dos filhos, escolhendo por eles e não confiando nas suas capacidades de criar e decidir. Este modo de proceder é bastante nocivo, porque as crianças crescem com a impressão que são frágeis e sentem-se vulneráveis quando confrontados com algo desconhecido. Tornar-se-ão adultos inseguros, com falta de confiança nas capacidades próprias, temerosos do futuro e extremamente dependentes. Educar não é escolher pelos filhos mas apenas proporcionar-lhes os elementos que eles precisam para se integrarem no meio que os espera, serem autónomos para experimentar por si mesmo os desafios que os aguardam, conhecerem os valores estabelecidos para que eles os possam aceitar, rejeitar ou até criar novos valores quando tiverem capacidade para tal.

A vivência em repúblicas é uma óptima forma dos jovens trabalharem a sua responsabilidade, cultivando a sua independência, aprendendo a lidar com os conflitos inevitáveis, a gerir o dinheiro disponível, a conviver com as diferenças e as divergências que uma comunidade dispõe e a terem preocupações básicas pela própria subsistência. É uma oportunidade excelente para que se habituem a fazer as suas escolhas, a saber o que é a dificuldade de uma decisão, sentir que é preciso sempre abdicar de algo para conseguirem alguma coisa que desejem. Se bem aproveitada, é uma experiência extremamente enriquecedora do ponto de vista humano e social, já que assumir a responsabilidade pela própria vida, é um passo importantíssimo rumo à maturidade e ao crescimento interior.

Algumas pessoas poderão discordar desta afirmativa, argumentando que os jovens ficam mais vulneráveis a influências negativas destabilizadoras e a perigos como a droga e doenças sexualmente transmissíveis. Não podemos esquecer que este tipo de perigos encontram-se em todo o lado e não é por estarem sob vigilância paternal que estarão a salvo destas influências negativas. O melhor meio para proteger os jovens dos perigos da sociedade actual não é a super protecção ou a repressão mas sim a educação e a confiança. A educação começa quando a criança nasce e não mais pára. A confiança cimenta-se gradualmente e exige reciprocidade para que seja efectiva. Uma história sempre inspiradora é a da águia que constrói os seus enormes ninhos no topo das mais altas montanhas. É aí nos picos mais agrestes que alimenta os seus filhotes e os ajuda a crescer. Quando as pequenas águias já se encontrarem preparadas, a mãe leva-os para os limites do ninho e empurra-os um a um para o abismo para que possam conhecer as suas potencialidades de voo. Existem perigos? Claro que existem. O seu coração de mãe deve bater de ansiedade e preocupação mas ela trabalhou durante meses no crescimento dos seus filhotes e confia plenamente em cada um deles, libertando-os para uma vida plena onde poderão voar pelos céus e dar seguimento à sua vida. Da mesma forma, os pais não precisam empurrar os filhos para fora de casa, mas sim estimulá-los a usufruírem da sua liberdade com responsabilidade, mostrando uma confiança ilimitada nas capacidades, escolhas e decisões dos filhos e fazendo-os perceber, mais com atitudes do que com palavras, que por mais asneiras que eles façam na vida, mesmo que discordando das suas atitudes, os pais irão ao lugar mais remoto que este planeta tenha, para os apoiarem, confortarem e compartilharem as suas dores, jamais os abandonando à sua sorte.

(Carlos Miguel Pereira é trabalhador do Centro Espírita Caridade por Amor (CECA), na cidade do Porto, e colaborador regular do Espiritismo.net)

Desculpa que usamos: NUNCA TENHO TEMPO...



"Hoje o dia começou na correria! ufa!! não da tempo...ufa!! de novo?" ufa não tenho tempo para nada!! "
Ouvimos essas frases sempre, repetimo-as em sequências diárias...
Nunca temos tempo, nunca conseguimos terminar tarefas! o tempo sempre escasso!!!
Na verdade o que nos falta é um pouco de organização. E criarmos as nossas prioridades, É bem verdade que nos empenhamos, temos dias cheios, escola, casa, karate',ballet provas ,provas, provas... Mas com a organização do nosso dia a gente consegue reajustar perante nossos compromissos.
Uma agenda é um bom começo, bilhetinhos de lembretes..devagar e com boa vontade a gente consegue.
Como vai o evangelho no lar da semana? ta conseguindo fazer no dia certinho? no horário que vc mesmo estabeleceu, ou seus pais? Ta dando conta de bater aquele papo com a mãe sobre as dificuldades com o namoradinho(a), com as provas, com as materias mais difíceis? pois é..avalie!

Organizando a nossa vida material, vai tambem organizar a nossa vida espiritual! Ah! e o que é isso?? É o tempinho que voce estabelece para o evangelho, e aquele bate papo com Jesus... aquela ida ao centro, ou ao grupo religioso que for, e frequentar o teu grupo de estudo jovem...

Assim podemos estar bem na vida diária e dentro de nós mesmos, psicologicamente falando. As organizações das nossas vidas nos trarão saùde moral e mental.
E quem vos fala é quem sabe disso de carterinha ;) Quando as coisas enrolam, enrola tudo!!l

Abraços a Todos.
Juliana Matos

(Juliana Matos é membro da Equipe Espiritismo.Net)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Acontecerá em JULHO/2009 - Sala Espiritismo Net Jovem

Programação de estudos


Dia: 03/07
Tema: O Livro dos Espíritos – Cap. VIII - Transmissão oculta do pensamento.
Facilitador: Sergio Rodrigues

Dia: 10/07
Tema: O Evangelho segundo o Espiritismo – Introdução III
Facilitador: Lúcio Flávio

Dia: 17/07
Tema: O Livro dos Médiuns – Dos inconvenientes e perigos da mediunidade
Facilitadora: Sandra Dias

Dia: 24/07
Tema: O Céu e O Inferno – Primeira Parte – Cap. II Temor da Morte II ( 6 a 10)
Facilitadores: Iyanla Luíza e Lúcio Flávio

Dia: 31/07
Tema: Atual
Facilitadores: Wallace e Neifa
***
Espaço para jovens de 18 a 25 anos - Sextas-feiras, 21h (horário de Brasília).
Paltalk - Categoria "Central & South America / subcategoria Brazil".

terça-feira, 30 de junho de 2009

Se Liga: Projetos Legais

PROJETO POSITIVO

Atendimento aos sábados da população aidética, assistida pelo Hospital Rafael de Souza e Paula, em Curicica, com fornecimento de roupas. Distribuição de leite para as mães impossibilitadas de amamentar. Estamos, também viabilizando a distribuição de cestas básicas.

OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA PESSOAS ESPECIAIS

Atividade pedagógica que visa a autonomia e melhoria da qualidade de vida de pessoas especiais (deficientes mentais), através de oficinas de trabalho. Iniciamos com uma oficina de fraldas descartáveis e agora os especiais também fazem a iniciação na área de informática, aprendendo a manusear o computador e seus componentes.

PROJETO SORRISO DA CRIANÇA

Atendimento de enxoval de bebê e roupas às crianças de 0 a 12 anos, às atendidas em Rocha Miranda, Manguinhos, Ilha do Governador, Jacarepaguá, população de rua do centro da cidade etc.

PROJETO RECICLANDO A VIDA

É um projeto de reinserção social e conscientização ecológica, a partir do aproveitamento de materiais recicláveis (papel, plásticos. metais, vidros) para a confecção de produtos artesanais, gerando recursos para atender a comunidade carente na Ilha do Governador e proporcionando crescimento e desenvolvimento pessoal.

MAP VOLUNTÁRIO

Central de voluntários, inicialmente em Jacarepaguá, com recrutamento, treinamento, seleção e direcionamento de mão-de-obra voluntária de qualquer credo religioso ou filosófico para as obras de Promoção Social de Instituições de Caridade, das micro regiões da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá e Ilha do Governador.
Os projetos são realizados na cidade do Rio de Janeiro, mas você pode ativar - ou participar de algum - semelhante na sua cidade.:)
beijos e abraços

Biografia: Eurípedes Barsanulfo

Eurípedes Barsanulfo nascido em 1º de maio de 1980, na pequena cidade de sacramento, estado de Minas Gerais, e desencarnado na mesmo cidade, aos 38 anos de idade, em 1º de novembro 1918. Logo cedo manifestou-se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.

Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino, por isso foi incumbido pelo seu mestre-escola de ensinar aos próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou-se secretário da irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "gazeta de sacramento" e do "liceu sacramentano". Logo viu-se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida.

Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espíritas e das obras da codificação kardequiana. diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.

Despertado e convicto, converteu-se sem delongas e sem esmorecimentos, identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria de sua personalidade, procurou o vigário da igreja matriz onde prestava sua colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da irmandade.

Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e entre membros de sua própria família. em poucos dias começou a sofrer as conseqüências de sua atitude incompreendida.

Persistiu lecionando e entre as matérias inclui o ensino do espiritismo, provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais dos alunos, que chegaram a oferecer-lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto à nova matéria e, antes sua recusa, os alunos foram retirados um a um.

Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte traumatismo, retirando-se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha, época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando-se para a vida missionária. Um dos primeiros casos de cura ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora em seus trabalhos.

A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para sacramento centenas de pessoas de outras paragens, abrigando-se nos hotéis e pensões, e até mesmo em casas de famílias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e, quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos benfeitores espirituais.

Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.

Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços, porém animado do mais vivo idealismo. logo sentiu a necessidade de divulgar o espiritismo, aumentando o número dos seu seguidores. para isso fundou o "grupo espírita esperança e caridade", no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes, tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.

Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula. voltando a si, descreveu a reunião havida em versailles, frança, logo após a i guerra mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre tratado.

Em 1º de abril de 1907, fundou o colégio allan kardec, que se tornou verdadeiro marco no campo do ensino. esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou nosso país.

Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem-se as inscrições para matrículas, as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um colégio da mesma região dirigido por freiras da ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.

Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia-se o movimento espírita na região e esse fato incomodava sobre-maneira o clero católico, passando este, inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação, que se foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal "alavanca", discorrendo principalmente sobre o tema: "deus não é Jesus e Jesus não é deus", com argumentação abalizada e incontestável, determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, estado de São Paulo, o reverendo Feliciano Vague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos de que com suas argumentações e convicções infringiram o golpe derradeiro no espiritismo. Foi assim que o referido padre desfiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.

No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o espiritismo e o espíritas,"doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas", numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio, mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.

A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do espiritismo, antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.

O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e inspiração e assistência do plano maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus ensinamentos.

Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descontinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo reverendo, reduzindo-o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corrobrado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo espiritismo.

Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do reverendo, Eurípedes aproximou-se dele e abraçou-o fraterna e sinceramente, como sinceros eram seus pensamentos e suas atitudes.

Barsanulfo segui com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo em 1918, ceifando vidas, espalhando vias, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano, sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria. Manifestada em nosso continente, veio encontrá-lo a cabeceira de seus enfermos, auxiliando centenas de famílias pobres. havia chegado ao término de sua missão terrena. esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1º de novembro de 1918, as 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos. Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou-lhe o corpo material até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.

Fonte: Livro "Grandes Vultos" do espiritismo de Paulo Alves Godoy - Editora FEES (http://www.universoespirita.org.br/)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Estudo dirigido 2 : O Livro dos Espíritos XIV

Estude os itens 330 a 399 e analise as assertivas abaixo, colocando V ou F e justificando sua opção:
( ) Há Espíritos que não pensam em sua reencarnação e até mesmo a ignoram.
Justificativa:
( ) Não é permitido ao Espírito abreviar ou retardar a sua reencarnação.
Justificativa:
( ) O Espírito que vai reencarnar é sepre designado com antecedência.
Justificativa:
( ) A perturbação que acompanha a reencarnação é mais curta e mais leve que a que acompanha a morte.
Justificativa:
( ) No momento da reencarnação todos os Espíritos são assistidos por almas amigas.
Justificativa:
( ) A união do Espírito com o corpo se dá no instante da concepção, mas caso o Espírito recue ante a prova outro pode tomar o seu lugar.
Justificativa:
( ) A perturbação do Espírito reencarnante é tanto menor quanto mais próximo esteja o momento do parto.
Justificativa:
( ) O aborto espontâneo surge como prova para os pais e para o Espírito reencarnante.
Justificativa:
( ) Nos casos de crianças natimortas que não tinham um Espírito, a prova é apenas para os pais.
Justificativa:
( ) O aborto é sempre um crime, exceto nos casos em que a mãe corre perigo com a gravidez.
Justificativa:
( ) É absurda a opinião segundo a qual num mesmo homem poderiam existir vários Espíritos.
Justificativa:
( ) O corpo impede a livre manifestação das faculdades do Espírito.
Justificativa:
(adaptado de apostila de estudo das obras da codificação. IDE/JF)

domingo, 28 de junho de 2009

Informativos Legais: Drogas 3

Pergunta: Que tipos de drogas existem e o que provocam?
===
Resposta:
Existem vários tipos de drogas, mas para ficar mais simples de explicar, geralmente, elas são divididas pelo efeito que causam.

Algumas drogas, fazem com que as pessoas que a utilizam fiquem mais lentas, sem interesse pelo que acontece a sua volta, meio desligadas . Estas drogas são conhecidas por Depressoras da Atividade do Sistema Nervoso Central. Fazem parte deste conjunto os calmantes, os ansiolíticos (remédios que diminuem a ansiedade), álcool, inalantes (cola), narcóticos (morfina, heroína).

Um grupo é o de drogas que estimulam o funcionamento do cérebro fazendo com que quem usa fique sem sono, agitada e ligada. Por esta razão, essas drogas recebem o nome de Estimulantes da Atividade do Sistema Nervoso Central. Cafeína, cocaína, crack, anfetamina e tabaco são algumas das drogas que provocam este efeito.

Finalmente, existem aquelas drogas que agem modificando a atividade do cérebro, ou seja, a pessoa fica com a mente perturbada, vê objetos distorcidos ou que não existem, por exemplo. Por esta razão, este terceiro grupo de drogas recebe o nome de Perturbadoras da Atividade do Sistema Nervoso Central. São elas: o LSD, o êxtase, a maconha e outras drogas derivadas de plantas.

Veja o quadro abaixo para saber mais.
Drogas: sensações e efeitos

DROGAS
SENSAÇÕES QUE PROVOCAM
EFEITOS

Ansiolíticos
Alívio da tensão e da ansiedade, relaxamento muscular, indução ao sono
Em altas doses, provocam queda da pressão arterial; combinados com álcool, podem levar ao estado de coma; em grávidas, aumentam o risco de má-formação fetal. Geram tolerância, forçando o aumento das doses

Solventes ou inalantes (cola, esmalte, lança-perfume, benzina, corretivo)
Euforia, excitação, alucinações
Náuseas, queda da pressão arterial; o uso repetido pode destruir neurônios e causar lesões na medula, nos rins, no fígado e nos nervos periféricos.

Xaropes e gotas para tosse com codeína ou zipeprol
Alívio de dores, bem-estar, sonolência, sensação de estar flutuando
Queda da pressão arterial e da temperatura; risco de estado de coma; convulsões; geram tolerância, forçando o aumento das doses; na falta, o dependente sente cólicas e insônia.

Anfetaminas (conhecidas como bolinhas ou rebites)
Resistência ao sono e ao cansaço, sensação de estar "ligado", cheio de energia
Taquicardia e aumento da pressão sangüínea; dilatação da pupila, perigosa para motoristas; altas doses podem gerar delírios de perseguição e paranóias.

Calmantes e sedativos
Alívio da tensão, sensação de calma e relaxamento
Associados ao álcool causam queda da pressão e do ritmo da respiração, podendo levar à morte; geram tolerância, forçando o aumento das doses e dependência.

Ópio, morfina, heroína
Sonolência, alívio da dor, estado de torpor, isolamento da realidade, sensação de sonhar acordado, alucinações
Causam dependência; reduzem o ritmo dos batimentos cardíacos e da respiração, podendo levar à morte; uso coletivo de seringas dissemina a aids; abstinência dolorosa.

Maconha
Calma, relaxamento, vontade de rir
Prejuízo da memória imediata; pessoas sensíveis podem ter alucinações; o uso continuado pode afetar os pulmões e a produção (temporária) de espermatozóides; perda da vontade.

Caapi e Chacrona (usadas no ritual do Santo Daime), cogumelos, jurema
Alucinações
Más viagens, com visões terrificantes; sensações de deformação; taquicardia e vômitos.

Ácido Lisérgico (LSD)
Alucinações, distorções perceptivas, fusão dos sentidos (o som parece adquirir formas)
Más viagens, com estados de ansiedade e pânico; delírios, convulsões; risco de dependência.

Anticolinérgicos (plantas como o lírio e medicamentos)
Alucinações
Más viagens; taquicardia; dilatação da pupila; constipação intestinal e elevação da temperatura, podendo levar a convulsões.

Cocaína e crack
Sensação de poder, de ver o mundo mais brilhante, euforia, perda da fome, do sono e do cansaço
Em doses elevadas, causam aumento da temperatura, convulsões e taquicardia séria, podendo resultar em parada do coração.
(quadro fonte: Fonte: Universidade Federal de São Paulo; Revista Cláudia Família, setembro/1996.)
Autor: ECOS - Comunicação em Sexualidade