sábado, 14 de fevereiro de 2009

Desculpas que usamos: 'É a vida...'


Desculpas que usamos: É a vida...



Na vida temos anseios e ideais, só que na maioria das vezes, deparamos com situações desafiadoras, enxergamos uma série de turbulência no caminho e acabamos optando por deixar a preguiça e o desânimo dominar o nosso corpo e mente, assim, damos lugar à plantação do comodismo com a desculpa de que foi a vida quem quis assim...


Esquecemos que depois vem a colheita, e acabamos assistindo a vitória daqueles que se esforçaram, lutaram e dedicaram seu tempo em prol da sua causa...assim a vida também o quis. Há ainda aqueles que alegam má situação financeira da família para não se engajar em seu ideal, culpam o destino por terem nascidos pobres e desprovidos de bens, ficando sem chance das conquistas gloriosas (boas notas, bons empregos etc), sempre com a desculpa de que... é a vida quem quis assim. Outros culpam a deficiência física, os pais, os professores, a falta de apoio e a falta de recursos da sociedade.


Com isso, muitas pessoas nada fazem, ficam na inércia esperando a sorte chegar, como se fosse a vontade do destino... e que a vida quis assim. Ninguém disse que a vida seria fácil, não sabemos das provas e desígnios que escolhemos antes de encarnar, é preciso acreditar em nossos amigos espirituais e protetores para trilhar o caminho da verdade, mesmo que seja difícil e doloroso, é assim que a vida quer, porque assim escolhemos - esta escolha é uma necessidade para a nossa evolução espiritual.


Deus é sinônimo de justiça, deu-nos livre arbítrio para a escolha de nossas ações – querer ou não arrumar desculpas para o fracasso, é opção nossa. Devemos receber o conhecimento do mundo espiritual como um presente da bondade divina para plantar uma semeadura de amor e colher os frutos que necessitamos e merecemos para viver.


Cada um é responsável pela cor e pelo tom de seus dias, e sem desculpas e desânimos é preciso que façamos a construção de um ambiente melhor à nossa volta, é assim que vida quer.

(Bhethy é membro da equipe do CVDEE, atuando na área de evangelização do jovem)

Opinião: Falando de sentimentos

Opinião: Falando de sentimentos


Raiva, ciúme, ódio e inveja fazem parte da natureza do homem. Psicóloga recomenda não reprimir e sim conversar sobre o assunto.
Ana Cássia MaturanoEspecial para o G1

Falar de sentimentos não é coisa simples. Quando eles se referem àqueles considerados negativos, como raiva, ciúme, ódio ou inveja, menos ainda. Isso provavelmente se deve a dois fatores: a moral cristã, que prega que devemos amar uns aos outros a qualquer custo; e a nossa criação, baseada nessa moral, que dificulta o conhecimento de nossos aspectos internos.

Considerando a criação que tivemos e oferecemos aos nossos filhos, há pouco espaço para a expressão das emoções negativas. Caso alguém diga ter inveja, não é visto como boa pessoa. E se essa expressão for de uma criança, geralmente mais transparente e autêntica em seu modo de ser, parece incomodar ainda mais. Afinal, elas são vistas como puras de coração e incapazes de coisas tão ruins.

As famílias acabam reprimindo o reconhecimento dos sentimentos nos pequenos. Ao dizer, por exemplo, que tem raiva do irmão, os pais rapidamente dizem que não, que de verdade ele o ama. Ter raiva de alguém em algum momento não significa que não haja amor.

Atitudes assim, embora cheias de boas intenções, não ajudam. Algumas crianças se sentem muito mal de terem esses sentimentos, e acabam acreditando que são más. Quando alguém lhes oferece compreensão, dizendo-lhes o quanto isso é natural, sentem-se aliviadas.

Temos de ter em mente que raiva, ciúme, inveja e o tão temido ódio fazem parte da natureza humana (é interessante observar como muitos se surpreendem quando ouvem a palavra ódio). Assim como o amor. Se pudermos reconhecer os primeiros fazendo parte de nós, podemos confiar na nossa capacidade de amar, sem desconfiar do que sentimos. Os dois tipos de sentimentos fazem parte do mesmo universo - diz o ditado que o amor e o ódio são o reverso da mesma moeda.

O que não quer dizer colocá-los para fora de qualquer maneira. Pelo contrário. Sentir seja lá o que for é legítimo, bem diferente de expressar-se de qualquer forma. Ou seja, sentir raiva de alguém é uma coisa possível, mas bater no alvo de sua raiva não. Portanto, a repressão não deve ser para o que sentimos, mas para a ação decorrente.

Espaço para o sentimento

Se criarmos um espaço para reconhecermos e falarmos dos nossos sentimentos, não precisaremos transformá-los em atitudes. Muitas atitudes que temos impensadamente são decorrência de sentimentos que não foram pensados e reconhecidos por nós. Não podemos nos esquecer de que, em algum momento e de alguma forma, eles serão colocados para fora. O melhor é que seja em palavras. E se pudermos falar sobre eles, teremos uma grande chance de dar-lhes um sentido. Ninguém sente raiva à toa. Algo a provocou.

Então, vamos ajudar nossas crianças a olharem sem medo ou culpa para o que sentem. Mas para isso temos que começar a ver esses sentimentos com naturalidade. Eles fazem parte de nossa natureza e é muito mais fácil mudar nossa visão deles do que mudar a natureza humana.
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
Matéria publicada no Portal G1, em 11 de setembro de 2008.

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COMENTÁRIO:

Durante a evolução e o progresso social e cultural que a espécie humana conseguiu conquistar, as emoções sempre assumiram um papel crucial. Foi a manifestação, expressão e condução das mais intensas emoções que permitiu que revoluções inadiáveis fossem realizadas enfrentando os poderes instalados, que ideias renovadoras fossem defendidas contra a ortodoxia reinante, que dificuldades aparentemente intransponíveis fossem vencidas e ultrapassadas com sucesso. Em situações de impasse, perigo, medo, perda, de ligação sentimental, quando é necessário tomar decisões instantâneas, o corpo humano responde de uma forma emocional, desencadeando reações morfológicas naturais e instintivas.

Ao longo da história da Humanidade, a razão foi conquistando gradualmente maior importância, atirando as emoções para o canto mais escuro da existência humana. Amedrontado pela sombra do que sente, temeroso das acusações dos que o rodeiam, esmagado por uma cultura social e religiosa que privilegia regras de conduta uniformes e inquestionáveis, o Homem repudia e acaba por negar a sua verdadeira essência, aquilo que ele verdadeiramente é como Espírito único e distinto. Por que as emoções provocam tanto temor? Porque não as controlamos, porque as emoções ocorrem independentemente da nossa vontade ou desejo. Não queremos sentir inveja do colega que exibe o seu carro topo de linha, mas sentimos! Não pretendemos sentir raiva do vizinho que atira o lixo para cima do nosso jardim, mas sentimos! Não tencionamos sentir ciúmes se quem amamos tem uma expressão de carinho para outra pessoa, mas sentimos! Sentimos tudo isso, porque isso ainda faz parte da nossa essência, do nosso Espírito, daquilo que somos verdadeiramente.

Muitas vezes não conseguimos, ou não queremos, conviver com a verdade de quem somos, pois isso exigiria mudanças da nossa parte. Por isso, tentamos sufocar os nossos sentimentos e emoções mais sombrios, ignorando-os ou culpando fatores externos, afirmando, por exemplo, que a culpa é dos "obsessores que não me largam", ou "do chefe que é um tirano". Negamos o que sentimos na esperança que essas emoções desapareçam se não lhes dermos importância. Mas elas não desaparecem num passe de mágica e essas energias reprimidas irão instalar-se no nosso corpo psicossomático, esperando uma nova oportunidade de se manifestarem e potencializando a geração de uma variedade de doenças, psicoses e desequilíbrios.

Este comportamento que revelamos, tal como é afirmado na notícia, é muitas vezes induzido inconscientemente por pais insensíveis, que reprimem duramente as expressões de raiva das crianças, que as humilham por revelarem medo e que as ridicularizam por manifestações de afeto e carinho. As crianças crescem com a impressão de que o que sentem é errado, tornam-se criaturas inseguras e fracas, pensam que são más e acabam por deixar de confiar em si e no que as suas emoções lhes transmitem. Uma particularidade de qualquer emoção é que é sempre verdadeira, ensina-nos sempre algo sobre nós mesmos.

Permitamo-nos sentir as emoções que possuímos e isso não pressupõe a necessidade de agir de acordo com elas. Em vez de as empurrarmos para o baú da indiferença, aceitemos que elas fazem parte de nós, para que possamos conhecer verdadeiramente a nossa individualidade burilada em inúmeras encarnações. As regras, castrações e imposições podem segurar o impulso, mas não transformam a sua origem. Essa transformação só pode ser conseguida quando compreendermos as emoções que manifestamos e lograrmos modificar a essência de quem nós somos. Só podemos modificar aquilo que reconhecemos. Dessa forma conquistamos melhores condições de trabalhar a renovação íntima, equilibrando, aprimorando e canalizando as nossas emoções e sentimentos para comportamentos adequados, transformando gradualmente as nossas energias negativas de forma a aplicá-las convenientemente.

Precisamos perceber que ninguém é um mau Espírito, ninguém está errado. Não precisamos ter medo das nossas emoções porque dentro de nós mesmos não há nada de sombrio, negativo ou hediondo. Dentro de nós existe algo único e maravilhoso: Nós mesmos, a nossa verdadeira essência, uma alma em evolução e crescimento.

Sugestão de Leitura: "Renovando Atitudes", ditado pelo Espírito de Hammed, psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto.

(Carlos Miguel Pereira. Na área espírita, é trabalhador do Centro Espírita Caridade por Amor (CECA), na cidade do Porto, e colaborador regular do Espiritismo.Net)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Estudo Dirigido 1: O que é o Espiritismo I

Ois! A proposta desse item é, através de um direcionamento, pararmos para ler com mais calma as obras que nos orientam dentro da Doutrina Espírita.
Embora devessemos começar com uma obra da codificação, ou melhor, com a primeira obra da codificação, qual seja: O Livro dos Espíritos, optamos por iniciar essa proposta de estudo dirigido pelo livro, subsidiário, O Que é o Espiritismo; mesmo porque, depois, entraremos em O Livro dos Espíritos de forma mais vagarosa, para podermos ler, estudar e verificar as orientações ali colocadas como algo que é atual, acontece e nos auxilia na nossa vida diária, ok?! :)
Assim, vamos à proposta do Estudo Dirigido?! :)
Deixaremos aí embaixo questões direcionadas, para vocês comentarem, conversarem, trocarem ideia sobre, tá legal?! :)
beijos e abraços
Equipe Net Jovem

PS: O estudo proposto foi adaptado de um ciclo de estudos dirigidos das obras da Doutrina Espírita e de Allan Kardec, realizado pelo Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora -IDE/JF - MG.

Leia, estude, responda e, claro, coloque seu estudo aí embaixo, se desejar, em comentários, tá?! :)
Assim, poderemos interagir e intercambiar entendimentos e conhecimento, ok?! :))


ESTUDO DIRIGIDO: O que é o Espiritismo

Parte primeira do estudo: 02 questões propostas


01) O livro O que é o Espiritismo divide-se em um prólogo e três capítulos, o primeiro capítulo é subdividido em três diálogos: o crítico, o céptico e o sacerdote.

Leia o prólogo e apresente um conceito para o Espiritismo.


02) Estude o 1o diálogo, analise as assertivas e comente se concorda, não concorda, acha verdadeira, acha falsa e coloque também o motivo pelo qual acha o que expôs, ou seja, coloque a justificativa de seu entendimento:

a) Kardec confessa ter estudado os fenômenos espíritas por mais de um ano para convencer-se.

b) Não é objetivo do Espiritismo satisfazer a curiosidade de quem quer que seja.

c) O Espiritismo difundiu-se mais rapidamente entre as classes mais simples e ignorantes.

d) O verdadeiro espírita denuncia os abusos, pois assim ajuda a evitá-los.

e) Os fenômenos espíritas não diferem essencialmente dos que se nos apresentam nas ciências exatas.


A parte segunda será colocada na próxima 5a feira (19/02)

Biografias: Allan Kardec


Nascido em Lion, na França, em 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.

Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.

Concluídos seus estudos, voltou para a França. Conhecendo a fundo a língua alemã, traduzia para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral e as obras de Fénelon que o tinham seduzido de modo particular.

De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, entre outros. Preocupado sempre com o tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História da França, tendo por objetivo fixar na memória as datas dos acontecimentos de maior relevo e as descobertas que iluminaram cada reinado.

Antes que o Espiritismo lhe popularizasse o pseudônimo de Allan Kardec, já ele se ilustrara por meio de diversas obras de educação.

Pelo ano de 1855, posta em foco a questão das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec se entregou a observações perseverantes sobre esse fenômeno, cogitando principalmente de lhe deduzir as conseqüências filosóficas.

Entreviu, desde logo, o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações entre o mundo visível e o mundo espiritual. Reconheceu, na ação deste último, uma das forças da Natureza, cujo conhecimento haveria de lançar luz sobre uma imensidade de problemas tidos por insolúveis, e lhe compreendeu o alcance, do ponto de vista religioso.

Suas principais obras sobre esta matéria são:
O Livro dos Espíritos, cuja primeira edição apareceu a 18 de abril de 1857
O Livro dos Médiuns, em janeiro de 1861
O Evangelho Segundo o Espiritismo, em abril de 1864
O Céu e o Inferno, ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865
A Gênese, os Milagres e as Predições, em janeiro de 1868
O que é Espiritismo
Obras Póstumas

A Revista Espírita, jornal mensal de estudos psicológicos, começado a 1 de janeiro de 1858.

Fundou em Paris, a 1 de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo de quanto pudesse contribuir para o progresso da nova ciência.

Allan Kardec se defendeu, com inteiro fundamento, de coisa alguma haver escrito debaixo da influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas. Homem de caráter frio e calmo, observou os fatos e de suas observações deduziu as leis que os regem. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular.

Demonstrando que os fatos erroneamente qualificados de sobrenaturais se acham submetidos a leis, ele os incluiu na ordem dos fenômenos da Natureza, destruindo assim o maravilhoso e um dos elementos da superstição.

Data do aparecimento de O Livro dos Espíritos o surgimento da Doutrina Espírita. Até então, só existiam elementos e fatos esparsos, cujo alcance nem toda a gente pudera apreender.
As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura tendem a destruir as idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina e que deriva do precedente é o da pluralidade das existências, já entrevisto por diversos filósofos antigos e modernos.

Dele promana a explicação de todas as aparentes anomalias da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais, facultando ao homem saber donde vem, para onde vai, para que fim se acha na Terra e por que aí sofre. As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; as simpatias e antipatias pela natureza das relações anteriores.

O Espiritismo tem como divisa: Fora da Caridade não há salvação, isto é, a igualdade entre os homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.
Não há fé inabalável, senão a que pode encarar face a face a razão, em todas as épocas da Humanidade. À fé, uma base se faz necessária e essa base é a inteligência perfeita daquilo em que se tem de crer. Para crer não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender. (O Evangelho Segundo o Espiritismo).

Trabalhador infatigável, Allan Kardec desencarnou em 31 de março de 1869.

(Extraído de Obras Póstumas - FEB, 16 edição)

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Retirado do site: http://www.cvdee.org.br/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Desculpas que usamos...: "Isso não vai dar certo"



"Isso não vai dar certo"

Quantas vezes acabamos deixando de realizar algo, porque achamos que "isso não vai dar certo", não é mesmo?!

A vida, no entanto, não é feita de certezas. Ao contrário, se, para assumirmos compromissos, para realizarmos qualquer coisa, seja no âmbito afetivo, estudantil ou profissional, dependermos da garantia de que o compromisso que estamos assumindo, os trabalhos e as realizações que pretendemos obter sucesso, darão certo, nunca sairemos do lugar.

Todo compromisso, toda realização, todo agir é possível de acontecer. Não podemos garantir que iremos conseguir, mas também não podemos dizer, antes mesmo de tentar, que "isso não vai dar certo".

Nesse passo, entra nosso querer, nossa vontade, nossa força de vontade, nosso acreditar que somos capazes de realizar e de assumir compromissos.

O que não podemos é nos deixar vencer pelo medo, pela incerteza e nem pre-julgar aquele fato ou situação ou pedido ou o que quer que seja, por receio de fracassar, por receio de não ser bem visto, por receio de ser criticado ou, simplesmente, porque se tem preguiça de agir.

Assim, sempre que uma situação se apresentar a nós, podemos até dizer não. Não, porque não quero. Não, porque não é algo que me fará bem. Não, porque não tenho vontade (ou sonho ou objetivo) de trabalhar com esse fato.
Mas, o que não podemos fazer é fugir de uma situação, usando a desculpa de que ela não dará certo; pois, se não tentamos, não temos como saber qual será seu resultado. Com isso, se é algo que fará bem, está dentro de nossos sonhos, temos vontade de realizar, melhor deixar o medo de lado e investir. Com isso, estaremos sempre ganhando, independente do empreendimento obter sucesso ou não.

Vamos, então, começar a repensar o "isso não vai dar certo" ?!
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(Lu Francis é membro das equipes do CVDEE e do Espiritismo. Net)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dica Legal: "O Amor Jamais te Esquece”; "A Força da Bondade”; "Sob as Mãos da Misericórdia”.

Título: "O Amor Jamais te Esquece”; "A Força da Bondade”; "Sob as Mãos da Misericórdia”.
Autor: André Luiz Ruiz / Espírito Lucius
Gênero: Romance
Editora: IDE
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"O Amor Jamais te Esquece”: Neste livro, o Espírito Lucius nos remete aos luminosos momentos vividos pela humanidade ao tempo de JESUS, envolvendo o SENADOR PÚBLIO LENTULUS sua esposa LÍVIA, ZACARIAS, FÚLVIA E PILATOS, entre outros. Através de seus dramas e experiências, o leitor sentirá que apesar de todas as nossas quedas e erros, o Amor nunca nos abandona ao desamparo, ajudando-nos a sair dos abismos escuros onde somos projetados por nossa ignorância.

"A Força da Bondade”: Se é verdade que ”O Amor Jamais te Esquece”, é através da ”Força da Bondade” que a Grandeza de Deus atende as criaturas que sofrem através das outras criaturas que os ajudam. Converter gotas de lágrimas em gotas de suor é a maneira de dar sentido real à mensagem de Jesus e de entender o quanto é importante a sua vida na vida de todos os que estão ao seu lado, na Terra de hoje.

"Sob as Mãos da Misericórdia”: Encerrando a trilogia, iniciada pelo "O Amor Jamais te Esquece” e "A Força da Bondade”, a presente obra de Lucius, "Sob as Mãos da Misericórdia”, apresenta ao leitor, em traços vivos e emocionantes, o entendimento do mecanismo da Compaixão com a qual o Criador conduz a evolução das criaturas, sempre buscando ampará-las como fez com Pilatos, Sulpício, Fúlvia e Sávio através dos corações generosos de Zacarias, Lívia, Simeão, Cléofas, Licínio, Décio, entre outros.

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Sempre de imaginação solta, lembro que, quando criança, depois de passar a tarde inteira em frente à TV, assistindo a um daqueles filmes sobre a vida de Jesus, mil perguntas invadiam-me as idéias. “Por que Jesus se deixou crucificar?” “Por que, sabendo antecipadamente do comportamento de Judas, não fez nada para impedir?” “Por que Pilatos não O salvou, já que pelas palavras que lhe são atribuídas, nada tinha para condená-lo?” “Por que aquele povo que, tempos antes, andava com Ele, ouvindo Suas palavras e ensinamentos, conhecendo Suas ações... Por que eles O acusaram e condenaram, preferindo a liberdade de Barrabás à Sua absolvição?” Ah..., criança que era, lembro dos ingênuos sentimentos de impotência e indignação que estas interrogações me deixavam.

Comentando isso agora, imagino que estejam se perguntando o que estas lembranças têm a ver com os livros acima, né? Explico-me: estes, conforme esclarecem as sinopses, relatam fatos e acontecimentos ocorridos à época do Cristo, de forma que, responderam – em parte – algumas das perguntas que trazia comigo. Mais que isso, fizeram-me perceber que nós, fomos e somos – ainda – capazes de cometer erros dos quais nos arrependeremos dolorosamente mais tarde e, todavia, infinitas oportunidades de corrigenda, aprendizagem, crescimento e evolução existirão sempre, como a querer nos provar que Deus – nunquinha – desistirá de nós. Mostraram-me que o Amor, a Bondade e a Misericórdia do Pai, estão e se fazem presentes em nossas vidas sempre, mesmo que não percebamos. Enfim, a narração de Lucius nos faz sentir que Jesus está pertinho de nós, convidando-nos – constantemente – á pratica do bem e do amor. Fortaleçamos, então, a nossa fé e lembremos que as palavras do Mestre, foram: “Misericórdia quero, não sacrifício”.
(Dica enviada como Contribuição Jovem por uma jovem)
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Lembrando sempre, claro, que em toda leitura que fazemos precisamos utilizar nosso raciocínio e reflexão!
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Convidamos você também a nos escrever sobre algum livro que tenha lido e achado legal, para colocarmos em nossa Dica Legal! Esperamos você!

Se Liga: Campanha 'O Evangelho no Lar'


Uma Campanha mais que evolvente: Evangelho no Lar




FINALIDADES DO EVANGELHO NO LAR


- Estudar o Evangelho à Luz da Doutrina Espirita, a qual possibilita compreendê-lo em "espirito e verdade", facilitando, assim, pautar nossas vidas segunda a vontade do Mestre.


- Criar em todos os lares o hábito salutar de reuniões evangélicas, para que despertem e acentuem o sentimento que deve existir em cada criatura.


- Pelo momento de paz e de compreensão que o Evangelho no Lar oferece, unir mais as criaturas, proporcionando-lhes uma vivência mais tranqüila.


- Tornar o Evangelho melhor compreendido, sentido e exemplificado, no lar e em todos os ambientes.


- Higienizar o lar pelos nossos pensamentos e sentimentos elevados permitindo assim, mais fácil influência dos Mensageiros do Bem.


- Ampliar o conhecimento literal e espiritual do Evangelho para oferecê-lo com maior segurança a outras criaturas.


- Facilitar no lar e fora dele o amparo necessário para enfrentar as dificuldades materiais e espirituais, mantendo, operantes, os princípios da oração e da vigilância...


- Elevar o padrão vibratório dos componentes do lar, a fim de que ajudem, com mais eficiência, o Plano Espiritual na obtenção de um mundo melhor.



ROTEIRO PARA SUA REALIZAÇÃO



- Escolher um dia e uma hora por semana e convidar todos da família, senão puderem ou não quiserem participar, faremos sozinhos, só fisicamente, na certeza de que Jesus se fará presente através de seus mensageiros.

- Início da reunião: Prece simples e espontânea


- Leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo: Começar desde o Prefácio, lendo um item ou dois sempre em seqüência.

- Comentários sobre o texto lido: Devem ser breves, de preferência com a participação de todos- Vibrações- Prece de encerramento: prece simples e espontânea.
Para maiores detalhes: http://www.espiritismo.net/content,0,0,107,0,0.html



SUGESTÕES


- Depois do estudo de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", a leitura de livros de autores idôneos que forneçam subsídios para os comentários evangélicos.


- Fazer vibrações especiais para casos concretos que preocupem os presentes e a sociedade.


- Cuidado para não transformar a reunião em trabalho mediúnico. Mediunidade e a Assistência Espiritual devem, sempre que possível, ser praticadas em Centros Espíritas.


- Evitar comentários irônicos, sarcásticos, denegrativo às religiões e às pessoas,


- Evitar conversações menos edificantes.- Não suspender a prática do "Evangelho no Lar" em virtude de visitas, passeios adiáveis ou acontecimentos fúteis.


- Não há uma duração prevista, mas sugere-se cerca de trinta minutos, aproximadamente.


- Quanto às crianças, os pais Cristãos devem permitir e incentivar os seus filhos a participarem da reunião para que eles possam iniciar com segurança a nova experiência física. Permitir que eles façam comentários, perguntas e colaborem nas preces. Deve ser acrescentado livros de história infantil, despertando neles o interesse e o gosto pelo ensino de Jesus. Lembremo-nos: "Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais..." (Jesus – Marcos, 10:14)


- Pode-se realizar o Evangelho no Lar sozinho.José Raul Teixeira, no livro Vereda Familiar, fala que “caso os seus familiares não concordem, por serem adultos e pensarem de maneira diferente, não se iniba. Ore e vibre com Jesus você sozinho, seja nos seus aposentos de dormir ou em alguma parte da casa onde você possa recolher-se por alguns momentos.”